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Agronegócio

Circuito Nelore de Qualidade 2024 chega à 24ª etapa nacional, em Araputanga (MT)

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Reprodução

O Circuito Nelore de Qualidade 2024 retorna ao Mato Grosso, desta vez na cidade de Araputanga. A 24ª etapa está marcada para o dia 31 de outubro e prevê a avaliação de 1.050 animais. A realização do evento conta com a colaboração da Associação dos Criadores de Nelore do Mato Grosso (ACNMT) e da Associação de Criadores de Nelore do Brasil (ACNB), além do apoio da Friboi e da Matsuda Sementes e Nutrição Animal.

“Esta será a última etapa desta edição a ser realizada no Mato Grosso. O estado tem apresentado um excelente desempenho, se destacando no Circuito. Esperamos que essa etapa mantenha a sequência dos ótimos resultados já alcançados em outras cidades da região, além dos neloristas dedicados”, destaca Victor Miranda, presidente da ACNB.

Araputanga está situada na região sudoeste do estado e abriga mais de 185 mil bovinos, principalmente da raça Nelore. Os pecuaristas locais trabalham para impulsionar a economia da cidade, oferecendo animais de alta qualidade.

“Estamos prontos para concluir as etapas em Mato Grosso com excelência! Valorizamos a raça Nelore e incentivamos os neloristas a evoluírem com qualidade e consistência na pecuária”, finaliza Miranda.

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Os melhores lotes da etapa recebem troféus e premiações em produtos da Matsuda. Os vencedores dos campeonatos nacionais do Circuito Nelore de Qualidade serão anunciados na Nelore Fest, o “Oscar da Pecuária”, que acontecerá em 7 de dezembro de 2024, em São Paulo. Nesse evento, também serão conhecidos os campeões das etapas internacionais, contabilizadas separadamente.

Contatos para inscrições 

Para participar do Circuito Nelore de Qualidade em Araputanga, os pecuaristas devem entrar em contato com a unidade Friboi local pelo telefone (65) 99618-3703, para falar com Edinho ou (65) 99643-2427, para falar com Allan.

Calendário:

As próximas etapas do Circuito acontecem nas seguintes datas:

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01/11 – Friboi de Naviraí (MS)

07 e 08/11 – Fribal de Imperatriz (MA)

12/11 – Friboi de Itapetinga (BA)

14/11 – Friboi de Redenção (PA)

19/11 – Friboi de Santana do Araguaia (PA)

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20 e 21/11 – Friboi de Mozarlândia (GO)

23/11 – Friboi de Marabá (PA)

28/11 – Friboi de Campo Grande (MS) Unid. II

Circuito Nelore de Qualidade

Realizado pela Associação dos Criadores de Nelore do Brasil (ACNB), o Circuito Nelore de Qualidade fortalece e promove a genética Nelore, contribuindo para a evolução da raça e seu posicionamento como produtora de carne de qualidade. A iniciativa avalia resultados obtidos pelos produtores, cada qual em sua realidade e sistema de produção.

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Promovido desde 1999 no Brasil, o Circuito conta com apoio de Friboi, Frisa, Fribal, Masterboi e Matsuda Sementes e Nutrição Animal. Na Bolívia, a iniciativa tem apoio do frigorífico local Fridosa e é organizada em conjunto com a Asocebu. No Paraguai, a organização é da Associação Paraguaia dos Criadores de Nelore com o apoio do Minerva Foods. O Circuito Nelore de Qualidade é o maior campeonato de avaliação de carcaças de bovinos do mundo.

SOBRE A ACNB  

A Associação dos Criadores de Nelore do Brasil (ACNB) é a entidade de âmbito nacional que representa criadores da raça de todo o país. Fundada há 70 anos, a ACNB se dedica ao fomento, defesa e valorização do Nelore, contribuindo para a seleção zootécnica e a produção de carne bovina de qualidade. Para isso, valoriza a genética superior, o manejo sustentável e o bem-estar animal. Entre outras iniciativas, a ACNB promove o Circuito Nelore de Qualidade, os Rankings Nacionais (Nelore, Nelore Mocho e Nelore Pelagens) e a oficialização de leilões da raça. O Nelore é a raça mais importante da pecuária brasileira, representando cerca de 80% do rebanho de corte nacional. Para mais informações, acesse www.nelore.org.br e acompanhe a associação no Instagram e no Facebook.

