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Mato Grosso

Grupo chinês avalia instalar usina para transformar lixo em energia em Mato Grosso

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Os empresários foram recebidos pela equipe da Secretaria de Desenvolvimento Econômico (Sedec) e da Invest MT – Foto por: Assessoria/Sedec

Uma comitiva do Grupo Zhongtuo, conglomerado chinês ligado a grandes estatais dos setores de infraestrutura e energia da Província de Sichuan, iniciou nesta segunda-feira (1º.6) uma agenda de reuniões em Mato Grosso para avaliar oportunidades de investimento no setor energético. Entre os projetos em análise está a implantação de uma usina de tratamento de resíduos sólidos com geração de energia, empreendimento estimado em cerca de R$ 2 milhões.

Os empresários foram recebidos pela equipe da Secretaria de Desenvolvimento Econômico (Sedec) e da Invest MT, onde apresentaram tecnologias voltadas à transição energética e ao aproveitamento econômico dos resíduos urbanos e industriais. A missão permanece no estado até o dia 4 de junho, quando participa da FIT Pantanal Business Meeting 2026, fórum de negócios que integra a programação da FIT Pantanal, que será realizada de 4 a 7 de junho, no Centro de Eventos do Pantanal.

Durante a reunião, os investidores chineses discutiram com a equipe técnica do governo estadual a possibilidade de incentivos fiscais para viabilizar o empreendimento. Também foram debatidas alternativas para produção de biometano a partir do lixo urbano e sua posterior conversão em energia elétrica, ampliando o aproveitamento energético dos resíduos gerados nos municípios mato-grossenses.

O Grupo Zhongtuo demonstrou interesse em tecnologias conhecidas como Waste-to-Energy (WTE), utilizadas para transformar resíduos sólidos em energia limpa por meio de processos térmicos controlados. Além disso, a corporação também avalia oportunidades nas cadeias de biomassa, gás natural liquefeito (GNL) e biometano.

Segundo representantes da comitiva, Mato Grosso apresenta um ambiente favorável para investimentos em energia e sustentabilidade. Os empresários destacaram que as políticas de incentivo existentes no estado tornam o projeto mais atrativo, mas ressaltaram que a viabilidade da iniciativa dependerá do alinhamento com o poder público e da construção de parcerias institucionais.

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Do lado do governo estadual, a avaliação é de que a proposta pode contribuir para enfrentar um dos principais desafios dos municípios: a destinação adequada dos resíduos sólidos urbanos.

Durante o encontro, integrantes da Sedec destacaram que a questão do lixo é um problema comum a praticamente todos os municípios mato-grossenses e que a chegada de novas tecnologias pode ajudar a reduzir impactos ambientais, ao mesmo tempo em que gera energia e oportunidades econômicas.

“Além dos resíduos urbanos, também foi discutido o potencial futuro de aproveitamento de resíduos oriundos das atividades agropecuárias, segmento em que Mato Grosso concentra uma das maiores produções do país”, comentou a secretária adjunta de Agronegócios, Crédito e Energia, Linacis Vogel Lisboa.

Após o encontro na Sedec, os chineses tiveram agenda na Prefeitura de Cuiabá.

Débora Siqueira | Assessoria/Sedec

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Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Mato Grosso

Corrida ao Palácio Paiaguás: Quem são os 11 pré-candidatos que movimentam os bastidores ao Governo de MT para as Eleições 2026

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Veja os nomes cotados serem pré-candidatos ao governo de Mato Grosso Foto: Tonico Pinheiro/Secom-MT/Agência Senado/Reprodução/Instagram/Divulgação/CenárioMT

 

A engenharia política que definirá os rumos do principal polo agrícola do país já está operando em rota de colisão silenciosa nos bastidores do poder. Embora o calendário oficial das convenções partidárias ainda dependa das janelas da Justiça Eleitoral, as articulações de bastidores para as Eleições 2026 colocam um tabuleiro de alta competitividade no radar do eleitorado de Mato Grosso. A disputa pelo Palácio Paiaguás atrai nomes de diferentes correntes ideológicas, exibindo uma clara predominância de palanques ligados ao campo conservador e produtivo.

O desenho eleitoral ganhou contornos definitivos com a saída estratégica de Mauro Mendes (União Brasil), que deixou a cadeira de governador para se concentrar na disputa por uma vaga ao Senado Federal. Sem a possibilidade de reeleição direta do antigo titular, a cadeira do Executivo estadual tornou-se o ativo mais cobiçado da República regional, atraindo pelo menos 11 pré-candidatos dispostos a encarar as urnas. Conheça o perfil, as forças e os nomes que movimentam o cenário político mato-grossense a partir desta semana.

