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Polícias Civis de MT e RS deflagram operação interestadual de combate a golpes do falso intermediário

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em

PJC

 

A Polícia Civil de Mato Grosso, por meio das Delegacias Especializadas de Estelionato de Cuiabá e Várzea Grande, e a Polícia Civil do Rio Grande do Sul, por meio da 3ª Delegacia de Polícia de Canoas, cumprem nesta terça-feira (10.6), 34 ordens judiciais, na Operação Strick, para desarticulação de uma rede criminosa voltada para os crimes de estelionato e associação criminosa.

As ordens judiciais, sendo 24 mandados de busca e apreensão e 10 de prisão temporária foram decretadas pela Justiça, com base em investigações conduzidas pela Polícia Civil do Rio Grande do Sul e todas são cumpridas nas cidades de Cuiabá e Várzea Grande.

As investigações realizadas com apoio da Polícia Civil de Mato Grosso iniciaram há um ano e revelaram uma sofisticada rede criminosa interestadual especializada no golpe conhecido como falso intermediário. O esquema fraudulento lesou moradores da região metropolitana de Porto Alegre (RS), especialmente da Cidade de Canoas (RS), causando um prejuízo estimado em mais de R$ 300 mil, às vítimas.

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Também foi identificada nas investigações uma vítima paraense, que sofreu um prejuízo de R$ 150 mil por meio de falsa intermediação na compra e venda de bovinos.

Participam do cumprimento dos mandados 60 policiais civis dos estados do Rio Grande do Sul e Mato Grosso com apoio técnico da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp) e do Laboratório de Operações Cibernéticas do Ministério da Justiça e Segurança Pública (Ciberlab).

A Polícia Civil do Pará também participa da operação cumprindo dois mandados de prisão preventiva e cinco de busca e apreensão domiciliar, todos no Estado do Mato Grosso.

Falso Intermediário

Segundo apuração da 3ª DP de Canoas, sob comando da delegada Luciane Bertoletti, o golpe consiste em fraudes digitais que ocorrem, em geral, durante negociações de compra e venda de veículos.

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O criminoso atua como se fosse um intermediário legítimo entre vendedor e comprador. Ele se apresenta como representante de um parente, amigo ou funcionário, oferecendo valores diferentes para cada parte. Quando o comprador realiza o pagamento — acreditando que está transferindo o valor para o verdadeiro dono do veículo — o dinheiro vai para a conta do estelionatário, que desaparece com o montante, deixando ambas as vítimas no prejuízo.

“O crime é engenhoso e cria uma falsa sensação de segurança para as vítimas. Por isso, é essencial que qualquer negociação, principalmente de veículos, seja feita com cautela, verificação de dados e, de preferência, presencialmente”, alerta a delegada Bertoletti.

Segundo o delegado Cristiano Reschk a Operação Strick representa mais um passo importante na luta contra o crime cibernético e os golpes virtuais, que têm se tornado cada vez mais frequentes no Brasil. “A atuação conjunta entre forças de segurança reforça a necessidade de cooperação institucional para desarticular essas redes especializadas”, disse o delegado.

Nome da operação

“Strick” pode remeter à palavra inglesa “strike”, que significa golpear ou atacar, o que transmite a ideia de uma ação contundente e coordenada das polícias contra grupos criminosos especializados em praticar fraudes interestaduais. Embora a grafia esteja diferente, a sonoridade e o sentido ainda remetem à força da polícia civil brasileira.

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Assessoria | Polícia Civil-MT

Colaborou:  Astrogildo Nunes – [email protected]

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Operação Lei Seca para motocicletas termina com cinco prisões e 26 veículos removidos em Várzea Grande

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em

GGI-SESP

 

Uma operação da Lei Seca voltada exclusivamente para motocicletas, realizada na noite desta quarta-feira (28.1), em Várzea Grande, terminou com cinco prisões. Do total, uma foi por embriaguez ao volante, três por adulteração de veículo e uma por guarda ou transporte de droga para consumo pessoal. As abordagens ocorreram na Rua Iara, no bairro Jardim Glória.

De acordo com o relatório do Gabinete de Gestão Integrada (GGI), da Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT), 62 veículos foram fiscalizados durante a ação. Além das prisões, 30 multas foram aplicadas e 26 motocicletas removidas ao pátio.

Ao todo, a operação expediu 54 Autos de Infração de Trânsito (AIT). Desses, 19 foram por falta de licenciamento ou registro do veículo e 13 por ausência da Carteira Nacional de Habilitação (CNH). As demais infrações se referem a irregularidades diversas previstas no Código de Trânsito Brasileiro (CTB).

