Conecte-se Conosco

Agricultura

Primeira reunião de alinhamento é marcada pelo Governo de RO para a Rondônia Rural Show Internacional 2025

Publicado

em

Porto Velho, RO – Com o intuito de manter e inovar a realização da maior Feira de Agronegócio da região Norte do país, o governo de Rondônia, por meio da Secretaria de Estado da Agricultura (Seagri), segue em andamento com os preparativos da 12ª edição da Rondônia Rural Show Internacional, que acontecerá de 26 a 31 de maio de 2025. A primeira reunião de alinhamento com expositores e empresários será realizada no dia 17 de outubro, às 9h, no Centro Tecnológico Vandeci Rack, no município Ji-Paraná.

Entre os temas a serem debatidos estão:

Balanço das ações da última edição da Feira,
Planejamento das ações para a nova edição,
Manual do Expositor,
Oportunidades de ampliação de novos pavilhões e normas de acesso ao Centro Tecnológico Vandeci Rack.

Durante o encontro, também será discutida a realização da 6 ª edição da Feira do Agronegócio do Leite do Estado de Rondônia (Rondoleite).

De acordo com o secretário adjunto da Seagri, Janderson Dalazen, o governo do estado tem garantido, constantemente, a manutenção do cento tecnológico, visando preservar o ambiente à realização da 12ª edição da Feira.

“Já temos equipes de trabalho atuantes no local, assim como equipes de vigilância. E, também, estamos fazendo a condução dos processos licitatórios para a edição de 2025. Ou seja, o governo de Rondônia, por meio da Seagri tem a preocupação de aprimorar e inovar cada edição deste evento, e é com esse propósito que nossas equipes seguem trabalhando”, frisou.

Publicidade

O encontro deve reunir cerca de 500 expositores de diversas regiões do estado. Conforme explanado pelo titular da Seagri, Luiz Paulo, as reuniões são de extrema importância para alinhamento dos próximos passos a serem dados. O intuito é traçar estratégias e gerar conexões com os participantes ao sucesso da Feira.

“Certamente essa é apenas uma das várias reuniões que o governo fará juntamente a empresários e expositores para que a nova edição obtenha sucesso tão marcante quanto a última. A Feira movimenta a economia verde do Estado e impulsiona toda a cadeia produtiva. O agronegócio de Rondônia tem atraído os olhares de investidores nacionais e internacionais, aquecendo ainda mais o setor.”

Mídia Rural, sua fonte confiável de informações sobre agricultura, pecuária e vida no campo. Aqui, você encontrará notícias, dicas e inovações para otimizar sua produção e preservar o meio ambiente. Conecte-se com o mundo rural e fortaleça sua

Continue Lendo
Publicidade
Clique Para Comentar

Deixe uma Resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Agricultura

Produtividade no campo: 3 fatores essenciais que aumentam o rendimento e o lucro da lavoura

Publicado

em

Divulgação

 

Produtividade agrícola depende de decisões ao longo de todo o ciclo produtivo

A busca por maior produtividade no campo não está relacionada apenas ao uso de insumos ou tecnologias isoladas. O desempenho da lavoura é resultado de um conjunto de decisões que começam antes do plantio e seguem até a colheita, envolvendo manejo do solo, disponibilidade hídrica e uso de tecnologias de precisão.

Especialistas destacam que enxergar a propriedade como um sistema integrado é fundamental para alcançar melhores resultados e maior rentabilidade.

1. Preparo do solo é a base da produtividade agrícola

O primeiro fator determinante para o sucesso da lavoura é o preparo adequado do solo. A correção da acidez, o equilíbrio nutricional e a melhoria da estrutura física são etapas essenciais para garantir condições ideais ao desenvolvimento das plantas.

Publicidade

Um solo bem manejado favorece o crescimento das raízes, melhora a retenção de água e aumenta a eficiência na absorção de fertilizantes. Além disso, reduz riscos de compactação, erosão e perdas produtivas ao longo do ciclo.

Segundo o engenheiro agrônomo e diretor da Hydra Irrigações, Elidio Torezani, o solo é o ponto de partida da produtividade.

“Se o solo não estiver equilibrado, a planta não consegue expressar todo o seu potencial produtivo”, afirma.

2. Manejo da água garante estabilidade e previsibilidade na produção

A água é um dos principais fatores que limitam a produtividade agrícola. Tanto o déficit quanto o excesso hídrico podem comprometer o desenvolvimento das culturas e reduzir o potencial produtivo.

Por isso, o manejo adequado da irrigação é considerado estratégico para garantir estabilidade na produção, especialmente em regiões com variação climática.

Com o uso de sistemas de irrigação, o produtor consegue suprir a demanda hídrica da planta nos momentos críticos, reduzindo o estresse e promovendo crescimento mais uniforme.

Publicidade

“O controle da água traz previsibilidade. O produtor deixa de depender apenas do clima e passa a ter mais domínio sobre a lavoura”, explica Torezani.

3. Irrigação por gotejamento aumenta eficiência no uso da água

Entre as tecnologias disponíveis, a irrigação por gotejamento se destaca pela alta eficiência no uso da água e dos nutrientes.

