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Agronegócio

Mesmo com tarifaço dos EUA, agro de Mato Grosso segue resiliente com foco na China

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Agro de Mato Grosso

 

No primeiro semestre de 2025, as exportações mato-grossenses para os EUA representaram apenas 1,1% do total enviado pelo estado ao mercado internacional. Uma fatia pequena diante dos mais de R$ 14 bilhões comercializados no período. Isso torna Mato Grosso relativamente blindado frente às políticas protecionistas norte-americanas, como o novo pacote tarifário de 50% que entra em vigor em 1º de agosto.

Mercados diversificados garantem solidez ao agro mato-grossense

China se mantém como grande compradora do agro de MT

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Os laços comerciais de Mato Grosso com a China são, mais do que nunca, um diferencial estratégico. Em momentos de turbulência econômica global e barreiras comerciais, estar ancorado a um mercado robusto e em expansão como o asiático proporciona estabilidade e segurança para os produtores. A diversificação dos parceiros comerciais tem sido um dos pilares da competitividade agrícola do estado.

Mesmo com possíveis instabilidades globais, Mato Grosso mostra que não depende de um único comprador. Pelo contrário: aposta em novas rotas, certificações sanitárias e qualidade do produto como formas de abrir portas ao redor do mundo. E isso tem dado resultado.

Setores industriais e carne podem enfrentar maior pressão

Impactos pontuais exigem foco em soluções e mercados emergentes

É verdade que alguns segmentos devem sentir o baque com maior intensidade. Indústrias ligadas à carne bovina, madeira, mineração e produtos manufaturados podem enfrentar instabilidade, cancelamento de contratos e queda de receita. Mas esses são desafios que, com agilidade comercial e apoio institucional, podem ser mitigados.

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O momento pede atenção, mas não pânico. A estrutura exportadora mato-grossense é sólida e tem margem de manobra. Com incentivos fiscais, fortalecimento de mercados alternativos e promoção internacional, o estado pode transformar a crise em oportunidade — não apenas para contornar barreiras, mas para crescer ainda mais de forma independente e sustentável.

Mato Grosso não é imune às tensões do cenário internacional, mas está melhor posicionado do que muitos outros estados. Com planejamento e visão de futuro, o agro mato-grossense segue como um dos pilares mais resilientes da economia brasileira, provando que diversificação e estratégia são as melhores respostas a qualquer tarifaço.

Fonte: CenárioMT

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Agronegócio

Mato Grosso lucra com venda de pênis bovino para Ásia

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Divulgação

 

Além dos cortes nobres, Mato Grosso tem ampliado a exportação de subprodutos bovinos, como o pênis do boi, conhecido como vergalho, para o mercado asiático. O produto é valorizado na culinária de países como Hong Kong, onde a tonelada pode chegar a US$ 6 mil, muito acima do preço médio de R$ 21 o quilo praticado no mercado interno.

O vergalho é exportado in natura, seguindo protocolos sanitários rigorosos. Segundo Alan Gutierrez, gerente de marketing da SulBeef, a indústria mato-grossense envia em média quatro a cinco toneladas por mês, mostrando a consolidação desse mercado.

Na Ásia, o vergalho é utilizado em pratos cozidos e ensopados, valorizado pela textura e pela capacidade de absorver temperos. A tradição cultural de aproveitar integralmente o animal garante uma demanda estável para partes menos convencionais, como miúdos e subprodutos.

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Para Bruno Andrade, diretor de Projetos do Instituto Mato-grossense da Carne (Imac), o comércio de subprodutos reforça a competitividade da pecuária local. “Ampliar o portfólio e atender diferentes mercados fortalece a economia e aumenta a competitividade da carne mato-grossense no cenário global”, afirma.

Redação RDM Online

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Agronegócio

Soja disponível em Mato Grosso tem leve alta; colheita avança

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colheita-de-soja-2024/25-esta-praticamente-concluida-no-brasil,-segundo-a-conab

foto: Só Notícias/Lucas Torres/arquivo

A cotação da soja disponível no Estado teve valorização de 0,20% semana passada, em relação a anterior, e fechou, na última sexta-feira, cotada a R$ 103,64/saca. A informação foi divulgada, há pouco, pelo Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (IMEA), no boletim semanal.

O indicador Prêmio Santos (SP) apresentou alta de 26,98% no comparativo semanal, fechando em ¢US$ 80,00/bu.

O IMEA informou ainda que a redução no volume de chuvas na última semana permitiu um avanço de 4,71 pontos percentuais na colheita da safra 25/26, que fechou em 6,69%, estando acima da média histórica.

Só Notícias

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Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Agronegócio

Plantio de algodão em Mato Grosso está adiantado

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foto: arquivo/assessoria

A semeadura do algodão da safra 25/26 avançou 20,96 pontos percentuais na última semana, alcançando 29,04% da área projetada até o último dia 16, no mais recente levantamento divulgado pelo IMEA (Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária). O período foi marcado pela intensificação dos trabalhos nas áreas de segunda safra, em meio ao avanço da colheita da soja, enquanto a semeadura das áreas de primeira safra se aproxima do final.

Apesar do início mais lento em relação aos anos anteriores, o ritmo das atividades se intensificou nos últimos dias, superando o que havia sido observado na safra passada. Dessa maneira, o percentual atingido se encontra 9,70 pontos percentuais adiantado no comparativo com a safra 24/25, e 4,84 pontos percentuais à frente da média das últimas cinco safras. Até o momento, a região Sudeste é a mais avançada, com 45,84% da semeadura concluída, enquanto a Oeste é a mais atrasada no ciclo, com 22,36%.

O IMEA acrescenta que a expectativa para as próximas semanas depende das condições climáticas, que tendem à normalidade segundo o NOAA, e do ritmo da colheita da soja, fatores que definirão o avanço da semeadura da segunda safra

Só Notícias

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Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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