Conecte-se Conosco

Mato Grosso

460 famílias de VG recebem as chaves da casa própria com subsídio do SER Família Habitação

Publicado

em

Crédito – Mayke Toscano/Secom-MT

 

O Governo de Mato Grosso e o Governo Federal entregaram, no final da manhã desta quinta-feira (30.10), as chaves da casa própria para 460 famílias de Várzea Grande pelos programas SER Família Habitação e Minha Casa Minha Vida.

“Estamos muito felizes por fazer parte deste conjunto de ações que estão ajudando vocês a viabilizar o sonho da casa própria. O SER Família Habitação está atacando o cerne do problema da habitação em Mato Grosso. Antes, as pessoas precisavam pagar 20% do valor da entrada e qual é a família, que mora de aluguel, que tem R$ 40 mil guardado? Então, o programa tem sido um sucesso em oferecer os subsídios. Vamos continuar nos esforçando cada vez mais para tornar o sonho da casa própria uma realidade em Mato Grosso”, afirmou o governador Mauro Mendes.

Mayke Toscano/Secom-MT

 

 

Publicidade

Foram entregues as chaves de 355 apartamentos e 65 casas pelos residenciais Chapada das Cerejeiras, Parque Hollywood e Parque Hollywood II, que ficam localizadas na região do bairro Costa Verde, em Várzea Grande.

“Acredito que as coisas saem do papel quando há uma união de esforços para que possamos transformar a realidade. Não importa o campo político, a gente tem que ter um único objetivo: garantir que o povo tenha qualidade de vida. Essas casas representam a realização desse objetivo. Essas casas foram construídas não apenas por um governo, mas por uma soma de esforços”, pontuou o secretário-chefe da Casa Civil, Fábio Garcia.

Para a prefeita de Várzea Grande, Flávia Moretti, a união entre o Governo de Mato Grosso, o Governo Federal e a prefeitura viabilizaram o sonho da casa própria para as 460 famílias do município.

“Se não fosse essas parcerias com governo estadual, federal, construtoras e população, um dando a mão para o outro, esse sonho da casa própria não seria possível. Várzea Grande não teria como entregar moradias, por que não é só uma casa, mas toda a infraestrutura para uma habitação mais digna. As unidades entregues representam cidadania, dignidade e moradia segura para essas famílias. É prova de que o governo está presente em Várzea Grande”, afirmou a prefeita Flávia Moretti.

Mayke Toscano/Secom-MT

Idealizado pela primeira-dama Virginia Mendes, o programa SER Família Habitação, na modalidade Entrada Facilitada, concede subsídio de até R$ 35 mil para ser aplicado na entrada de imóveis. Podem participar às famílias que recebem até R$ 12 mil de renda. O valor pode ser somado aos benefícios do programa federal de habitação, o Minha Casa, Minha Vida, e o terreno doado pelo município também é abatido do valor total do imóvel, tornando a aquisição ainda mais acessível.

O presidente da MT Par, Wener Santos, citou que, antes do SER Família Habitação, Mato Grosso assinava uma média de 70 contratos de financiamento por mês. “Hoje, já assinamos mais de mil. E esse esforço conjunto, com o Governo Federal, tem atendido a sociedade para um Estado que está se industrializando, precisa de mão de obra e não vai crescer se não tiver casa”, disse.

Publicidade

“Acreditamos no que está sendo executado pelo atual governo em todo o Estado. O SER Família Habitação é um dos maiores programas estaduais de habitação do país. Conheço o Brasil inteiro e posso chancelar que, de fato, é o maior, se não o melhor, programação de habitação. A realização do sonho da casa própria não muda a vida de quem está aqui, mas a cidade inteira”, avaliou o CEO da MRV Brasil, Eduardo Fisher, responsável pela construção do residencial Parque das Cerejeiras.

O deputado estadual Fábio Tardin apontou, ainda, que os investimentos do governo têm alcançados todos os municípios. “Tenho andado pelo Estado e até em Araguaianha, o menor município de Mato Grosso, também tem construção de casas, obras estruturais e investimentos. Então, é do menor ao maior. O Estado tem entregado as riquezas a quem mais precisam, como o sonho da casa própria dessas famílias que estamos realizando hoje”, disse.

