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Agronegócio

Safra de maracujá no Brasil pode chegar a 700 mil toneladas com estrutura eficiente de cultivo

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Foto: Yara Fabrin/Pixabay

 

Com origem tupi-guarani, o maracujá tem no Brasil o maior produtor e consumidor global. Segundo a Embrapa, a safra nacional pode alcançar até 700 mil toneladas ao ano, impulsionada pelo clima tropical favorável e pelo método simples de cultivo, que requer sol e manejo básico.

Importância da estrutura no cultivo do maracujazeiro

Por ser uma planta trepadeira, o maracujazeiro necessita de um sistema de suporte que direcione seu crescimento verticalmente. Isso evita que a planta se espalhe pelo solo, reduzindo riscos de pragas e doenças. A posição vertical também melhora a incidência de luz nas folhas, aumentando a fotossíntese e, consequentemente, a produtividade, explica Danilo Moreira, analista de mercado agro da Belgo Arames.

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Benefícios de um pomar bem estruturado

Uma estrutura adequada facilita o manejo do pomar, incluindo poda, adubação, irrigação e colheita. Além disso, ajuda a manter os frutos limpos e menos suscetíveis a deformações ou apodrecimento. Manter o vigor da planta e prolongar a vida útil do pomar depende da qualidade do sistema de suporte.

Características essenciais do arame para sustentação

Danilo Moreira destaca que o arame ideal para o cultivo deve apresentar três qualidades principais: durabilidade, resistência e maleabilidade. “Um arame que reúne esses fatores oferece sustentação eficiente e duradoura para o crescimento saudável das plantas.”

Recomendação do arame Belgo Frutifio para maracujazeiros

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O analista recomenda o uso do arame Belgo Frutifio, desenvolvido especialmente para sistemas de espaldeiras e latadas. Esse arame possui resistência superior contra desgaste por agentes corrosivos, garantindo maior durabilidade na sustentação do pomar. Com isso, contribui para a produção de frutos de alta qualidade, potencializando a rentabilidade dos produtores.

Para alcançar uma safra de maracujá produtiva e rentável, investir em uma estrutura de cultivo eficiente, com arames de qualidade, é fundamental. Assim, o produtor garante o vigor da planta, melhor manejo e frutos com qualidade superior para o mercado.

Fonte: Portal do Agronegócio

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Agronegócio

Mato Grosso lucra com venda de pênis bovino para Ásia

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Divulgação

 

Além dos cortes nobres, Mato Grosso tem ampliado a exportação de subprodutos bovinos, como o pênis do boi, conhecido como vergalho, para o mercado asiático. O produto é valorizado na culinária de países como Hong Kong, onde a tonelada pode chegar a US$ 6 mil, muito acima do preço médio de R$ 21 o quilo praticado no mercado interno.

O vergalho é exportado in natura, seguindo protocolos sanitários rigorosos. Segundo Alan Gutierrez, gerente de marketing da SulBeef, a indústria mato-grossense envia em média quatro a cinco toneladas por mês, mostrando a consolidação desse mercado.

Na Ásia, o vergalho é utilizado em pratos cozidos e ensopados, valorizado pela textura e pela capacidade de absorver temperos. A tradição cultural de aproveitar integralmente o animal garante uma demanda estável para partes menos convencionais, como miúdos e subprodutos.

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Para Bruno Andrade, diretor de Projetos do Instituto Mato-grossense da Carne (Imac), o comércio de subprodutos reforça a competitividade da pecuária local. “Ampliar o portfólio e atender diferentes mercados fortalece a economia e aumenta a competitividade da carne mato-grossense no cenário global”, afirma.

Redação RDM Online

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Agronegócio

Soja disponível em Mato Grosso tem leve alta; colheita avança

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foto: Só Notícias/Lucas Torres/arquivo

A cotação da soja disponível no Estado teve valorização de 0,20% semana passada, em relação a anterior, e fechou, na última sexta-feira, cotada a R$ 103,64/saca. A informação foi divulgada, há pouco, pelo Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (IMEA), no boletim semanal.

O indicador Prêmio Santos (SP) apresentou alta de 26,98% no comparativo semanal, fechando em ¢US$ 80,00/bu.

O IMEA informou ainda que a redução no volume de chuvas na última semana permitiu um avanço de 4,71 pontos percentuais na colheita da safra 25/26, que fechou em 6,69%, estando acima da média histórica.

Só Notícias

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Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Agronegócio

Plantio de algodão em Mato Grosso está adiantado

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foto: arquivo/assessoria

A semeadura do algodão da safra 25/26 avançou 20,96 pontos percentuais na última semana, alcançando 29,04% da área projetada até o último dia 16, no mais recente levantamento divulgado pelo IMEA (Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária). O período foi marcado pela intensificação dos trabalhos nas áreas de segunda safra, em meio ao avanço da colheita da soja, enquanto a semeadura das áreas de primeira safra se aproxima do final.

Apesar do início mais lento em relação aos anos anteriores, o ritmo das atividades se intensificou nos últimos dias, superando o que havia sido observado na safra passada. Dessa maneira, o percentual atingido se encontra 9,70 pontos percentuais adiantado no comparativo com a safra 24/25, e 4,84 pontos percentuais à frente da média das últimas cinco safras. Até o momento, a região Sudeste é a mais avançada, com 45,84% da semeadura concluída, enquanto a Oeste é a mais atrasada no ciclo, com 22,36%.

O IMEA acrescenta que a expectativa para as próximas semanas depende das condições climáticas, que tendem à normalidade segundo o NOAA, e do ritmo da colheita da soja, fatores que definirão o avanço da semeadura da segunda safra

Só Notícias

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Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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