Mato Grosso
Fundação Shunji Nishimura promove evento internacional de inovação na educação

Assessoria
Estão abertas as inscrições para o Imaginal Teachers Training, workshop de transformação de professores que acontecerá nos dias 13, 14 e 15 de março de 2025 no Instituto de Desenvolvimento Familiar Chieko Nishimura, localizado na cidade de Pompeia, no estado de São Paulo.
O evento é promovido pelo Imaginal Transformation Center Brasil, entidade mantida pela Fundação Shunji Nishimura de Tecnologia em parceria com o Imaginal Education, entidade canadense que mantém a metodologia educacional Imaginal Learning, inicialmente adotada no Senai de Pompéia e Colégio Shunji Nishimura e, atualmente, utilizada por escolas e faculdades públicas e privadas do país com o apoio da Fundação.
O Workshop é um programa de capacitação para professores que desejam aprimorar e inovar suas práticas educacionais e ampliar seu papel como educador por meio da Filosofia Imaginal e da Metodologia Imaginal Education.
O workshop terá a participação de Tom Rudmik, CEO do Imaginal Education e idealizador da metodologia e os professores Jeffery Graham, designer educacional do Imaginal, Cindy Backstrom, responsável pela expansão do Profound Learning em outros lugares do mundo, Marci Hogg, professora da Master’s Academy & College, e Curtis Arends, que harmoniza o Profound Learning com avanços tecnológicos. O evento, que contará com tradução consecutiva, acontece pelo terceiro ano consecutivo no Brasil e deve receber professores e educadores de todo o país.
O Imaginal Learning é uma metodologia de ensino inovadora que tem como objetivo desenvolver habilidades cognitivas e socioemocionais em estudantes de todas as idades. A metodologia utilizada no Canadá foi criada pelo Imaginal Education e utilizada na Master’s Academy & College, uma organização canadense que tem como missão transformar a educação em todo o mundo. O Imaginal Learning é baseado em pesquisas científicas e utiliza técnicas de ensino que estimulam a autonomia, criatividade, colaboração, pensamento crítico e a resolução de problemas. No Brasil, a metodologia começou a ser utilizada pelo Senai Pompéia e Colégio Shunji Nishimura, ambas instituições mantidas pela Fundação Shunji Nishimura de Tecnologia, e, posteriormente, começou a ser adotada por escolas e universidades públicas e privadas em outros locais do Brasil com o suporte da Imaginal Transformation Center Brasil.
O Imaginal Transformation Center Brasil é fruto de parceria entre a Fundação Shunji Nishimura de Tecnologia e o Imaginal Education. O Centro tem como objetivo promover a transformação da educação no Brasil, oferecendo programas de treinamento para professores e gestores educacionais. O ITC Brasil também realiza pesquisas e desenvolve novas técnicas de ensino baseadas no Imaginal Learning.
O público-alvo do workshop são professores, educadores e interessados em transformar a educação no país, que desejam aprimorar suas habilidades de ensino e aprender novas técnicas pedagógicas. O evento é uma oportunidade única para os participantes aprenderem com especialistas em educação e se conectarem com outros profissionais da área por meio da Comunidade Imaginal no Brasil.
As vagas são limitadas e as inscrições podem ser feitas pelo site do ITC Brasil www.oitbrasil.org.br.
Milena Almeida
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
Mato Grosso
Déficit de armazenagem em Mato Grosso impulsiona uso de silo bolsa para estocar milho nas propriedades

Foto: Aprosoja MT
A perspectiva de mais uma safra recorde de grãos em Mato Grosso desperta um problema antigo no campo: a falta de estrutura para armazenar a produção. O avanço da produção segue em ritmo superior à expansão da capacidade de estocagem, ampliando um gargalo que impacta diretamente a logística, os custos e a rentabilidade do produtor rural.
Atualmente, a capacidade de armazenagem de grãos no Brasil, está estimada em cerca de 225 milhões de toneladas, mostrando-se insuficiente frente à produção nacional. Este número faz com que grande parte da produção precise ser escoada imediatamente após a colheita, pressionando a logística, aumentando filas em unidades recebedoras e reduzindo a capacidade de negociação do produtor rural.
