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Operação flagra 28 mil produtos veterinários irregulares

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Foto: Mapa

 

O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) realizou a Operação Ronda Pet III, com o objetivo de combater a importação, produção e comercialização clandestina de produtos veterinários, como medicamentos, suplementos, alimentos e itens de higiene e embelezamento para animais de estimação nos municípios de Tocantins e Piraúba, em Minas Gerais.

A ação foi conduzida pelo Programa de Vigilância em Defesa Agropecuária para Fronteiras Internacionais (Vigifronteiras) e pelo Serviço de Fiscalização de Insumos e Saúde Animal da Superintendência de Agricultura e Pecuária em Minas Gerais. A operação contou ainda com o apoio da Delegacia da Polícia Civil de Ubá/MG e do Centro Integrado de Segurança Pública e Proteção Ambiental (CISPPA), vinculado ao Ministério da Justiça e Segurança Pública, com sede em Foz do Iguaçu (PR).

Durante a fiscalização, foram identificados diversos produtos sem registro no Mapa e com informações falsas nas embalagens, incluindo declarações de serem produtos importados e números de registro inexistentes no banco de dados oficial. Também foi constatado que o CNPJ da suposta empresa fabricante não existia, configurando tentativa de fraude contra o consumidor.

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Ao todo, mais de 28 mil produtos irregulares foram apreendidos, entre medicamentos, produtos destinados a alimentação animal e fertilizantes. prejuízo estimado aos fraudadores ultrapassa meio milhão de reais.

Riscos à saúde animal e pública

O uso de produtos veterinários sem registro representa risco grave à saúde dos pets, uma vez que esses itens não possuem comprovação de segurança, eficácia ou estabilidade. A utilização pode causar efeitos adversos como alergias, intoxicações, problemas renais e gastrointestinais, podendo, em casos mais graves, levar à morte do animal.

A ausência de controle de qualidade também não garante quais insumos estão presentes nos produtos, impedindo que tutores tomem decisões seguras sobre o que oferecem aos seus animais. Entre os itens apreendidos, destacam-se antiparasitários ilegais, que, além de ineficazes, representam risco à saúde pública. Isso se deve ao contato frequente entre animais e humanos e ao potencial zoonótico de alguns parasitas.

Todo o material irregular permanecerá apreendido até a conclusão do processo administrativo, quando será determinada a destruição dos produtos, conforme previsto na legislação.

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Amostras dos produtos foram coletadas para análises laboratoriais oficiais. Os responsáveis poderão responder por infrações administrativas e criminais, incluindo crimes contra as relações de consumo, falsificação de produtos, entre outros previstos em lei.

Compromisso com a saúde animal e o consumo seguro

A Operação Ronda Pet III reforça o compromisso do Mapa com a fiscalização de produtos de uso veterinário, a proteção da saúde pública e o combate à concorrência desleal. A ação busca assegurar que apenas produtos legalmente registrados, com qualidade comprovada, cheguem ao mercado consumidor, garantindo a saúde e bem-estar animal e a segurança da população.

Fernanda Toigo

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Polícia Civil apreende adolescente por ato infracional análogo à violência doméstica contra a avó

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A Polícia Civil apreendeu um adolescente, de 15 anos, por ato infracional análogo aos crimes de violência psicológica contra a mulher e dano, praticados no âmbito familiar contra a própria avó. A apreensão foi realizada em flagrante pela equipe da Delegacia de Canarana.

A ação policial teve início após uma testemunha comparecer à unidade policial relatando uma situação recorrente de agressividade dentro da residência. Segundo o relato, o adolescente vinha apresentando comportamento violento, incluindo gritos, xingamentos e danos ao patrimônio.

O menor teria quebrado móveis do quarto, danificado uma janela e um climatizador, além de desferir murros contra a parede, causando abalo psicológico à vítima, uma mulher de 58 anos, com quem reside.

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Diante da gravidade da denúncia, a equipe policial deslocou-se imediatamente até o endereço informado, onde constatou a veracidade dos fatos e realizou a apreensão do adolescente.

A vítima foi encaminhada ao Núcleo Especializado de Atendimento à Mulher (NEAM) de Canarana, onde recebeu acolhimento e formalizou o pedido de medidas protetivas de urgência contra o adolescente.

Depois do registro da ocorrência, o menor foi entregue ao responsável legal, conforme previsão legal.

Assessoria | Polícia Civil-MT

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Polícia Civil desarticula associação criminosa do RJ que aplicava o “golpe da cesta básica” em MT

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PJC

 

A Polícia Civil prendeu três pessoas investigadas por fraudes bancárias contra idosos em Mato Grosso. Os suspeitos seriam oriundos do Estado do Rio de Janeiro, especialistas nesse tipo de golpe. A ação policial ocorreu nessa terça-feira (17.3), mediante ação conjunta entre as Delegacias Especializadas de Estelionato de Várzea Grande (DEE-VG) e de Cuiabá (DEE-Cuiabá).

A investigação foi iniciada a partir de denúncias de vítimas residentes na região metropolitana. Conforme apurado, os suspeitos utilizavam uma tática de engenharia social (técnica de manipulação psicológica usada para enganar alguém e obter acesso a dados pessoais, dinheiro, acesso a sistemas, etc.) para enganar as vítimas, geralmente idosos.

“Eles entravam em contato via telefone ou presencialmente, identificando-se falsamente como funcionários do Centro de Referência de Assistência Social, o Cras, dizendo às vítimas que elas tinham sido contempladas pelo Governo Federal com uma cesta básica, sacolão como é chamado”, explicou o delegado da DEE-Cuiabá, Marlon Richer Nogueira, sobre a dinâmica do grupo criminoso.

