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Polícia Civil prende homem condenado por estupro de vulnerável e pornografia infantil

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A equipe de policiais civis da Delegacia de Polícia de Água Boa deu cumprimento, na tarde de quarta-feira (8.4), por volta das 17h, a um mandado de prisão condenatória expedido pelo Juízo da Comarca local.

O alvo, um homem de 39 anos, foi sentenciado a 26 anos de reclusão pelos graves crimes de estupro de vulnerável e produção de material pornográfico infantil, tipificados nos arts. 217-A e 240 do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA – Lei 8.069/1990), combinados com o Código Penal.

Os fatos remontam a 2013, quando investigações minuciosas conduzidas pela Polícia Judiciária Civil de Água Boa revelaram as práticas criminosas ocorridas nesta cidade. Após apuração probatória, o investigado foi processado e condenado judicialmente, com trânsito em julgado da sentença. A captura demonstra o compromisso da equipe em combater crimes contra a dignidade sexual de crianças e adolescentes, priorizando a proteção de vulneráveis e a aplicação célere da lei penal.

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Após o cumprimento dos trâmites legais, o condenado foi transferido ao presídio local para o início da execução da pena. A prisão é o desfecho de uma investigação da Delegacia de Água Boa voltada ao combate de crimes de alta gravidade na região.

A Polícia Civil parabeniza a equipe pela operação impecável e reafirma seu papel estratégico na segurança pública municipal, com foco em inteligência policial e parcerias institucionais.

Assessoria | Polícia Civil-MT

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Transporte

Polícia Civil cumpre mandados em investigação de esquema de corrupção em hospital de Campo Novo do Parecis

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PJC

 

A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta terça-feira (25.5), a Operação Silêncio Comprado, para cumprimento de 20 ordens judiciais dentro de investigações que apuram um suposto esquema de corrupção ligado à gestão do Hospital Municipal Euclides Horst, no município de Campo Novo do Parecis.

As ordens judiciais, entre mandados de busca e apreensão, sequestro de bens e bloqueio de valores, medidas cautelares diversas da prisão, além de quebras de sigilo telefônico e telemático, foram deferidas pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo de Garantias – Polo Tangará da Serra. Os mandados são cumpridos nos municípios de Campo Novo do Parecis, Arenápolis, e nas cidades de Barueri e Cotia, no estado de São Paulo, com foco na coleta de elementos probatórios, identificação da extensão dos fatos investigados e preservação do patrimônio público.

As investigações, conduzidas pela Delegacia Especializada de Combate à Corrupção (Deccor), apuram suposto esquema de corrupção envolvendo a tentativa de interferência nos trabalhos da Comissão Parlamentar de Inquérito n.º 01/2025, instaurada para apurar possíveis irregularidades na gestão do Hospital Municipal Euclides Horst, em Campo Novo do Parecis.

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Entenda o caso

A CPI teve origem na repercussão de questionamentos envolvendo o atendimento prestado na unidade hospitalar, especialmente após a morte de uma jovem gestante do município de Campo Novo do Parecis, que teria apresentado complicações durante procedimento de parto cesáreo, sido encaminhada para Cuiabá e, posteriormente, vindo a óbito.

A partir desse caso, familiares e membros da comunidade passaram a questionar a estrutura do hospital, a prestação dos serviços, a gestão de recursos humanos e a regularidade da execução dos contratos de gestão da unidade hospitalar.

Início da investigação

As investigações da Deccor iniciaram após o recebimento de denúncia encaminhada pelo Ministério Público, relacionada à suposta oferta de vantagem indevida para influenciar os trabalhos da CPI, bem como a possíveis irregularidades na execução de contratos de gestão do Hospital Municipal Euclides Horst.

Entre os fatos apurados estão indícios de pagamentos por serviços supostamente não prestados, emissão de notas fiscais fraudulentas ou ideologicamente falsas, movimentação irregular de recursos públicos e possível desvio de valores vinculados à administração da unidade hospitalar.

De acordo com os elementos reunidos até o momento, há indícios, em tese, da prática de crimes contra a Administração Pública, especialmente corrupção ativa, sem prejuízo da apuração de outros delitos que possam ser identificados no curso das diligências.

Apoios operacionais

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A operação contou com apoio operacional das equipes da Delegacia Especializada de Crimes Fazendários (Defaz), Delegacia de Arenápolis, Delegacia de Campo Novo do Parecis e da Polícia Civil do Estado de São Paulo.

Nome da operação

Silêncio Comprado faz referência à denúncia de suposta oferta de vantagem indevida para influenciar os trabalhos da CPI, fato que deu origem à investigação.