Diante desse cenário, cresce o uso do silo bolsa como alternativa temporária ou complementar para armazenagem dentro das fazendas. Para o vice-presidente Oeste da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja MT), Gilson Antunes de Melo, o déficit de armazenagem continua sendo um dos principais desafios estruturais enfrentados pelo produtor mato-grossense, comprometendo o planejamento da propriedade e reduzindo a autonomia do produtor na hora de comercializar a produção.
“Quando chega o momento da colheita, o produtor muitas vezes não tem onde armazenar a produção. Em várias cidades de Mato Grosso há apenas um ou dois armazéns, e todos acabam colhendo praticamente no mesmo período. Com isso, surgem as filas para descarregar e o produtor fica dias com os caminhões aguardando. Esse atraso afeta diretamente a colheita, reduz a produtividade e compromete a rentabilidade. Na prática, ele acaba ficando refém das tradings e de quem tem estrutura para receber e armazenar esse produto. E, claro, sem o produto em mãos, ele não consegue negociar no momento que considera mais adequado, mas sim quando o mercado está comprando. Se ele tivesse o produto estocado dentro da própria propriedade, com estrutura de armazenagem, poderia escolher o melhor momento para vender, conseguindo melhores preços e maior rentabilidade”, pontuou.
Diante desse cenário, Gilson avalia que o silo bolsa tem se consolidado como uma alternativa eficiente e economicamente viável para ampliar a capacidade de armazenagem dentro das propriedades.
“O silo bolsa caiu como uma luva nesse cenário. Se considerarmos que a capacidade de armazenagem cobre cerca de 50% da safra, o restante acaba ficando na lavoura ou nos caminhões. Nesse contexto, a silo bolsa se tornou uma das primeiras alternativas dos produtores para armazenar a produção. Ela não exige um custo elevado para implantação, mantém a qualidade dos grãos e permite que o produtor comercialize em um momento mais estratégico, quando o mercado não está em plena colheita, o que geralmente resulta em melhores preços. Hoje, depois dos armazéns convencionais, a silo bolsa é uma das alternativas mais viáveis, especialmente para a segunda safra. É uma solução que garante a conservação do produto com um custo relativamente baixo, considerando os benefícios que oferece”, salientou Gilson Antunes de Melo.
De acordo com o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (IMEA), embora Mato Grosso possua a maior capacidade instalada do país, com cerca de 57,9 milhões de toneladas, esse volume é suficiente para armazenar 52% da produção total de grãos do estado, segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), e 56% se considerada apenas as culturas de soja e milho, gerando um déficit estimado em 45,28 milhões de toneladas. Esse descompasso evidencia um gargalo estrutural, no qual a expansão da produção supera de forma consistente a evolução da infraestrutura.
O produtor rural de Campos de Júlio, Ivo Frohlich Júnior, relata que a falta de espaço para armazenar a produção dentro da propriedade muda completamente a dinâmica da colheita e da venda do milho.
“O principal motivo que nos levou a adotar o uso da silo bolsa foi a possibilidade de obter um preço melhor. Na entressafra, é possível alcançar valores mais atrativos, o que acaba compensando todos os custos do sistema e garantindo rentabilidade. Outro ponto importante é a questão do frete, já que a contratação de caminhões, especialmente no caso do milho, eleva significativamente os custos logísticos. Além disso, há também os descontos praticados pelas empresas e os custos de armazenagem. Com a silo bolsa, o produtor ganha mais autonomia, uma vez que ele fica livre para negociar no mercado, vender para quem quiser e quando puder, inclusive para o mercado interno, sem pagar custos de armazenagem. Para mim, ela continua sendo uma das melhores opções disponíveis”, afirmou.
Na prática, o uso do silo bolsa tem ganhado cada vez mais espaço entre os produtores como alternativa para ampliar a autonomia na armazenagem e melhorar a estratégia de comercialização. Para Ivo, a ferramenta já se tornou essencial dentro da propriedade, principalmente diante das limitações da estrutura tradicional de armazenagem no estado.
“Para mim, a silo bolsa se tornou uma ferramenta indispensável. Sem sombra de dúvida, o produtor que ainda não utiliza essa alternativa acaba deixando muito dinheiro para as tradings. Eu vejo a silo bolsa como uma das tecnologias de armazenamento que chegaram para ficar e que têm sido cada vez mais utilizadas. Quem adotou essa ferramenta até hoje, em geral, não se arrepende, justamente pelos benefícios que ela oferece. E a tendência é que cada vez mais produtores passem a utilizá-la”, disse Ivo.
