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Agricultura

Brasil Ultrapassa 10 Milhões de Hectares em Florestas Plantadas e Setor Madeireiro Vislumbra Expansão Sustentável

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Divulgação

O Brasil atingiu a marca de 10 milhões de hectares de florestas plantadas, posicionando-se como um dos principais produtores mundiais de madeira. Com forte investimento em sustentabilidade, a indústria madeireira brasileira prevê um crescimento expressivo nos próximos anos, impulsionado pela demanda global por madeira e derivados. Segundo a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), o consumo de madeira processada deve aumentar 37% até 2050.

A madeira, uma das matérias-primas mais utilizadas pela humanidade para construção, mobiliário e ferramentas, segue desempenhando papel fundamental na economia global. Em 2024, o mercado de madeira serrada deverá movimentar cerca de US$ 757,33 milhões, de acordo com a Mordor Intelligence.

Empresários do setor preveem crescimento contínuo, apesar dos desafios impostos pela pandemia e pela guerra na Ucrânia. Higino Aquino, CEO do Instituto Brasileiro de Florestas, ressalta que o cultivo de florestas plantadas reduz a pressão sobre as florestas nativas e contribui para o sequestro de dióxido de carbono ao longo do crescimento das árvores. Em 2022, a contribuição do setor de florestas plantadas ao Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil foi a maior em mais de uma década, o que destaca sua relevância econômica e ambiental.

Ricardo Rossini, presidente do SindiMadeFloema e da Madeireira Rozene Rossini, aponta a sustentabilidade como uma vantagem incomparável das florestas plantadas, afirmando que o mercado agora vive uma fase de ajuste após o aumento da demanda durante a pandemia. “Nada se compara à madeira quando falamos de sustentabilidade”, comenta Rossini.

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O eucalipto representa 76% das florestas plantadas no país, com o pinus em segundo lugar em extensão de plantio. Felipe Macedo, diretor da M.M Wood Brazil, observa que a eficiência da indústria tem aumentado significativamente, com modelos de corte que aproveitam quase 99% das árvores plantadas, ampliando a produtividade e o uso sustentável dos recursos. Com essas práticas, o setor madeireiro brasileiro se fortalece para atender à demanda global de maneira sustentável, consolidando sua posição estratégica no cenário internacional.

Fonte: Portal do Agronegócio

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Agricultura

Ciclo de baixa começa a se firmar no mercado de fertilizantes

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O cenário regional permanece marcado por volatilidade – Foto: Divulgação

s mercados globais de fertilizantes começam a mostrar sinais consistentes de enfraquecimento, com a alta dos preços reduzindo a capacidade de compra dos produtores e pressionando a demanda. Segundo análise do Rabobank, esse movimento, já antecipado em projeções anteriores, passa a se materializar na queda contínua do índice de acessibilidade dos fertilizantes. Apesar de algumas regiões ainda apresentarem resiliência pontual, a leitura predominante indica desaceleração da demanda ao longo de 2025 e um quadro mais fraco em 2026.

A média móvel de 12 meses do índice avançou ainda mais para o campo negativo, confirmando o início de um novo ciclo de baixa. O comportamento é semelhante ao observado em períodos anteriores de contração e sugere um processo mais prolongado de redução no consumo global de insumos.

O cenário regional permanece marcado por volatilidade. Nos Estados Unidos, tensões geopolíticas e tarifas comerciais tendem a impactar a próxima safra. Na Europa, a expectativa é de elevação de preços com a entrada em vigor do Mecanismo de Ajuste de Carbono na Fronteira. No Brasil, produtores enfrentam margens apertadas e restrições de crédito, embora as entregas de fertilizantes possam alcançar volumes recordes em 2025. A China segue priorizando o abastecimento interno, enquanto a Índia mantém papel central no comércio global de ureia, influenciando os preços a cada novo leilão.

A demanda por ureia deve recuar em 2026 após a forte alta de preços, que já vem reduzindo o consumo, especialmente no Brasil, onde há migração para o sulfato de amônio. Os fosfatados permanecem com preços elevados, o que deve resultar em queda de 4% no consumo global em 2025, com novas reduções no ano seguinte. As exportações chinesas diminuíram, enquanto Marrocos e Arábia Saudita ampliaram embarques, mantendo o volume total de comércio limitado.

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No mercado de potássio, a recuperação observada em 2024 tende a perder força em 2025 com a retomada das altas de preços. Importações recordes planejadas pelo Brasil podem atenuar a retração em outras regiões, mas, se os valores permanecerem elevados, a demanda global deve voltar a cair em 2026.

AGROLINK – Leonardo Gottems

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Agricultura

Girassol inicia colheita e mantém preços no RS

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Foto: Divulgação

 

A colheita de girassol teve início em áreas do Rio Grande do Sul, conforme o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar na quinta-feira (1). Na região administrativa de Bagé, produtores de São Borja começaram a retirar a cultura do campo, com cerca de 20% das lavouras já com o ciclo concluído.

A área cultivada no município soma 2.000 hectares, com expectativa de produtividade de 1.800 quilos por hectare e preço em torno de R$ 125,00 por saca de 60 quilos. Segundo o levantamento, “os produtores de São Borja estão em início de colheita”, indicando o avanço dos trabalhos nesta etapa da safra.

Na região administrativa de Santa Rosa, a área plantada com girassol alcança aproximadamente 1.800 hectares, volume que representa o dobro do inicialmente estimado. A produtividade projetada é de 1.830 quilos por hectare. O Informativo Conjuntural aponta que “1% das lavouras está em enchimento de grãos, 75% em maturação e 24% já colhidos”. O preço apresentou elevação na região e foi cotado em R$ 126,13 por saca de 60 quilos, refletindo a movimentação do mercado no período.

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AGROLINK – Seane Lennon

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Agricultura

Produtores ampliam sorgo como alternativa ao milho

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Foto: Pixabay

A semeadura do sorgo avança na região administrativa da Emater/RS-Ascar de Bagé, com destaque para o município de São Borja, mesmo diante do registro de chuvas irregulares. As informações constam no Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar na quinta-feira (1).

De acordo com o levantamento, a previsão é de cultivo de 5.000 hectares na região, com “95% das áreas já implantadas”. O documento aponta que os produtores acompanham o desenvolvimento da cultura ao longo da implantação da safra.

O Informativo registra ainda que o sorgo tem sido adotado como alternativa ao milho por ser considerado “uma opção de menor custo e risco ambiental”, mantendo os benefícios de uma gramínea de verão no sistema de rotação de culturas.

AGROLINK – Seane Lennon

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Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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