Antes de Várzea Grande, o Governo de Mato Grosso também entregou, com a União, mais 595 casas pelos programas SER Família Habitação e Minha Casa Minha Vida, em Cuiabá. As unidades fazem parte dos condomínios Ipê e Guará, que estão localizados no bairro Residencial Parque do Cerrado.

Mayke Toscano/Secom-MT

 

 

Allan Pereira | Secom-MT

Publicidade

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

Mídia Rural, sua fonte confiável de informações sobre agricultura, pecuária e vida no campo. Aqui, você encontrará notícias, dicas e inovações para otimizar sua produção e preservar o meio ambiente. Conecte-se com o mundo rural e fortaleça sua

Continue Lendo
Publicidade
Clique Para Comentar

Deixe uma Resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Mato Grosso

Projeto transforma resíduos em biogás e fortalece ensino sustentável em Campo Novo do Parecis

Publicado

em

Foto: Aprosoja MT/Taiguara Luciano

 

O incentivo a iniciativas sustentáveis tem ganhado cada vez mais espaço dentro do setor produtivo mato-grossense. Em diferentes regiões do estado, parcerias entre produtores rurais e instituições de ensino vêm impulsionando projetos voltados à preservação ambiental, inovação e formação de novos profissionais.

Em Campo Novo do Parecis, um exemplo dessa união é o biodigestor implantado no campus do Instituto Federal de Mato Grosso (IFMT), em funcionamento desde dezembro de 2025. A iniciativa recebeu apoio da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja MT), por meio do delegado do núcleo, Giuliano Rensi.

A estrutura foi criada para produzir biogás e biofertilizantes a partir da decomposição de resíduos orgânicos, além de servir como ferramenta prática de aprendizado para os estudantes da instituição.

Publicidade

“Aqui foi feito o projeto piloto de instalação do biodigestor para produção de biogás e biofertilizantes. Nós escutávamos falar sobre isso, mas nunca tínhamos tido contato direto. Então começamos a pesquisar, buscar informações e montar o projeto”, explica Giuliano.

Após estruturar a proposta, o delegado apresentou a iniciativa à Aprosoja MT, que, em parceria com o Sindicato Rural de Campo Novo do Parecis, apoiou a implantação do sistema dentro do campus. Para Giuliano, a integração entre entidade, comunidade e meio acadêmico foi essencial para tirar o projeto do papel e ampliar seus impactos no futuro.

“Quando você une a Aprosoja MT, a comunidade e o meio acadêmico em um mesmo projeto, fica mais fácil alcançar resultados. O mais importante é que esses alunos terão contato direto com essa tecnologia e poderão levar esse conhecimento para as propriedades onde vão atuar futuramente”, destaca.

Além da produção de energia renovável, o biodigestor também contribui para reduzir emissões de carbono, já que o biogás gerado pode substituir combustíveis convencionais em motores e sistemas de aquecimento. “Esse pode ser um passo importante para mudar a visão equivocada que algumas pessoas têm sobre o setor produtivo”, acrescenta o delegado.

A técnica de laboratório do IFMT, Géssica Zanetti, explica que o biogás produzido já está sendo utilizado no preparo das refeições servidas no restaurante estudantil da instituição. O objetivo é que, gradualmente, o campus consiga substituir parte do consumo de gás convencional pela energia gerada a partir dos próprios resíduos orgânicos produzidos diariamente no local.

Publicidade

“Nosso objetivo é utilizar os resíduos do restaurante estudantil como alimento para o biodigestor. A expectativa é economizar até sete botijões de gás P13 quando o sistema atingir sua capacidade máxima de produção”, afirma Géssica.

Ela explica que os restos de alimentos descartados pelos estudantes são direcionados ao biodigestor, onde passam por decomposição e se transformam em biogás e biofertilizante.

“O biodigestor consegue captar até 10 quilos de resíduos orgânicos por dia ou 60 quilos de dejetos suínos e ovinos. O restaurante é essencial para os nossos alunos, pois nós servimos café da manhã, almoço e lanches diariamente. Só no mês de março foram aproximadamente 14 mil refeições”, ressalta.

O professor José Vanor Catânio explica que o sistema funciona por meio da ação de micro-organismos, responsáveis pela decomposição da matéria orgânica e pela geração dos gases utilizados posteriormente no restaurante da instituição.

