Agricultura
Trigo enfrenta pressão da ampla oferta global, enquanto mercado brasileiro segue lento e dependente de estoques

‘O mercado internacional de trigo continua operando sob forte influência da ampla disponibilidade global do cereal, cenário que tem limitado avanços mais consistentes nos preços e mantido os compradores em posição confortável. Ao mesmo tempo, o mercado brasileiro segue com negociações pontuais e ritmo lento, especialmente na Região Sul, onde moinhos monitoram estoques, importações e o comportamento da demanda por farinha.
Segundo análise da TF Agroeconômica, os investidores acompanham atentamente o relatório mensal de oferta e demanda do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), que poderá trazer novos ajustes para a produção global de grãos e influenciar a direção das cotações nas próximas semanas.
Oferta mundial elevada pressiona o mercado de trigo
No cenário internacional, as condições climáticas favoráveis nas principais regiões produtoras do Hemisfério Norte reforçam as perspectivas de uma safra robusta em 2026.
Na Europa, o trigo francês segue competitivo no mercado externo, mas encontra dificuldades para ampliar suas exportações diante da forte concorrência global. Avaliações de campo realizadas por consultorias privadas na França apresentam resultados variados, enquanto na Romênia as primeiras análises apontam para uma produção promissora.
Na América do Sul, a Argentina também contribui para o quadro de maior oferta. A Bolsa de Cereais de Rosário elevou sua estimativa para a próxima safra argentina de trigo para 20 milhões de toneladas, fortalecendo as expectativas de maior disponibilidade regional.
Esse conjunto de fatores mantém pressão sobre os preços internacionais e reduz o espaço para movimentos mais expressivos de valorização no curto prazo.
Soja e milho também acompanham cenário de oferta confortável
Além do trigo, os mercados de soja e milho iniciaram a sessão com oscilações moderadas.
Na soja, os contratos negociados em Chicago operam próximos da estabilidade, influenciados pelo clima favorável no Meio-Oeste dos Estados Unidos, pela ausência de novas compras chinesas e pelo aumento das expectativas para a produção argentina. A Bolsa de Rosário elevou a projeção da safra 2025/26 da Argentina para 51,5 milhões de toneladas.
Outro fator observado pelos participantes do mercado é a queda dos custos de produção. O preço da ureia granulada em Nova Orleans acumula recuo de aproximadamente 36% desde abril, contribuindo para reduzir as despesas dos produtores.
No milho, o viés sazonal de baixa permanece predominante. O bom desenvolvimento das lavouras norte-americanas limita a formação de prêmios climáticos, enquanto fundos de investimento reduziram posições compradas nas últimas semanas. Apesar disso, a demanda global segue sustentando os fluxos comerciais e evitando quedas mais acentuadas.
Mercado brasileiro de trigo avança lentamente
No Brasil, o mercado de trigo segue marcado por negociações pontuais e baixa liquidez, especialmente nos estados do Sul.
No Rio Grande do Sul, houve pequena evolução nas indicações de preços, impulsionada pela valorização do trigo argentino colocado em Canoas, que alcançou US$ 300 por tonelada. Com isso, as indicações para o cereal gaúcho avançaram para R$ 1.350 por tonelada FOB para embarques entre junho e julho, R$ 1.370 para julho e agosto e R$ 1.400 para agosto.
No mercado CIF, o trigo de melhor qualidade foi negociado entre R$ 1.480 e R$ 1.500 por tonelada, enquanto lotes com qualidade inferior ficaram entre R$ 1.400 e R$ 1.420.
Apesar da leve recuperação dos preços, a demanda por farinha continua enfraquecida, dificultando reajustes mais expressivos por parte dos moinhos. A disponibilidade atual no estado é estimada em cerca de 190 mil toneladas, volume considerado insuficiente para atender plenamente o mercado até a chegada da nova safra, prevista para novembro.
