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Agronegócio

Produção de ovos pode atingir 56,9 bilhões de unidades em 2024

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Foto: Pixabay

 

 

O estado de São Paulo lidera as exportações brasileiras de ovoprodutos, registrando 6.789 toneladas e gerando uma receita de US$ 30,162 milhões, segundo dados recentes. Na terceira posição, encontra-se o Rio Grande do Sul, com 3.768 toneladas e um faturamento de US$ 8,954 milhões, seguido por Santa Catarina em quarto lugar, com 2.360 toneladas e US$ 10,131 milhões, e o Mato Grosso do Sul em quinto, exportando 1.287 toneladas e arrecadando US$ 2,502 milhões. Entre os cinco principais estados exportadores, alguns experimentaram crescimento no volume exportado, enquanto outros enfrentaram queda: Mato Grosso do Sul (+66%), São Paulo (-30,9%), Rio Grande do Sul (+35,9%), Paraná (+48,2%) e Santa Catarina (-13,5%).

No acumulado dos primeiros seis meses de 2024, o México destacou-se como o principal importador de ovoprodutos brasileiros, comprando 5.654 toneladas e gerando uma receita de US$ 24,36 milhões, embora tenha reduzido suas importações em 37,8% em volume e 49,2% em receita em comparação ao ano anterior. Outros países que se destacaram nas importações incluem a África do Sul, com 3.161 toneladas e US$ 14,137 milhões, Chile com 2.854 toneladas e US$ 6,692 milhões, Senegal com 2.461 toneladas e US$ 9,564 milhões, e Emirados Árabes Unidos com 1.129 toneladas e US$ 1,965 milhão.

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Apesar de ser um dos principais produtores mundiais de ovos, o Brasil ainda tem uma tradição modesta na exportação de ovos e ovoprodutos, com mais de 99,5% da produção destinada ao mercado interno. Segundo a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), em 2023, o país produziu 52,4 bilhões de ovos, exportou 25,4 mil toneladas de ovoprodutos, e disponibilizou 242 ovos por habitante por ano no mercado interno.

No início de agosto, a ABPA divulgou projeções indicando que a produção de ovos no Brasil poderá alcançar 56,9 bilhões de unidades em 2024, representando um crescimento de até 8,5% em relação ao ano passado. O consumo de ovos também deverá aumentar em 8,5%, totalizando 263 unidades por habitante por ano.

AGROLINK – Seane Lennon

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Agronegócio

Mato Grosso lucra com venda de pênis bovino para Ásia

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Divulgação

 

Além dos cortes nobres, Mato Grosso tem ampliado a exportação de subprodutos bovinos, como o pênis do boi, conhecido como vergalho, para o mercado asiático. O produto é valorizado na culinária de países como Hong Kong, onde a tonelada pode chegar a US$ 6 mil, muito acima do preço médio de R$ 21 o quilo praticado no mercado interno.

O vergalho é exportado in natura, seguindo protocolos sanitários rigorosos. Segundo Alan Gutierrez, gerente de marketing da SulBeef, a indústria mato-grossense envia em média quatro a cinco toneladas por mês, mostrando a consolidação desse mercado.

Na Ásia, o vergalho é utilizado em pratos cozidos e ensopados, valorizado pela textura e pela capacidade de absorver temperos. A tradição cultural de aproveitar integralmente o animal garante uma demanda estável para partes menos convencionais, como miúdos e subprodutos.

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Para Bruno Andrade, diretor de Projetos do Instituto Mato-grossense da Carne (Imac), o comércio de subprodutos reforça a competitividade da pecuária local. “Ampliar o portfólio e atender diferentes mercados fortalece a economia e aumenta a competitividade da carne mato-grossense no cenário global”, afirma.

Redação RDM Online

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Agronegócio

Soja disponível em Mato Grosso tem leve alta; colheita avança

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colheita-de-soja-2024/25-esta-praticamente-concluida-no-brasil,-segundo-a-conab

foto: Só Notícias/Lucas Torres/arquivo

A cotação da soja disponível no Estado teve valorização de 0,20% semana passada, em relação a anterior, e fechou, na última sexta-feira, cotada a R$ 103,64/saca. A informação foi divulgada, há pouco, pelo Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (IMEA), no boletim semanal.

O indicador Prêmio Santos (SP) apresentou alta de 26,98% no comparativo semanal, fechando em ¢US$ 80,00/bu.

O IMEA informou ainda que a redução no volume de chuvas na última semana permitiu um avanço de 4,71 pontos percentuais na colheita da safra 25/26, que fechou em 6,69%, estando acima da média histórica.

Só Notícias

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Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Agronegócio

Plantio de algodão em Mato Grosso está adiantado

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precos-do-algodao-em-pluma-seguem-em-alta-no-brasil

foto: arquivo/assessoria

A semeadura do algodão da safra 25/26 avançou 20,96 pontos percentuais na última semana, alcançando 29,04% da área projetada até o último dia 16, no mais recente levantamento divulgado pelo IMEA (Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária). O período foi marcado pela intensificação dos trabalhos nas áreas de segunda safra, em meio ao avanço da colheita da soja, enquanto a semeadura das áreas de primeira safra se aproxima do final.

Apesar do início mais lento em relação aos anos anteriores, o ritmo das atividades se intensificou nos últimos dias, superando o que havia sido observado na safra passada. Dessa maneira, o percentual atingido se encontra 9,70 pontos percentuais adiantado no comparativo com a safra 24/25, e 4,84 pontos percentuais à frente da média das últimas cinco safras. Até o momento, a região Sudeste é a mais avançada, com 45,84% da semeadura concluída, enquanto a Oeste é a mais atrasada no ciclo, com 22,36%.

O IMEA acrescenta que a expectativa para as próximas semanas depende das condições climáticas, que tendem à normalidade segundo o NOAA, e do ritmo da colheita da soja, fatores que definirão o avanço da semeadura da segunda safra

Só Notícias

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Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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