Transporte
Militares de Mato Grosso e de outros 4 Estados concluem Curso de Operações Fluviais

PMMT
Doze policiais militares se formaram, na noite desta terça-feira (17.6), no segundo Curso de Operações Fluviais (COPFLU), do Batalhão de Polícia Militar de Proteção Ambiental (BPMPA). A solenidade ocorreu na Orla da Alameda, em Várzea Grande, com apresentação dos alunos no Rio Cuiabá e entrega de homenagens. Entre os formandos estão militares de Mato Grosso, Paraná, Acre, Roraima e Rondônia. A capacitação teve duração de 60 dias.
O comandante do Batalhão Ambiental, tenente-coronel Fagner Augusto do Nascimento, explicou que os alunos obtiveram conhecimentos que abrangem técnicas de flutuação, natação, abordagem em embarcações e aperfeiçoamento no patrulhamento tático e ostensivo. Além de capacitar para o enfrentamento de crimes ambientais, o curso fornece aos policiais ferramentas operacionais e técnicas para atuar em ocorrências como tráfico de drogas, descaminho, bem como em atendimentos a desastres ambientais e operações em ambiente aquático.
“A Polícia Militar amplia sua capacidade de atuação em áreas de difícil acesso, fortalecendo a segurança pública, a preservação dos recursos hídricos e o combate a diversos crimes em todo o território mato-grossense. O curso proporcionou trocas de experiências com outras instituições do país, fortalecendo ainda mais a capacitação técnica e operacional dos participantes”, afirmou o tenente-coronel Fagner Augusto do Nascimento.
O comandante-adjunto da Polícia Militar, coronel André Wilian Dorileo, enalteceu a importância do curso da instituição, que visa aperfeiçoar a capacidade técnica e profissional dos policiais militares nas mais diferentes frentes do trabalho do policiamento ostensivo e prático. Com a formação de alunos de outros estados, o coronel Dorileo ressaltou que a Polícia Militar de Mato Grosso é referência no país nos importantes investimentos por parte do Governo do Estado, no trabalho exemplar e na qualificação dos militares.
“Tenho muito orgulho da nossa Polícia Militar e pelos importantes feitos já realizados, desde termos os melhores equipamentos de trabalho à importância da qualificação e valorização da vida. A nossa instituição tem sido exportadora de conhecimento, boas práticas e experiências. O curso tem grandes objetivos como servir à segurança pública, preservar o meio ambiente, proteger as comunidades ribeirinhas em locais inóspitos, auxiliar em casos de catástrofes naturais e visando um trabalho alinhado ao desenvolvimento sustentável”, ressaltou o coronel Dorileo.
Mato Grosso é um dos Estados brasileiros com maior volume de água doce no mundo, sendo permeado por aproximadamente 131 rios, além de lagos e lagoas de grandes extensões, que somam forças a três importantes bacias hidrográficas: Bacia do Paraguai, Bacia Amazônica e Tocantins-Araguaia.
Durante a solenidade, a Polícia Militar de Mato Grosso recebeu a entrega do segundo lugar do Prêmio Brasil+, concedido pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, em reconhecimento às ações desenvolvidas pelo Batalhão de Polícia Militar de Proteção Ambiental no combate aos crimes contra o meio ambiente.
A honraria foi entregue pela secretária estadual de Meio Ambiente, Mauren Lazareti. A gestora ponderou que esse reconhecimento representa não apenas um marco de excelência no trabalho desempenhado pelo Batalhão Ambiental, mas também a reafirmação do compromisso do Governo do Estado com a proteção dos recursos naturais. A chefe da Sema ainda destacou que o Estado conquistou o primeiro lugar no Prêmio Brasil Mais pela atuação e fiscalização ambiental administrativa.
“Temos orgulho de falar de segurança pública e de meio ambiente em qualquer lugar do país e do mundo, pois de forma conjunta das Forças de Segurança e com total apoio e investimentos do Governo do Estado, conseguimos combater qualquer tipo de criminalidade, em zona rural e urbana, como nunca antes na história de Mato Grosso. Essas premiações fortalecem a imagem de que no Estado o crime não terá vez. Parabéns a todos os policiais militares pela bravura, dedicação e expertise na conclusão do curso e início de uma nova jornada na carreira militar”, parabenizou a secretária de Meio Ambiente, Mauren Lazareti.
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
Transporte
Operação Lei Seca para motocicletas termina com cinco prisões e 26 veículos removidos em Várzea Grande
GGI-SESP
Uma operação da Lei Seca voltada exclusivamente para motocicletas, realizada na noite desta quarta-feira (28.1), em Várzea Grande, terminou com cinco prisões. Do total, uma foi por embriaguez ao volante, três por adulteração de veículo e uma por guarda ou transporte de droga para consumo pessoal. As abordagens ocorreram na Rua Iara, no bairro Jardim Glória.
De acordo com o relatório do Gabinete de Gestão Integrada (GGI), da Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT), 62 veículos foram fiscalizados durante a ação. Além das prisões, 30 multas foram aplicadas e 26 motocicletas removidas ao pátio.
Ao todo, a operação expediu 54 Autos de Infração de Trânsito (AIT). Desses, 19 foram por falta de licenciamento ou registro do veículo e 13 por ausência da Carteira Nacional de Habilitação (CNH). As demais infrações se referem a irregularidades diversas previstas no Código de Trânsito Brasileiro (CTB).
A Operação Lei Seca é realizada pela Secretaria de Estado de Segurança Pública, sob coordenação do Gabinete de Gestão Integrada (GGI), e contou com a participação de equipes do Batalhão de Trânsito da Polícia Militar (BPMTran), Polícia Militar, Delegacia Especializada de Delitos de Trânsito (Deletran), Departamento Estadual de Trânsito (Detran-MT), Corpo de Bombeiros Militar (CBM-MT), Polícia Penal, Sistema Socioeducativo, Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) e Guarda Municipal de Várzea Grande.
*Sob Supervisão de Alecy Alves
Maria Klara Duque* | Sesp-MT
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
Transporte
Professor de escola cívico-militar é demitido após puxar orelha de aluna em MT

