Conecte-se Conosco

Agronegócio

Brasil exportará carne suína sem tarifa para Coreia do Sul

Publicado

em

Foto: Pixabay

A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) comemorou a decisão da Coreia do Sul de isentar de tarifa uma cota de 10 mil toneladas de carne suína congelada importada do Brasil, exceto o corte “barriga”. A medida, comunicada pelo Ministério da Agricultura e Pecuária, elimina a cobrança de 25% que incidia sobre o valor total do produto.

Atualmente, a Coreia do Sul ocupa a 16ª posição entre os principais destinos da carne suína brasileira, com 3,7 mil toneladas exportadas no primeiro trimestre deste ano. Para o presidente da ABPA, Ricardo Santin, a decisão sul-coreana representa um avanço significativo para o setor. “O estabelecimento de uma cota isenta é um sinal importante para os avanços das exportações brasileiras de carne suína para a Coreia do Sul, conquistada pelo Ministério da Agricultura. Isto, especialmente em meio às negociações lideradas pelo Ministro Carlos Fávaro e seus secretários de Relações Internacionais e de Defesa Agropecuária, pelo reconhecimento do Paraná, Rio Grande do Sul e de outros estados brasileiros como livres de aftosa sem vacinação”, afirmou Santin.

Apesar da abertura, Santa Catarina permanece como o único estado autorizado a exportar carne suína para o mercado sul-coreano, por ser o único com status sanitário de área livre de febre aftosa sem vacinação reconhecido pelas autoridades daquele país.

A Coreia do Sul, com um consumo per capita de aproximadamente 29 quilos de carne suína, figura como o quarto maior importador mundial do produto. Segundo o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), o país adquiriu 785 mil toneladas de carne suína em 2024.

Publicidade

AGROLINK – Seane Lennon

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

Mídia Rural, sua fonte confiável de informações sobre agricultura, pecuária e vida no campo. Aqui, você encontrará notícias, dicas e inovações para otimizar sua produção e preservar o meio ambiente. Conecte-se com o mundo rural e fortaleça sua

Continue Lendo
Publicidade
Clique Para Comentar

Deixe uma Resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Agronegócio

Preço do feijão carioca sobe em meio à troca de safra

Publicado

em

Gerada por IA

 

A transição entre a primeira e a segunda safra tem pressionado o mercado de feijão carioca, que registrou forte valorização na última semana, impulsionada pela combinação de oferta restrita e demanda aquecida. O cenário, segundo o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), revela um descompasso no curto prazo, especialmente para grãos de melhor qualidade, mais disputados pelos compradores.

De acordo com o Cepea, as cotações do feijão carioca avançaram de forma generalizada, com boa aceitação no mercado para lotes superiores. A limitação na oferta desses grãos tem sustentado o movimento de alta, indicando um mercado firme e com tendência de manutenção dos preços enquanto persistir o desequilíbrio entre oferta e demanda.

Já no caso do feijão preto, o comportamento é diferente. Apesar de momentos pontuais de menor oferta, a demanda irregular tem impedido uma reação mais consistente nos preços. O resultado é um mercado com menor dinamismo, sem força suficiente para sustentar valorizações mais amplas.

Publicidade

VGN

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

Continue Lendo

Agronegócio

Algodão atinge maior preço desde julho de 2025

Publicado

em

MaisSoja

Os preços do algodão em pluma seguem em alta no Brasil e já alcançam o maior patamar nominal desde o fim de julho de 2025, segundo levantamento divulgado nesta quarta-feira (29.04) pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

O avanço é medido pelo Indicador CEPEA/ESALQ, com pagamento em oito dias, e reflete um cenário de valorização sustentado por cotações internacionais mais firmes e pela postura cautelosa dos vendedores brasileiros durante o período de entressafra.

Além do mercado externo, outros fatores têm pressionado os preços, como os valores elevados do petróleo e as condições climáticas no Brasil e nos Estados Unidos, que aumentam a atenção de produtores e compradores sobre a oferta da fibra.

No mercado spot, a comercialização ocorre de forma pontual, voltada principalmente ao atendimento de necessidades imediatas e à reposição de estoques. Segundo pesquisadores do Cepea, um volume maior de negócios ainda é limitado pelo desencontro entre as expectativas de compradores e vendedores.

Publicidade

Do lado da demanda, indústrias relatam dificuldade em repassar aos fios e demais manufaturados as recentes valorizações da matéria-prima e de outros insumos. Com as vendas no varejo enfraquecidas, as compras seguem cautelosas ao longo da cadeia produtiva.

Entre os fatores que restringem o consumo estão os juros elevados, o alto endividamento das famílias e a inflação, que reduzem o fôlego do varejo e pressionam a indústria têxtil.

VGN

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

Publicidade
Continue Lendo

Agronegócio

Café tem ritmo lento, mas expectativa é de safra volumosa

Publicado

em

Gerada por IA

 

A colheita da safra 2026/27 de café arábica no Brasil ainda avança em ritmo lento na maior parte das regiões produtoras, mas o bom desenvolvimento das lavouras mantém a expectativa de uma temporada volumosa. Segundo levantamento do Cepea divulgado nesta quarta-feira (29.04), os trabalhos de campo começaram de forma mais efetiva apenas na Zona da Mata de Minas Gerais.

No Sul de Minas, uma das principais regiões produtoras do país, a maioria dos cafeicultores ainda não iniciou a colheita. A previsão é de que as atividades ganhem força somente a partir da segunda quinzena de maio.

No Cerrado mineiro, importante praça produtora de arábica, o início efetivo da colheita deve ocorrer apenas no fim de maio, comportamento considerado típico para a região, conforme pesquisadores do Cepea.

Publicidade

Em São Paulo, parte dos produtores da região de Garça já começou os trabalhos, mas o volume colhido ainda é pequeno. Na Mogiana paulista, a expectativa é de que a colheita tenha início em aproximadamente duas semanas, entre meados e o fim de maio.

No Noroeste do Paraná, as atividades também estão começando, mas podem sofrer atraso por causa das chuvas recentes. A tendência, segundo agentes consultados pelo Cepea, é de normalização assim que o tempo firmar.

Apesar do ritmo inicial mais lento, o cenário das lavouras é considerado positivo. Produtores e agentes do setor relatam bom desenvolvimento tanto do café arábica quanto do robusta, o que reforça a perspectiva de uma colheita expressiva. A Conab projeta safra recorde para o Brasil nesta temporada.

VGN

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

Publicidade
Continue Lendo

Tendência