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Agronegócio

Evento inédito no Brasil reúne representantes de 20 países para debater os rumos da carne no mundo

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Foto: Reprodução

 

Representantes de mais de 20 países se reúnem em Cuiabá (MT), entre os dias 28 e 30 de outubro, para debater o futuro da produção e do consumo de proteína animal no World Meat Congress (Congresso Mundial da Carne). Considerado um dos maiores eventos do setor no mundo, a conferência será realizada pela primeira vez no Brasil, país que ocupa posição de liderança global na produção de carne bovina, suína, ovina e de aves.

Organizado pelo Instituto Mato-grossense da Carne (Imac) em parceria com o Secretariado Internacional da Carne (IMS), o congresso reunirá lideranças, autoridades, produtores, acadêmicos e representantes da indústria de países como China, Irlanda, Reino Unido, Estados Unidos, França, Canadá, Itália e África do Sul. Além de palestras e debates, a programação contará com mesas de negócios, fortalecendo o diálogo entre exportadores e potenciais compradores internacionais.

“O Brasil produz proteína animal de excelência e vamos mostrar isso ao mundo durante o Congresso Mundial da Carne. Este evento é uma exposição estratégica para a carne mato-grossense e brasileira. Esperamos avançar na articulação internacional e ampliar nossas relações comerciais”, afirma o presidente do Imac, Caio Penido.

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A escolha de Mato Grosso como sede do evento não é por acaso. O estado lidera a produção nacional de proteína animal e abriga o maior rebanho bovino do país. Apenas no primeiro semestre de 2025, foram exportadas 368,8 mil toneladas de carne bovina, gerando uma receita de US$ 1 bilhão, o equivalente a R$ 5,5 bilhões.

Entre os palestrantes internacionais confirmados estão nomes de peso do setor como Juan José Grigera Naón, presidente do IMS; John Masswohl, da Associação Canadense de Gado; Chen Wei, da Associação Chinesa da Carne; Knud Buhl, do Conselho Dinamarquês de Bacon e Carne; e David Hughes, professor emérito do Imperial College London.

Os debates abordarão temas estratégicos como geopolítica alimentar, segurança e rastreabilidade, produção sustentável, impactos do consumo de carne na saúde humana, comunicação com as novas gerações, além de bem-estar animal e inovação tecnológica.

“Preparamos uma programação diversificada, que oferece aos participantes uma vitrine global de tecnologias, práticas sustentáveis e inovações em toda a cadeia da produção de proteínas animais. O objetivo é promover um debate enriquecedor e conectado com os desafios do presente e do futuro”, complementa Penido.

Da assessoria

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Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

 

 

 

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Agronegócio

Mato Grosso lucra com venda de pênis bovino para Ásia

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Divulgação

 

Além dos cortes nobres, Mato Grosso tem ampliado a exportação de subprodutos bovinos, como o pênis do boi, conhecido como vergalho, para o mercado asiático. O produto é valorizado na culinária de países como Hong Kong, onde a tonelada pode chegar a US$ 6 mil, muito acima do preço médio de R$ 21 o quilo praticado no mercado interno.

O vergalho é exportado in natura, seguindo protocolos sanitários rigorosos. Segundo Alan Gutierrez, gerente de marketing da SulBeef, a indústria mato-grossense envia em média quatro a cinco toneladas por mês, mostrando a consolidação desse mercado.

Na Ásia, o vergalho é utilizado em pratos cozidos e ensopados, valorizado pela textura e pela capacidade de absorver temperos. A tradição cultural de aproveitar integralmente o animal garante uma demanda estável para partes menos convencionais, como miúdos e subprodutos.

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Para Bruno Andrade, diretor de Projetos do Instituto Mato-grossense da Carne (Imac), o comércio de subprodutos reforça a competitividade da pecuária local. “Ampliar o portfólio e atender diferentes mercados fortalece a economia e aumenta a competitividade da carne mato-grossense no cenário global”, afirma.

Redação RDM Online

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Agronegócio

Soja disponível em Mato Grosso tem leve alta; colheita avança

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foto: Só Notícias/Lucas Torres/arquivo

A cotação da soja disponível no Estado teve valorização de 0,20% semana passada, em relação a anterior, e fechou, na última sexta-feira, cotada a R$ 103,64/saca. A informação foi divulgada, há pouco, pelo Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (IMEA), no boletim semanal.

O indicador Prêmio Santos (SP) apresentou alta de 26,98% no comparativo semanal, fechando em ¢US$ 80,00/bu.

O IMEA informou ainda que a redução no volume de chuvas na última semana permitiu um avanço de 4,71 pontos percentuais na colheita da safra 25/26, que fechou em 6,69%, estando acima da média histórica.

Só Notícias

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Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Agronegócio

Plantio de algodão em Mato Grosso está adiantado

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precos-do-algodao-em-pluma-seguem-em-alta-no-brasil

foto: arquivo/assessoria

A semeadura do algodão da safra 25/26 avançou 20,96 pontos percentuais na última semana, alcançando 29,04% da área projetada até o último dia 16, no mais recente levantamento divulgado pelo IMEA (Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária). O período foi marcado pela intensificação dos trabalhos nas áreas de segunda safra, em meio ao avanço da colheita da soja, enquanto a semeadura das áreas de primeira safra se aproxima do final.

Apesar do início mais lento em relação aos anos anteriores, o ritmo das atividades se intensificou nos últimos dias, superando o que havia sido observado na safra passada. Dessa maneira, o percentual atingido se encontra 9,70 pontos percentuais adiantado no comparativo com a safra 24/25, e 4,84 pontos percentuais à frente da média das últimas cinco safras. Até o momento, a região Sudeste é a mais avançada, com 45,84% da semeadura concluída, enquanto a Oeste é a mais atrasada no ciclo, com 22,36%.

O IMEA acrescenta que a expectativa para as próximas semanas depende das condições climáticas, que tendem à normalidade segundo o NOAA, e do ritmo da colheita da soja, fatores que definirão o avanço da semeadura da segunda safra

Só Notícias

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Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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