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Mato Grosso

Governo de MT entrega 441 casas do Programa SER Família Habitação nesta sexta-feira (12)

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Condomínio Jatobá está localizado na região do Coxipó, em Cuiabá, e será entregue na sexta-feira (12.06)
Crédito – Dan Lima/ MT Par

 

O Governo de Mato Grosso e o Governo Federal entregam, nesta sexta-feira (12.6), as chaves de 441 casas do Residencial Parque do Cerrado – Condomínio Jatobá, em Cuiabá. O empreendimento integra o Programa SER Família Habitação, na modalidade Entrada Facilitada, e recebeu investimento de R$ 6,4 milhões em subsídios do Governo do Estado.

Desenvolvida pelo Governo de Mato Grosso, por meio da MT Participações e Projetos (MT Par), a modalidade concede subsídio de até R$ 25 mil para ser aplicado na entrada do imóvel. O benefício pode ser somado às vantagens do programa federal de habitação Minha Casa, Minha Vida, além dos recursos disponíveis por meio do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).

A Caixa Econômica Federal (CEF) é a agente financeira responsável pelos contratos e oferece condições de financiamento com juros abaixo dos praticados no mercado.

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Atualmente, 6.299 unidades habitacionais já foram disponibilizadas pelo Programa SER Família Habitação apenas em Cuiabá, onde os investimentos em subsídios somam R$ 107,8 milhões.

Em todo Mato Grosso, mais de 40 mil unidades habitacionais já foram viabilizadas, com investimentos estaduais que ultrapassam R$ 400 milhões.

Serviço:

Entrega de 441 casas do Residencial Parque do Cerrado – Condomínio Jatobá

Data: 12/06/2026 (sexta-feira)

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Horário: 9h

Endereço: Avenida Estrutural Planejada, nº 07, Bairro Área de Expansão Urbana Sul, Cuiabá-MT

Caroline Rodrigues | MT PAR

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Mato Grosso

Prefeitura de Lucas do Rio Verde divulga agenda cultural do segundo semestre de 2026

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Imagem Ilustrativa

 

A Prefeitura de Lucas do Rio Verde, por meio da Secretaria de Cultura e Turismo, divulgou o calendário oficial de eventos culturais para este mês de junho e para o segundo semestre de 2026. A programação reúne uma série de atividades que valorizam a arte, a diversidade cultural e promovem a integração da comunidade.

O cronograma contempla eventos tradicionais e ações que envolvem diferentes linguagens artísticas, como música, dança, teatro, literatura e manifestações culturais populares, com atrações voltadas para todas as idades.

A agenda tem início ainda neste sábado, dia 20, com o Arraiá da Secretaria de Cultura, além dos recitais de piano, canto e cordas, evidenciando o trabalho desenvolvido nas oficinas culturais do município.

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Em julho, a programação segue com as audições do Cantarte, a Rota Urbana, Copa Nortão de Capoeira e a mais nova realização da Prefeitura, o Dia do Rock, fortalecendo diferentes expressões culturais e esportivas. Já em agosto, o destaque fica para as duas edições do Festival de Artes e Cores, a Feira do Conhecimento e a grande final do Cantarte.

No mês de setembro, a agenda inclui o Momento Cívico, Espetáculo de Danças Urbanas, recital da orquestra e mais uma edição do Festival de Artes e Cores. Em outubro, as atividades continuam com o Estação Kids, a Semana Literária, espetáculos de teatro e apresentações de danças regionais.

A programação segue em novembro com as ações alusivas ao Dia da Consciência Negra, reforçando a importância da valorização da cultura afro-brasileira. Encerrando o calendário, o tradicional Natal da Esperança será realizado entre os dias 5 de dezembro e 3 de janeiro de 2027, levando cultura, lazer e espírito natalino à população.

De acordo com a Secretaria de Cultura e Turismo, o calendário foi planejado para ampliar o acesso à cultura, incentivar a participação da comunidade e fortalecer a identidade cultural do município.

A programação está sujeita a alterações. Para acompanhar as novidades e obter mais informações, a população pode acessar os canais oficiais da Prefeitura de Lucas do Rio Verde e da Secretaria de Cultura e Turismo. (com Ascom/Samarone Sousa)

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Fonte: CenárioMT

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Mato Grosso

Mato Grosso proíbe uso de madeira de desmatamento por grandes indústrias e inicia transição para florestas plantadas até 2034

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Divulgação

 

A partir desta semana, Mato Grosso inicia uma mudança histórica em sua política ambiental e florestal. Um acordo firmado entre o Governo do Estado e o Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) determina o fim gradual do uso de biomassa oriunda de madeira nativa extraída de desmatamento por grandes consumidores industriais.