“Durante o processo, a matéria orgânica vai sendo reduzida e gerando gases que são canalizados para o restaurante. Além disso, também é produzido um composto líquido chamado biofertilizante, utilizado na horta e na fruticultura do campus. É um ciclo completo de reaproveitamento”, explica o professor.

Publicidade

Para os estudantes, o biodigestor representa uma oportunidade de unir teoria e prática dentro da formação técnica. A aluna do curso técnico em agropecuária, Geovanna Portes, destaca que o projeto também fortalece a permanência dos alunos no campus, especialmente daqueles que moram longe da cidade.

“Como o campus fica distante, nem todos conseguem voltar para casa no horário do almoço. Então essa alimentação gratuita é muito importante. E participar de um projeto como esse nos permite aplicar na prática aquilo que aprendemos em sala de aula”, comenta.

Da mesma turma, o estudante Hugo Assunção de Brito acredita que iniciativas como essa ajudam a mostrar o compromisso do agronegócio com práticas mais sustentáveis.

“O biodigestor mostra justamente o contrário da ideia de que o agro quer prejudicar o meio ambiente. Aqui nós reaproveitamos aquilo que seria descartado e transformamos em gás e biofertilizante. É sustentabilidade na prática”, afirma.

Ao apoiar iniciativas como essa, a Aprosoja MT reforça o compromisso da entidade e de seus associados com o incentivo a projetos que unem tecnologia, educação e sustentabilidade no campo.

Publicidade

com Assessoria/Raiane Florentino

Fonte: CenárioMT

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

Continue Lendo

Mato Grosso

Conexão Fundação Rio Verde aproxima pesquisa e produtor rural em dia dedicado à soja

Publicado

em

Divulgação

 

A Fundação Rio Verde promove nesta quinta-feira (21) a primeira edição do evento Conexão, iniciativa criada para aproximar produtores rurais, técnicos agrícolas e pesquisadores das informações geradas pela instituição em Lucas do Rio Verde. Com programação técnica ao longo de todo o dia, o encontro tem como foco principal a cultura da soja, abordando desde sementes e manejo até estratégias para aumentar produtividade e rentabilidade no campo.

O evento começou com homenagens aos profissionais que integram o Conselho Técnico-Científico de Pesquisa formado por profissionais do agro e produtores, reconhecendo a contribuição no desenvolvimento de estudos que auxiliam o produtor rural na tomada de decisões.

Na sequência, pesquisadores ocuparam o palco com apresentações técnicas e debates voltados aos principais desafios da próxima safra de soja. Durante toda a programação, produtores e técnicos puderam participar ativamente, enviando perguntas aos palestrantes por meio de um aplicativo acessado através de QR Codes disponibilizados no painel do evento. Uma mesa redonda envolvendo os pesquisadores responde os questionamentos feitos.

Publicidade

Pesquisa conectada à realidade do campo

O diretor de pesquisa da Fundação Rio Verde, Fábio Pittelkow, destacou que o Conexão surge como uma inovação dentro da proposta da instituição, criando um ambiente direto de troca entre pesquisa e produtor rural.

Segundo ele, a intenção é ouvir as demandas do campo e direcionar os estudos para soluções práticas que possam ser aplicadas dentro das propriedades.

“Literalmente, é uma conexão para entender os direcionamentos da pesquisa, se estamos caminhando dentro das dúvidas que o produtor tem e tentar trazer soluções para ele aplicar da porteira para dentro”, afirmou.

Nesta primeira edição, toda a programação foi voltada exclusivamente à soja, cultura que já entra no planejamento dos produtores para a próxima safra.

Publicidade

Pittelkow ressaltou que o maior desafio atual da agricultura é conciliar custo de produção, preço das commodities e rentabilidade. Nesse cenário, o uso correto das tecnologias e o ajuste fino de manejo se tornam fundamentais para decisões mais assertivas.

Retorno às origens da Fundação

Representando o Conselho Curador, o vice-presidente Eledir Techio afirmou que o evento representa um retorno às origens da Fundação Rio Verde, criada justamente para desenvolver pesquisas e transferir conhecimento ao produtor rural.

“Esse é o ambiente da pesquisa. A Fundação nasceu para que o produtor não precisasse fazer experimentos sozinho dentro da propriedade. Aqui se desenvolve conhecimento para ser levado ao campo”, destacou.

