Agronegócio
Yara promove 8ª edição do Concurso NossoCafé; inscrições estão abertas até 24 de setembro

Assessoria
A Yara, líder mundial em nutrição de plantas, anuncia a realização da oitava edição do Concurso NossoCafé, competição anual que avalia cafés especiais com o objetivo de estimular a produção nacional de alta qualidade, reforçando a importância da nutrição equilibrada em todo o ciclo produtivo da cultura. As inscrições estarão abertas até 24 de setembro.
“A cultura do café é de extrema importância para a Yara. Este ano já realizamos o lançamento do YaraMila INOVAPLUS, solução nutricional desenvolvida especificamente para a evolução da cultura. E agora, com a oitava edição do Concurso NossoCafé, ofertamos várias frentes de apoio e estímulo para elevar a produção brasileira de cafés para um próximo nível de qualidade, eficiência, produtividade, rentabilidade e sustentabilidade” afirma Vinícius Giroto, Especialista Agronômico para Café na Yara Brasil.
O concurso avalia quesitos como equilíbrio, sabor, acidez e doçura em duas categorias: “Café Natural” e “Café Descascado, Descolpado ou Desmucilado”. Este ano, diferentemente das últimas sete edições, as duas categorias serão avaliadas em quatro regiões diferentes do país, totalizando oito vencedores regionais. Todos terão sua produção adquirida pela Yara e ganharão uma viagem para participar da Semana Internacional do Café (SIC), em Belo Horizonte (MG), que acontece de 20 a 22 de novembro.
Na ocasião, serão revelados os dois campeões nacionais, que terão parte das suas produções distribuídas pela Yara em 2025 e poderão escolher entre uma viagem de 6 dias para a Colômbia para conhecer a propriedade do ganhador do Yara Champion, versão colombiana do Concurso NossoCafé, ou optar por uma consultoria técnica ou de Marketing no valor de R$ 10.000,00.
Detalhes sobre o Concurso
O Concurso NossoCafé está aberto a todas as propriedades cafeeiras que utilizaram o Programa Nutricional NossoCafé da Yara na safra 2023/2024 e está dividido em duas etapas.
A primeira, consiste na realização da inscrição no site, seguida pelo envio do café para análise. As amostras são classificadas de acordo com protocolos e avaliação da BSCA (Brazilian Specialty Coffee Association). Os produtores selecionados para a segunda fase deverão apresentar, de 01 a 16 de outubro, uma nova amostra, que será classificada por uma comissão julgadora, também conforme a metodologia da BSCA. São aceitas apenas amostras de café da espécie Coffea arábica L.
“Outra novidade relevante desta edição é que nós convidaremos diferentes elos da cadeia de valor do café, como grandes cafeterias e traders, para participar do processo de avaliação das amostras nas duas etapas. Desta forma, pretendemos promover conexões entre os produtores e potenciais compradores dos grãos, potencializando a integração da cadeia de valor e empoderando esse produtor”, complementa Vinícius.
Além da premiação, os vencedores nacionais e regionais poderão estampar as embalagens dos cafés campeões e terão os lotes adquiridos pela Yara por um valor acima do praticado pelo mercado.
O regulamento completo está disponível no Link.
Inovação da Yara para a cultura do caf
Com o objetivo de levar ainda mais inovação e eficiência à cultura, a Yara lançou o YaraMila INOVAPLUS, com equilibrada relação entre nitrogênio e potássio e maior quantidade de enxofre e magnésio, nutrientes altamente demandados pelo cafezal. Além disso, o produto atende uma demanda de sustentabilidade do mercado de café, pois em seu processo de produção há redução de 50% de pegada de carbono quando comparado a produtos ofertados pelo mercado, em linha com a ambição da Yara de cultivar um futuro alimentar positivo para a natureza.
Sobre a Yara
A Yara, líder mundial em nutrição de plantas, cultiva conhecimento para alimentar o mundo e proteger o planeta de forma responsável. Para concretizar o compromisso de cultivar um futuro alimentar positivo para a natureza, oferece um portfólio de produtos de alta tecnologia com baixa emissão de carbono, desenvolve ferramentas agrícolas digitais destinadas à agricultura de precisão e trabalha em estreita colaboração com pesquisadores e parceiros da indústria para construir uma cadeia de valor do alimento cada vez mais sustentável. Com uma atuação integrada, a companhia também fornece soluções industriais para usos diversos, entre eles a redução de poluentes, melhorando a qualidade do ar das cidades.
Fundada na Noruega, em 1905, para resolver a emergente crise de fome na Europa, está presente no mundo todo, com mais de 17 mil colaboradores e operações em mais de 60 países. No Brasil, a Yara está idealmente posicionada em todos os principais polos agrícolas. Com mais de 5 mil colaboradores, a empresa atende todos os perfis de produtores e culturas, colaborando com o crescimento da agricultura e o protagonismo do país no desafio de alimentar uma população mundial crescente. Desde que se instalou no Brasil, na década de 1970, a Yara vem trabalhando para fomentar a produção de fertilizantes, reduzindo a dependência de importação de matéria-prima e modernizando a indústria nacional, em linha ao seu compromisso global com a agenda de descarbonização.
Lygia Conde
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
Agronegócio
Mato Grosso lucra com venda de pênis bovino para Ásia