Os principais nomes da sucessão estadual

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Abaixo, detalhamos o perfil dos prováveis pré-candidatos que buscam viabilizar suas candidaturas junto às bases partidárias e setores econômicos:

Otaviano Pivetta (Republicanos)

Atual governador de Mato Grosso, Otaviano Pivetta assumiu o comando do Palácio Paiaguás após o desimpedimento de Mauro Mendes para a pré-campanha do Senado. Produtor rural de larga escala e ex-prefeito de Lucas do Rio Verde por três mandatos, Pivetta entra no jogo como o herdeiro natural e o principal representante da continuidade do modelo fiscal e de infraestrutura implantado no estado desde 2019. Ele trabalha para unificar o apoio do agronegócio e das principais lideranças conservadoras.

Wellington Fagundes (PL)

O senador Wellington Fagundes desponta como o principal quadro do Partido Liberal (PL) para tentar o controle do Executivo. Médico veterinário de formação e parlamentar veterano com mais de três décadas de trânsito em Brasília, Wellington busca dar a volta por cima após a derrota na disputa ao governo em 2018. Ele conta com o aval do presidente nacional da sigla, Valdemar Costa Neto, e com a capilaridade do eleitorado fiel ao ex-presidente Jair Bolsonaro, embora ainda lide com divergências internas em suas bases locais.

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Jayme Campos (União Brasil)

Um dos políticos mais tradicionais e influentes da história recente de Mato Grosso, o senador Jayme Campos avalia o retorno ao comando do Executivo. Com bagagem que inclui passagens pela prefeitura de Várzea Grande e pelo próprio governo do estado na década de 1990, Jayme está no meio do seu segundo mandato no Senado Federal. Sua viabilidade eleitoral depende da costura de acordos na federação União Progressista, onde disputa espaço com a ala governista que prefere caminhar com Otaviano Pivetta.

Natasha Slhessarenko (PSD)

A médica Natasha Slhessarenko se posiciona, até aqui, como a única representante feminina na disputa majoritária pelo governo. Filiada ao PSD, ela surge como o principal palanque de sustentação e diálogo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em Mato Grosso, angariando a simpatia e o apoio da Federação Brasil da Esperança (composta por PT, PV e PCdoB). Natasha busca furar a bolha da polarização e se firmar como uma alternativa de centro-esquerda ao domínio conservador.

Os empresários e nomes da nova política

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O cenário para as Eleições 2026 também abre espaço para apostas do setor privado e lideranças que apostam no discurso da gestão corporativa e da renovação de quadros:

Marcelo Maluf (Novo): Conhecido empresário da construção civil e fundador do Grupo São Benedito, foi lançado pelo partido Novo com uma plataforma defendendo o liberalismo econômico e a aplicação de práticas privadas na máquina pública;

Alex Pucinelli (Democratas): Investidor com forte atuação nos segmentos de infraestrutura e energia elétrica, constrói uma linha de discurso focada na renovação administrativa após os ciclos de Mauro Mendes, elegendo a educação em tempo integral como prioridade;

Maurício Tonhá (Democracia Cristã): O empresário “Maurição”, liderança nacional do setor de leilões pecuários à frente da Estância Bahia, carrega o DNA do agronegócio para a disputa e busca consolidar o apoio de fatias expressivas do movimento bolsonarista no interior;

Maurício Coelho (Mobiliza): Presidente do Instituto Brasil Cooperado, constrói sua pré-candidatura focado na pauta de redução do custo de vida e adota uma postura de austeridade, prometendo recusar recursos do fundo eleitoral;

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Caiubi Kuhn (PDT): Professor universitário e geólogo vinculado à Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), foi o nome escolhido pelo PDT para garantir que o partido tenha palanque e candidatura própria focada no debate técnico do desenvolvimento sustentável;

Rafaell Milas (MBL): Publicitário, analista político e produtor de conteúdo digital, o jovem ativista ligado ao Movimento Brasil Livre tenta canalizar sua forte inserção nas redes sociais em intenções de voto no ambiente real das urnas.

O que está em jogo no Palácio Paiaguás?

Apesar da lista robusta de pretendentes ao cargo, o ambiente partidário passará por afunilamentos severos até o registro oficial das chapas. As costuras de bastidores para as vagas de vice-governador, as duas cadeiras disponíveis ao Senado Federal e o desenho das coligações proporcionais devem reduzir e concentrar o número de candidaturas reais ao longo do segundo semestre.

O futuro gestor de Mato Grosso herdará um estado com as contas saneadas, mas enfrentará desafios complexos de logística de transporte, gargalos de escoamento e, de forma prioritária, as demandas urgentes de segurança pública contra o avanço das organizações criminosas e a necessidade de melhorias nos serviços de saúde e educação nos municípios do interior.

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O Agro no CenárioMT: O voto que vem da terra

Como o maior produtor de grãos e carne do país, Mato Grosso tem uma tradição consolidada onde a política e a economia andam de mãos dadas. As lideranças de sindicatos rurais, cooperativas e associações de cidades como Lucas do Rio Verde, Sorriso e Sinop desempenham papel decisivo na validação dos planos de governo dos candidatos. Os compromissos assumidos nas reuniões do setor agropecuário nos próximos meses ditarão o nível de investimentos em infraestrutura logística que o estado receberá pelos próximos quatro anos.

