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Transporte

Polícia Civil mira facção criminosa envolvida com tráfico de drogas em Várzea Grande

Publicado

em

PJC

 

A Polícia Civil de Mato Grosso, por meio da Delegacia Especializada de Repressão a Narcóticos (Denarc), deflagrou nesta quinta-feira (16.10) a Operação Opaco, para cumprimento de ordens judiciais com foco na desarticulação núcleos operacionais de uma facção criminosa na cidade de Várzea Grande.

Na operação, são cumpridas cinco ordens judiciais, sendo um mandado de prisão preventiva e quatro mandados de busca e apreensão domiciliar, expedidos pelo Juizo 4.0 de Garantias da Capital, após manifestação do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), baseadas nas investigações da Polícia Civil.

A operação decorre do aprofundamento de uma prisão realizada pela Denarc, no ano de 2022 durante  cumprimento de mandado de busca e apreensão no qual foram localizados entorpecentes (maconha e cocaína), cadernos com anotações do tráfico, balança de precisão e expressiva quantidade de cestas básicas, distribuídas a familiares de faccionados presos.

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O criminoso preso na ocasião foi condenado por tráfico de drogas pela  3ª Vara Criminal de Várzea Grande, e, com o avanço das investigações, foram levantadas evidências de que a sua atuação ia além do tráfico isolado, descortinando um grupo criminoso estruturado, com divisão de funções e atuação voltada à prática reiterada de crimes.

As investigações revelaram que o investigado ocupava posição de liderança dentro da facção criminosa, exercendo atividades como cobranças de dívidas com ameaças, mediação de conflitos internos, aplicação de sanções a outros membros, e coordenação da logística de distribuição de benefícios.

Mesmo condenado por tráfico de drogas, o investigado foi colocado em liberdade condicional e buscava manter-se em evidência na estrutura criminosa.

O delegado titular da Denarc, Wilson Cibulskis Júnior, reforça que denúncias anônimas são fundamentais para a continuidade do trabalho de combate ao tráfico de drogas e ao crime organizado no Estado.

“Informações podem ser passadas anonimamente por meio dos disque-denúncias da Polícia Civil, nos números 197 e 181, auxiliando o trabalho da Polícia no combate à criminalidade na região metropolitana e no interior do estado.

Operação Opaco

O nome da operação faz alusão direta a um dos principais alvos da investigação, cujo prenome remete simbolicamente à ideia de brilho e destaque. A denominação da operação reflete o objetivo policial de ofuscar sua influência, interrompendo sua atuação ilícita e devolvendo opacidade à figura que atuava nas sombras do crime organizado.

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A operação integra os trabalhos da Operação Inter Partes, que faz parte do planejamento estratégico da Polícia Civil de Mato Grosso para o enfrentamento ao crime organizado, dentro do Programa Tolerância Zero do Governo do Estado. A iniciativa reforça o compromisso com a segurança pública, o enfrentamento às facções criminosas e a valorização da confiança da população na atuação policial.

Assessoria | Polícia Civil-MT

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Transporte

Operação Lei Seca para motocicletas termina com cinco prisões e 26 veículos removidos em Várzea Grande

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em

GGI-SESP

 

Uma operação da Lei Seca voltada exclusivamente para motocicletas, realizada na noite desta quarta-feira (28.1), em Várzea Grande, terminou com cinco prisões. Do total, uma foi por embriaguez ao volante, três por adulteração de veículo e uma por guarda ou transporte de droga para consumo pessoal. As abordagens ocorreram na Rua Iara, no bairro Jardim Glória.

De acordo com o relatório do Gabinete de Gestão Integrada (GGI), da Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT), 62 veículos foram fiscalizados durante a ação. Além das prisões, 30 multas foram aplicadas e 26 motocicletas removidas ao pátio.

Ao todo, a operação expediu 54 Autos de Infração de Trânsito (AIT). Desses, 19 foram por falta de licenciamento ou registro do veículo e 13 por ausência da Carteira Nacional de Habilitação (CNH). As demais infrações se referem a irregularidades diversas previstas no Código de Trânsito Brasileiro (CTB).