A medida estabelece um cronograma de transição que prevê a eliminação completa desse tipo de matéria-prima até 2034, incentivando o crescimento das florestas plantadas, especialmente o cultivo de eucalipto para fins energéticos.

A decisão foi oficializada por meio de um Termo de Compromisso Ambiental (TCA), assinado na segunda-feira (8 de junho), que revoga a Instrução Normativa nº 06/2022.

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Na prática, a medida impede que grandes consumidores continuem ampliando o uso de biomassa proveniente de áreas desmatadas e cria um ambiente favorável para investimentos em reflorestamento comercial.

A meta é zerar completamente o consumo de biomassa de desmatamento até 2034.

Setor florestal comemora avanço para fontes renováveis

Para a Associação dos Reflorestadores de Mato Grosso (Arefloresta), a mudança representa um marco para o desenvolvimento sustentável do estado.

Segundo o presidente da entidade, Fausto Takizawa, Mato Grosso passa a construir uma trajetória baseada em fontes renováveis, rastreáveis e capazes de garantir abastecimento contínuo para a indústria.

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O eucalipto reflorestado passa a ser tratado como principal alternativa para atender a demanda energética industrial.

Por que o eucalipto ganhou protagonismo?

O eucalipto já é amplamente utilizado por indústrias mato-grossenses devido à sua elevada eficiência energética e ao rápido ciclo de crescimento.

Além disso, trata-se de uma matéria-prima renovável, capaz de fornecer biomassa de forma contínua sem pressionar áreas de vegetação nativa.

O ciclo produtivo do eucalipto foi um dos fatores considerados para definir o prazo de transição de sete anos.

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Licenças para novos empreendimentos terão novas exigências
Outro ponto importante do acordo envolve o licenciamento ambiental de novos empreendimentos industriais.

A partir da assinatura do TCA, o Governo de Mato Grosso assume o compromisso de não autorizar novos projetos ou ampliações que dependam exclusivamente de matéria-prima florestal nativa.

Empresas que descumprirem as novas regras poderão sofrer multas, sanções administrativas e dificuldades para renovar licenças ambientais.

Sistema de rastreabilidade será obrigatório

Um dos pilares da nova política ambiental será a criação de mecanismos para monitorar o cumprimento dos chamados Planos de Suprimento Sustentável (PSS).

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Esses planos deverão comprovar que os grandes consumidores estão investindo proporcionalmente em florestas plantadas para atender suas necessidades futuras de biomassa.

O governo terá até 120 dias para regulamentar os sistemas de rastreabilidade e monitoramento.

Déficit de biomassa preocupa o setor produtivo
A Arefloresta vem alertando desde o ano passado sobre a necessidade de ampliar rapidamente as áreas de reflorestamento em Mato Grosso.

Entre 2022 e 2025, a participação das florestas plantadas no mercado estadual de biomassa caiu de 59% para apenas 47,5%, enquanto aumentou a utilização de biomassa proveniente de desmatamento.

Os números mostram que Mato Grosso precisa acelerar os investimentos em reflorestamento para evitar escassez futura.

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Indústria do etanol de milho amplia demanda por madeira plantada

O crescimento das usinas de etanol de milho está entre os principais fatores que impulsionam a necessidade de expansão florestal no estado.

Atualmente, Mato Grosso possui cerca de 165 mil hectares de florestas plantadas. Entretanto, estudos do setor apontam que essa área precisará alcançar aproximadamente 436 mil hectares até 2030 apenas para atender a demanda das indústrias de etanol.

Será necessário praticamente triplicar a área de reflorestamento nos próximos anos.

Oportunidade para produtores rurais e investidores

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Com a nova regulamentação, especialistas acreditam que o reflorestamento comercial poderá se tornar uma das atividades mais promissoras do agronegócio mato-grossense.

A expectativa é que produtores rurais ampliem os investimentos em eucalipto e outras espécies destinadas à produção de biomassa, criando uma nova fonte de renda para propriedades agrícolas.

A transição energética pode abrir uma nova fronteira econômica para o setor florestal de Mato Grosso.

