Agronegócio
Nova cultivar de arroz de terras altas é oferecida para a Indústria do Mato Grosso

Divulgação
A Embrapa fez ação para apresentar sua nova cultivar de arroz de terras altas aos integrantes da cadeia produtiva dessa cultura em Mato Grosso. No primeiro momento, foram enviadas amostras para empresas que embalaram o produto e disponibilizaram ao mercado. Em seguida, no dia 4 de julho, aconteceu uma reunião, de forma remota, organizada pela Federação das Indústrias do Estado de Mato Grosso (FIEMT), com a participação de membros do Sindicato das Indústrias de Arroz no Estado de Mato Grosso (Sindarroz-MT), produtores de sementes certificados e de membros da Pesquisa e da Transferência de Tecnologia da Embrapa.
O centro da reunião foi uma nova cultivar de arroz de terras altas da Embrapa, BRS A503, lançada recentemente durante o Tecnoshow Comigo, no Município de Rio Verde-Goiás. A apresentação inicial, que abordou temas como desenvolvimento de cultivares, ações de TT e movimentação de mercado, foi feita pela equipe de Melhoramento de Arroz e de Transferência de Tecnologia (TT) da Embrapa Arroz e Feijão, composta por Adriano Castro, Luiza Tavares, Mábio Lacerda e Rodrigo Sérgio. Após exibição do vídeo de divulgação da BRS A503 e da apresentação técnica de Adriano Castro, o presidente do Sindarroz-MT, Rodrigo Santos Mendonça, proprietário da Arroz Tio Miro, trouxe seu resumo do que foi apresentado e das amostras que chegaram até suas mãos. O presidente pediu também pontos sensíveis sobre os trabalhos dos produtores do MT e as colaborações que ele imagina devam chegar com essa nova cultivar, especialmente nas rotações de cultura.
Eloi Moacir Faccio (Arrozeira Somar), Anderson Carlos Vicente (Urbano Agroindustrial), Edenilson Bodoni (Sumaré Comércio de Alimentos) foram os representantes das indústrias na reunião. Eles demonstraram bastante interesse na adoção dessa nova cultivar de terras altas da Embrapa, ressaltando a qualidade do grão e a importância, para boa acessibilidade no mercado, de características como massa grãos, que se traduz por translucidez e baixo gessamento; e boa cocção. Um ponto destacado, porém, foi a necessidade de apoio em questões de manejo. Sobre esse aspecto, Adriano Castro reafirmou a disponibilidade da Embrapa para sanar qualquer dúvida.
Dos sementeiros certificados da Embrapa para produção da BRS A503, foram apresentados Gustavo Farias (Sementes Cabeça Branca) e Alan Carlos (Suprema Sementes). Questionados pela Indústria sobre o preço do semente da nova cultivar, os produtores afirmaram que os valores serão os mesmos das outras variedades da Embrapa já no mercado: BRS A502 e BRS A504 CL.
Rodrigo Sérgio analista de TT da Embrapa, destacou a importância de reuniões como esta: “fazer apenas o lançamento da cultivar não é o suficiente. O trabalho é muito maior, precisa de muita divulgação, principalmente junto à Indústria que, sabendo e confiando na qualidade do material, vai fortalecer o processo de declarações no mercado. É isso que temos visto por onde vamos levar a BRS A503”, descobriu Rodrigo Sérgio.
Fonte: Assessoria
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
Agronegócio
Mato Grosso lucra com venda de pênis bovino para Ásia

Divulgação
Além dos cortes nobres, Mato Grosso tem ampliado a exportação de subprodutos bovinos, como o pênis do boi, conhecido como vergalho, para o mercado asiático. O produto é valorizado na culinária de países como Hong Kong, onde a tonelada pode chegar a US$ 6 mil, muito acima do preço médio de R$ 21 o quilo praticado no mercado interno.
O vergalho é exportado in natura, seguindo protocolos sanitários rigorosos. Segundo Alan Gutierrez, gerente de marketing da SulBeef, a indústria mato-grossense envia em média quatro a cinco toneladas por mês, mostrando a consolidação desse mercado.
Na Ásia, o vergalho é utilizado em pratos cozidos e ensopados, valorizado pela textura e pela capacidade de absorver temperos. A tradição cultural de aproveitar integralmente o animal garante uma demanda estável para partes menos convencionais, como miúdos e subprodutos.
Para Bruno Andrade, diretor de Projetos do Instituto Mato-grossense da Carne (Imac), o comércio de subprodutos reforça a competitividade da pecuária local. “Ampliar o portfólio e atender diferentes mercados fortalece a economia e aumenta a competitividade da carne mato-grossense no cenário global”, afirma.
Redação RDM Online
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
Agronegócio
Soja disponível em Mato Grosso tem leve alta; colheita avança

foto: Só Notícias/Lucas Torres/arquivo
A cotação da soja disponível no Estado teve valorização de 0,20% semana passada, em relação a anterior, e fechou, na última sexta-feira, cotada a R$ 103,64/saca. A informação foi divulgada, há pouco, pelo Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (IMEA), no boletim semanal.
O indicador Prêmio Santos (SP) apresentou alta de 26,98% no comparativo semanal, fechando em ¢US$ 80,00/bu.
O IMEA informou ainda que a redução no volume de chuvas na última semana permitiu um avanço de 4,71 pontos percentuais na colheita da safra 25/26, que fechou em 6,69%, estando acima da média histórica.
Só Notícias
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
Agronegócio
Plantio de algodão em Mato Grosso está adiantado

foto: arquivo/assessoria
A semeadura do algodão da safra 25/26 avançou 20,96 pontos percentuais na última semana, alcançando 29,04% da área projetada até o último dia 16, no mais recente levantamento divulgado pelo IMEA (Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária). O período foi marcado pela intensificação dos trabalhos nas áreas de segunda safra, em meio ao avanço da colheita da soja, enquanto a semeadura das áreas de primeira safra se aproxima do final.
Apesar do início mais lento em relação aos anos anteriores, o ritmo das atividades se intensificou nos últimos dias, superando o que havia sido observado na safra passada. Dessa maneira, o percentual atingido se encontra 9,70 pontos percentuais adiantado no comparativo com a safra 24/25, e 4,84 pontos percentuais à frente da média das últimas cinco safras. Até o momento, a região Sudeste é a mais avançada, com 45,84% da semeadura concluída, enquanto a Oeste é a mais atrasada no ciclo, com 22,36%.
O IMEA acrescenta que a expectativa para as próximas semanas depende das condições climáticas, que tendem à normalidade segundo o NOAA, e do ritmo da colheita da soja, fatores que definirão o avanço da semeadura da segunda safra
Só Notícias
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
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