Santa Catarina mantém negócios pontuais
Em Santa Catarina, o mercado permaneceu praticamente estável ao longo da semana. Os negócios continuam ocorrendo de forma pontual, voltados principalmente para atender necessidades imediatas da indústria.
Com poucas alterações nos preços das demais regiões produtoras, o custo do frete passou a ser o principal fator de diferenciação entre as ofertas. As indicações para o trigo catarinense ficaram entre R$ 1.350 e R$ 1.400 por tonelada FOB.
Paraná sente impacto das importações
No Paraná, o mercado também apresenta baixa movimentação. A chegada de trigo importado, o abastecimento relativamente confortável dos moinhos e o comportamento ainda fraco da demanda por farinha contribuem para um ambiente de cautela.
As ofertas para trigo no mercado spot permanecem concentradas em compradores com menor nível de estoque, enquanto parte dos agentes já direciona suas atenções para contratos da nova safra.
O trigo branqueador segue sendo negociado próximo de R$ 1.450 por tonelada FOB, enquanto os preços para a safra nova variam entre R$ 1.320 e R$ 1.350 FOB.
Expectativa se volta ao USDA
Com os fundamentos globais apontando para uma oferta confortável de grãos e clima favorável nas principais regiões produtoras, o mercado aguarda agora as atualizações do USDA para avaliar possíveis revisões nos estoques e na produção mundial.
Até que surjam novos fatores climáticos ou mudanças significativas na demanda internacional, a tendência permanece de cautela, com o trigo pressionado pela elevada disponibilidade global e o mercado brasileiro operando de forma seletiva, sustentado principalmente pelos custos de reposição e pela administração dos estoques internos.
Fonte: Portal do Agronegócio
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
Agricultura
Incertezas sobre El Niño freiam vendas antecipadas de milho em Mato Grosso para a safra 2026/27

Reproduçãpo/Portal do Agronegócio
A comercialização antecipada da safra de milho 2026/27 em Mato Grosso segue abaixo do ritmo histórico. Segundo levantamento divulgado pela Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato), com base em dados do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), os produtores haviam negociado até maio apenas 4,77% da produção estimada para o próximo ciclo.
O percentual representa pouco mais da metade da média histórica para o período, que é de 9,1%, e também fica abaixo do registrado no mesmo momento da safra anterior, quando as vendas antecipadas já alcançavam 5,6% da produção prevista.
Apesar do avanço mensal de 2,08 pontos percentuais, o mercado segue cauteloso diante das incertezas relacionadas ao comportamento climático para o segundo semestre de 2026.
Possível El Niño preocupa produtores
A principal razão para a lentidão nas negociações está associada às previsões climáticas que apontam para a possível formação de um fenômeno El Niño de maior intensidade.
Segundo especialistas, um evento climático mais forte pode alterar o regime de chuvas em importantes regiões produtoras do Brasil, impactando diretamente o calendário agrícola e a produtividade das lavouras.
De acordo com a analista de mercado do Imea, Milena Bezerra, a preocupação está relacionada principalmente aos reflexos sobre a safra de soja, que influencia diretamente a janela de plantio do milho segunda safra.
Caso ocorram atrasos no início das chuvas ou volumes abaixo do esperado durante a semeadura da soja em Mato Grosso, prevista para começar em setembro, o plantio do milho poderá ser postergado, reduzindo o período ideal de desenvolvimento da cultura.
Estratégias para reduzir riscos podem afetar o milho
Diante das incertezas climáticas, alguns produtores já avaliam alternativas para aumentar a segurança das lavouras de soja.
Entre as estratégias consideradas está a adoção de cultivares de ciclo mais longo e maior tolerância a períodos de estiagem. No entanto, essa decisão pode gerar impactos indiretos sobre o milho.
Segundo o CEO da Boa Safra, Marino Colpo, o uso de variedades de soja com ciclo mais extenso tende a atrasar a colheita da oleaginosa, reduzindo a janela disponível para o plantio do milho safrinha e aumentando os riscos produtivos.
