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Economia

Mercado do milho segue com preços firmes no Brasil

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Divulgação

 

O mercado de milho deve ter mais um dia de limitação nos negócios em meio ao foco dos produtores na colheita da soja. Com pouca oferta no mercado disponível e com a alta do dólar frente ao real, a tendência é de novos movimentos de alta nos preços do cereal nesta quarta-feira. No cenário internacional, a Bolsa de Chicago opera com preços em queda, embolsando lucros.

Na terça-feira (2), o mercado brasileiro de milho apresentou preços em elevação. Segundo o analista de SAFRAS & Mercado, Paulo Molinari, a alta do dólar garante suporte aos avanços no País e a colheita da soja limita o fluxo de milho. Os trabalhos se concentram na colheita e comercialização da oleaginosa e o milho fica deixado para segundo plano.

Nos portos de Santos e Paranaguá, a saca de 60 quilos foi cotada entre R$ 75 e R$ 77 para entrega na safrinha. No Paraná, a cotação ficou em R$ 81/83 a saca em Cascavel. Em São Paulo, preço de R$ 86/87 na Mogiana. Em Campinas CIF, preço de R$ 90,50/92 a saca.

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No Rio Grande do Sul, preço ficou em R$ 84/85 a saca em Erechim. Em Minas Gerais, preço em R$ 76/80 a saca em Uberlândia. Em Goiás, preço esteve em R$ 76 e R$ 79 a saca em Rio Verde – CIF. No Mato Grosso, preço ficou a R$ 73/75 a saca em Rondonópolis.

Chicago

*Os contratos do milho com vencimento em maio operam com baixa de 5,25 centavos, ou 0,96%, neste momento, cotados a US$ 5,39 3/4 por bushel.

* O mercado realiza parte dos lucros acumulados, quando subiu mais de 1%. O mercado espera agora o anúncio de novas vendas por parte de exportadores privados dos Estados Unidos.

* Ontem (1), os contratos de milho com entrega em maio/21 fecharam a US$ 5,45, alta de 6,75 centavos de dólar, ou 1,25, em relação ao fechamento anterior.

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Câmbio

* O dólar comercial registra valorização de 0,51% a R$ 5,695.

Indicadores financeiros

* As principais bolsas da Ásia encerraram em alta. Xangai, +1,95%. Tóquio, +0,51%.

* As principais bolsas na Europa operam em alta. Paris, +0,68%; e Londres, +0,81%.

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* O petróleo opera em alta. Abril do WTI em NY: US$ 60,68 o barril (+1,55%).

* O Dollar Index registra alta de 0,16%, a 90,93 pontos.

Agenda

– O comitê técnico da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) se reúne virtualmente para discutir os níveis de produção de seus membros e de seus aliados.

– A posição dos estoques de petróleo dos EUA até sexta-feira da semana passada será publicada às 12h30min pelo Departamento de Energia (DoE).

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– EUA: O Livro Bege, relatório com uma avaliação da situação econômica, será publicado às 16h pelo Federal Reserve.

Quinta-feira (4/03)

– Eurozona: A taxa de desemprego de janeiro será publicada às 7h pela Eurostat.

– Exportações semanais de grãos dos EUA – USDA, 10h30min.

– Dados de desenvolvimento das lavouras argentinas – Bolsa de Cereais de Buenos Aires, 15hs.

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– Dados das lavouras no Rio Grande do Sul – Emater, na parte da tarde.

—–Sexta-feira (5/03)

– Dados do desenvolvimento das lavouras da Argentina – Ministério da Agricultura, no início do dia.

– Produção industrial de fevereiro – IBGE, 9hs.

– Vendas, exportações e produção de máquinas agrícolas em fevereiro – Anfavea, a partir das 10hs.

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– EUA: O número de empregos criados ou perdidos pela economia (payroll) e a taxa de desemprego referentes a fevereiro serão publicados às 10h30 pelo Departamento do Trabalho.

– EUA: O resultado da balança comercial de janeiro será publicado às 10h30 pelo Departamento do Comércio.

– Dados de desenvolvimento das lavouras do Mato Grosso – IMEA, na parte da tarde.

– Evolução da colheita de soja no Brasil – SAFRAS, na parte da tarde.

