Agricultura
Chuvas Intensas e Frio Prejudicam Produção de Mel no Rio Grande do Sul

Reprodução
A produção de mel no Rio Grande do Sul enfrenta desafios significativos devido às chuvas intensas, enchentes e baixas temperaturas que afetam diversas regiões. De acordo com o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar na última quinta-feira (30/05), esse cenário climático adverso tem causado perdas de enxames, inanição e falta de reservas alimentares para as abelhas.
Impacto Regional
Na região administrativa de Bagé, apesar das dificuldades, os produtores de mel mantêm um otimismo moderado, esperando um aumento nas vendas durante os meses mais frios, quando o mel é mais procurado tanto como alimento quanto para tratar problemas respiratórios. Em Quaraí, após a colheita, os apicultores estão dedicados ao monitoramento e suplementação dos enxames devido à falta de floradas e ao frio intenso.
Quedas na Produção
A situação é mais crítica em Santana do Livramento, onde a associação de apicultores registrou uma queda de 50% na safra de mel em comparação ao ano anterior, consequência direta da estiagem. Em Caxias do Sul e Erechim, a escassez de recursos alimentares resultou em perdas significativas de abelhas, exigindo alimentação suplementar para garantir a sobrevivência dos enxames durante o outono e inverno.
Prejuízos e Medidas
O excesso de chuvas nas regiões de Passo Fundo e Pelotas prejudicou a atividade das abelhas, levando a perdas na produção de mel e à necessidade de atenção especial na alimentação artificial das colmeias. Em Porto Alegre, as enchentes causaram perdas significativas nos apiários. Já em Santa Rosa, os agricultores estão se preparando para enfrentar a diminuição no forrageamento das abelhas durante o período frio.
Em Soledade, as chuvas intensas prejudicaram severamente os enxames, resultando em uma redução na produção de mel e forçando os apicultores a antecipar o fornecimento de alimentação para evitar mais perdas.
Conclusão
O cenário climático adverso no Rio Grande do Sul representa um desafio considerável para os apicultores, que precisam adaptar suas práticas e intensificar os cuidados com os enxames para mitigar as perdas. A resiliência e o planejamento adequado são essenciais para enfrentar essas adversidades e assegurar a continuidade da produção de mel na região.
Fonte: Portal do Agronegócio
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
Agricultura
Vendas de milho avançam e preços recuam em Mato Grosso

Foto: Pixabay
Segundo a análise semanal do Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea), divulgada na segunda-feira (9), em janeiro de 2026 a comercialização do milho da safra 2024/25 em Mato Grosso alcançou 92,36% da produção. As negociações do milho disponível no estado avançaram 4,07 pontos percentuais no mês, porém em ritmo inferior ao observado entre novembro e dezembro de 2025. De acordo com o Imea, a desaceleração está associada à desvalorização do cereal no mercado estadual, que em janeiro registrou recuo de 5,43%, com preço médio de R$ 45,68 por saca.
No caso da safra 2025/26, o levantamento do Imea apontou avanço mensal de 2,77 pontos percentuais em janeiro, totalizando 32,00% do volume já comercializado. Em relação ao preço do milho futuro, houve queda mensal de 3,61%, com média de R$ 44,29 por saca. O instituto informou que os dois movimentos refletem o menor foco do produtor na comercialização neste momento, uma vez que a prioridade está direcionada à semeadura do milho.
Ainda segundo o Imea, a desvalorização do cereal está ligada à demanda mais retraída no mercado. O instituto destacou que as indústrias realizaram aquisições relevantes ao longo de 2025 e iniciaram a temporada com estoques elevados, o que reduz a necessidade de novas compras no curto prazo.
AGROLINK – Seane Lennon
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
Agricultura
Baculovírus – Ensaios de consultorias e trabalhos de pesquisas mostram bioinseticida da AgBiTech quatro vezes mais eficaz