Esse cenário tem levado muitos agricultores a postergar decisões de comercialização para a safra futura, aguardando maior clareza sobre as condições climáticas dos próximos meses.
Preços estáveis não impulsionam negócios
Mesmo com preços relativamente estáveis, o avanço das vendas antecipadas continua limitado.
Dados do Imea mostram que a saca de milho para entrega na safra 2026/27 foi negociada em média a R$ 45,39 em maio, praticamente sem variação em relação ao mês anterior.
A estabilidade nas cotações, aliada às incertezas climáticas, reduz o interesse dos produtores em travar preços neste momento, mantendo o ritmo de comercialização abaixo do esperado.
Safra 2025/26 mantém ritmo de vendas acima do ano passado
Enquanto os negócios da safra futura avançam lentamente, a comercialização da produção 2025/26 segue em ritmo mais acelerado.
Até o final de maio, os produtores mato-grossenses haviam negociado 47,32% da produção estimada para o ciclo atual, avanço de 1,48 ponto percentual em relação ao levantamento anterior.
O percentual supera os 46,30% registrados no mesmo período do ano passado, embora ainda permaneça abaixo da média histórica de 53,09%.
Segundo a Famato, o avanço da colheita e o aumento da disponibilidade do cereal no mercado têm favorecido as negociações, ao mesmo tempo em que ampliam a pressão sobre os preços.
Mato Grosso caminha para mais uma grande safra
O Imea estima que Mato Grosso deverá produzir 53,35 milhões de toneladas de milho na safra 2025/26.
Embora o volume represente redução de 3,76% em relação ao recorde alcançado no ciclo anterior, o estado segue consolidado como o maior produtor de milho do Brasil.
Com o avanço da colheita, a expectativa é de aumento da oferta para os mercados interno e externo, reforçando a importância do cereal mato-grossense no abastecimento nacional e nas exportações brasileiras.
Diante das incertezas climáticas e do potencial impacto do El Niño sobre a próxima temporada, produtores permanecem atentos ao mercado e às previsões meteorológicas antes de ampliar os compromissos de venda da safra 2026/27.
Fonte: Portal do Agronegócio
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
Agricultura
Tratamento de sementes de milho: como proteger a fase mais crítica da lavoura e promover produtividade

Foto: USDA
Tecnologia presente em 9 de cada 10 sacas tratadas no Brasil, o inseticida Poncho® da BASF lidera o mercado ao defender o momento em que o teto produtivo da lavoura é definido.
A cultura do milho ocupa hoje posição central no agronegócio brasileiro. Com duas safras por ano e potencial produtivo que pode superar 200 sacas por hectare no milho verão, ela responde intensamente ao investimento em tecnologia — e é justamente na fase inicial da lavoura que esse investimento define o resultado final da safra. Para Diogo Dombroski, Gerente de Contas Chave de TSI milho da BASF, o tratamento de sementes industrial é a ferramenta que protege esse momento mais crítico do ciclo produtivo, controlando pragas que podem destruir até 50% da produtividade antes mesmo de o agricultor perceber o problema.
A pressão de pragas na fase inicial do milho, especialmente na segunda safra, é um dos maiores desafios enfrentados pelos produtores brasileiros. Dombroski explica que o período de transição entre a colheita da soja e o plantio do milho safrinha — que ocupa entre 18 e 19 milhões de hectares no Brasil — cria uma janela de vulnerabilidade severa: o milho recém-plantado se torna a única cultura verde disponível no campo, atraindo insetos migratórios que vinham se alimentando na soja. “O agricultor tira a soja, planta o milho, e o milho é a única coisa verde que tem na lavoura na fase inicial”, afirma o gerente, descrevendo o mecanismo pelo qual as infestações se concentram e se intensificam logo após a emergência das plantas.