Divulgação
Além dos cortes nobres, Mato Grosso tem ampliado a exportação de subprodutos bovinos, como o pênis do boi, conhecido como vergalho, para o mercado asiático. O produto é valorizado na culinária de países como Hong Kong, onde a tonelada pode chegar a US$ 6 mil, muito acima do preço médio de R$ 21 o quilo praticado no mercado interno.
O vergalho é exportado in natura, seguindo protocolos sanitários rigorosos. Segundo Alan Gutierrez, gerente de marketing da SulBeef, a indústria mato-grossense envia em média quatro a cinco toneladas por mês, mostrando a consolidação desse mercado.
Na Ásia, o vergalho é utilizado em pratos cozidos e ensopados, valorizado pela textura e pela capacidade de absorver temperos. A tradição cultural de aproveitar integralmente o animal garante uma demanda estável para partes menos convencionais, como miúdos e subprodutos.
Para Bruno Andrade, diretor de Projetos do Instituto Mato-grossense da Carne (Imac), o comércio de subprodutos reforça a competitividade da pecuária local. “Ampliar o portfólio e atender diferentes mercados fortalece a economia e aumenta a competitividade da carne mato-grossense no cenário global”, afirma.
Redação RDM Online
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
Agronegócio
Soja disponível em Mato Grosso tem leve alta; colheita avança

foto: Só Notícias/Lucas Torres/arquivo
A cotação da soja disponível no Estado teve valorização de 0,20% semana passada, em relação a anterior, e fechou, na última sexta-feira, cotada a R$ 103,64/saca. A informação foi divulgada, há pouco, pelo Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (IMEA), no boletim semanal.
O indicador Prêmio Santos (SP) apresentou alta de 26,98% no comparativo semanal, fechando em ¢US$ 80,00/bu.
O IMEA informou ainda que a redução no volume de chuvas na última semana permitiu um avanço de 4,71 pontos percentuais na colheita da safra 25/26, que fechou em 6,69%, estando acima da média histórica.
Só Notícias
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
Agronegócio
Plantio de algodão em Mato Grosso está adiantado

foto: arquivo/assessoria
A semeadura do algodão da safra 25/26 avançou 20,96 pontos percentuais na última semana, alcançando 29,04% da área projetada até o último dia 16, no mais recente levantamento divulgado pelo IMEA (Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária). O período foi marcado pela intensificação dos trabalhos nas áreas de segunda safra, em meio ao avanço da colheita da soja, enquanto a semeadura das áreas de primeira safra se aproxima do final.
Apesar do início mais lento em relação aos anos anteriores, o ritmo das atividades se intensificou nos últimos dias, superando o que havia sido observado na safra passada. Dessa maneira, o percentual atingido se encontra 9,70 pontos percentuais adiantado no comparativo com a safra 24/25, e 4,84 pontos percentuais à frente da média das últimas cinco safras. Até o momento, a região Sudeste é a mais avançada, com 45,84% da semeadura concluída, enquanto a Oeste é a mais atrasada no ciclo, com 22,36%.
O IMEA acrescenta que a expectativa para as próximas semanas depende das condições climáticas, que tendem à normalidade segundo o NOAA, e do ritmo da colheita da soja, fatores que definirão o avanço da semeadura da segunda safra
Só Notícias
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
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