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Polícia Civil cumpre mandados contra falso advogado e comparsas especializados em crimes de furto mediante fraude contra vítimas idosas

Publicado

em

PJC

 

A Polícia Civil, por meio da Delegacia de Roubos e Furtos de Várzea Grande (Derf-VG), deflagrou nesta quinta-feira (17.7)), a primeira fase da Operação Rábula, para cumprimento de mandados de prisão preventiva e busca e apreensão e bloqueio de valores, tendo como alvo um grupo criminoso especializado na prática de furto qualificado mediante fraude eletrônica praticado contra idosos.

Os mandados foram deferidos pela 5ª Vara Criminal de Várzea Grande, com manifestação favorável da 5ª Promotoria de Justiça do município. Os bloqueios de valores, de aproximadamente R$ 300 mil, tem como fim o ressarcimento dos prejuízos sofridos pelas vítimas idosas.

O principal alvo da operação é um homem, de 31 anos, que se passava por advogado, apontado como líder do grupo criminoso. Dois homens, de 27 e 39 anos, foram identificados como seus comparsas e também são alvos de mandados, porém um deles não foi localizado e segue foragido.

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Modo de ação

As investigações iniciaram em março deste ano, com objetivo de desarticular um grupo criminoso que atua nos municípios de Cuiabá e Várzea Grande e se dedica a prática de furto qualificado mediante fraude eletrônica, praticado contra idosos, em fase de aposentadoria ou benefício de prestação continuada.

O líder do grupo criminoso se identificava para os idosos como sendo exímio advogado do ramo previdenciário, representante de um escritório de advocacia, mas na verdade se trata de bacharel em direito. Para convencer os idosos de que se tratava de advogado habilitado, procurava usar trajes sociais e linguagem técnica da advocacia. Nas visitas que realizava aos idosos, um de seus comparsas se passava por seu motorista.

Para cooptar as vítimas, o falso advogado também costumava frequentar salões de beleza, igrejas, hospitais, locais onde acreditava que conseguiria encontrar idosos. Com a boa lábia, convencia funcionários ou pessoas que frequentavam os locais, que era um exímio advogado do ramo previdenciário, fazendo com que esses contatos o indicassem para outros conhecidos idosos.

Furto mediante fraude

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Com acesso às contas dos idosos, através do aplicativo bancário, o grupo criminoso contratou inúmeros empréstimos vultuosos, que variavam entre R$ 18 a R$ 24 mil, parcelados em até 96 vezes, de forma que, o prejuízo para os idosos era muito maior que o valor real dos empréstimos, em razão dos juros exorbitantes, fazendo com que, não sobrasse o mínimo para o idoso sobreviver.

Uma das vítimas chegou a ter sua conta zerada, ou seja, quando o benefício entrou, foi abatido valor da parcela do empréstimo e de outras transferências efetivadas pelo grupo criminoso.

Uma das vítimas pagou R$ 10 mil  pelos serviços advocatícios ao falso advogado e após ter deferida sua aposentadoria, recebeu um carnê do banco, referente ao financiamento de uma caminhonete Toyota Hilux, avaliada em R$ 278 mil. Uma outra vítima idosa, que teve todas as suas economias subtraídas, chegou a desenvolver síndrome do pânico e depressão, por medo do grupo criminoso estar monitorando sua residência.

Demais envolvidos

O comparsa do falso advogado, que se passava por seu motorista particular  e recebeu grande soma em dinheiro, oriunda das transferências efetivadas pelo líder do grupo criminoso, das contas dos idosos. O suspeito já ostenta condenação criminal pela prática de roubo majorado, com sentença transitada em julgado.

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O outro comparsa envolvido também recebeu alta quantia em dinheiro advinda das contas dos idosos vítimas, sendo contumaz nas práticas de crimes, possuindo dez registros criminais e ostenta cinco condenações pela prática de roubo majorado e uma condenação pela prática de porte ilegal de arma de fogo, com sentenças já transitadas em julgado.

Segundo a delegada responsável pelas investigações, Elaine Fernandes, a conduta dos investigados é de extrema crueldade, pois arranca dos idosos o pouco que recebem e que muitas vezes, mal dá para se alimentar, com dignidade.  Para a delegada, o prejuízo causado na vida das vítimas não é apenas de ordem patrimonial, mas, implica sobretudo, em abalo da saúde psíquica, pois muitos idosos passaram a ter o seu nome negativado, devido aos empréstimos que os indiciados efetivaram em suas contas bancárias.

‘É indignante saber que, um idoso que trabalhou a vida inteira para se aposentar e receber um mísero benefício, tenha que, continuar trabalhando para sustentar a sua família com dignidade, enquanto homens jovens e saudáveis para trabalhar, escolhem ludibriar pessoas vulneráveis para tirar delas o pouco que recebem, após uma vida inteira de muito suor derramado”, disse a delegada.

Rábula

O nome da operação faz referência ao principal investigado que se passava por advogado legítimo para ludibriar  as vítimas idosas.