As duas pragas de maior preocupação nesse contexto são o percevejo-barriga-verde (dichelops melacanthus e dichelops furcatus) e a cigarrinha-do-milho (Dalbulus maidis). Segundo Dombroski, ambas figuram entre as principais causadoras de danos severos à cultura e podem provocar perdas de produtividade que variam de 40% a 50% quando o manejo não é conduzido corretamente. O gerente destaca que o dano econômico causado pelo percevejo já ocorre quando o monitoramento identifica a presença de um inseto por metro quadrado. Esse é o limite em que o custo do controle com inseticida passa a ser menor do que o prejuízo provocado pela praga, justificando a aplicação. “A partir do momento em que eu encontrar igual ou acima de um percevejo por metro quadrado, já estou tendo nível de dano econômico na lavoura”, pontua.
É nesse cenário que o tratamento de sementes industrial se posiciona como solução de entrada, atuando preventivamente sobre as pragas, antes mesmo da emergência da planta. Dombroski destaca que a adoção dessa tecnologia avançou de forma expressiva nos últimos anos: hoje, entre 92% a 93% do milho plantado no Brasil já é tratado industrialmente. “Antigamente era um processo operacional e hoje é visto como uma tecnologia, que protege o potencial produtivo das sementes”, avalia o gerente, destacando que a mudança de percepção por parte dos produtores reflete os resultados concretos obtidos no campo. A evolução acompanha o movimento mais amplo da agricultura de precisão, que incorpora doses precisas semente a semente para maximizar a eficiência dos ativos aplicados.
No segmento de tratamento industrial, o Poncho®, inseticida sistêmico da BASF com o ingrediente ativo Clotianidin, se consolidou como produto de referência. Conforme aponta Dombroski, a cada 10 sacas de milho que recebem tratamento industrial no Brasil, 9 utilizam o Poncho® — participação de mercado que o gerente atribui à combinação de alta performance no controle das pragas-alvo, formulação exclusiva adequada ao processo industrial e compatibilidade com outros produtos do tratamento, como fungicidas, nematicidas e biológicos. “O Poncho® pode ser combinado com outros produtos sem causar dano à semente, mantendo a performance no controle de pragas, para que a semente expresse seu potencial produtivo, que é o principal objetivo do agricultor”, explica.
O mecanismo de ação do produto contribui para sua eficiência: por ser sistêmico, o Poncho® é absorvido pelas raízes e translocado para dentro da planta, promovendo proteção desde a germinação. A formulação própria para uso exclusivo no tratamento industrial reduz perdas por lixiviação e favorece absorção mais uniforme.
Seu elevado nível de sistemicidade e solubilidade promove a proteção prolongada das sementes, plântulas, raízes e parte aérea, contribuindo para um estabelecimento mais uniforme da lavoura. Como resultado, o produtor obtém melhor desenvolvimento inicial, maior vigor das plantas, estande mais homogêneo e melhores condições para que a cultura expresse seu máximo potencial produtivo desde o início do ciclo.
Dombroski ressalta ainda que a BASF mantém equipes que acompanham os processos de tratamento dentro das indústrias parceiras, monitorando desde a primeira até a última semente processada para garantir que a dosagem recomendada seja entregue de forma consistente — independentemente da variação de peso das sacas, que pode ir de 9 a 25 kg para o mesmo volume de 60 mil sementes.
O gerente destaca que o tratamento de sementes não elimina a necessidade de monitoramento e de aplicações complementares. Dependendo do nível de pressão de pragas no campo, intervenções adicionais com inseticidas de parte aérea podem ser necessárias, e a tomada de decisão deve ser baseada em dados de monitoramento conduzido por técnicos habilitados. “O tratamento de sementes industrial vem para fazer a proteção inicial da lavoura, mas dependendo da pressão de pragas, precisamos fazer aplicações complementares”, afirma. Para o percevejo e a cigarrinha, esse manejo integrado — tratamento industrial aliado ao monitoramento e, quando necessário, à aplicação foliar — é a abordagem que a BASF recomenda para garantir a integridade do estande na fase mais crítica do milho.