Devido ao aumento constante da produção e da defasagem estrutural, o uso do silo bolsa surge como uma alternativa cada vez mais presente no campo, enquanto o setor busca soluções de longo prazo para equilibrar a oferta de grãos e a capacidade de armazenamento no estado. Para a entidade, ampliar a infraestrutura de armazenagem segue como uma das pautas estratégicas para o fortalecimento do setor. (com Marina Cintra/Assessoria Aprosoja)
Fonte: CenárioMT
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
Mato Grosso
Mato Grosso lança Concurso de Qualidade do Café para valorizar produtores e impulsionar cafés especiais

Concurso de Qualidade do Café de Mato Grosso será lançado em Colniza – Foto: Vânia Neves
A cafeicultura mato-grossense ganhará um importante incentivo neste mês com o lançamento oficial do Concurso de Qualidade do Café de Mato Grosso. A iniciativa será apresentada no próximo dia 20 de junho, às 8h, em Colniza, município localizado no noroeste do estado, considerado uma das principais regiões produtoras de café da agricultura familiar.
Promovido pelo Governo de Mato Grosso, por meio da Secretaria de Estado de Agricultura Familiar (Seaf), com apoio da Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer) e parceria do Sebrae Mato Grosso, o concurso busca reconhecer os melhores cafés produzidos no estado, incentivar a excelência na produção e ampliar a visibilidade dos produtores mato-grossenses no mercado nacional.
Colniza será palco do lançamento
A cerimônia de lançamento ocorrerá no Ginásio Esportivo, ao lado do Centro Cultural de Colniza, reunindo produtores rurais, técnicos, pesquisadores, lideranças do agronegócio e representantes de instituições ligadas à cadeia produtiva do café.
A expectativa é que o evento marque uma nova etapa para a cafeicultura estadual, fortalecendo a produção de cafés especiais e incentivando investimentos em qualidade, inovação e sustentabilidade.
Produção de café cresce em Mato Grosso
Nos últimos anos, Mato Grosso tem ampliado sua presença no mercado de cafés especiais. Regiões como Colniza e municípios vizinhos vêm conquistando destaque pela qualidade dos grãos produzidos, resultado de investimentos em assistência técnica, pesquisa, capacitação e adoção de boas práticas agrícolas.
O avanço da cafeicultura tem proporcionado novas oportunidades de renda para agricultores familiares, além de fortalecer a diversificação da produção rural em diversas regiões do estado.
A busca por cafés diferenciados e de alta qualidade também tem aberto portas para novos mercados e agregado valor ao produto mato-grossense.
Concurso vai premiar os melhores cafés do estado
Segundo os organizadores, o Concurso de Qualidade do Café de Mato Grosso foi criado para estimular a melhoria contínua da produção e valorizar os produtores que investem em qualidade.
Durante as etapas da competição, os lotes inscritos passarão por avaliações técnicas que deverão considerar critérios como:
Além do reconhecimento aos vencedores, o concurso pretende fortalecer a imagem do café produzido em Mato Grosso e ampliar a competitividade da cadeia produtiva.
Agricultura familiar será protagonista
Grande parte da produção cafeeira do estado está concentrada em propriedades familiares, que encontram no café uma importante fonte de geração de renda.
A iniciativa busca justamente fortalecer esse segmento, incentivando os produtores a investirem em processos que elevem a qualidade final da bebida e aumentem as oportunidades de acesso a mercados mais valorizados.
Especialistas destacam que concursos de qualidade costumam impulsionar melhorias em toda a cadeia produtiva, estimulando o aperfeiçoamento das técnicas de manejo, colheita e beneficiamento.
Evento reforça valorização dos cafés especiais
O crescimento do mercado de cafés especiais tem transformado a forma como os consumidores enxergam o produto. Características como aroma, sabor, acidez, doçura e rastreabilidade passaram a ter papel decisivo na valorização dos grãos.
Nesse cenário, iniciativas como o Concurso de Qualidade do Café de Mato Grosso contribuem para posicionar o estado entre os novos polos brasileiros de produção de cafés diferenciados.
Com o lançamento oficial em Colniza, a expectativa é ampliar a visibilidade dos produtores mato-grossenses e fortalecer uma atividade que vem ganhando importância econômica e social no estado.