Gabriela Carvalho

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Agronegócio

Cacau recua com expectativa de maior oferta africana

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A baixa reverteu parte expressiva dos ganhos recentes – Foto: Divulgação

 

O mercado internacional de cacau voltou a operar sob forte pressão, em um movimento de correção após semanas de valorização e maior cautela dos agentes em relação à oferta global. Segundo informações da StoneX, os contratos encerraram o pregão desta segunda-feira, 17, com queda próxima de 6%, retornando para abaixo do patamar psicológico de US$ 4.000 por tonelada.

A baixa reverteu parte expressiva dos ganhos recentes, em um cenário no qual o cacau havia superado US$ 4.500 por tonelada apenas cinco dias antes. O recuo ocorreu depois de três semanas consecutivas de alta, período marcado por um rali sustentado principalmente por liquidações de posições no mercado e por preocupações climáticas em regiões produtoras da África Ocidental.

O movimento desta segunda-feira foi interpretado como uma realização técnica, associada a uma mudança na percepção de risco sobre a oferta. Entre os fatores que contribuíram para a pressão sobre as cotações, ganhou força no mercado o rumor de que a Costa do Marfim poderia revisar para cima sua estimativa de produção na safra 2025/26.

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A nova projeção, ainda tratada como rumor no mercado, indicaria uma colheita de 2,2 milhões de toneladas no país africano, acima da faixa estimada anteriormente, entre 1,8 milhão e 1,9 milhão de toneladas. A possível revisão estaria relacionada a condições climáticas mais favoráveis, que poderiam ampliar o potencial produtivo da safra.

Com isso, a perspectiva de uma produção africana acima do esperado reduziu parte do prêmio de risco incorporado aos preços nas últimas semanas. O ajuste também sinaliza maior sensibilidade do mercado a qualquer mudança nas expectativas de oferta, especialmente após um período de forte recuperação das cotações.

Apesar da queda acentuada, o comportamento recente dos preços mostra que o mercado segue atento às condições climáticas e às informações sobre produção na África Ocidental. A combinação entre rumores de maior oferta e realização de lucros foi suficiente para interromper o movimento de alta e recolocar os contratos abaixo de um nível considerado relevante pelos agentes.

Agrolink – Leonardo Gottems

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Agronegócio

Produtores ganham mercado futuro para venda do leite

Publicado

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Imagem: Faep

 

Os produtores de leite terão mais previsibilidade sobre o valor que receberão pela produção. Isso porque o mercado agora conta com a possibilidade de contratos futuros para os produtos lácteos, a exemplo de outras commodities agrícolas como soja, milho e boi gordo.

No chamado “mercado futuro”, os contratos são negociados diretamente entre as partes, no mercado de balcão, sem listagem em bolsa, para uma data futura com preços já definidos. O instrumento financeiro de proteção (ferramenta hedge), que visa a minimizar os riscos das oscilações do preço do leite, está em funcionamento desde 13 de maio. O desenvolvimento da ferramenta teve participação do Sistema FAEP, StoneX Leite Brasil, Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea – Esalq/USP) e Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA).

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“O desenvolvimento da ferramenta teve atuação direta do Sistema FAEP, que participou ativamente até chegar a essa solução”, comenta o presidente da entidade, Ágide Eduardo Meneguette.

Além de atuar diretamente na construção da ferramenta, pela Comissão Técnica (CT) de Bovinocultura de Leite e pela atuação do Conselho Paritário de Produtores Rurais e Indústrias de Laticínios (Conseleite-Paraná), o Sistema FAEP colabora para que os produtores do Paraná cheguem mais preparados para a atuação no mercado futuro.

“Trabalhamos por anos para desenvolver um mecanismo que desse mais previsibilidade para o produtor de leite do Paraná e de todo o país”, complementa Ronei Volpi, que até há dois meses presidia a Comissão Nacional de Pecuária de Leite da CNA. “Agora, com a ferramenta, o produtor pode travar o preço e saber quanto vai receber lá no futuro. Europa, Estados Unidos e outras commodities do Brasil já vinham utilizando”, afirma.

Com preço já conhecido a médio e longo prazos, o produtor terá mais segurança para tomar crédito e realizar os investimentos necessários para aumentar a escala, eficiência e produtividade.

“A ferramenta é aberta para produtores e indústrias de todos os portes. Para acessar, basta ter uma conta na corretora, porque esse é um contrato de balcão, negociado diretamente com a corretora”, explica Guilherme Dias, assessor técnico da CNA.

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Ainda de acordo com Dias, nada muda na comercialização física do leite. O instrumento vai apenas ser aliado nas negociações. “Vai contribuir para que o produtor tenha uma remuneração adequada pelo produto, onde eventuais perdas no mercado físico serão compensadas pelo contrato financeiro”, completa.

