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Mercado brasileiro de galpões logísticos de alto padrão encerra 2025 em expansão
O mercado brasileiro de galpões logísticos de alto padrão encerrou 2025 em expansão, com absorção líquida de 422,8 mil m² no último trimestre do ano. No acumulado do ano, o volume absorvido alcançou 1,63 milhão de metros quadrados,segundo o Market Beat Industrial – 4º trimestre de 2025, elaborado pela Cushman & Wakefield.
A região Sudeste concentrou a maior parte da absorção no trimestre, com 310,1 mil m², com destaque para o Estado de São Paulo, que registrou 331,5 mil m² no período e encerrou o ano com 1,01 milhão de m² acumulados. Minas Gerais e Rio de Janeiro apresentaram ajustes pontuais no último trimestre, mas fecharam 2025 com resultados positivos no acumulado anual.
“Os números de 2025 mostram um mercado cada vez mais maduro e seletivo, no qual ativos bem localizados e com padrão construtivo elevado seguem sendo rapidamente absorvidos”, afirma Dennys Andrade, head de Inteligência de Mercado da Cushman & Wakefield.
Vacância recua e preços atingem novo patamar
Ao final de 2025, a taxa de vacância nacional caiu para 6,56%, abaixo dos 8,03% registrados no fechamento de 2024. A redução está relacionada ao volume de absorção registrado ao longo do ano e às novas entregas que foram rapidamente absorvidos pelo mercado.
O Sudeste encerrou 2025 com taxa de vacância de 7,3%. O Sul registrou uma das maiores quedas, fechando o ano em 2,9%. O Nordeste manteve vacância baixa, de 3,2%, e o Norte terminou o período sem áreas disponíveis, indicando escassez de estoque em alguns mercados.
O aumento da ocupação também influenciou os preços pedidos. O valor médio nacional encerrou 2025 em R$ 27,89/m², acima dos R$ 24,83/m² registrados em 2024. Em São Paulo, o preço superou R$ 30/m² e fechou o ano em R$ 30,54/m². Minas Gerais encerrou o período com R$ 26,09/m², e o Rio de Janeiro, com R$ 23,07/m².
Comércio e logística lideram a ocupação
Considerando apenas as locações, o Brasil acumulou 2,44 milhões de m² ao longo de 2025. O setor de comércio, atacado e varejo liderou a demanda no ano, com 850,8 mil m², seguido pelos operadores logísticos, com 481,8 mil m². O segmento de veículos automotivos e não automotivos também se destacou, somando 159,7 mil m².
Em São Paulo, regiões como Guarulhos, Grande ABC, Cajamar e Sorocaba concentraram os maiores volumes de absorção. A combinação de vacância historicamente baixa, forte demanda e preços em trajetória de valorização, reforça um ambiente favorável para ativos logísticos de alto padrão, especialmente aqueles estrategicamente localizados e com especificações técnicas alinhadas às exigências dos ocupantes.
Imagem: Divulgação
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O mercado brasileiro de galpões logísticos de alto padrão encerrou 2025 em expansão, com absorção líquida de 422,8 mil m² no último trimestre do ano. No acumulado do ano, o volume absorvido alcançou 1,63 milhão de metros quadrados,segundo o Market Beat Industrial – 4º trimestre de 2025, elaborado pela Cushman & Wakefield.
A região Sudeste concentrou a maior parte da absorção no trimestre, com 310,1 mil m², com destaque para o Estado de São Paulo, que registrou 331,5 mil m² no período e encerrou o ano com 1,01 milhão de m² acumulados. Minas Gerais e Rio de Janeiro apresentaram ajustes pontuais no último trimestre, mas fecharam 2025 com resultados positivos no acumulado anual.
“Os números de 2025 mostram um mercado cada vez mais maduro e seletivo, no qual ativos bem localizados e com padrão construtivo elevado seguem sendo rapidamente absorvidos”, afirma Dennys Andrade, head de Inteligência de Mercado da Cushman & Wakefield.
Vacância recua e preços atingem novo patamar
Ao final de 2025, a taxa de vacância nacional caiu para 6,56%, abaixo dos 8,03% registrados no fechamento de 2024. A redução está relacionada ao volume de absorção registrado ao longo do ano e às novas entregas que foram rapidamente absorvidos pelo mercado.
O Sudeste encerrou 2025 com taxa de vacância de 7,3%. O Sul registrou uma das maiores quedas, fechando o ano em 2,9%. O Nordeste manteve vacância baixa, de 3,2%, e o Norte terminou o período sem áreas disponíveis, indicando escassez de estoque em alguns mercados.
O aumento da ocupação também influenciou os preços pedidos. O valor médio nacional encerrou 2025 em R$ 27,89/m², acima dos R$ 24,83/m² registrados em 2024. Em São Paulo, o preço superou R$ 30/m² e fechou o ano em R$ 30,54/m². Minas Gerais encerrou o período com R$ 26,09/m², e o Rio de Janeiro, com R$ 23,07/m².
Comércio e logística lideram a ocupação
Considerando apenas as locações, o Brasil acumulou 2,44 milhões de m² ao longo de 2025. O setor de comércio, atacado e varejo liderou a demanda no ano, com 850,8 mil m², seguido pelos operadores logísticos, com 481,8 mil m². O segmento de veículos automotivos e não automotivos também se destacou, somando 159,7 mil m².
Em São Paulo, regiões como Guarulhos, Grande ABC, Cajamar e Sorocaba concentraram os maiores volumes de absorção. A combinação de vacância historicamente baixa, forte demanda e preços em trajetória de valorização, reforça um ambiente favorável para ativos logísticos de alto padrão, especialmente aqueles estrategicamente localizados e com especificações técnicas alinhadas às exigências dos ocupantes.
