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Ourinhos revela novos selecionados para a Morfologia Expointer do Cavalo Crioulo

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Exposição no interior paulista tem como destaques exemplares de criatórios do Paraná – Fotos: Fagner Almeida/Divulgação
O município de Ourinhos (SP) foi sede de mais uma Exposição Passaporte para a Morfologia. Organizado pelo Núcleo Sem Fronteiras de Criadores de Cavalos Crioulos, o evento ocorreu de 13 a 16 de junho, no Parque Olavo Ferreira de Sá, e classificou mais oito exemplares (quatro machos e quatro fêmeas) para a Final Morfológica, realizada pela Associação Brasileira de Criadores de Cavalos Crioulos (ABCCC). A seletiva ocorreu junto à 55ª Feira Agropecuária e Industrial de Ourinhos (FAPI), um importante evento de comercialização agroindustrial e de animais.
O grande destaque da exposição, que teve como jurado Fernando Harger, foi a égua Que Guapa do Ribeirão Bonito. A colorada foi exposta por Ataíde Lycenko, da Chácara Morada do Sol, de Guarapuava (PR), e levou o título de Grande Campeã da exposição e de Melhor Exemplar da Raça. Já nos machos, o Grande Campeão foi o cavalo picaço Que Bueno do Ribeirão Bonito-TE, exposto pelo condomínio Que Bueno do Ribeirão Bonito-TE, do CT Cláudio Ribeiro, de Curitiba (PR)
Confira o resultado:
FÊMEAS
Grande Campeã e Melhor Exemplar da Raça
QUE GUAPA DO RIBEIRÃO BONITO
CRIADOR: ARISON JUNG, EXPOSITOR: ATAÍDE LYCENKO, ESTABELECIMENTO: CHÁCARA MORADA DO SOL , GUARAPUAVA (PR)
Reservada Grande Campeã
MONTE PAMPERO INTUIÇÃO
CRIADOR: TIAGO SANGIOGO, EXPOSITOR: TIAGO SANGIOGO, ESTABELECIMENTO: CABANHA MONTE PAMPERO, PORTO ALEGRE (RS)
Terceira Melhor Fêmea
LEM OPERA
CRIADOR: LUIZ EDUARDO MEHL, EXPOSITOR: LUIZ EDUARDO MEHL,  ESTABELECIMENTO: CABANHA TRIUNFO, PALMEIRA (PR)
Quarta Melhor Fêmea
HERANÇA DE SANTA LARISSA
CRIADOR: LUIZ KENDY MAEDA, EXPOSITOR: LUIZ KENDY MAEDA, ESTABELECIMENTO: CABANHA SANTA LARISSA, TIJUCAS DO SUL (PR)
MACHOS
Grande campeão
QUE BUENO DO RIBEIRÃO BONITO-TE
CRIADOR: ARISON JUNG, EXPOSITOR: CONDOMÍNIO QUE BUENO DO RIBEIRÃO BONITO-TE, ESTABELECIMENTO: CT CLÁUDIO RIBEIRO, CURITIBA (PR)
Reservado Grande Campeão
ÍNDIO MOURO DO FUNDO DA SERRA
CRIADOR: CRISTIANO SOUZA DA ROSA, EXPOSITOR: EDUARDO LUIZ PIRES ZIMMERMANN, ESTABELECIMENTO: CABANHA LA FRONTERA, GASPAR (SC)
Terceiro Melhor Macho
ÁGATA JUNCO
CRIADOR: DENILSON UTPADEL, EXPOSITOR: DENILSON UTPADEL, ESTABELECIMENTO: ESTÂNCIA ÁGATA, RIO NEGRINHO (SC)
Quarto Melhor Macho
FLOREIO COLIBRI
CRIADOR: LUIZ ALBERTO MARTINS BASTOS, EXPOSITOR: FLOREIO COLIBRI, ESTABELECIMENTO: CABANHA TRÊS IRMÃOS, SÃO MIGUEL DO PASSA QUATRO (GO)
Texto: Nestor Tipa Júnior/AgroEffective
Colaborou:  Astrogildo Nunes – [email protected]

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Reforma tributária amplia peso do enquadramento rural

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A avaliação entre pessoa física e pessoa jurídica ganha peso – Foto: Pixabay

 

A Reforma Tributária prevista para 2026 impõe novos desafios ao produtor rural e amplia a importância das decisões ligadas ao enquadramento fiscal da atividade. Segundo a contadora Liciene França, a escolha entre atuar como pessoa física ou pessoa jurídica deixa de ser apenas uma definição operacional e passa a ter impacto direto na estratégia do negócio rural.

Com as mudanças no sistema de tributos, a tendência é de aumento na diferença de carga tributária entre os dois modelos, o que exige atenção redobrada por parte dos produtores. Um enquadramento inadequado pode resultar em perda de créditos tributários, elevação do custo fiscal e reflexos negativos no resultado financeiro da atividade, afetando desde o fluxo de caixa até a capacidade de investimento.

