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Em Juína, primeira-dama de MT e presidente da MT Par fazem entregas do SER Família Habitação

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Mato Grosso

Em Juína, primeira-dama de MT e presidente da MT Par fazem entregas do SER Família Habitação

Publicado

2 anos atrás

em

25/06/2024

Por

Redação Mídia Rural
Crédito – Jana Pessôa/Unaf-MT

Trinta e três famílias foram beneficiadas com unidades habitacionais do programa SER Família Habitação, modalidade entrada facilitada, no Residencial São Tarcísio II, nesta segunda-feira (24.06).  A primeira-dama do Estado, Virginia Mendes liderou a comitiva juntamente com o presidente da MT Par, Wener Santos e foram recebidos pelo prefeito Paulo Veronese e a primeira-dama do município, Noemi Veronese. O deputado estadual Beto Dois a Um também acompanhou as entregas.

Além das casas, foram entregues 280 títulos definitivos pelo Governo do Estado, em parceria com Consórcio do Vale do Juruena,  às famílias que esperavam pelos documentos há mais de 30 anos. Também foi assinado o termo de compromisso de uma área pública para a construção de 114 novas unidades habitacionais.

Emocionada, a primeira-dama Virginia Mendes agradeceu a recepção e o carinho da população. “Quero agradecer pelo carinho com que fui recebida, fiquei muito feliz. Acabei de passar por uma cirurgia, o médico pediu 30 dias de repouso, mas quando recebi o convite da primeira-dama Noemi e do prefeito Paulo Veronese, tocou muito meu coração, e então fiz questão de estar aqui. Para mim é uma honra participar da entrega das casas e dos títulos para famílias que esperaram pelos imóveis e títulos definitivos por muitos anos”, disse Virginia Mendes.

Ela reforçou a importância do trabalho a partir de parcerias e união de esforços. “Gostaria de lembrar que ninguém faz nada sozinho, esse era meu sonho, a entrega dessas casas, não apenas meu, mas também do presidente Wener. O Mauro é muito trabalhador, muito correto, porém ele é muito de obras, estradas, pontes, hospitais, e eu e o presidente queríamos muito tirar essas casas do papel, e conseguimos convencer o governador depois de muitos cálculos, e hoje ele está apaixonado pelo projeto, por ver que essa é uma ação que vale muito a pena”, contou a primeira-dama de MT.

Ainda na cerimônia, a primeira-dama Virginia Mendes destacou as parcerias mantidas com os deputados Estaduais deputado Beto Dois a Um e Max Russi, e também agradeceu os vereadores, a primeira-dama e o prefeito municipal.

“Beto e Max são dois grandes parceiros no social. Agradeço os vereadores, o prefeito e a primeira-dama que ajudam muito o município e trabalham pela população. Quero também agradecer a Polícia Militar, que nos ajuda muito com a segurança dos cartões, cestas de alimentos, cobertores, dentre tantas ações que chegam até os municípios; bem como o apoio do Corpo de Bombeiros e da Defesa Civil que estão sempre prontos para nos atender no social. Tudo é uma parceria, uma união, com isso as coisas funcionam”, ressaltou Virginia Mendes.

Ela ainda lembrou alguns programas sociais idealizados por ela. “Nós temos vários programas, SER Família; SER Família Criança; SER Família Idoso; SER Família Habitação faixa 0, e outros programas desenvolvidos e idealizados por mim e desenvolvidos pela Setasc com a competência e dedicação da Secretária, Cel. Grasielle, e sua equipe”, lembrou.

Para o presidente da MT Par, o programa Ser Família Habitação tem a marca e a transparência do atual do Governo, com a dedicação incondicional da primeira-dama do Estado. “Esse programa de casas foi muito bem pensado pela primeira-dama Virginia Mendes, porque essa sempre foi uma de suas preocupações. No início do Governo, o Estado estava enfrentando muitas dificuldades, somente de unidades que estavam paradas eram dez mil unidades, então o governador Mauro Mendes priorizou regularizar essas unidades para dar inícios aos novos projetos, onde foram investidos naquela época, R$ 35 milhões para terminar as unidades paradas, onde prontamente o prefeito de Juína se colocou à disposição”, disse o Wener Santos.

Jana Pessôa/Unaf-MT

Wener ainda falou sobre os títulos definitivos entregues e do compromisso do governador Mauro Mendes com famílias que aguardam os documentos. “Quero parabenizar o programa de Regularização Fundiária, somente na região mais de 12 mil famílias já receberam os documentos 100% custeados pelo Governo e entregues com os serviços de cartório, compromisso abraçado pelo governador.  Esse é o grande social que a primeira-dama Virginia sabe fazer muito bem em parceria com o governador que é técnico, mas que tem o coração da primeira-dama do Estado cuidando das pessoas que mais precisam”, concluiu.
Para o deputado Beto Dois a Um o governador Mauro Mendes juntamente com a primeira-dama de MT têm transformado a vida da população com um dos maiores programas sociais do Brasil.

