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Agronegócio

Duas raças realizam exposições nacionais dentro da Agrovino em Bagé

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Foto: Assoc. Romney Marsh/Divulgação

 

Exposições nacionais das raças Hampshire Down e Romney Marsh estão entre as atrações da 17ª edição da Agrovino, exposição de ovinos que faz parte do calendário de feiras de verão da Associação Brasileira dos Criadores de Ovinos (Arco) em parceria com sindicatos rurais dos municípios. A Agrovino é promovida pela Associação Bageense de Criadores de Ovinos (Abaco) e Associação e Sindicato Rural de Bagé. O evento ocorrerá de 15 a 18 de janeiro no Parque Visconde de Ribeiro Magalhães, em Bagé (RS).

Entre as atrações da Agrovino está a realização de duas exposições nacionais, uma da raça Romney Marsh e outra da raça Hampshire Down. O presidente da Associação Brasileira de Criadores de Ovinos Romney Marsh, Pedro Pedroso, ressalta que será a quarta exposição nacional da raça dentro da Agrovino. “A Nacional é de suma importância para a Romney Marsh por ser um momento onde a raça mostra o que há de melhor na criação. Não falamos tanto em quantidade, mas sim na qualidade dos exemplares que serão exibidos, o que chamará a atenção de qualquer ovinocultor”, garante. Pedroso convida criadores e simpatizantes da raça em geral a acompanharem na Agrovino “o que há de melhor na raça Romney Marsh”, conclui.

Já o presidente da Associação Brasileira dos Criadores de Ovinos Hampshire Down, Jean Capelli, ressalta que a exposição nacional da raça na Agrovino será a 13ª edição. “É uma exposição muito importante para nós criadores, não apenas da raça, mas ovelheiros em geral, lembrando que a ovelha de carne está cada vez mais projetada, crescendo em uma expansão fantástica em nível de sul e em nível geral de Brasil, de Mercosul e de mundo”, define. Capelli descreve que serão 84 animais de galpão e 44 rústicos, totalizando 128 ovinos da raça Hampshire Down. “O julgamento da raça acontecerá no dia 16 de janeiro, a partir das 9h00. Também está previsto para o mesmo dia a edição nacional do remate da raça, a partir das 19h30, com transmissão ao vivo, e que agregará qualidade em pista e uma importante oferta de animais de alta qualidade, tanto machos quanto fêmeas, rústicos ou exemplares a galpão”, explica.

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Após as avaliações e a divulgação do ranking, cada criador poderá encaminhar seus animais para os remates. Serão cinco leilões para comercialização de reprodutores, fêmeas, animais de abate e recria.

Texto: Artur Chagas/AgroEffective

AgroEffective Assessoria de Imprensa

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Agronegócio

Preço do leite ao produtor sobe mais de 5% em fevereiro

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Reprodução

O preço do leite pago ao produtor registrou a segunda alta consecutiva em fevereiro/26. A pesquisa do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP, mostra que a “Média Brasil” do leite ao produtor subiu 5,43% no mês e fechou a R$ 2,1464/litro. O preço, contudo, ainda está 25,45% abaixo do registrado em fevereiro/25, em termos reais (os valores foram deflacionados pelo IPCA de fevereiro/26).

O movimento de alta ganhou força devido ao aumento da competição dos laticínios na compra do leite cru, num contexto de diminuição de oferta. De janeiro para fevereiro, o ICAP-L (Índice de Captação de Leite) caiu 3,6% na Média Brasil, influenciado pelos resultados no Paraná, Goiás, São Paulo e Minas Gerais.

Essa diminuição na captação é explicada pela combinação de dois fatores: de um lado, pela sazonalidade – já que o clima nesta época do ano tende a influenciar negativamente a oferta de pastagem e elevar o custo com a nutrição animal; e, de outro, pela maior cautela de investimentos na atividade – resultado das consecutivas quedas no preço do leite ao longo de 2025 e do estreitamento da margem dos produtores.

