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Composto orgânico contribui para a melhoria da saúde intestinal de aves de postura

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Foto: Shutterstock

Em 2023, a produção de ovos no Brasil atingiu o patamar de ¹52 bilhões de unidades, ficando entre os maiores produtores mundiais. “Para manter esse elevado nível de produtividade, as aves de postura têm de estar com ótima saúde, e isso inclui a saúde intestinal. O nível de eficiência do intestino para captar nutrientes contribui decisivamente para o resultado da atividade”, explica Ariane Rodrigues Nogueira, zootecnista da Auster Nutrição Animal.

Ariane detalha que “para alcançar índices produtivos satisfatórios, é essencial uma microbiota equilibrada, para atuar eficientemente no sistema imunológico, associado a uma integridade intestinal adequada, proporcionando boa área de absorção”.

A saúde do epitélio intestinal é crucial para otimizar a absorção dos nutrientes. “O processo de absorção depende de mecanismos de transporte que ocorrem na membrana das células epiteliais da mucosa, localizadas nas vilosidades que revestem a parede intestinal. A relação vilo/cripta é um indicador importante da saúde intestinal, pois uma alta relação sugere que o epitélio está saudável, com grande área de absorção e baixa renovação celular, o que implica em menor gasto energético”, diz a zootecnista.

A digestão das aves é beneficiada pela adição de butirato de sódio à dieta, pois reduz o pH gástrico, levando a um aumento na retenção do alimento no trato digestivo e ativação do pepsinogênio, melhorando a digestão de proteínas. “O butirato de sódio inibe a formação de complexos de cálcio-fitato, aumentando os níveis séricos de cálcio, fósforo e magnésio no organismo, resultando em otimização do desempenho das aves, melhoria evidente em sua resposta imune e na qualidade dos ovos produzidos”, completa a zootecnista.

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Devido aos inúmeros benefícios do butirato de sódio para manter a saúde intestinal das aves, a Auster Nutrição Animal desenvolveu o Novyrate C – aditivo composto por butirato de sódio revestido por ácidos graxos de cadeia média e curta, que são liberados de forma duradoura no intestino. A solução atua de forma importante no controle da carga microbiana e resulta em maior digestão de proteínas e aminoácidos.

O butirato tem importante função de equilíbrio da comunidade microbiana, o que fortalece a linha de defesa do hospedeiro contra micro-organismos nocivos, reduzindo a competição por nutrientes, a passagem de alimentos e o processo de descamação das células do intestino”, completa Ariane. Aves de postura suplementadas com butirato de sódio, como Novyrate C, otimizam a produtividade, lucratividade e rentabilidade do avicultor, pois têm a saúde intestinal fortalecida e convertem os nutrientes alimentares de forma eficiente.

Irvin Dias – Texto Comunicação Corporativa

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Reforma tributária amplia peso do enquadramento rural

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A avaliação entre pessoa física e pessoa jurídica ganha peso – Foto: Pixabay

 

A Reforma Tributária prevista para 2026 impõe novos desafios ao produtor rural e amplia a importância das decisões ligadas ao enquadramento fiscal da atividade. Segundo a contadora Liciene França, a escolha entre atuar como pessoa física ou pessoa jurídica deixa de ser apenas uma definição operacional e passa a ter impacto direto na estratégia do negócio rural.

Com as mudanças no sistema de tributos, a tendência é de aumento na diferença de carga tributária entre os dois modelos, o que exige atenção redobrada por parte dos produtores. Um enquadramento inadequado pode resultar em perda de créditos tributários, elevação do custo fiscal e reflexos negativos no resultado financeiro da atividade, afetando desde o fluxo de caixa até a capacidade de investimento.

A avaliação entre pessoa física e pessoa jurídica ganha peso em um cenário no qual o planejamento tributário se torna indispensável. A decisão incorreta pode comprometer a competitividade do produtor no mercado e gerar efeitos duradouros sobre o patrimônio construído ao longo dos anos. Por outro lado, uma escolha bem fundamentada permite maior previsibilidade dos custos e melhor aproveitamento das regras do novo sistema.