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Assessoria | Polícia Civil-MT

Colaborou:  Astrogildo Nunes – [email protected]

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Transporte

Operação Lei Seca para motocicletas termina com cinco prisões e 26 veículos removidos em Várzea Grande

Publicado

em

GGI-SESP

 

Uma operação da Lei Seca voltada exclusivamente para motocicletas, realizada na noite desta quarta-feira (28.1), em Várzea Grande, terminou com cinco prisões. Do total, uma foi por embriaguez ao volante, três por adulteração de veículo e uma por guarda ou transporte de droga para consumo pessoal. As abordagens ocorreram na Rua Iara, no bairro Jardim Glória.

De acordo com o relatório do Gabinete de Gestão Integrada (GGI), da Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT), 62 veículos foram fiscalizados durante a ação. Além das prisões, 30 multas foram aplicadas e 26 motocicletas removidas ao pátio.

Ao todo, a operação expediu 54 Autos de Infração de Trânsito (AIT). Desses, 19 foram por falta de licenciamento ou registro do veículo e 13 por ausência da Carteira Nacional de Habilitação (CNH). As demais infrações se referem a irregularidades diversas previstas no Código de Trânsito Brasileiro (CTB).

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A Operação Lei Seca é realizada pela Secretaria de Estado de Segurança Pública, sob coordenação do Gabinete de Gestão Integrada (GGI), e contou com a participação de equipes do Batalhão de Trânsito da Polícia Militar (BPMTran), Polícia Militar, Delegacia Especializada de Delitos de Trânsito (Deletran), Departamento Estadual de Trânsito (Detran-MT), Corpo de Bombeiros Militar (CBM-MT), Polícia Penal, Sistema Socioeducativo, Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) e Guarda Municipal de Várzea Grande.

*Sob Supervisão de Alecy Alves

Maria Klara Duque* | Sesp-MT

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Transporte

Professor de escola cívico-militar é demitido após puxar orelha de aluna em MT

Publicado

em

PMMT

 

Uma aluna da Escola Cívico-Militar 13 de Maio, em Porto Alegre do Norte (1.139 km de Cuiabá), denunciou ter sido agredida com um puxão de orelha por um professor. O caso ocorreu no fim do ano passado, mas só veio à tona agora.

Após tomar conhecimento dos fatos, a Secretaria de Estado de Educação (Seduc-MT) demitiu o profissional. A pasta informou, por meio de nota, ter adotado “imediatamente as providências cabíveis”.

A estudante foi acolhida pelo professor mediador da unidade com apoio da equipe psicossocial da Diretoria Regional de Educação (DRE), que segue acompanhando a rotina na unidade de ensino.

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Ao mesmo tempo, estão sendo realizadas ações de conscientização junto à comunidade escolar “com foco na promoção do respeito, da convivência saudável e do bem-estar no ambiente educacional”.

APARECIDO CARMO/Da Redação/HNT

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Transporte

Polícia Civil prende jovem por difundir ideologias neonazistas e racistas nas redes sociais

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em

PJC

 

A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou nesta quinta-feira (29.1) a operação Enigma, para o cumprimento de três mandados judiciais no interior do estado, tendo como alvo um jovem  investigado por utilizar redes sociais para difundir ideologias neonazistas, incitar atentados violentos contra escolas e planejar atentados contra populações vulneráveis.

As ordens judiciais, de prisão preventiva, busca e apreensão domiciliar e afastamento de sigilo telemático, foram expedidas pela Justiça com base em investigações realizadas pela Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Informáticos (DRCI), que identificaram o suspeito de 20 anos, morador do município de Gaúcha do Norte.

O cumprimento das ordens judiciais contou com o apoio da Delegacia de Polícia de Paranatinga.

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As investigações tiveram início a partir de um alerta da Homeland Security Investigations (HSI), agência ligada à Embaixada dos Estados Unidos, que encaminhou as informações para a unidade especializada em Mato Grosso.

Com o avanço dos trabalhos, foi apontado que o investigado utilizava redes sociais para difundir ideologias neonazistas, incitar atentados violentos contra escolas e planejar atentados contra populações vulneráveis. Em suas publicações, o suspeito incitava e manifestava vontade de praticar atos de extrema violência em locais públicos, visando especificamente judeus e a população negra.

A equipe de investigação da DRCI conseguiu superar as camadas de anonimização utilizadas pelo suspeito, estabelecendo o nexo causal entre as ameaças e obtendo a sua identidade civil. Além da incitação a massacres escolares, a investigação revelou que ele utilizava o ambiente digital para a prática de racismo.

O delegado responsável pelas investigações, Guilherme da Rocha,  destaca que a intervenção estatal imediata foi indispensável para evitar a concretização de atos violentos.

“O investigado demonstrava estar em estágio avançado de radicalização, com intenções de vandalizar mesquitas e praticar atos de violência contra a população negra”, disse o delegado. Segundo o  delegado titular da DRCI, Sued Dias da Silva Júnior, com a deflagração desta fase ostensiva, a Polícia Civil de Mato Grosso reafirma sua posição de vanguarda no combate ao crime cibernético.

“A atuação da DRCI não apenas retira de circulação um indivíduo de altíssima periculosidade social, mas assegura a paz social, a incolumidade pública e a dignidade da população mato-grossense”, ressalta o titular.

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Enigma

O nome da operação foi dado em alusão à quebra da criptografia da máquina nazista Enigma pelas forças aliadas. Da mesma forma, a DRCI superou as tentativas de anonimização do investigado, com clara motivação neonazista, obtendo êxito em identificá-lo e dar cumprimento aos mandados judiciais em seu desfavor.

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