Análise CenárioMT

A decisão fortalece a imagem de Mato Grosso como referência em sustentabilidade dentro do agronegócio brasileiro. Ao mesmo tempo, cria oportunidades para produtores, investidores e empresas ligadas ao setor florestal. O crescimento das florestas plantadas pode gerar empregos, atrair investimentos e garantir segurança energética para indústrias estratégicas, como as usinas de etanol de milho.

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Fonte: CenárioMT

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Mato Grosso

SES reforça suspensão do Ministério da Saúde à vacinação contra dengue

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Vacinação contra a dengue com o imunizante Butantan-DV foi interrompida temporariamente no Estado
Crédito – Tonico Pinheiro/Secom-MT

 

Secretaria de Estado de Saúde de Mato Grosso (SES-MT) informa que a estratégia de vacinação contra a dengue com o imunizante Butantan-DV foi interrompida temporariamente no Estado, assim como no restante do país, após decisão do Ministério da Saúde.

A medida foi adotada por precaução devido ao registro no país de 42 casos com sinais de alerta, como dor abdominal intensa, vômitos persistentes e sangramentos. Três deles foram classificados como graves, incluindo dois óbitos ainda em investigação. Até o momento, não há conclusão de causalidade entre os eventos e a vacina.

O Estado recebeu 18.920 doses da vacina contra a dengue produzida pelo Instituto Butantan, destinadas à imunização de profissionais que atuam na linha de frente do Sistema Único de Saúde (SUS), como médicos, enfermeiros e agentes comunitários das Unidades Básicas de Saúde (UBS). Até a última sexta-feira (5.6), 7.984 pessoas haviam tomado esta vacina em Mato Grosso.

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“A orientação aos profissionais de saúde que receberam a vacina é de observar seu estado de saúde por 21 dias após a aplicação e, em caso de sintomas como febre, dor abdominal intensa, vômitos persistentes, sangramentos, tontura, sonolência excessiva, sinais de desidratação ou falta de ar, procurar atendimento médico imediatamente”, afirmou a secretária adjunta de Atenção e Vigilância à Saúde da SES, Alessandra Moraes.

Conforme o superintendente de Vigilância em Saúde da SES, Marcos Roberto Arcanjo Dias, a nota técnica do Ministério da Saúde orienta que as unidades de saúde registrem data de vacinação, data de início dos sintomas, lote da vacina, município de vacinação, antecedentes clínicos e evolução do quadro das pessoas vacinadas que apresentem sintomas compatíveis com dengue.

“A investigação de Evento Supostamente Atribuível à Vacinação ou Imunização (ESAVI) é realizada de forma paralela ao atendimento clínico. A prioridade é garantir avaliação médica, classificação de risco e manejo adequado conforme o protocolo de dengue”, explicou.

O superintendente esclarece ainda que as vacinas que já foram distribuídas aos municípios não serão recolhidas pela Secretaria e não devem ser descartadas neste momento. “As doses vão permanecer armazenadas na rede de frio do Estado e dos municípios, sob condições adequadas de conservação, conforme a bula, até nova orientação do Ministério da Saúde”, acrescentou.

A Secretaria monitora os registros no sistema e-SUS Notifica, orienta os municípios quanto à investigação dos casos e acompanha as diretrizes nacionais de farmacovigilância e segurança vacinal.

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A vacina Qdenga, de laboratório japonês, continuará sendo oferecida em duas doses nos postos de saúde para crianças e adolescentes de 10 a 14 anos.

“Esta faixa etária apresenta alta taxa de hospitalização por dengue nos últimos anos. Então, é importante que os pais continuem levando seus filhos para se vacinar. Além disso, a principal forma de combate à dengue é a eliminação dos criadouros do mosquito Aedes aegypti: a população deve tomar todos os cuidados para não deixar água parada, usar inseticida e repelente para evitar a doença”, concluiu.

Medidas de prevenção à dengue

A orientação da Secretaria é que os moradores mantenham os quintais limpos e eliminem quaisquer recipientes que possam acumular água para conter os focos do mosquito. Dentre as medidas preventivas, estão tampar caixas d´água, descartar corretamente o lixo, limpar as calhas, e não acumular sucata e entulho.

É importante que a população fique atenta aos sintomas e busque atendimento médico em caso de necessidade. A dengue caracteriza-se por febre alta (acima de 38ºC) de início súbito, dores musculares intensas, dor de cabeça, dor atrás dos olhos e, em alguns casos, manchas vermelhas na pele. Em situações mais graves, pode evoluir para dengue grave e levar ao óbito.

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Luiza Goulart | SES-MT

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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