Conecte-se Conosco

Agronegócio

Prêmio Brasil Artesanal: inscrições para o concurso do azeite de oliva vão até dia 30

Publicado

em

Divulgação

 

Brasília – As inscrições do Prêmio Brasil Artesanal (PBA) 2026 – Azeite de Oliva, promovido pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), se encerram no dia 30 de abril.

A iniciativa é voltada a produtores que desejam participar da premiação com produtos nas categorias blend ou monovarietal.

Para Fernanda Silva, assessora técnica da CNA e organizadora do concurso, a premiação contribui para dar visibilidade aos azeites brasileiros.

Publicidade

“É um momento de reconhecer o trabalho desenvolvido no campo e ampliar as possibilidades de participação e venda em novos mercados”, afirmou.

Os interessados podem inscrever um produto por categoria, com envio das amostras até 15 de maio. O processo de avaliação inclui júri técnico, análise da história do produto, júri popular e etapa de premiação.

O concurso é realizado em parceria com a Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig), Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA) e Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae Nacional).

As inscrições podem ser feitas no link – https://cnabrasil.org.br/projetos-e-programas/alimentos-artesanais-e-tradicionais

Assessoria de Comunicação CNA

Publicidade

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

Mídia Rural, sua fonte confiável de informações sobre agricultura, pecuária e vida no campo. Aqui, você encontrará notícias, dicas e inovações para otimizar sua produção e preservar o meio ambiente. Conecte-se com o mundo rural e fortaleça sua

Continue Lendo
Publicidade
Clique Para Comentar

Deixe uma Resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Agronegócio

Campo Futuro levanta custos de produção no Espírito Santo

Publicado

em

Divulgação

 

 

Brasília – A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) realizou, nesta semana, levantamentos de custos de produção de mamão, cacau e avicultura de postura no Espírito Santo.

As atividades ocorreram nos municípios de Pinheiros, Linhares e Santa Maria de Jetibá, com a participação de produtores, sindicatos, representantes da CNA, da Federação de agricultura e pecuária do Estado e de entidades.

Publicidade

Os levantamentos do Projeto Campo Futuro ajudam a analisar a rentabilidade das atividades agropecuárias e contribuem para a tomada de decisão dos produtores e para a formulação de políticas públicas para o setor.

Mamão – O painel foi realizado na quarta (1º), em Pinheiros (ES), considerando uma propriedade modal de 30 hectares cultivados com mamão formosa, em sistema irrigado e semimecanizado.

Os produtores relataram redução no ciclo de cultivo, com oito meses de formação e dez meses de colheita, frente aos 15 meses registrados em painel anterior na região.

Apesar disso, houve aumento da pressão de pragas, especialmente viroses e ácaro branco, elevando os custos e impactando a produtividade, que ficou em 85 toneladas por hectare no ciclo atual, 15 toneladas abaixo dos níveis anteriores (100 ton/ha).

Avicultura de postura – O levantamento de custos aconteceu na terça (30), em formato híbrido, com produtores de Santa Maria de Jetibá. A propriedade modal conta com quatro galpões de pressão positiva, com capacidade para 50 mil aves cada, totalizando 200 mil aves em produção.

Publicidade

A produção anual é de aproximadamente 170 mil caixas de ovos, com 30 dúzias por caixa. O principal componente do custo operacional efetivo (COE) é a alimentação dos animais, que representa mais de 50% dos custos.

O assessor técnico Rafael Ribeiro participou da reunião.

Painel de avicultura de postura, em formato híbridoPainel de avicultura de postura, em formato híbrido

Cacau – O levantamento ocorreu na segunda (30), em Linhares (ES), e apontou um cenário de atenção para a atividade. A propriedade modal analisada possui 40 hectares em sistema cabruca, com manejo manual e irrigado. A produtividade atual é de 50 arrobas por hectare, considerada baixa pelos produtores.

Segundo o assessor técnico da CNA Carlos Eduardo Meireles a falta de mão de obra qualificada para a realização dos tratos culturais no tempo adequado tem sido um dos principais entraves para o aumento da produtividade. O cenário é agravado pela queda nos preços, resultando em margens negativas.

Assessoria de Comunicação CNA

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

Publicidade
Continue Lendo

Agronegócio

Mercado do feijão perde força no fim de março, mas trimestre mantém valorização

Publicado

em

Divulgação

Brasília  – O Indicador Cepea/CNA revelou que após um período de altas expressivas, até meados de março, os preços do feijão passaram a recuar nas últimas semanas, pressionados pela retração da demanda.

Segundo análise do índice, compradores têm relatado dificuldades no repasse das valorizações ao longo da cadeia, enquanto vendedores aumentaram a disposição de venda para aproveitar os patamares ainda elevados.

Mesmo com o movimento de queda no fim do mês, a média de março permaneceu acima da de fevereiro para o feijão carioca e praticamente estável para o feijão preto, consolidando um primeiro trimestre de valorização expressiva.