Serviço:
Evento: Lançamento do Concurso de Qualidade do Café de Mato Grosso
Data: 20 de junho de 2026
Horário: 8h
Local: Ginásio Esportivo, ao lado do Centro Cultural, em Colniza (MT)
A iniciativa reforça o compromisso de Mato Grosso com o fortalecimento da agricultura familiar e com a valorização de produtos que conquistam cada vez mais espaço no mercado brasileiro.
Fonte: CenárioMT
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
Mato Grosso
Após inauguração do primeiro trecho, ferrovia coloca Lucas do Rio Verde no próximo capítulo da logística de Mato Grosso

Foto: Drone/Rodolfo Perdigão/SecomMT
O futuro da logística de Mato Grosso passa por Lucas do Rio Verde. A próxima fase de investimentos da Rumo, que mantém o projeto de expansão da 1ª Ferrovia Estadual de Mato Grosso até o município, reforça o protagonismo de Lucas do Rio Verde no cenário logístico e abre novas perspectivas para um ciclo de desenvolvimento baseado em infraestrutura, competitividade e oportunidades.
A informação foi destacada pelo prefeito Miguel Vaz após participar da inauguração do terminal ferroviário da Rumo, em Dom Aquino, que marcou a entrega do primeiro trecho da extensão da malha ferroviária rumo ao médio-norte do Estado.
Considerada a maior ferrovia em execução no Brasil, o projeto terá 740 quilômetros de extensão quando concluído, conectando Rondonópolis a Lucas do Rio Verde, passando por 16 municípios mato-grossenses e com ramal previsto para Cuiabá.
A continuidade do projeto representa um passo estratégico para a consolidação de Lucas do Rio Verde como um dos principais polos logísticos e de desenvolvimento do país. Com a chegada dos trilhos, o município ampliará suas perspectivas de conexão com os mercados nacionais e internacionais, fortalecendo o setor produtivo, estimulando a atração de investimentos e criando um ambiente ainda mais favorável à industrialização e à geração de empregos.
Durante a agenda no último sábado (20), o prefeito destacou a importância da confirmação feita pela direção da Rumo sobre a continuidade do projeto até Lucas do Rio Verde.
“Estava na inauguração do terminal da ferrovia Rumo e ouvi do presidente do conselho de administração da Cosan, Rubens Ometto, uma notícia muito importante: a partir de agora a ferrovia segue até Lucas do Rio Verde. Eles estão firmes nesse projeto para os próximos anos. Esse investimento em logística e infraestrutura trará grandes oportunidades para a nossa cidade, mais desenvolvimento, crescimento e competitividade”, enfatizou Miguel Vaz.
A ferrovia integra um conjunto de investimentos estruturantes que estão preparando Lucas do Rio Verde para um novo ciclo de crescimento e desenvolvimento. O município trabalha na revisão do Plano Diretor, considerando atender três importantes corredores ferroviários previstos para a região: a Ferrogrão, a Ferrovia de Integração Centro-Oeste (Fico) e a Ferrovia Estadual Senador Vicente Emílio Vuolo, operada pela Rumo.
O projeto está integrado à visão de futuro que conecta rodovia, ferrovia e um futuro aeroporto, fortalecendo Lucas do Rio Verde como um dos principais polos logísticos do país.
Reconhecida nacionalmente pela força do agronegócio, pelo ambiente favorável aos negócios e pela capacidade de planejamento, Lucas do Rio Verde segue construindo uma trajetória de desenvolvimento com visão de longo prazo.
Durante o evento, o presidente da Rumo, Pedro Palma, destacou a construção conjunta do projeto e a importância da parceria para transformar investimentos em realidade.
“A visão de futuro é importante, mas ela só não basta. É preciso conhecimento, parceria e coragem para transformar projetos em realidade. O modelo criado por Mato Grosso foi fundamental para que esse investimento saísse do papel e chegasse até aqui”, destacou.
O novo terminal ferroviário inaugurado no último sábado (20), localizado às margens da BR-070, entre Dom Aquino, Campo Verde e Primavera do Leste, já está pronto e terá capacidade para escoar até 10 milhões de toneladas de grãos por ano. (com Ascom Prefeitura/Olga Kunze)
Fonte: CenárioMT
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
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