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A partir de 2026, o planejamento deixa de ser uma alternativa e passa a ser uma necessidade para quem atua no campo. A definição do enquadramento mais adequado funciona como uma ferramenta de proteção do resultado econômico da produção rural, ajudando a reduzir riscos e a sustentar a atividade em um ambiente tributário mais complexo. A decisão entre pessoa física ou jurídica deve ser encarada como parte central da gestão do negócio, com foco na preservação do caixa, da competitividade e da segurança patrimonial do produtor.

AGROLINK – Leonardo Gottems

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Governo brasileiro acompanha salvaguarda da China sobre carne bovina e busca mitigar impactos ao setor

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Divulgação

 

O governo brasileiro informou que acompanha com atenção a decisão da China de aplicar medidas de salvaguarda às importações globais de carne bovina, com vigência a partir de 1º de janeiro e duração prevista de três anos. A medida estabelece uma cota anual inicial de 1,1 milhão de toneladas para o Brasil, volume que poderá ser exportado sem sobretaxa. As vendas que ultrapassarem esse limite estarão sujeitas a uma tarifa adicional de 55%.

Segundo o governo, a atuação tem ocorrido de forma coordenada com o setor privado, com diálogo permanente com frigoríficos, produtores e entidades representativas. A estratégia inclui negociações diretas com o governo chinês, no âmbito bilateral, e também ações no contexto da Organização Mundial do Comércio (OMC), com o objetivo de reduzir os impactos da medida e defender os interesses legítimos dos trabalhadores e produtores brasileiros.

As salvaguardas comerciais são instrumentos previstos nos acordos da OMC e costumam ser adotadas para lidar com surtos de importação, não tendo como foco o combate a práticas desleais de comércio. A aplicação, nesse caso, atinge importações de todas as origens, e não apenas o Brasil.

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A decisão ganha ainda mais relevância diante da forte dependência do setor em relação ao mercado chinês. Em 2024, a China respondeu por 52% das exportações brasileiras de carne bovina, consolidando-se como o principal destino do produto. Ao mesmo tempo, o Brasil ocupa a posição de maior fornecedor da carne bovina importada pela China, relação construída ao longo dos últimos anos.

O governo brasileiro ressalta que a pecuária nacional tem contribuído de forma consistente para a segurança alimentar chinesa, com oferta de carne competitiva, sustentável e submetida a rigorosos controles sanitários, reconhecidos internacionalmente. Esse histórico, segundo a avaliação oficial, reforça a importância do diálogo técnico e diplomático para preservar a estabilidade do comércio bilateral.

O tema é acompanhado de perto pelo setor produtivo e por autoridades brasileiras, especialmente em um momento de virada de ciclo da pecuária, no qual decisões internacionais podem ter reflexos diretos sobre preços, exportações e renda do produtor rural.

Fonte: CenárioMT

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Setor fecha 2025 com exportações recordes e custos sob controle

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Foto: Governo Federal

A suinocultura brasileira encerra 2025 com um dos balanços mais consistentes da última década. O setor deve fechar o ano com exportações acima de 1,37 milhão de toneladas, crescimento superior a 10% em relação a 2024, e receita cambial estimada em R$ 17,728 bilhões, avanço próximo de 20% na comparação anual.

O desempenho foi sustentado por custos de produção mais equilibrados, oferta ajustada e maior diversificação dos mercados compradores.

Terraço na produção de grãos diminui perda de água no solo

O controle dos custos foi decisivo para a manutenção das margens ao longo do ano. As boas safras de milho e soja reduziram a pressão sobre a alimentação animal — principal componente do custo da atividade — e melhoraram as relações de troca para o produtor.

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Com maior previsibilidade nos preços dos insumos, a suinocultura conseguiu atravessar 2025 sem picos de custo, mesmo em um cenário de preços internos mais estáveis.

Do lado da oferta, a produção cresceu de forma moderada e compatível com a capacidade de absorção do mercado.

A produção brasileira de carne suína deve alcançar cerca de 5,45 milhões de toneladas em 2025, volume suficiente para atender o consumo interno e sustentar o avanço das exportações, sem provocar excedentes que pressionassem os preços ao longo do ano.

(Com Pensar Agro)

Fernanda Toigo

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Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

 

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