O sistema aplica a água diretamente na região das raízes, em pequenas quantidades e de forma controlada, reduzindo perdas por evaporação e lixiviação. Essa precisão permite maior aproveitamento hídrico e melhor desempenho das culturas.

Quando associada à fertirrigação, a tecnologia também potencializa o uso de fertilizantes, contribuindo para plantas mais vigorosas e produtivas.

“O gotejamento fornece exatamente o que a planta precisa, no momento certo. Isso impacta diretamente na produtividade final”, destaca o engenheiro agrônomo.

Eficiência no manejo define o resultado da safra

A combinação entre solo bem estruturado, manejo hídrico eficiente e uso de tecnologias como a irrigação por gotejamento forma a base da agricultura de alta produtividade.

Em um cenário de custos elevados e maior exigência por eficiência, a tomada de decisão ao longo do ciclo produtivo se torna determinante para garantir rentabilidade e sustentabilidade no campo.

Publicidade

Fonte: Portal do Agronegócio

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

Continue Lendo

Agricultura

Produção de trigo da Austrália deve cair para 29 milhões de toneladas na safra 2026/27, aponta USDA

Publicado

em

Foto: CNA

A produção de trigo da Austrália deve registrar queda significativa na safra 2026/2027, com estimativa de 29 milhões de toneladas, segundo relatório do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). O volume representa uma retração expressiva em relação às 36 milhões de toneladas colhidas no ciclo anterior.

Menor área e clima adverso explicam recuo

A redução da produção está diretamente ligada à diminuição da área plantada e à expectativa de menor produtividade. A área semeada com trigo deve cair de 12,4 milhões para 11,8 milhões de hectares, refletindo condições climáticas adversas e ajustes no planejamento agrícola.

Regiões importantes, como o sul de Queensland e o norte de New South Wales, enfrentam clima seco, o que impacta o potencial produtivo. Além disso, o aumento nos preços dos fertilizantes nitrogenados — influenciado por tensões geopolíticas — tem levado produtores a reavaliar o uso de insumos e a estratégia de plantio.

Publicidade

Produtividade segue acima da média, mas abaixo do último ciclo

A produtividade média do trigo australiano está projetada em 2,46 toneladas por hectare. Embora o índice permaneça acima da média dos últimos dez anos, ele fica abaixo do desempenho observado na safra anterior.

Mesmo com avanços em práticas agrícolas, como manejo de solo, rotação de culturas e maior eficiência no uso de insumos, o clima continua sendo o principal fator de risco. A possibilidade de eventos como o El Niño também permanece no radar do mercado.

Exportações acompanham queda da produção

Com menor oferta, as exportações australianas de trigo devem recuar para 23,5 milhões de toneladas no ciclo 2026/27, frente às 26 milhões embarcadas na temporada anterior.

Publicidade

A Austrália segue como um importante fornecedor global, com presença em mais de 50 mercados. A Indonésia permanece como principal destino do trigo australiano.

Cevada mantém relevância, mas também perde força

No caso da cevada, a produção está estimada em 13,6 milhões de toneladas. Apesar de ficar acima da média histórica, o volume representa queda em relação ao recorde do ciclo anterior.

A área plantada com cevada deve crescer cerca de 7%, impulsionada justamente pelo aumento dos custos dos fertilizantes, já que a cultura exige menor aplicação de nitrogênio.

Por outro lado, a produtividade tende a recuar para 2,67 toneladas por hectare, retornando a níveis mais próximos da média. As exportações também devem diminuir, com previsão de 7 milhões de toneladas após volumes recordes recentes.

Publicidade

A China continua como principal destino da cevada australiana, especialmente após a retirada das tarifas de importação que anteriormente limitavam o comércio.

Oferta global de grãos segue no radar

A queda na produção australiana de trigo reforça a atenção do mercado global em relação à oferta de grãos. Mesmo com volumes ainda relevantes, a redução pode influenciar fluxos comerciais e formação de preços internacionais.

O cenário para a safra 2026/27 será determinado, principalmente, pela evolução do clima e pelos custos de produção, fatores que seguem como decisivos para o equilíbrio entre oferta e demanda no mercado global.

Fonte: Portal do Agronegócio

Publicidade

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

Continue Lendo

Agricultura

Soja disponível em Mato Grosso tem alta na cotação no preço

Publicado

em

foto: Só Notícias/arquivo

A votação a soja disponível em Mato Grosso avançou 0,51% semana passada e fechou, uma última sexta-feira, a R$ 102,26 no indicador do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (IMEA). A informação foi divulgada ontem à noite.

O preço da soja em Chicago (EUA) para o contrato março do ano que vem subiu 0,52% quando comparado ao da semana passada, sendo cotado na média de US$ 11,69/bu

O indicador paridade de exportação março de 2027 registrou um incremento de 0,73% no comparativo semanal, reflexo do avanço nos preços dos prêmios de exportação.

Só Notícias

Publicidade

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

Continue Lendo

Tendência