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Agronegócio

VAMOS marca presença no Agroleite, no Paraná

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Arquivo Pessoal – Estande da empresa no Agroleite

 

A VAMOS, líder em locação e venda de caminhões, máquinas e equipamentos e com ampla rede de concessionárias de novos e seminovos, marcará presença no Agroleite 2024. Reconhecido como a vitrine da tecnologia do leite da América Latina, o evento ocorre de 06 a 09 de agosto, em Castro, Paraná. A empresa apresentará maquinários agrícolas das marcas Fendt e Valtra e destacará suas soluções de locação para o setor.

Na área da Valtra, a VAMOS exibirá o pulverizador BS2225H e três linhas de tratores: A800R, T-CVT e A4. Os tratores T-CVT possuem um sistema de transmissão inovador que melhora o25%. Os modelos A800R destacam-se pela eficiência de até 10% no consumo e facilidade operacional, enquanto os tratores da linha A4 vêm com o motor eletrônico AGCO Power com sistema de injeção otimizado, que possibilita uma operação com aproximadamente 8% mais de economia de combustível por hectare trabalhado.

Com a Fendt, a VAMOS apresentará os três principais tratores da linha Vario: 728, 942 e 1050. Com transmissão continuamente variável e alta potência, o Vario é o maior trator monobloco do mundo, proporcionando até 25% mais rendimento operacional. O Fendt Vario 728, o mais recente lançamento, é notável pela eficiência e pelo motor AGCO Power de 7,5 litros, projetado para otimizar o consumo de combustível e oferecer uma operação intuitiva. A empresa também exibirá a Plantadeira Momentum e a colheitadeira Ideal.

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“O Paraná é um dos mais importantes estados brasileiros do agro. A área de atuação da VAMOS, que se estende de Araucária, até Foz do Iguaçu, possui uma abrangência privilegiada devido à variedade de multiculturas. O estado se destaca não só pela qualidade da terra, mas também pelos produtores altamente tecnificados e pelo avanço na produção de leite. Para a VAMOS, o Paraná é muito importante, tanto no que diz respeito aos negócios quanto à tecnologia e está comprometida em apoiar o desenvolvimento e a inovação no setor leiteiro e agrícola “, completa Fabio Antunes de Castro, Diretor das concessionárias Valtra e Fendt da VAMOS, sobre a importância do estado para a Companhia.

Durante o evento, a empresa também apresentará o modelo de locação, que oferece uma série de vantagens para o agronegócio de diversos setores, inclusive de leite. Escolha inteligente, essa modalidade oferece benefícios que vão desde a flexibilidade na utilização de recursos até a redução de custos operacionais e o acesso à tecnologia de ponta.

A VAMOS é a distribuidora oficial das marcas Valtra e Fendt, formando a maior rede de concessionárias agro em extensão territorial do Brasil. Composta por 23 filiais da Valtra, incluindo seis adquiridas recentemente da DHL Valtra, e 11 filiais da Fendt, que se destaca pela alta eficiência e produtividade, a empresa consolida sua posição de liderança no setor agropecuário nacional.

Sobre o Agroleite

O Agroleite acontece, anualmente, no mês de agosto na cidade de Castro- PR, a Capital Nacional do Leite, e é um evento técnico promovido pela Cooperativa. A programação apresenta ao visitante todo o potencial da produção de leite da região e a diversidade de produtos e soluções disponíveis no mercado para potencializar a rentabilidade da pecuária leiteira. Dentre as atividades, o evento conta com exposição de animais das Raças Holandesa e Jersey, Torneio Leiteiro, Parque de Forragens, Trilha do Leite e, ainda, a Rota do Leite – que oportuniza visitas a propriedades da região. Durante o Agroleite também são realizados fóruns e painéis para se discutir o agronegócio e atualização sobre mercado e tendências. Saiba mais em https://www.agroleitecastrolanda.com.br/pt-br/home.

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Sobre a VAMOS

A VAMOS (VAMO3) é pioneira e líder nacional em locação de caminhões, máquinas e equipamentos, com mais de 49 mil ativos no segmento de locação e atuação em todo território nacional. Controlada pela Simpar (SIMH3), a VAMOS também conta com uma ampla rede de lojas, composta por 76 unidades próprias das marcas Transrio, Tietê Veículos (ambas Volkswagen Caminhões e Ônibus), Fendt (máquinas agrícolas premium), Valtra (máquinas e equipamentos agrícolas), Komatsu (distribuidor de máquinas e equipamentos de linha amarela) e Toyota Empilhadeiras, além das 15 lojas de seminovos. Em 2021, a empresa realizou sua abertura de capital e já no seu primeiro ano de B3 conquistou o Troféu da Transparência, da ANEFAC. Em 2023, a companhia passou a integrar o Índice de Sustentabilidade (ISE) e o Índice de Carbono Eficiente (ICO2) da B3 como reconhecimento do compromisso com a agenda ESG. Saiba mais em www.VAMOS.com.br.