Confira o comportamento dos grãos por nota e tipo:

Publicidade

Feijão preto (Tipo 1) – No mercado de feijão preto, as cotações recuaram de forma generalizada entre 27 de março e 1º de abril. As quedas mais intensas foram registradas em Sorriso (MT), com 3,25%, e em Itapeva (SP), com 2,53%. O movimento reflete a maior competitividade das ofertas oriundas do Sul do País, além da tentativa de escoamento de estoques por parte da indústria.

O avanço da oferta da safra 2025, especialmente no Paraná, também contribui para a pressão. Ainda assim, o preço médio de março ficou apenas 0,2% abaixo em relação ao de fevereiro e acumula alta de 31,8% no primeiro trimestre.

Feijão carioca (notas 8 e 8,50) – Os preços também recuaram na maior parte das regiões, com exceção do Distrito Federal, que teve alta de 1,28%, e do Centro e Noroeste Goiano, onde houve estabilidade.

Na Metade Sul do Paraná, a queda de 0,86% reflete a demanda enfraquecida, enquanto no Triângulo Mineiro o recuo mais intenso, de 6,4%, está associado à menor qualidade dos grãos e ao baixo interesse comprador. Apesar disso, na média mensal, o carioca registrou alta de 6,7% frente a fevereiro e acumula valorização de 43,3% no primeiro trimestre.

Feijão carioca (notas 9 ou superior) – No segmento de feijão carioca de maior qualidade, a oferta segue limitada, o que ainda sustenta os preços em algumas regiões. No entanto, a presença de lotes com defeitos mantém pressão sobre as cotações.

Publicidade

Em Curitiba (PR), os preços caíram 4,07% na semana, influenciados pela qualidade e pela menor demanda. Já no Noroeste de Minas, a baixa disponibilidade de produto armazenado sustentou leve alta de 0,52%. Em março, os preços desse segmento ficaram 8,1% acima dos de fevereiro e acumulam valorização de 48,1% no trimestre.

De modo geral, o mercado encerra o mês em ajuste, com menor intensidade nas negociações, mas ainda sustentado pelos ganhos acumulados ao longo do primeiro trimestre.

Assessoria de Comunicação CNA

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

Publicidade
Continue Lendo

Agronegócio

Ostras estão sendo dizimadas e maricultores estão preocupados

Publicado

em

Foto: Ricardo Wolffenbüttel/Secom

 

A morte de ostras tem preocupado maricultores em Florianópolis, um dos maiores responsáveis pela produção nacional de moluscos. Segundo relatos dos produtores, as perdas nesta safra podem chegar a 90%.

Segundo Lincoln Venâncio, maricultor que cultiva ostras no Sul da ilha, a porcentagem de moluscos mortos em sua produção estão em 80%. Neste ano, ele cultivou cerca de 1,5 milhão de ostras jovens, mas perdeu praticamente tudo.

Por que a mortalidade das ostras está tão alta em Florianópolis?

A causa da mortalidade alta das ostras tem relação com a temperatura da água do mar, que passou de uma média de 28ºC para 34ºC neste último verão. Com isso, o ambiente de cultivo dos moluscos, as fazendas marítimas, foi fortemente afetado.

Publicidade

Vinicius Marcus Ramos, presidente da Federação das Empresas de Aquicultura, relata que essa é uma situação que se repete nos últimos anos, mas a temporada mais recente foi a pior de todas. “Foi extremamente fora da curva. Com uma mortalidade de 90%, não existe nenhuma produção que resista a isso”, explica.

Mortalidade de ostras em Florianópolis preocupa maricultores
Maricultores perderam quase tudo na última safra. Foto: Divulgação

Ele ainda alerta que se a situação se repetir, a produção dos moluscos corre sérios riscos. “Imagina o consumidor ter que pagar 90% a mais por uma ostra? Fica inviável para todo mundo”, argumenta.

Paulo Constantino, empresário que produz ostras, também relata que sua produção foi totalmente zerada. “Estou há trinta anos neste ramo e nunca passei uma situação como esta”, conta.

Santa Catarina é responsável por 98% da produção nacional Foto: Divulgação/ND
Santa Catarina é responsável por 98% da produção nacional Foto: Divulgação/ND

O que pode ajudar?

Em uma das fazendas visitadas pela reportagem, os moluscos mortos ocupavam pelo menos uma área de 100 m² e 8 metros de altura. Só em 2026, estima-se que a perda tenha sido, até agora, de 72 milhões de ostras.

Segundo o ecólogo marinho e professor da UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina) Paulo Horta, uma das soluções pode ser utilizar algas no ambiente de cultivo das ostras.

Cultivo de algas pode ajudar contra a mortalidade do moluscoFoto: Reprodução/NDTV
Cultivo de algas pode ajudar contra a mortalidade do moluscoFoto: Reprodução/NDTV

“Quando a temperatura aumenta, leva à redução da solubilidade do oxigênio e à capacidade que as algas têm de produzi-lo”, explica. Por isso, introduzir algas no ambiente aumentaria a produção e retenção de oxigênio no ecossistema. “É aí que vêm as soluções baseadas na natureza, usando algas, por exemplo, para produzir o oxigênio necessário para toda essa biodiversidade”, analisa.

Com NDMais

Publicidade

Fernanda Toigo

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

Continue Lendo

Tendência