Operação Pharus

A operação integra os trabalhos do planejamento estratégico da Polícia Civil de Mato Grosso para o ano de 2026, por meio da Operação Pharus, voltada ao combate à atuação de grupos criminosos em todo o estado. Assessoria | Polícia Civil-MT

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Transporte

Uber faz proposta de 10 bilhões de euros para comprar a Delivery Hero

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A Delivery Hero informou que recebeu uma proposta de aquisição da Uber que avalia a companhia alemã de entregas em cerca de 10 bilhões de euros, em mais um forte movimento de consolidação no setor global de delivery. Segundo a empresa, a proposta indicativa prevê o pagamento de 33 euros por ação a todos os acionistas.

Em nota, a Delivery Hero afirmou que segue “totalmente focada” na execução de sua revisão estratégica e que divulgará novas atualizações quando necessário ou apropriado. A Uber não comentou o assunto.

A investida ocorre após a Uber ampliar sua participação na empresa nas últimas semanas. A companhia americana detém diretamente 19,5% da Delivery Hero e outros 5,6% por meio de contratos financeiros.

Na semana passada, ao anunciar nova compra de ações, a Uber havia afirmado que não pretendia ultrapassar 30% dos direitos de voto nem promover mudanças relevantes na estrutura de capital da empresa.

O possível negócio reforça a tendência de consolidação do setor de entregas, após o fim do boom de demanda observado durante a pandemia. Nos últimos anos, empresas do segmento têm buscado fusões e aquisições para ganhar escala e eficiência operacional.

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Entre as operações recentes estão a compra da britânica Deliveroo pela DoorDash, por cerca de 2,9 bilhões de libras, e a aquisição da Just Eat Takeaway pela Prosus, controladora do iFood, em um acordo de 4,1 bilhões de euros.

A Delivery Hero passa por uma reestruturação estratégica desde o ano passado. Neste mês, a companhia anunciou que o cofundador e CEO, Niklas Ostberg, deixará o cargo até março de 2027, embora permaneça à frente de negociações relacionadas à revisão estratégica da empresa.

Por volta das 9h05 (de Brasília), a Delivery Hero disparava 10,18% em Frankfurt.

Uber e Adyen

A Uber renovou e ampliou a parceria com a Adyen como provedora de tecnologia responsável por apoiar as transações da plataforma de mobilidade, que atualmente opera em mais de 70 países.

Entre os novos territórios que passaram a utilizar os serviços estão Emirados Árabes Unidos, Hong Kong e países do Caribe. A parceria também avançou com a adquirência local em mercados como Japão, México, Nova Zelândia e Austrália.

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A integração de meios de pagamento regionais também foi ampliada, com a inclusão do Pix no Brasil, do Afterpay na Austrália e do WeChat Pay em escala global, permitindo que viajantes solicitem corridas por meio do miniapp da Uber dentro da plataforma chinesa.

Como parte das novas frentes, as empresas também iniciaram o lançamento de quiosques físicos da Uber operados com terminais da Adyen. A solução permite solicitar corridas sem o uso de celular, voltada principalmente a viajantes internacionais sem plano de dados local. O primeiro quiosque foi instalado no Terminal C do Aeroporto LaGuardia, em Nova York, e novos pontos devem ser implantados em aeroportos, hotéis e portos ao redor do mundo nos próximos meses.

Com informação do Estadão de Conteúdo/Dow Jones Newswires (Pedro Lima).
Imagem: Divulgação 

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Transporte

Casal registra denúncia por homofobia em conveniência de Confresa

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Crédito: Polícia Civil

Um casal homossexual denunciou ter sido alvo de ataques discriminatórios dentro da conveniência do Posto Araúna, em Confresa, no interior de Mato Grosso. O caso foi registrado como injúria e ocorreu na madrugada de sábado (23).

Conforme o boletim de ocorrência, as vítimas estavam no estabelecimento quando um homem acompanhado de duas mulheres chegou ao local. Ao perceber o casal sentado em uma mesa, o suspeito teria se aproximado, pegado o lanche de uma das vítimas e mordido o alimento.

De acordo com o registro policial, após o episódio, a vítima afirmou que não queria mais consumir o produto. Neste momento, o homem passou a debochar do casal e teria feito comentários ofensivos utilizando termos pejorativos relacionados à orientação sexual das vítimas, causando constrangimento no local.

As vítimas também relataram que a gerente da conveniência não prestou apoio durante a situação e teria adotado uma postura ríspida e preconceituosa. Ainda segundo o boletim, uma das vítimas conseguiu identificar o nome do suspeito, informação que foi repassada às autoridades responsáveis pelo caso.

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A ocorrência foi encaminhada para apuração da Polícia Civil. Conforme informado no registro, o casal recebeu orientações sobre as medidas legais cabíveis e a investigação deverá prosseguir para esclarecer os fatos e apurar a conduta dos envolvidos.

Fonte: CenárioMT

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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