Angelita Gonçalves

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Agronegócio

Safra enfrenta calor, seca e excesso de chuva

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Foto: Divulgação

O mês de março concentra etapas decisivas do calendário agrícola no Brasil, com avanço da colheita de soja e milho de verão, intensificação do plantio do milho safrinha e início do planejamento da safra de trigo. O período tem sido marcado por variações climáticas e pela ocorrência simultânea de estresses abióticos, como déficit hídrico, altas temperaturas e oscilações de radiação, fatores que impactam o desempenho das lavouras. Nesse cenário, tecnologias voltadas ao fortalecimento fisiológico das plantas passam a integrar estratégias de manejo no campo.

No milho de verão, a colheita avança no Centro-Sul e já alcança 55,7% da área. Entre os estados com maior progresso estão Rio Grande do Sul, com 84,5%, Santa Catarina, com 78,2%, e Paraná, com 69,7%. Nessas regiões, as lavouras enfrentaram ondas de calor, irregularidade de chuvas e variações de luminosidade ao longo do ciclo. Avaliações realizadas nas últimas semanas por equipes da Elicit Plant apontam incrementos entre 15 e 17 sacas por hectare em áreas submetidas a múltiplos estresses.

Na soja, a colheita atinge 61% da área nacional, em ritmo inferior ao observado em anos recentes. No Sul do país, o déficit hídrico associado ao calor reduziu o potencial produtivo das lavouras. Já nas regiões Norte e Nordeste, o excesso de chuvas dificultou as operações de campo e afetou a qualidade dos grãos. Mesmo nesse cenário, levantamentos de campo da Elicit Plant indicam ganho médio de cerca de cinco sacas por hectare nas áreas acompanhadas.

O plantio do milho safrinha também registra avanço e já chega a 85,5% da área prevista, acima da média dos últimos cinco anos. O estado de Mato Grosso lidera o ritmo de semeadura, com 99,3% da área, seguido por Tocantins, com 98%, e Maranhão, com 95%. Em parte do Paraná, a baixa umidade do solo limita o desenvolvimento inicial das plantas, enquanto o excesso de chuvas provocou interrupções nas atividades em Mato Grosso do Sul e Tocantins. O atraso na colheita da soja, com cerca de 1,3 milhão de hectares ainda pendentes, amplia a exposição ao risco climático na segunda safra.

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As estimativas de produção também indicam um cenário de atenção para o setor. Para a soja, a Companhia Nacional de Abastecimento projeta produção de 176,1 milhões de toneladas, enquanto o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos estima 178 milhões de toneladas. No milho, a Conab prevê 138,8 milhões de toneladas, frente às 131 milhões indicadas pelo USDA.

Com o avanço das safras de verão, produtores da região Sul iniciam o planejamento do cultivo de trigo, ainda sob efeitos residuais de estiagem e períodos de excesso de chuvas. Nesse contexto, decisões de manejo devem influenciar o potencial produtivo da próxima temporada.

Para o responsável pelas operações da Elicit Plant no Brasil, Felipe Sulzbach, o cenário reforça a necessidade de estratégias voltadas à adaptação das lavouras às condições adversas. “O cenário desta safra evidencia que os estresses abióticos deixaram de ser pontuais e passaram a ocorrer de forma combinada, exigindo uma resposta mais consistente das lavouras”, afirma.

Segundo ele, os resultados observados em campo indicam a capacidade das tecnologias de atuar em diferentes ambientes produtivos. Sulzbach avalia que os incrementos registrados em soja e milho demonstram a possibilidade de manter o desempenho das lavouras mesmo diante de limitações climáticas relevantes. “A adoção de tecnologias voltadas ao fortalecimento fisiológico das plantas deve ganhar espaço à medida que o produtor busca mais previsibilidade produtiva”, conclui.