A avaliação entre pessoa física e pessoa jurídica ganha peso em um cenário no qual o planejamento tributário se torna indispensável. A decisão incorreta pode comprometer a competitividade do produtor no mercado e gerar efeitos duradouros sobre o patrimônio construído ao longo dos anos. Por outro lado, uma escolha bem fundamentada permite maior previsibilidade dos custos e melhor aproveitamento das regras do novo sistema.

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A partir de 2026, o planejamento deixa de ser uma alternativa e passa a ser uma necessidade para quem atua no campo. A definição do enquadramento mais adequado funciona como uma ferramenta de proteção do resultado econômico da produção rural, ajudando a reduzir riscos e a sustentar a atividade em um ambiente tributário mais complexo. A decisão entre pessoa física ou jurídica deve ser encarada como parte central da gestão do negócio, com foco na preservação do caixa, da competitividade e da segurança patrimonial do produtor.

AGROLINK – Leonardo Gottems

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Governo brasileiro acompanha salvaguarda da China sobre carne bovina e busca mitigar impactos ao setor

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Divulgação

 

O governo brasileiro informou que acompanha com atenção a decisão da China de aplicar medidas de salvaguarda às importações globais de carne bovina, com vigência a partir de 1º de janeiro e duração prevista de três anos. A medida estabelece uma cota anual inicial de 1,1 milhão de toneladas para o Brasil, volume que poderá ser exportado sem sobretaxa. As vendas que ultrapassarem esse limite estarão sujeitas a uma tarifa adicional de 55%.

Segundo o governo, a atuação tem ocorrido de forma coordenada com o setor privado, com diálogo permanente com frigoríficos, produtores e entidades representativas. A estratégia inclui negociações diretas com o governo chinês, no âmbito bilateral, e também ações no contexto da Organização Mundial do Comércio (OMC), com o objetivo de reduzir os impactos da medida e defender os interesses legítimos dos trabalhadores e produtores brasileiros.

As salvaguardas comerciais são instrumentos previstos nos acordos da OMC e costumam ser adotadas para lidar com surtos de importação, não tendo como foco o combate a práticas desleais de comércio. A aplicação, nesse caso, atinge importações de todas as origens, e não apenas o Brasil.

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A decisão ganha ainda mais relevância diante da forte dependência do setor em relação ao mercado chinês. Em 2024, a China respondeu por 52% das exportações brasileiras de carne bovina, consolidando-se como o principal destino do produto. Ao mesmo tempo, o Brasil ocupa a posição de maior fornecedor da carne bovina importada pela China, relação construída ao longo dos últimos anos.

O governo brasileiro ressalta que a pecuária nacional tem contribuído de forma consistente para a segurança alimentar chinesa, com oferta de carne competitiva, sustentável e submetida a rigorosos controles sanitários, reconhecidos internacionalmente. Esse histórico, segundo a avaliação oficial, reforça a importância do diálogo técnico e diplomático para preservar a estabilidade do comércio bilateral.

O tema é acompanhado de perto pelo setor produtivo e por autoridades brasileiras, especialmente em um momento de virada de ciclo da pecuária, no qual decisões internacionais podem ter reflexos diretos sobre preços, exportações e renda do produtor rural.

Fonte: CenárioMT

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Setor fecha 2025 com exportações recordes e custos sob controle

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Foto: Governo Federal

A suinocultura brasileira encerra 2025 com um dos balanços mais consistentes da última década. O setor deve fechar o ano com exportações acima de 1,37 milhão de toneladas, crescimento superior a 10% em relação a 2024, e receita cambial estimada em R$ 17,728 bilhões, avanço próximo de 20% na comparação anual.

O desempenho foi sustentado por custos de produção mais equilibrados, oferta ajustada e maior diversificação dos mercados compradores.

Terraço na produção de grãos diminui perda de água no solo

O controle dos custos foi decisivo para a manutenção das margens ao longo do ano. As boas safras de milho e soja reduziram a pressão sobre a alimentação animal — principal componente do custo da atividade — e melhoraram as relações de troca para o produtor.

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Com maior previsibilidade nos preços dos insumos, a suinocultura conseguiu atravessar 2025 sem picos de custo, mesmo em um cenário de preços internos mais estáveis.

Do lado da oferta, a produção cresceu de forma moderada e compatível com a capacidade de absorção do mercado.

A produção brasileira de carne suína deve alcançar cerca de 5,45 milhões de toneladas em 2025, volume suficiente para atender o consumo interno e sustentar o avanço das exportações, sem provocar excedentes que pressionassem os preços ao longo do ano.

(Com Pensar Agro)

Fernanda Toigo

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Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

 

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