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A Operação Lei Seca é realizada pela Secretaria de Estado de Segurança Pública, sob coordenação do Gabinete de Gestão Integrada (GGI), e contou com a participação de equipes do Batalhão de Trânsito da Polícia Militar (BPMTran), Polícia Militar, Delegacia Especializada de Delitos de Trânsito (Deletran), Departamento Estadual de Trânsito (Detran-MT), Corpo de Bombeiros Militar (CBM-MT), Polícia Penal, Sistema Socioeducativo, Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) e Guarda Municipal de Várzea Grande.

*Sob Supervisão de Alecy Alves

Maria Klara Duque* | Sesp-MT

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Transporte

Professor de escola cívico-militar é demitido após puxar orelha de aluna em MT

Publicado

em

PMMT

 

Uma aluna da Escola Cívico-Militar 13 de Maio, em Porto Alegre do Norte (1.139 km de Cuiabá), denunciou ter sido agredida com um puxão de orelha por um professor. O caso ocorreu no fim do ano passado, mas só veio à tona agora.

Após tomar conhecimento dos fatos, a Secretaria de Estado de Educação (Seduc-MT) demitiu o profissional. A pasta informou, por meio de nota, ter adotado “imediatamente as providências cabíveis”.

A estudante foi acolhida pelo professor mediador da unidade com apoio da equipe psicossocial da Diretoria Regional de Educação (DRE), que segue acompanhando a rotina na unidade de ensino.

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Ao mesmo tempo, estão sendo realizadas ações de conscientização junto à comunidade escolar “com foco na promoção do respeito, da convivência saudável e do bem-estar no ambiente educacional”.

APARECIDO CARMO/Da Redação/HNT

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Transporte

Polícia Civil prende jovem por difundir ideologias neonazistas e racistas nas redes sociais

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em

PJC

 

A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou nesta quinta-feira (29.1) a operação Enigma, para o cumprimento de três mandados judiciais no interior do estado, tendo como alvo um jovem  investigado por utilizar redes sociais para difundir ideologias neonazistas, incitar atentados violentos contra escolas e planejar atentados contra populações vulneráveis.

As ordens judiciais, de prisão preventiva, busca e apreensão domiciliar e afastamento de sigilo telemático, foram expedidas pela Justiça com base em investigações realizadas pela Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Informáticos (DRCI), que identificaram o suspeito de 20 anos, morador do município de Gaúcha do Norte.

O cumprimento das ordens judiciais contou com o apoio da Delegacia de Polícia de Paranatinga.

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As investigações tiveram início a partir de um alerta da Homeland Security Investigations (HSI), agência ligada à Embaixada dos Estados Unidos, que encaminhou as informações para a unidade especializada em Mato Grosso.

Com o avanço dos trabalhos, foi apontado que o investigado utilizava redes sociais para difundir ideologias neonazistas, incitar atentados violentos contra escolas e planejar atentados contra populações vulneráveis. Em suas publicações, o suspeito incitava e manifestava vontade de praticar atos de extrema violência em locais públicos, visando especificamente judeus e a população negra.

A equipe de investigação da DRCI conseguiu superar as camadas de anonimização utilizadas pelo suspeito, estabelecendo o nexo causal entre as ameaças e obtendo a sua identidade civil. Além da incitação a massacres escolares, a investigação revelou que ele utilizava o ambiente digital para a prática de racismo.

O delegado responsável pelas investigações, Guilherme da Rocha,  destaca que a intervenção estatal imediata foi indispensável para evitar a concretização de atos violentos.

“O investigado demonstrava estar em estágio avançado de radicalização, com intenções de vandalizar mesquitas e praticar atos de violência contra a população negra”, disse o delegado. Segundo o  delegado titular da DRCI, Sued Dias da Silva Júnior, com a deflagração desta fase ostensiva, a Polícia Civil de Mato Grosso reafirma sua posição de vanguarda no combate ao crime cibernético.

“A atuação da DRCI não apenas retira de circulação um indivíduo de altíssima periculosidade social, mas assegura a paz social, a incolumidade pública e a dignidade da população mato-grossense”, ressalta o titular.

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Enigma

O nome da operação foi dado em alusão à quebra da criptografia da máquina nazista Enigma pelas forças aliadas. Da mesma forma, a DRCI superou as tentativas de anonimização do investigado, com clara motivação neonazista, obtendo êxito em identificá-lo e dar cumprimento aos mandados judiciais em seu desfavor.

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