PMMT
Uma aluna da Escola Cívico-Militar 13 de Maio, em Porto Alegre do Norte (1.139 km de Cuiabá), denunciou ter sido agredida com um puxão de orelha por um professor. O caso ocorreu no fim do ano passado, mas só veio à tona agora.
Após tomar conhecimento dos fatos, a Secretaria de Estado de Educação (Seduc-MT) demitiu o profissional. A pasta informou, por meio de nota, ter adotado “imediatamente as providências cabíveis”.
A estudante foi acolhida pelo professor mediador da unidade com apoio da equipe psicossocial da Diretoria Regional de Educação (DRE), que segue acompanhando a rotina na unidade de ensino.
Ao mesmo tempo, estão sendo realizadas ações de conscientização junto à comunidade escolar “com foco na promoção do respeito, da convivência saudável e do bem-estar no ambiente educacional”.
APARECIDO CARMO/Da Redação/HNT
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
Transporte
Polícia Civil prende jovem por difundir ideologias neonazistas e racistas nas redes sociais

PJC
A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou nesta quinta-feira (29.1) a operação Enigma, para o cumprimento de três mandados judiciais no interior do estado, tendo como alvo um jovem investigado por utilizar redes sociais para difundir ideologias neonazistas, incitar atentados violentos contra escolas e planejar atentados contra populações vulneráveis.
As ordens judiciais, de prisão preventiva, busca e apreensão domiciliar e afastamento de sigilo telemático, foram expedidas pela Justiça com base em investigações realizadas pela Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Informáticos (DRCI), que identificaram o suspeito de 20 anos, morador do município de Gaúcha do Norte.
O cumprimento das ordens judiciais contou com o apoio da Delegacia de Polícia de Paranatinga.
Com o avanço dos trabalhos, foi apontado que o investigado utilizava redes sociais para difundir ideologias neonazistas, incitar atentados violentos contra escolas e planejar atentados contra populações vulneráveis. Em suas publicações, o suspeito incitava e manifestava vontade de praticar atos de extrema violência em locais públicos, visando especificamente judeus e a população negra.
A equipe de investigação da DRCI conseguiu superar as camadas de anonimização utilizadas pelo suspeito, estabelecendo o nexo causal entre as ameaças e obtendo a sua identidade civil. Além da incitação a massacres escolares, a investigação revelou que ele utilizava o ambiente digital para a prática de racismo.
O delegado responsável pelas investigações, Guilherme da Rocha, destaca que a intervenção estatal imediata foi indispensável para evitar a concretização de atos violentos.
“O investigado demonstrava estar em estágio avançado de radicalização, com intenções de vandalizar mesquitas e praticar atos de violência contra a população negra”, disse o delegado.
“A atuação da DRCI não apenas retira de circulação um indivíduo de altíssima periculosidade social, mas assegura a paz social, a incolumidade pública e a dignidade da população mato-grossense”, ressalta o titular.
Enigma
O nome da operação foi dado em alusão à quebra da criptografia da máquina nazista Enigma pelas forças aliadas. Da mesma forma, a DRCI superou as tentativas de anonimização do investigado, com clara motivação neonazista, obtendo êxito em identificá-lo e dar cumprimento aos mandados judiciais em seu desfavor.
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