Produção paranaense

O Paraná produz mais de quatro bilhões de litros de leite por ano, sendo o segundo produtor nacional, atrás apenas de Minas Gerais. As principais bacias leiteiras paranaenses ficam nas regiões dos Campos Gerais e Sudoeste.

Para Eduardo Lucacin, presidente da CT de Bovinocultura de Leite e vice-presidente do Conseleite-Paraná, o mercado futuro do leite é uma conquista histórica importante para toda cadeia leiteira do país. “É uma revolução. É uma ferramenta importantíssima de controle e previsibilidade”, afirma.

Desde o último dia 13 de maio, a corretora StoneX já utiliza os indicadores do Cepea para a liquidação dos contratos: Leite UHT Sudeste (R$/litro) e Queijo Muçarela Sudeste (R$/kg), ambos de divulgação diária; e do Leite em Pó Industrial 25 quilos São Paulo (R$/kg), de periodicidade semanal.

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“Já temos os preços pelos contratos por quilo e por litro, até o final do ano. Então hoje, com a nova ferramenta, como produtor, já tenho possibilidade de ver o preço do mercado futuro de dezembro e tomar decisões em cima disso”, completa Lucacin, que também produz leite em Mariluz, região Noroeste do Paraná.

Conseleite Paraná

Desde que foi criado, há mais de vinte anos, o Conseleite desenvolve um cálculo que baliza os preços do mercado de leite no Paraná.

“O valor de referência calculado pelo Conselho é determinante para a negociação de leite da maioria dos produtores do Paraná. De maneira muito confiável, as informações divulgadas pelo Conseleite mostram a tendência, o mercado e os valores praticados pela indústria, pelo varejo e o que pode ser negociado pelos produtores”, comenta Lucacin.

Essa atuação, mediada pelo Sistema FAEP, foi replicada em outros Estados, como Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Rondônia e Mato Grosso. “Os produtores de leite do Paraná e daqueles Estados que também reproduzem o modelo criado pelo Conselho já têm intimidade com os números de mercado. Isso vai ajudar a trabalhar com o mercado futuro de leite”, garante o presidente da Comissão.

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Os dados e histórico dos últimos dez anos estão disponíveis no site do Sistema FAEP, em https://www.sistemafaep.org.br/conseleite-parana/.

Com FAEP

Fernanda Toigo

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Agronegócio

Custo do milho para safra 2026/27 sobe em Mato Grosso e pressiona margem do produtor

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Foto: EPAGRI

 

Levantamento do projeto CPA-MT, desenvolvido pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Rural de Mato Grosso e pelo Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária, aponta aumento nos custos de produção do milho para a safra 2026/27 em Mato Grosso. Segundo os dados divulgados em abril de 2026, o custeio da cultura foi estimado em R$ 3.772,24 por hectare, avanço de 2,32% em relação ao mês anterior.

A alta foi puxada principalmente pelo encarecimento dos fertilizantes e corretivos, que registraram aumento de 4,30%. Os defensivos agrícolas também apresentaram elevação de 2,46%, enquanto os gastos com sementes tiveram reajuste de 0,11%.

De acordo com a análise, o cenário internacional segue influenciando diretamente o mercado agrícola. As tensões geopolíticas ampliam as incertezas globais e pressionam os preços futuros dos insumos utilizados na produção.

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Com isso, o Custo Operacional Efetivo (COE) avançou 1,72% em comparação a março, encerrando abril em R$ 5.501,12 por hectare. Já o Custo Total (CT) teve aumento de 1,25%, alcançando R$ 7.395,26 por hectare.

O estudo também calculou o ponto de equilíbrio da atividade considerando a produtividade estimada da safra 2025/26, projetada em 118,71 sacas por hectare. Nesse cenário, o produtor precisará comercializar a saca do milho a R$ 31,78 para cobrir o custeio direto da lavoura. Para arcar com o COE, o valor necessário sobe para R$ 46,34 por saca.

Atualmente, o preço médio projetado para a safra 2026/27 em abril está em R$ 45,68 por saca. O valor ainda permite cobrir o custeio da produção, porém permanece abaixo do necessário para absorver integralmente o COE.

Diante desse cenário, o CPA-MT avalia que o produtor mato-grossense precisará acompanhar o mercado com atenção e buscar oportunidades estratégicas de comercialização para melhorar a rentabilidade da atividade e reduzir os impactos da alta dos custos de produção.

Fonte: CenárioMT

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Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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