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O mercado brasileiro de galpões logísticos de alto padrão encerrou 2025 em expansão, com absorção líquida de 422,8 mil m² no último trimestre do ano. No acumulado do ano, o volume absorvido alcançou 1,63 milhão de metros quadrados,segundo o Market Beat Industrial – 4º trimestre de 2025, elaborado pela Cushman & Wakefield.
A região Sudeste concentrou a maior parte da absorção no trimestre, com 310,1 mil m², com destaque para o Estado de São Paulo, que registrou 331,5 mil m² no período e encerrou o ano com 1,01 milhão de m² acumulados. Minas Gerais e Rio de Janeiro apresentaram ajustes pontuais no último trimestre, mas fecharam 2025 com resultados positivos no acumulado anual.
“Os números de 2025 mostram um mercado cada vez mais maduro e seletivo, no qual ativos bem localizados e com padrão construtivo elevado seguem sendo rapidamente absorvidos”, afirma Dennys Andrade, head de Inteligência de Mercado da Cushman & Wakefield.
Vacância recua e preços atingem novo patamar
Ao final de 2025, a taxa de vacância nacional caiu para 6,56%, abaixo dos 8,03% registrados no fechamento de 2024. A redução está relacionada ao volume de absorção registrado ao longo do ano e às novas entregas que foram rapidamente absorvidos pelo mercado.
O Sudeste encerrou 2025 com taxa de vacância de 7,3%. O Sul registrou uma das maiores quedas, fechando o ano em 2,9%. O Nordeste manteve vacância baixa, de 3,2%, e o Norte terminou o período sem áreas disponíveis, indicando escassez de estoque em alguns mercados.
O aumento da ocupação também influenciou os preços pedidos. O valor médio nacional encerrou 2025 em R$ 27,89/m², acima dos R$ 24,83/m² registrados em 2024. Em São Paulo, o preço superou R$ 30/m² e fechou o ano em R$ 30,54/m². Minas Gerais encerrou o período com R$ 26,09/m², e o Rio de Janeiro, com R$ 23,07/m².
Comércio e logística lideram a ocupação
Considerando apenas as locações, o Brasil acumulou 2,44 milhões de m² ao longo de 2025. O setor de comércio, atacado e varejo liderou a demanda no ano, com 850,8 mil m², seguido pelos operadores logísticos, com 481,8 mil m². O segmento de veículos automotivos e não automotivos também se destacou, somando 159,7 mil m².
Em São Paulo, regiões como Guarulhos, Grande ABC, Cajamar e Sorocaba concentraram os maiores volumes de absorção. A combinação de vacância historicamente baixa, forte demanda e preços em trajetória de valorização, reforça um ambiente favorável para ativos logísticos de alto padrão, especialmente aqueles estrategicamente localizados e com especificações técnicas alinhadas às exigências dos ocupantes.
Imagem: Divulgação
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Mercado brasileiro de galpões logísticos de alto padrão encerra 2025 em expansão
O mercado brasileiro de galpões logísticos de alto padrão encerrou 2025 em expansão, com absorção líquida de 422,8 mil m² no último trimestre do ano. No acumulado do ano, o volume absorvido alcançou 1,63 milhão de metros quadrados,segundo o Market Beat Industrial – 4º trimestre de 2025, elaborado pela Cushman & Wakefield.
A região Sudeste concentrou a maior parte da absorção no trimestre, com 310,1 mil m², com destaque para o Estado de São Paulo, que registrou 331,5 mil m² no período e encerrou o ano com 1,01 milhão de m² acumulados. Minas Gerais e Rio de Janeiro apresentaram ajustes pontuais no último trimestre, mas fecharam 2025 com resultados positivos no acumulado anual.
“Os números de 2025 mostram um mercado cada vez mais maduro e seletivo, no qual ativos bem localizados e com padrão construtivo elevado seguem sendo rapidamente absorvidos”, afirma Dennys Andrade, head de Inteligência de Mercado da Cushman & Wakefield.
Vacância recua e preços atingem novo patamar
Ao final de 2025, a taxa de vacância nacional caiu para 6,56%, abaixo dos 8,03% registrados no fechamento de 2024. A redução está relacionada ao volume de absorção registrado ao longo do ano e às novas entregas que foram rapidamente absorvidos pelo mercado.
O Sudeste encerrou 2025 com taxa de vacância de 7,3%. O Sul registrou uma das maiores quedas, fechando o ano em 2,9%. O Nordeste manteve vacância baixa, de 3,2%, e o Norte terminou o período sem áreas disponíveis, indicando escassez de estoque em alguns mercados.
O aumento da ocupação também influenciou os preços pedidos. O valor médio nacional encerrou 2025 em R$ 27,89/m², acima dos R$ 24,83/m² registrados em 2024. Em São Paulo, o preço superou R$ 30/m² e fechou o ano em R$ 30,54/m². Minas Gerais encerrou o período com R$ 26,09/m², e o Rio de Janeiro, com R$ 23,07/m².
Comércio e logística lideram a ocupação
Considerando apenas as locações, o Brasil acumulou 2,44 milhões de m² ao longo de 2025. O setor de comércio, atacado e varejo liderou a demanda no ano, com 850,8 mil m², seguido pelos operadores logísticos, com 481,8 mil m². O segmento de veículos automotivos e não automotivos também se destacou, somando 159,7 mil m².
Em São Paulo, regiões como Guarulhos, Grande ABC, Cajamar e Sorocaba concentraram os maiores volumes de absorção. A combinação de vacância historicamente baixa, forte demanda e preços em trajetória de valorização, reforça um ambiente favorável para ativos logísticos de alto padrão, especialmente aqueles estrategicamente localizados e com especificações técnicas alinhadas às exigências dos ocupantes.
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