Techio também lembrou que, embora o Show Safra Mato Grosso tenha ampliado a atuação da instituição ao longo dos anos, a essência da Fundação continua sendo a pesquisa agropecuária e a difusão de informações técnicas confiáveis.

Publicidade

Informação técnica e validação regional

O diretor executivo da Fundação Rio Verde, Rodrigo Pasqualli, reforçou que o Conexão resgata a missão original da entidade: gerar tecnologia, produzir conhecimento e compartilhar informações técnicas alinhadas à realidade regional.

Segundo ele, muitas soluções agrícolas são desenvolvidas em outras regiões do Brasil e até em outros países, mas precisam ser validadas localmente antes de serem aplicadas no campo mato-grossense.

“A Fundação entra justamente nesse processo, trazendo informação técnica e confiável, alinhada à realidade da nossa região”, afirmou.

Pasqualli também destacou que o principal objetivo do evento é ouvir o produtor rural e aproximar ainda mais a pesquisa das necessidades do setor.

Publicidade

Qualidade das sementes em debate

Entre os temas abordados durante a programação, a pesquisadora Maria Luiza apresentou orientações sobre qualidade de sementes, interpretação de análises laboratoriais e armazenamento adequado.

Ela explicou que lotes da mesma variedade podem apresentar diferenças importantes de qualidade e que o produtor precisa interpretar corretamente essas informações para tomar decisões mais eficientes no momento da semeadura.

Maria Luiza reforçou ainda que a Fundação permanece à disposição dos produtores para esclarecimento de dúvidas e acesso aos dados técnicos gerados pela instituição.

Produtores destacam importância do evento

Publicidade

Participando do Conexão, o produtor rural Gilberto Sander destacou a importância da iniciativa em um momento de desafios econômicos e climáticos para o agro.

Segundo ele, a agricultura exige cada vez mais precisão técnica, principalmente diante das grandes variações climáticas e das dificuldades para manter a rentabilidade das lavouras.

“A agricultura hoje não permite margem para falhas técnicas, operacionais ou de posicionamento. Eventos como esse ajudam justamente a alinhar informações e buscar alternativas para manter a viabilidade da atividade”, afirmou.

Gilberto também alertou para os impactos do El Niño, que pode provocar irregularidade nas chuvas e temperaturas elevadas na região, exigindo ainda mais preparo técnico dos produtores.

Ambiente de troca e construção conjunta

Publicidade

Com a realização do Conexão, a Fundação Rio Verde reforça seu compromisso com a geração de conhecimento técnico e com a aproximação entre pesquisa e produtor rural. O evento foi pensado para criar um ambiente permanente de troca de experiências, debates e construção conjunta de soluções para os desafios enfrentados pela agricultura mato-grossense.

Fonte: Verbo Press

Fonte: CenárioMT

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

Publicidade
Continue Lendo

Mato Grosso

Licitação para construção de túnel no Portão do Inferno não teve vencedor; novo edital será lançado

Publicado

em

Sinfra-MT

 

A Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra-MT) informa que a licitação realizada para executar a obra de construção de um túnel na região do Portão do Inferno, na MT-251 entre Cuiabá e Chapada dos Guimarães, não teve nenhuma empresa vencedora.

Isso ocorreu porque o Consórcio TB-ETEL foi inabilitado pela Comissão de Licitação da Sinfra-MT. O principal motivo é que o Consórcio não cumpriu os requisitos de qualificação econômico-financeira que estavam previstos no edital, especialmente o índice de Liquidez Geral que ficou abaixo do exigido.

Após apresentação de recursos por parte do Consórcio, a decisão da Comissão foi mantida e acompanhada pela Procuradoria Geral do Estado, que analisou que o edital estabelecia critérios objetivos e que a Administração Pública deve seguir rigorosamente o que foi estabelecido.

Publicidade

Como o Consórcio havia sido o único a apresentar propostas, a licitação foi considerada fracassada, já que não houve uma empresa habilitada a executar as obras. As informações sobre o processo e a decisão estão disponíveis no site da Sinfra-MT.

Agora, a Sinfra-MT irá fazer uma revisão dos dados do anteprojeto para publicar um novo edital de contratação da obra. O novo certame será divulgado tanto no site da Sinfra-MT, quanto no Diário Oficial do Estado.

Guilherme Blatt | Sinfra-MT

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

Publicidade
Continue Lendo

Tendência