Fonte: Agência SAFRAS

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Sirlei Benetti

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Economia

Brasil faz as primeiras exportações de carne e cachaça com tarifa zero

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Imagem: reprodução/pensaragro

O acordo comercial entre Mercosul e União Europeia começou a produzir os primeiros efeitos práticos no comércio exterior brasileiro. Desde a entrada em vigor do tratado, em 1º de maio, o Brasil já iniciou exportações de carne bovina, carne de aves e cachaça ao mercado europeu com redução ou isenção de tarifas, enquanto produtos europeus começaram a chegar ao país com impostos menores.

Segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic), a Secretaria de Comércio Exterior (Secex) aprovou, até o momento, oito licenças de exportação para produtos brasileiros e seis licenças de importação para mercadorias originárias da União Europeia.

Alta de insumos ameaça elevar custo da soja

Entre os primeiros produtos europeus liberados para entrada no mercado brasileiro estão queijos, chocolates e tomates. No caso dos queijos, a redução tarifária passou a valer imediatamente dentro da cota negociada no acordo, com a alíquota caindo de 28% para 25,2%.

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Já para chocolates e tomates, a diminuição das tarifas ocorrerá de forma gradual a partir de 2027. Até lá, continuam em vigor as taxas atualmente aplicadas sobre as importações.

Do lado brasileiro, os primeiros embarques autorizados incluem carne bovina fresca, carne bovina congelada, carne de aves desossada e cachaça. Segundo o governo federal, as exportações de carne de aves e da bebida brasileira entram no mercado europeu com tarifa zero dentro dos limites estabelecidos nas cotas do acordo.

Na carne bovina, o tratado ampliou o espaço para o produto brasileiro na Europa. A tradicional Cota Hilton, usada para exportação de cortes nobres, teve a tarifa reduzida de 20% para zero.

Além disso, foi criada uma nova cota de 99 mil toneladas compartilhada entre os países do Mercosul. Antes do acordo, embarques fora da Cota Hilton enfrentavam cobrança de 12,8% de tarifa mais 304,10 euros por 100 quilos exportados. Com as novas regras, a tarifa intracota caiu para 7,5%.
O governo brasileiro avalia que o acordo fortalece a presença do agronegócio nacional no mercado europeu e amplia oportunidades para exportadores de alimentos e bebidas.

Segundo o Mdic, mais de 5 mil linhas tarifárias passaram a operar com tarifa zero para produtos exportados do Mercosul à União Europeia. No sentido contrário, mais de mil linhas tarifárias do bloco sul-americano também passaram a conceder isenção para produtos europeus.

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Apesar da abertura comercial, o governo destaca que as cotas representam parcela pequena do comércio bilateral, equivalente a cerca de 4% das exportações brasileiras e apenas 0,3% das importações.

Com Pensar Agro

Fernanda Toigo

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Economia

Agronegócio bate recorde com 28 milhões de empregos no Brasil e vagas “fora da porteira” disparam

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Cadeia do agronegócio agora demanda mais profissionais qualificados em áreas administrativas e tecnológicas do que o trabalho manual no campo – Assessoria

 

O agronegócio brasileiro rompeu uma barreira histórica. Pela primeira vez desde que o Cepea iniciou o levantamento em 2012, o setor ultrapassou a marca de 28 milhões de pessoas empregadas, representando 26% de todos os postos de trabalho do país. O dado surpreendente revela que o “boom” de vagas não está mais no trabalho braçal, mas nos escritórios e centros de tecnologia.

Em Mato Grosso, esse fenômeno é visível no crescimento de agroserviços. Cidades como Lucas do Rio Verde e Cuiabá têm se tornado hubs de logística, consultoria jurídica e análise de dados, absorvendo a mão de obra que antes se concentrava apenas “dentro da porteira”.

Enquanto o número de trabalhadores diretos nas fazendas caiu — processo acelerado pela mecanização e inteligência artificial nas lavouras — as áreas de suporte dispararam. De acordo com a pesquisadora Nicole Rennó Castro (Esalq/USP), o agro hoje emprega desde contadores e advogados até especialistas em marketing e desenvolvedores de software.

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“O agro não está só na fazenda. Ele está na análise de estoque, no gerenciamento de frotas e na exportação”, explica Veronei Alves, diretor executivo de uma unidade de processamento de soja. Somente no último ano, empresas do setor chegaram a aumentar seu quadro de funcionários em 40%, focando exclusivamente em áreas de maior qualificação e ensino superior.