Vale ressaltar que a pesquisa do Cepea aponta que, em fevereiro/26, o Custo Operacional Efetivo (COE) da atividade continuou subindo, com alta de 0,32% na “Média Brasil”. Por outro lado, com a queda no preço do milho e a recente valorização do leite, a relação de troca ficou mais vantajosa para o produtor neste início de ano.

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Se em janeiro, o mercado de derivados ainda não conseguia reagir, em fevereiro, o cenário mudou. Levantamento realizado pelo Cepea com apoio da OCB (Organização das Cooperativas Brasileiras) mostra que a redução da oferta de matéria-prima e o fortalecimento da demanda possibilitaram uma reação nos preços do leite UHT e do queijo muçarela, ambos negociados no atacado paulista. A tendência é de que esse movimento de recuperação se intensifique ao longo de março – reforçando a perspectiva de que a valorização do leite cru persista no campo.

Fonte: CenárioMT

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Agronegócio

Algodão reage em março e preços atingem maior alta desde 2022

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Foto: Fabiano José Perina

Após um longo período de estabilidade, os preços do algodão em pluma voltaram a subir com força ao longo de março no mercado brasileiro. O movimento de valorização é sustentado por uma combinação de fatores que envolvem tanto o cenário interno quanto o ambiente internacional, segundo análises do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

O Indicador CEPEA/ESALQ se aproxima de R$ 3,90 por libra-peso, registrando a maior alta mensal desde agosto de 2022. Ao longo do mês, vendedores mantiveram uma postura firme nas negociações, atentos à valorização do algodão no mercado externo e evitando ceder em preços.

Do lado da demanda, o cenário também contribuiu para a elevação das cotações. Compradores, incluindo indústrias nacionais e tradings exportadoras, intensificaram a atuação no mercado, aumentando a disputa pela matéria-prima disponível.

Além disso, fatores macroeconômicos ajudaram a sustentar o movimento de alta. A valorização internacional do petróleo, o encarecimento dos fretes e o elevado comprometimento da safra 2024/25 reforçaram o ambiente de preços mais firmes. Com grande parte da produção já negociada antecipadamente, a disponibilidade no mercado spot ficou mais restrita, ampliando a pressão sobre os valores.

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Esse conjunto de fatores indica um cenário de maior firmeza para o algodão no curto prazo, com o mercado atento à evolução da demanda global e às condições logísticas e econômicas que seguem influenciando diretamente a formação de preços.

Fonte: CenárioMT

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

 

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Agronegócio

Aumenta preço do óleo de soja em Mato Grosso impactado por alta na demanda do biodiesel

Publicado

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foto: arquivo/assessoria

 

O Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (IMEA) informou que, com a demanda aquecida pelo setor de biodiesel tem elevado os preços do óleo de soja no Estado. Nesse contexto, o avanço dos preços do petróleo no mercado internacional tem elevado o custo do diesel, aumentando a competitividade dos biocombustíveis. Como consequência, o aumento na demanda por biodiesel intensifica a procura por óleo de soja para o esmagamento, principal matéria-prima na produção. Refletindo esse cenário de maior demanda, o preço do coproduto valorizou 1,48% na semana passada, sendo negociado a R$ 5.886,75/tonelada.

Mês passado, a produção de biodiesel no Estado atingiu 195.343 m³, alta de 114,38% frente ao mesmo período do ano anterior e 64,07% acima da média dos últimos cinco anos, reforçando o consumo no mercado interno. Quanto à produção do Brasil, Mato Grosso respondeu por 22,65% da produção nacional em 2025. Por fim, a ampliação da mistura obrigatória para B16, ainda em 2026, não apenas reduz a necessidade de diesel, mas também aumenta a demanda por óleo de soja. Mesmo com safras recordes, esse movimento contribui para a absorção da oferta e dá suporte aos preços do coproduto no estado

Redação Só Notícias

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Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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