AGROLINK – Seane Lennon

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Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Agronegócio

Safra de mandioca fica abaixo do esperado no Paraná

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Foto: Canva

A safra de mandioca de 2025 no Paraná foi encerrada com área colhida de 140,1 mil hectares e produção de 3,6 milhões de toneladas, segundo o Boletim Conjuntural divulgado nesta quarta-feira (1º) pelo Departamento de Economia Rural do Paraná, órgão vinculado à Secretaria da Agricultura e do Abastecimento do Paraná.

Os números ficaram abaixo das projeções iniciais para o ciclo. De acordo com o relatório, “a safra de 2025 foi encerrada com uma área colhida de 140,1 mil hectares e uma produção de 3,6 milhões de toneladas”, enquanto no início do ano a expectativa era de “área colhida próxima de 150 mil hectares e produção superior a 4 milhões de toneladas”.

O boletim explica que a diferença está relacionada às características da cultura. Segundo o Deral, “tal diferença é explicada por uma peculiaridade da mandiocultura, que permite a condução de áreas por mais de um ciclo, sem a necessidade expressa de colheita como ocorre em culturas anuais”.

Ainda conforme o relatório, parte das áreas foi podada para continuidade do cultivo em vez de ser colhida. O documento aponta que “a poda de áreas para serem reconduzidas, em vez de colhidas, foi incentivada pela manutenção dos preços em patamares mais baixos”.

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Em 2025, o preço médio recebido pelos produtores foi de R$ 552,19 por tonelada. O valor representa aumento de 5% em relação a 2024, quando a média foi de R$ 525,50, mas permanece abaixo do registrado em 2023. Segundo o Deral, o preço está “31% inferior à média de R$ 797,49 por tonelada registrada em 2023”.

O cenário de preços segue pressionado em 2026. De acordo com o boletim, “neste primeiro trimestre, os preços recuaram 21% em relação ao mesmo período de 2025”.

O relatório aponta que essa dinâmica influencia o manejo das áreas. Segundo o Deral, “essa dinâmica faz com que haja uma proporção cada vez maior de áreas de segundo ciclo em relação ao total, pois essas possuem produtividades maiores e pressionam ainda mais os preços”.

Ao mesmo tempo, a redução dos valores pode impactar a expansão do cultivo. O documento afirma que “a retração dos valores começa a fazer com que menos áreas de pastagens sejam arrendadas para o cultivo, visando ajustar a oferta”.

Outro fator apontado pelo boletim é o custo de arrendamento. Conforme o relatório, “os altos preços do arrendamento, baseados no inflacionado preço do boi gordo, acentuam essa dinâmica”.

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Mesmo com esse cenário, a expectativa para 2026 indica aumento na área colhida. O Deral destaca que “as áreas de dois ciclos que devem ser colhidas em 2026 elevam a expectativa de crescimento para 6% na área colhida (148,6 mil hectares), com uma produção que novamente pode superar 4 milhões de toneladas”.

AGROLINK – Seane Lennon

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Agronegócio

Safra de uva confirma volume e qualidade

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Foto: Divulgação

A colheita da uva está praticamente concluída na região administrativa de Caxias do Sul, segundo o Informativo Conjuntural divulgado nesta quinta-feira (2) pela Emater/RS-Ascar. Restam apenas alguns vinhedos destinados ao processamento para autoconsumo.

De acordo com o levantamento, a produção confirmou as projeções iniciais. O relatório aponta “grande volume e excelente qualidade”, além de registrar atraso entre 10 e 15 dias no período de colheita em comparação a uma safra considerada normal. As vinícolas da região seguem contabilizando a quantidade de uvas recebidas e os produtos elaborados ao longo do ciclo.

A comercialização de uvas de mesa continua em andamento, incluindo as variedades Itália, Rubi, Benitaka, BRS Núbia, BRS Isis e BRS Vitória. Conforme o informativo, os preços pagos ao produtor variam entre R$ 8,00 e R$ 15,00 por quilo. Na Ceasa/Serra, a variedade Niágara passou a ser comercializada a R$ 5,00 por quilo.

Na região administrativa de Soledade, a colheita de uvas americanas, viníferas e europeias já foi concluída. O informativo destaca a produtividade registrada na safra. No município de Ibarama, por exemplo, a produção variou entre 12 e 13 toneladas por hectare.

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Ainda segundo a Emater/RS-Ascar, a colheita das uvas finas de mesa segue voltada ao consumo in natura, com venda direta ao consumidor. O relatório indica que os cachos apresentam boa formação e que as condições fitossanitárias das lavouras são favoráveis. O grau Brix registrado foi de 16° para a uva Francesa, 18° para a Niágara Rosada e 14,5° para a Bordô.

AGROLINK – Seane Lennon

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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