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A Operação Lei Seca é realizada pela Secretaria de Estado de Segurança Pública, sob coordenação do Gabinete de Gestão Integrada (GGI), e contou com a participação de equipes do Batalhão de Trânsito da Polícia Militar (BPMTran), Polícia Militar, Delegacia Especializada de Delitos de Trânsito (Deletran), Departamento Estadual de Trânsito (Detran-MT), Corpo de Bombeiros Militar (CBM-MT), Polícia Penal, Sistema Socioeducativo, Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) e Guarda Municipal de Várzea Grande.

*Sob Supervisão de Alecy Alves

Maria Klara Duque* | Sesp-MT

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Transporte

Professor de escola cívico-militar é demitido após puxar orelha de aluna em MT

Publicado

em

PMMT

 

Uma aluna da Escola Cívico-Militar 13 de Maio, em Porto Alegre do Norte (1.139 km de Cuiabá), denunciou ter sido agredida com um puxão de orelha por um professor. O caso ocorreu no fim do ano passado, mas só veio à tona agora.

Após tomar conhecimento dos fatos, a Secretaria de Estado de Educação (Seduc-MT) demitiu o profissional. A pasta informou, por meio de nota, ter adotado “imediatamente as providências cabíveis”.

A estudante foi acolhida pelo professor mediador da unidade com apoio da equipe psicossocial da Diretoria Regional de Educação (DRE), que segue acompanhando a rotina na unidade de ensino.

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Ao mesmo tempo, estão sendo realizadas ações de conscientização junto à comunidade escolar “com foco na promoção do respeito, da convivência saudável e do bem-estar no ambiente educacional”.

APARECIDO CARMO/Da Redação/HNT

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Transporte

Polícia Civil prende jovem por difundir ideologias neonazistas e racistas nas redes sociais

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PJC

 

A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou nesta quinta-feira (29.1) a operação Enigma, para o cumprimento de três mandados judiciais no interior do estado, tendo como alvo um jovem  investigado por utilizar redes sociais para difundir ideologias neonazistas, incitar atentados violentos contra escolas e planejar atentados contra populações vulneráveis.

As ordens judiciais, de prisão preventiva, busca e apreensão domiciliar e afastamento de sigilo telemático, foram expedidas pela Justiça com base em investigações realizadas pela Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Informáticos (DRCI), que identificaram o suspeito de 20 anos, morador do município de Gaúcha do Norte.

O cumprimento das ordens judiciais contou com o apoio da Delegacia de Polícia de Paranatinga.

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As investigações tiveram início a partir de um alerta da Homeland Security Investigations (HSI), agência ligada à Embaixada dos Estados Unidos, que encaminhou as informações para a unidade especializada em Mato Grosso.

Com o avanço dos trabalhos, foi apontado que o investigado utilizava redes sociais para difundir ideologias neonazistas, incitar atentados violentos contra escolas e planejar atentados contra populações vulneráveis. Em suas publicações, o suspeito incitava e manifestava vontade de praticar atos de extrema violência em locais públicos, visando especificamente judeus e a população negra.

A equipe de investigação da DRCI conseguiu superar as camadas de anonimização utilizadas pelo suspeito, estabelecendo o nexo causal entre as ameaças e obtendo a sua identidade civil. Além da incitação a massacres escolares, a investigação revelou que ele utilizava o ambiente digital para a prática de racismo.

O delegado responsável pelas investigações, Guilherme da Rocha,  destaca que a intervenção estatal imediata foi indispensável para evitar a concretização de atos violentos.

“O investigado demonstrava estar em estágio avançado de radicalização, com intenções de vandalizar mesquitas e praticar atos de violência contra a população negra”, disse o delegado. Segundo o  delegado titular da DRCI, Sued Dias da Silva Júnior, com a deflagração desta fase ostensiva, a Polícia Civil de Mato Grosso reafirma sua posição de vanguarda no combate ao crime cibernético.

“A atuação da DRCI não apenas retira de circulação um indivíduo de altíssima periculosidade social, mas assegura a paz social, a incolumidade pública e a dignidade da população mato-grossense”, ressalta o titular.

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Enigma

O nome da operação foi dado em alusão à quebra da criptografia da máquina nazista Enigma pelas forças aliadas. Da mesma forma, a DRCI superou as tentativas de anonimização do investigado, com clara motivação neonazista, obtendo êxito em identificá-lo e dar cumprimento aos mandados judiciais em seu desfavor.

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