Fonte: CenárioMT

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Mato Grosso

Sistema FAEP concorre ao Troféu Agroleite 2026

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Imagem: Faep

O Sistema FAEP está concorrendo ao Troféu Agroleite 2026, na categoria Associação de Produtor. Considerado o mais importante do setor leiteiro no país, o prêmio é organizado pela Cooperativa Agroindustrial Castrolanda e, nesta categoria, destaca a entidade que mais atua em apoio, promoção, desenvolvimento e valorização dos produtores envolvidos com lácteos.

A votação popular, que tem peso importante na escolha da associação vencedora, está aberta até o dia 20 de junho (confira abaixo como participar). Os vencedores serão divulgados na noite de 5 de agosto, durante a cerimônia que integra a programação oficial do Agroleite 2026, tradicional evento técnico realizado em Castro, conhecida como a Capital Nacional do Leite.

“Essa indicação confirma que estamos no caminho certo, atuando em defesa da bovinocultura de leite no Paraná e trabalhando para qualificar os pecuaristas. As ações que encampamos têm reflexo direto no meio rural e colaboram para o desenvolvimento da cadeia, do setor e da economia estadual”, afirma Ágide Eduardo Meneguette, presidente do Sistema FAEP.

Junto com o Sistema FAEP, na categoria Associação de Produtor, também concorrem outras 14 instituições: Associação Brasileira de Criadores de Bovinos da Raça Holandesa (ABCBRH), Associação Brasileira dos Criadores de Girolando (ABCG), Associação Brasileira dos Produtores de Leite (Abraleite), Associação dos Criadores de Gado Jersey do Brasil (ACGJB), Associação Norte Paranaense dos Produtores de Leite (ANPPL), Associação Paranaense dos Criadores de Bovinos da Raça Holandesa (APCBRH), Associação Paulista dos Criadores de Gado Holandês (APCGH), Associação dos Produtores de Leite Independentes de Santa Isabel (APLISI), Associação dos Criadores de Gado Jersey de Minas Gerais (Jersey Minas), Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Conseleite-PR, Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Minas Gerais (Faemg), Federação dos Trabalhadores Rurais Agricultores Familiares do Estado do Paraná (Fetaep) e Associação dos Criadores de Gado Holandês do Rio Grande do Sul (Gadolando).

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Como votar

Para votar, é preciso instalar o aplicativo Meu Agroleite, disponível nas lojas Google Play e APP Store, no celular. Ao abrir o aplicativo, na página principal, basta clicar no destaque “Troféu Agroleite 2026 Vote Aqui” e, na sequência, avançar. Depois de registrar o nome e CPF, é necessário ler e aceitar os termos do regulamento para, então, iniciar a votação nas 14 categorias. Para confirmar, é só clicar no botão ao final da página. Como lembra o regulamento, será permitido apenas um voto por celular.

A partir de 21 de junho, o Comitê Organizador do Prêmio começa a apuração dos resultados. Além do voto popular, serão consideradas as indicações da comissão formada por representantes da Cooperativa Castrolanda e entidades, ligadas à cadeia do leite, convidadas. Cada categoria terá três finalistas, que serão anunciados pela organização do prêmio no dia 1º de julho.

Com FAEP

Fernanda Toigo

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Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Mato Grosso

Produtores poderão financiar drones e internet rural

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Gerada por IA

 

Produtores rurais que atuam como pessoa física poderão acessar linhas de financiamento destinadas à inovação, digitalização e modernização tecnológica da produção agropecuária. A ampliação foi aprovada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) e beneficia também empresários individuais residentes no país.

A medida foi formalizada por meio da Resolução CMN nº 5.306 e amplia o público apto a contratar operações financiadas com recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) repassados ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Na prática, a decisão não cria uma nova linha de crédito, mas permite que produtores rurais pessoas físicas tenham acesso a financiamentos já existentes voltados à adoção de tecnologias e à modernização das atividades no campo.

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A medida alcança atividades dos setores agropecuário, de produção florestal, pesca e aquicultura, além de serviços diretamente ligados a essas áreas.

Com a mudança, produtores poderão acessar programas como o BNDES Mais Inovação, destinado à digitalização e modernização tecnológica, o BNDES Finame, voltado à aquisição de máquinas e equipamentos, e o Finame Baixo Carbono, direcionado a tecnologias que reduzam emissões e aumentem a eficiência ambiental da produção.

A expectativa é que a ampliação do acesso ao crédito acelere a adoção de tecnologias avançadas no campo, aumente a produtividade e fortaleça a competitividade da agropecuária brasileira. A medida também tende a estimular a fabricação e comercialização de máquinas e equipamentos agrícolas, com reflexos na geração de empregos e na movimentação da economia.

O que poderá ser financiado:

• Tratores e colheitadeiras;
• Drones agrícolas;
• Equipamentos de agricultura de precisão;
• Sensores e softwares de gestão;
• Sistemas de monitoramento remoto;
• Internet e conectividade rural;
• Projetos de automação;
• Tecnologias de rastreabilidade e telemetria;
• Soluções de transformação digital e Agro 4.0.

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Com informações do Mapa.

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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