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De acordo com a investigação, para a suposta “liberação do benefício”, os golpistas compareciam às residências das vítimas e solicitavam autorização para um cadastro, momento em que realizavam fotografias do rosto (biometria facial) e dos documentos de identificação dos moradores. Após obterem os dados, alegavam falhas na conexão de internet para não entregar o mantimento e deixavam o local. De posse das informações e fotos, o grupo realizava empréstimos fraudulentos, financiamentos e transferências via pix, utilizando aplicativos bancários em nome das vítimas.

Da prisão

Os investigados foram presos, em flagrante, na Avenida Alameda, em Várzea Grande. A ação policial foi desencadeada pela equipe de investigadores da Delegacia Especializada de Estelionato de Várzea Grande (DEE-VG), após monitoramento do veículo identificado como suspeito, mediante sistema de monitoramento do Programa Vigia Mais MT.

No momento da abordagem, os policiais encontraram com o grupo diversos aparelhos celulares, chips de telefonia e cestas básicas utilizadas como “isca”. Os suspeitos confessaram que haviam alugado duas casas, uma no bairro Alvorada, em Cuiabá, e outra no Residencial São Mateus, em Várzea Grande, que serviam como base para a aplicação dos golpes.

Foram presos dois homens, de 24 e 36 anos, e uma mulher de 24. O trio foi conduzido até a delegacia, onde foram realizados os procedimentos legais cabíveis e, posteriormente, colocados à disposição da Justiça, que converteu a prisão em flagrante em preventiva. O material apreendido também foi entregue na delegacia para as devidas providências legais e submetido aos procedimentos de cadeia de custódia, nos termos da legislação vigente”.

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Com a conversão, os três devem responder pelos crimes de estelionato, invasão de dispositivo informático e associação criminosa, tipificados nos artigos 171, 154-A e 288 do Código Penal, respectivamente.

O material apreendido foi apresentado à autoridade policial na unidade policial para adoção das providências legais cabíveis

Dana Campos | Polícia Civil-MT

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Polícia Civil desarticula grupo criminoso que atuava com delivery de drogas em três Estados do país

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PJC

 

A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta quarta-feira (18.3), a Operação Fio da Meada, para cumprimento de ordens judiciais com o objetivo de desarticular um grupo criminoso voltado ao tráfico de drogas interestadual em Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e São Paulo.

Na operação, são cumpridas 18 ordens judiciais, sendo cinco mandados de prisão preventiva e 13 mandados de busca e apreensão domiciliar, expedidos pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo de Garantias – Polo Cuiabá. Os alvos são investigados pelos crimes de tráfico de drogas e associação criminosa.

Os mandados são cumpridos nas cidades de Cuiabá, Várzea Grande, Campo Grande (MS) e São Paulo (SP). O cumprimento das ordens judiciais conta com apoio das Polícias Civis de Mato Grosso do Sul e de São Paulo (SP).

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A investigação, conduzida pela Delegacia Especializada de Repressão a Narcóticos (Denarc), apontou a existência de grupo estruturado e estável, responsável pela comercialização de entorpecentes na capital mato-grossense, região metropolitana e em outros estados do país.

Entre os alvos da operação, está o  principal fornecedor do grupo, que controlava uma rede do tipo “delivery” na capital matogrossense, que estava residindo em Campo Grande (MS), e um empresário que mantinha uma empresa de fachada em São Paulo (SP) para atuar com o tráfico de drogas.

Investigações

A identificação do grupo criminoso teve início após análise de elementos apreendidos durante uma ação com alvo em uma mulher investigada por tráfico de drogas.

Com o avanço das investigações, os policiais da Denarc identificaram e desvelaram de forma progressiva toda uma rede criminosa voltada ao tráfico de drogas no Estado de Mato Grosso.

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Dentro do trabalho investigativo foi possível alcançar os demais envolvidos, revelando a cadeia de fornecedores, intermediários e demais agentes ligados à atividade ilícita, sendo identificada a atuação do grupo criminoso nos municípios de Cuiabá e Várzea Grande, em Mato Grosso, Campo  Grande (MS) e São Paulo (SP).

Delivery de drogas

Entre os alvos da operação, está o  principal fornecedor do grupo, que controlava uma rede do tipo “delivery” e que teve o mandado de prisão cumprido na cidade de Campo Grande (MS), por policiais da Denarc, com apoio da delegacia especializada local.

O investigado, P.H.S.M fornecia entorpecentes via redes sociais, contando com uma ampla gama de fornecedores, que entregavam as drogas no domicílio dos clientes.

Em São Paulo foi detido um empresário, que possuía uma empresa de fachada e atuava na mesma modalidade, fazendo vendas de produtos derivados da maconha via redes sociais e entregando em todo o Brasil.

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As investigações prosseguem com a análise do material apreendido, não se descartando novas fases da operação.

Nome da operação

Fio da Meada faz alusão ao desenvolvimento da investigação a partir de um elemento inicial aparentemente isolado que levou a identificação do grupo criminoso estruturado para a prática do tráfico de drogas.

O nome simboliza, portanto, a descoberta gradual e articulada da estrutura criminosa, evidenciando o trabalho investigativo técnico e estratégico desenvolvido pelos policiais da Denarc.

A ação integra os trabalhos do planejamento estratégico da Polícia Civil de Mato Grosso para o ano de 2026, por meio da Operação Pharus, dentro do Programa Tolerância Zero, voltado ao combate às facções criminosas em todo o Estado.

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Assessoria | Polícia Civil-MT

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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