Tecnologia: Analistas de dados para monitoramento de insumos e safras;

Logística: Gestores de armazenamento e exportação para mercados na Ásia e Europa;
Administrativo: Advogados e contadores especializados em legislação agrária e tributária.
O estado, que é o maior produtor de grãos do país, lidera essa transformação. A verticalização da produção — onde a soja e o milho são processados e comercializados no próprio estado — cria uma demanda contínua por profissionais de TI e comércio exterior.

Para os especialistas, este é um caminho sem volta que assemelha o Brasil às maiores potências agrícolas do mundo. A eficiência no campo agora depende diretamente da eficiência nos escritórios, tornando o agronegócio a maior engrenagem de empregos qualificados do país em 2026.

Você já pensou em trabalhar no agronegócio sem precisar sair da cidade? Como você vê essa transformação tecnológica mudando as oportunidades de carreira aqui na nossa região?

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Fonte: CenárioMT

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Economia

Friboi, da JBS, abre 62 vagas em programa de formação de líderes industriais em todo o Brasil

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Foto: JBS

 

A Friboi, pertencente à JBS, anunciou o lançamento de um novo programa voltado à formação de jovens lideranças industriais. A iniciativa, chamada Friboi Desenvolve, oferece 62 vagas distribuídas em unidades da empresa em diversas regiões do país.

As oportunidades estão disponíveis nos estados de São Paulo, Bahia, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará e Rondônia. As inscrições podem ser realizadas até o dia 22 de maio de 2026 por meio do portal oficial de carreiras da companhia.

Foco em formação de lideranças no setor industrial

O programa é direcionado a profissionais com até dois anos de formação em cursos de nível superior. O objetivo é preparar talentos para assumir posições de supervisão nas áreas de produção e manutenção industrial — funções estratégicas para a operação da empresa.

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A jornada de desenvolvimento terá duração total de 18 meses, sendo:

  • 12 meses de atuação prática nas unidades industriais
  • 6 meses em regime de supervisão compartilhada

Ao final do ciclo, os participantes poderão ser efetivados em cargos de liderança, conforme desempenho e necessidade da empresa.

Metodologia combina prática, mentoria e capacitação técnica

A estrutura do programa segue o modelo de aprendizagem 70-20-10:

  • 70% do desenvolvimento ocorre na prática, com job rotation
  • 20% envolve aprendizado social, com interação com equipes e lideranças
  • 10% é composto por treinamentos formais e workshops

Essa abordagem busca acelerar a formação técnica e comportamental dos participantes em ambientes industriais de alta complexidade.

Áreas e perfis profissionais

Para a área de produção, o programa busca candidatos formados em:

  • Engenharia (Alimentos, Produção ou Agronômica)
  • Zootecnia
  • Medicina Veterinária
  • Gestão Industrial

Já para a área de manutenção, são elegíveis profissionais com formação em:

  • Engenharia Elétrica
  • Engenharia Mecânica
  • Mecatrônica
  • Engenharia Química
  • Automação
  • Manutenção Industrial

Segundo Wanderson Costa, diretor de Recursos Humanos da Friboi, a iniciativa reforça o compromisso da empresa com o desenvolvimento de talentos e a formação de lideranças alinhadas às demandas do setor.

Setor de alimentos impulsiona geração de empregos

O programa surge em um contexto de forte relevância do setor de proteína animal para a economia brasileira. De acordo com a Associação Brasileira da Indústria de Alimentos, a indústria de alimentos emprega cerca de 10,6 milhões de pessoas no país, o que representa aproximadamente 10,3% da força de trabalho nacional.

Diante desse cenário, iniciativas como o Friboi Desenvolve buscam preparar profissionais para atuar em um ambiente dinâmico, com alta demanda por qualificação técnica e capacidade de gestão.

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Processo seletivo em várias etapas

O processo seletivo será composto por seis fases, incluindo:

  • Testes online
  • Avaliações técnicas voltadas à resolução de problemas industriais
  • Entrevistas com lideranças locais e comitês corporativos

A expectativa da empresa é atrair jovens talentos com perfil analítico, capacidade de adaptação e interesse em construir carreira no setor industrial do agronegócio.

Oportunidade para carreira no agroindustrial

Com presença relevante no mercado global de proteína animal, a JBS reforça sua estratégia de investimento em capital humano como diferencial competitivo.

Para recém-formados que buscam ingressar em uma das maiores cadeias produtivas do agronegócio brasileiro, o programa representa uma porta de entrada estruturada para crescimento profissional e atuação em escala nacional.

Fonte: Portal do Agronegócio

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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