O recado final de Dombroski é direto ao produtor que ainda hesita em adotar ou intensificar o uso do tratamento industrial: o investimento protege exatamente o momento em que a lavoura define seu teto produtivo. “O agricultor protegerá a genética que ele escolheu para que ela possa expressar o máximo potencial produtivo”, resume o gerente. Em um cenário em que o Brasil segue ampliando sua capacidade de produção de milho — com recordes de produtividade sendo registrados tanto na safra verão quanto na safrinha — garantir um bom estabelecimento inicial deixou de ser diferencial para se tornar condição indispensável de competitividade.
Atenção: este produto é perigoso à saúde humana, animal e ao meio ambiente. Uso agrícola. Venda sob receituário agronômico. Consulte sempre um agrônomo. Informe-se e realize o manejo integrado de pragas. Descarte corretamente as embalagens e os restos dos produtos. Leia atentamente e siga as instruções contidas no rótulo, na bula e na receita. Utilize os equipamentos de proteção individual.
Agrolink – Aline Merladete
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
Agricultura
Produtores rurais ganham mais flexibilidade para utilizar os descontos na tarifa de energia elétrica para irrigação e aquicultura

Divulgação Famato
O Sistema Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Sistema Famato) informa aos produtores rurais sobre a publicação da Portaria Normativa nº 137, de 8 de junho de 2026, do Ministério de Minas e Energia (MME), que estabelece novas diretrizes para a concessão dos descontos especiais nas tarifas de energia elétrica destinados às atividades de irrigação e aquicultura.
A irrigação é uma das atividades que mais consomem energia elétrica nas propriedades rurais. Quanto maior a possibilidade de utilizar os sistemas nos horários com desconto, menor tende a ser o custo operacional da atividade. Com essa nova medida, as unidades consumidoras classificadas na Classe Rural, incluindo cooperativas de eletrificação rural, poderão adequar os horários de utilização da energia elétrica às necessidades de suas atividades produtivas.
Para o superintendente da Famato, Cleiton Gauer, em um estado como Mato Grosso, onde períodos de estiagem podem impactar a produtividade, a redução dos custos com energia torna os projetos de irrigação mais viáveis economicamente.
“O produtor rural precisa de regras que acompanhem a dinâmica da produção. Ao permitir mais flexibilidade nos horários de uso da energia com desconto, a nova norma ajuda o produtor a planejar melhor suas atividades e a tornar a irrigação uma ferramenta ainda mais eficiente para aumentar a produtividade no campo”, afirma.
Conforme a nova regulamentação, o desconto continuará sendo aplicado durante um período diário de 8 horas e 30 minutos. Esse período poderá ser contínuo ou dividido em até três faixas horárias, sempre em múltiplos de 30 minutos, respeitando os horários de menor demanda do sistema elétrico.
Entre os principais pontos da portaria está a garantia de que o produtor rural terá preferência na definição dos horários para usufruir do benefício, exceto no período compreendido entre 17h e 21h30, faixa em que os descontos não poderão ser concedidos. A norma também permite a solicitação de diferentes escalas de horário ao longo do ano, possibilitando adequações conforme a sazonalidade das atividades e as necessidades de cada propriedade.
Outro avanço importante é a vedação às distribuidoras de energia elétrica de estabelecerem condições que limitem a flexibilidade dos horários escolhidos pelos consumidores rurais. Os horários de operação com desconto deverão ser formalizados por meio de contrato ou instrumento equivalente entre o produtor e a concessionária, seguindo as regras da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).
Produtores que trabalham com piscicultura e outras atividades aquícolas também podem reduzir despesas com equipamentos que dependem de energia elétrica, como sistemas de bombeamento, aeração e recirculação de água.
com Assessoria/Famato
Fonte: CenárioMT
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
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