Conecte-se Conosco

Agronegócio

Reduza o custo de energia no aviário com cortinas translúcidas e mais luz natural

Publicado

em

Reprodução

No setor avícola, o bem-estar animal tornou-se uma demanda crescente, impulsionada tanto por exigências de mercado quanto pelo compromisso com práticas mais sustentáveis. Nesse contexto, uma alternativa inovadora tem se destacado: o uso de cortinas com faixas translúcidas nos aviários, permitindo a entrada de luz natural.

Além de promover maior conforto às aves, essa prática representa uma economia significativa para os produtores, ao reduzir o uso de iluminação artificial.

As cortinas nos aviários desempenham um papel essencial no controle da temperatura e na proteção das aves contra as condições climáticas externas. No entanto, em novos modelos de aviários, as cortinas passaram a incluir uma faixa transparente ou translúcida que permite a entrada de luz solar nos galpões.

A equipe de reportagem do Ligados & Integrados visitou uma granja em Bom Sucesso, no Paraná, dos produtores Bruno e Ana Paula Martins, para mostrar na prática como funciona essa alternativa. A granja, está em operação há um ano, e já foi projetada com essa nova abordagem de cortina. Assista ao vídeo abaixo e confira a reportagem na íntegra.

Publicidade
O Ligados & Integrados está na tela do Canal Rural de segunda a quinta-feira às 11h45 e sexta-feira às 11h30.

Segundo Ester Romero, extensionista da Seara, essa adaptação tem impacto direto no bem-estar animal. “Hoje em dia, o bem-estar animal é uma exigência de mercado. Em granjas como essa, as aves podem expressar seu comportamento natural, com acesso à luz solar durante parte do dia. Essa faixa translúcida nas cortinas permite que o sol entre, proporcionando uma iluminação semelhante à natureza,” explica Romero.

“Além do conforto para as aves, essa adaptação gera um benefício direto ao produtor, diminuindo os custos com eletricidade,” destaca Ester.

A prática de utilizar cortinas translúcidas nos aviários é mais do que uma medida de economia: é uma tendência que atende às novas exigências do mercado, que valoriza práticas que promovem o bem-estar animal e o respeito ao meio ambiente.

Aline Mendonça

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

Publicidade

Mídia Rural, sua fonte confiável de informações sobre agricultura, pecuária e vida no campo. Aqui, você encontrará notícias, dicas e inovações para otimizar sua produção e preservar o meio ambiente. Conecte-se com o mundo rural e fortaleça sua

Continue Lendo
Publicidade
Clique Para Comentar

Deixe uma Resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Agronegócio

Preço do leite ao produtor sobe mais de 5% em fevereiro

Publicado

em

Reprodução

O preço do leite pago ao produtor registrou a segunda alta consecutiva em fevereiro/26. A pesquisa do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP, mostra que a “Média Brasil” do leite ao produtor subiu 5,43% no mês e fechou a R$ 2,1464/litro. O preço, contudo, ainda está 25,45% abaixo do registrado em fevereiro/25, em termos reais (os valores foram deflacionados pelo IPCA de fevereiro/26).

O movimento de alta ganhou força devido ao aumento da competição dos laticínios na compra do leite cru, num contexto de diminuição de oferta. De janeiro para fevereiro, o ICAP-L (Índice de Captação de Leite) caiu 3,6% na Média Brasil, influenciado pelos resultados no Paraná, Goiás, São Paulo e Minas Gerais.

Essa diminuição na captação é explicada pela combinação de dois fatores: de um lado, pela sazonalidade – já que o clima nesta época do ano tende a influenciar negativamente a oferta de pastagem e elevar o custo com a nutrição animal; e, de outro, pela maior cautela de investimentos na atividade – resultado das consecutivas quedas no preço do leite ao longo de 2025 e do estreitamento da margem dos produtores.