Foto: Divulgação
Campinas (SP) – O mercado de biodefensivos agrícolas cresceu 18%, para R$ 4,35 bilhões, na safra 2024-25. Os dados são da consultoria Kynetec. Na área de biolagarticidas à base de baculovírus, a companhia AgBiTech manteve a liderança nas culturas de soja, milho e algodão. Para isso, pesou fortemente o desempenho do bioinseticida de marca Cartugen® Max, que numa série de estudos trouxe índices médios de mortalidade de lagartas acima de 80%, quatro vezes acima da média de seus competidores.
Segundo informa o diretor de marketing da AgBiTech, Pedro Marcellino, em análises realizadas por diversas instituições de pesquisa do país, Cartugen® Max obteve eficácia de 81%, ante a média de 18% resultante das quatro principais marcas de baculovírus comercializadas no país.
Em áreas comerciais, continua o executivo, Cartugen® Max esteve no centro de estudos realizados em mais de 45 localidades. Nestas, a mortalidade de lagartas revelou-se ainda mais relevante: 85%, contra, em média, 24% de outros cinco bioinsumos à base de vírus.
“Esses números comprovam tecnicamente a consistência e a qualidade de Cartugen® Max. Não por acaso, o bioinseticida teve desempenho quase idêntico, com pequenas variações estatísticas, em todas as lavouras nas quais foi aplicado”, finaliza Marcellino.
Desde 2002, a AgBiTech fornece produtos consistentes, de alta tecnologia, que ajudam a tornar a agricultura mais rentável e sustentável. A empresa combina experiência a campo com inovação científica. Trabalha com agricultores, consultores e pesquisadores e desenvolve soluções altamente eficazes para manejo de pragas agrícolas. Controlada pelo fundo de Private Equity Paine Schwartz Partners (PSP), a AgBiTech fabrica toda a sua linha de produtos na mais moderna unidade produtora de baculovírus do mundo, em Dallas (Texas, EUA). www.agbitech.com.br
Fernanda Campos
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
Agricultura
Exportações de frutas do Brasil crescem quase 20% e atingem novo recorde em 2025

Divulgação
O Brasil ampliou de forma consistente sua presença no mercado internacional de frutas em 2025, com exportações que somaram 1,28 milhão de toneladas, alta de 19,63% em relação ao ano anterior. A receita chegou a R$ 7,83 bilhões, crescimento de 12%, configurando o terceiro recorde anual consecutivo, segundo dados da Associação Brasileira dos Produtores e Exportadores de Frutas e Derivados (Abrafrutas).
O desempenho foi impulsionado principalmente pela fruticultura irrigada do Semiárido Nordestino, com destaque para o Vale do Rio São Francisco, líder nos embarques de manga e uva. A manga manteve a liderança em volume exportado, enquanto melão, limões e limas, melancia e uva registraram crescimento expressivo, indicando maior diversificação da pauta exportadora.
A União Europeia seguiu como principal destino das frutas brasileiras, com faturamento de cerca de R$ 4,47 bilhões. O Reino Unido aparece na sequência, enquanto Japão e Argentina se destacaram pelo forte avanço nas compras ao longo do ano. Os Estados Unidos permaneceram como o terceiro maior mercado, e o setor avaliou como administrável o impacto das tarifas norte-americanas.
Outro segmento em expansão foi o de conservas e preparações de frutas, que renderam aproximadamente R$ 967 milhões, alta de 16,1%. Para o setor produtivo, os números confirmam que a fruticultura brasileira segue ganhando competitividade no exterior, apoiada em escala, oferta contínua e maior profissionalização logística e comercial.
Redação RDM Online
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
-

Transporte7 dias atrásPolícia Civil cumpre mandados contra investigado por armazenamento de material de abuso sexual infantojuvenil em Nova Mutum
-

Transporte7 dias atrásPolícia Civil prende homem por descumprimento de medida protetiva, ameaça e violação de domicílio
-

Mato Grosso7 dias atrásMT Hemocentro promove ação de doação de sangue neste sábado (7)
-

Mato Grosso7 dias atrásGoverno de MT percorre oito municípios da Região Sul com entregas e anúncios de novos investimentos
-

Transporte7 dias atrásPolícia Civil desarticula grupo criminoso envolvido em golpe contra empresa agropecuária
-

Transporte7 dias atrásPolícia Civil mira traficantes e “laranjas” envolvidos em esquema de envio de drogas para Goiás
-

Notícias18 horas atrásManejo de pragas sugadoras exige atenção na transição da soja para milho e algodão
-

Transporte19 horas atrásQuatro suspeitos morrem em confronto com a PM em Rondonópolis, MT






