Jana Pessôa/Unaf-MT

“Com muito orgulho e prazer estou com você nesta missão hoje. Eu sempre vi esse brilho no olhar da primeira-dama Virginia Mendes, e a vontade de fazer a diferença. Eu sei de todas as dificuldades que ela enfrenta em sua saúde. O programa SER Família é um dos maiores programas sociais do Brasil, com tantas vertentes, e um deles é o programa SER Família Habitação. O governador Mauro Mendes é o maior gestor da história de Mato Grosso, mas isso é possível porque ele tem uma primeira-dama Virginia comprometida ao seu lado, porque ela é o coração desse Estado. O nosso povo precisa saber que a política existe para fazer a diferença na vida das pessoas”, afirmou.

O prefeito Paulo Veronesa agradeceu: “É felicidade receber a senhora em nosso município, porque o nosso Estado é muito grande, e a senhora nos deixou muito feliz com sua presença. São muitos programas e todos são muito bem-vindos. Dona Virginia, de coração muito obrigada por toda sua dedicação à nós e a todo o Estado”.
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Para o presidente da Câmara, vereador Carequinha, o trabalho realizado pela primeira-dama de MT é visível em todo Estado. “Obrigado primeira-dama por essa conquista, e nós temos conhecimento do trabalho que a senhora tem feito em nosso Estado, especialmente em nosso município”.

Jana Pessôa/Unaf-MT

Padre Jeferson Slussarek , da Paróquia Santo Agostinho de Juína, está em Mato Grosso há mais de 10 anos. “Acompanho todo o trabalho da senhora e do Governo do Estado. E aqui ficou provado que é possível sim entregar e fazer o melhor, vocês  têm feito a diferença na vida das pessoas”, reconheceu.

Vânia Neves | Unaf

Colaborou:  Astrogildo Nunes – [email protected]

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Imposto de Renda 2026: produtor rural precisa redobrar atenção com Livro Caixa e fiscalização tributária

Publicado

35 minutos atrás

em

22/05/2026

Por

Redação Mídia Rural

Imagem Ilustrativa

 

O produtor rural brasileiro enfrenta um cenário fiscal mais rigoroso em 2026 e precisa ampliar os cuidados com a organização financeira e tributária da propriedade. Com o prazo final da declaração do Imposto de Renda 2026, ano-base 2025, marcado para 29 de maio, especialistas alertam que erros no preenchimento do Livro Caixa Digital do Produtor Rural (LCDPR) podem gerar fiscalização, perda de créditos tributários e até bloqueios no acesso ao crédito rural.

Além da entrega do IR, o mesmo prazo também vale para o envio do LCDPR, documento obrigatório para produtores rurais que registraram receita bruta superior a R$ 4,8 milhões no período.

Reforma tributária aumenta exigências no campo

A entrada em vigor da reforma tributária ampliou a necessidade de controle fiscal dentro das propriedades rurais. Em 2026, começaram as cobranças iniciais dos novos tributos IBS e CBS, ainda com alíquotas reduzidas, mas que passarão por ajustes graduais nos próximos anos.

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Outro ponto de atenção envolve as novas alíquotas do Funrural, válidas desde abril deste ano:

  • 1,63% para produtor rural pessoa física;
  • 2,23% para produtor rural pessoa jurídica.

A definição do regime de recolhimento deveria ter sido realizada até 31 de janeiro, aumentando a importância do planejamento tributário antecipado.

LCDPR ganha importância estratégica para o agronegócio

Com as mudanças fiscais em andamento, o Livro Caixa Digital do Produtor Rural passou a exercer papel central na comprovação de despesas, rastreamento de créditos tributários e validação das operações financeiras das propriedades.

Segundo especialistas da Aegro, um dos erros mais comuns entre produtores ocorre quando os valores informados no LCDPR não coincidem com os dados lançados na ficha de Atividade Rural da declaração do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF).

Essas divergências podem levar a declaração diretamente para fiscalização da Receita Federal.

Notas fiscais incorretas podem gerar perda de benefícios

Mesmo com a manutenção do regime de caixa para apuração do Imposto de Renda da atividade rural, prevista na Lei Complementar nº 214 da reforma tributária, produtores precisam ficar atentos à regularidade fiscal das compras realizadas na fazenda.

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De acordo com especialistas, a aquisição de insumos sem nota fiscal ou com classificação fiscal incorreta pode trazer consequências relevantes, como:

  • perda do benefício de redução de 60% na alíquota;
  • impossibilidade de geração de créditos tributários;
  • aumento do risco de autuações fiscais;
  • dificuldades futuras em compensações tributárias.