Vale ressaltar que a pesquisa do Cepea aponta que, em fevereiro/26, o Custo Operacional Efetivo (COE) da atividade continuou subindo, com alta de 0,32% na “Média Brasil”. Por outro lado, com a queda no preço do milho e a recente valorização do leite, a relação de troca ficou mais vantajosa para o produtor neste início de ano.

Publicidade

Se em janeiro, o mercado de derivados ainda não conseguia reagir, em fevereiro, o cenário mudou. Levantamento realizado pelo Cepea com apoio da OCB (Organização das Cooperativas Brasileiras) mostra que a redução da oferta de matéria-prima e o fortalecimento da demanda possibilitaram uma reação nos preços do leite UHT e do queijo muçarela, ambos negociados no atacado paulista. A tendência é de que esse movimento de recuperação se intensifique ao longo de março – reforçando a perspectiva de que a valorização do leite cru persista no campo.

Fonte: CenárioMT

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

Continue Lendo

Agronegócio

Algodão reage em março e preços atingem maior alta desde 2022

Publicado

em

Foto: Fabiano José Perina

Após um longo período de estabilidade, os preços do algodão em pluma voltaram a subir com força ao longo de março no mercado brasileiro. O movimento de valorização é sustentado por uma combinação de fatores que envolvem tanto o cenário interno quanto o ambiente internacional, segundo análises do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

O Indicador CEPEA/ESALQ se aproxima de R$ 3,90 por libra-peso, registrando a maior alta mensal desde agosto de 2022. Ao longo do mês, vendedores mantiveram uma postura firme nas negociações, atentos à valorização do algodão no mercado externo e evitando ceder em preços.

Do lado da demanda, o cenário também contribuiu para a elevação das cotações. Compradores, incluindo indústrias nacionais e tradings exportadoras, intensificaram a atuação no mercado, aumentando a disputa pela matéria-prima disponível.

Além disso, fatores macroeconômicos ajudaram a sustentar o movimento de alta. A valorização internacional do petróleo, o encarecimento dos fretes e o elevado comprometimento da safra 2024/25 reforçaram o ambiente de preços mais firmes. Com grande parte da produção já negociada antecipadamente, a disponibilidade no mercado spot ficou mais restrita, ampliando a pressão sobre os valores.

Publicidade

Esse conjunto de fatores indica um cenário de maior firmeza para o algodão no curto prazo, com o mercado atento à evolução da demanda global e às condições logísticas e econômicas que seguem influenciando diretamente a formação de preços.

Fonte: CenárioMT

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

 

Publicidade
Continue Lendo

Agronegócio

Aumenta preço do óleo de soja em Mato Grosso impactado por alta na demanda do biodiesel

Publicado

em

foto: arquivo/assessoria

 

O Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (IMEA) informou que, com a demanda aquecida pelo setor de biodiesel tem elevado os preços do óleo de soja no Estado. Nesse contexto, o avanço dos preços do petróleo no mercado internacional tem elevado o custo do diesel, aumentando a competitividade dos biocombustíveis. Como consequência, o aumento na demanda por biodiesel intensifica a procura por óleo de soja para o esmagamento, principal matéria-prima na produção. Refletindo esse cenário de maior demanda, o preço do coproduto valorizou 1,48% na semana passada, sendo negociado a R$ 5.886,75/tonelada.

Mês passado, a produção de biodiesel no Estado atingiu 195.343 m³, alta de 114,38% frente ao mesmo período do ano anterior e 64,07% acima da média dos últimos cinco anos, reforçando o consumo no mercado interno. Quanto à produção do Brasil, Mato Grosso respondeu por 22,65% da produção nacional em 2025. Por fim, a ampliação da mistura obrigatória para B16, ainda em 2026, não apenas reduz a necessidade de diesel, mas também aumenta a demanda por óleo de soja. Mesmo com safras recordes, esse movimento contribui para a absorção da oferta e dá suporte aos preços do coproduto no estado

Redação Só Notícias

Publicidade

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

Continue Lendo

Tendência