O cenário reforça a necessidade de maior controle sobre fluxo de caixa, planejamento tributário e armazenamento correto da documentação fiscal.

Fiscalização será mais automatizada e integrada

A expectativa do setor é de aumento no cruzamento eletrônico de informações fiscais nos próximos anos. Órgãos de fiscalização deverão integrar automaticamente:

  • notas fiscais eletrônicas;
  • declarações fiscais;
  • cadastros estaduais;
  • movimentações financeiras;
  • informações tributárias do produtor rural.

Especialistas alertam que a falta de organização financeira poderá resultar em:

  • perda de créditos tributários;
  • retenção na malha fina;
  • autuações fiscais;
  • restrições no acesso ao crédito rural.
Tecnologia ganha espaço na gestão das propriedades

Diante do novo ambiente tributário, ferramentas de gestão agrícola vêm ganhando espaço no agronegócio brasileiro. Segundo a Aegro, o uso de softwares especializados pode auxiliar produtores no controle fiscal e financeiro das propriedades, automatizando rotinas, aumentando a segurança de dados e melhorando a previsibilidade tributária.

Com a fiscalização mais digital e integrada, especialistas recomendam que o produtor rural trate a gestão tributária como parte estratégica da administração da fazenda, reduzindo riscos e aumentando a segurança jurídica da atividade.

Fonte: Portal do Agronegócio

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Mato Grosso

Governo define valores de arroz, milho e trigo

Publicado

19 horas atrás

em

21/05/2026

Por

Redação Mídia Rural

Portaria muda regras de venda de estoques agrícolas – Byrinc.ca

O governo federal publicou a Portaria nº 908/2026 do Ministério da Agricultura e Pecuária, que fixa os chamados “Preços de Liberação dos Estoques Públicos” para produtos estratégicos como arroz, milho, trigo e derivados da mandioca. A medida define os valores mínimos para comercialização dos estoques públicos administrados pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) por meio de leilões eletrônicos.

A nova regulamentação foi assinada pelo ministro substituto da Agricultura, Cleber Oliveira Soares, e entrou em vigor imediatamente.

Entre os produtos contemplados estão arroz em casca, farinha de mandioca, fécula de mandioca, milho em grãos e trigo. Os preços variam conforme a região do país e o período de vigência.

Para o arroz em casca, por exemplo, o preço foi fixado em R$ 78,80 por saca de 50 quilos nos Estados do Rio Grande do Sul e Santa Catarina, enquanto nas demais regiões o valor chega a R$ 98,81 por saca de 60 quilos.

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Já o milho terá valores diferenciados por região. Nas regiões Centro-Oeste e Norte — com exceção do Tocantins e Pará — o preço foi estabelecido em R$ 48,43 por saca de 60 quilos. No Sudeste e Paraná, o valor sobe para R$ 63,82. Para parte do Nordeste, a saca poderá atingir R$ 78,37.

A portaria também definiu o preço do trigo em grãos tipo pão em R$ 97,01 por saca de 60 quilos para a Região Sul, com validade entre julho de 2026 e junho de 2027.

Segundo o texto, os estoques serão comercializados pela Conab por meio do Sistema de Comercialização Eletrônica (SISCOE). O governo ainda estabeleceu que, caso os preços de mercado ultrapassem os valores fixados, a venda dos estoques dependerá de autorização prévia dos ministérios da Agricultura e do Desenvolvimento Agrário.

A medida faz parte da política de regulação de estoques públicos e busca equilibrar o abastecimento nacional, reduzir oscilações bruscas de preços e garantir segurança alimentar, especialmente em períodos de instabilidade no mercado agrícola.

A portaria ressalta ainda que os preços definidos para o milho não serão aplicados às vendas destinadas ao Programa de Venda em Balcão (ProVB), voltado principalmente para pequenos criadores e agricultores familiares.

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Lucione Nazareth/VGN

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Mato Grosso

Anvisa amplia classificação toxicológica de agrotóxicos

Publicado

19 horas atrás

em

21/05/2026

Por

Redação Mídia Rural

Gerada por IA

 

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) começou a reorganizar a classificação toxicológica de agrotóxicos autorizados no Brasil com base em critérios internacionais do Sistema Globalmente Harmonizado de Classificação e Rotulagem de Produtos Químicos (GHS). A medida prevê a inclusão das informações toxicológicas nas monografias dos ingredientes ativos e amplia a divulgação de riscos relacionados à exposição aos produtos.

A nova estratégia também incorpora parâmetros internacionais para avaliação de risco ocupacional, incluindo níveis aceitáveis de exposição para trabalhadores, moradores próximos de áreas de aplicação e transeuntes. Segundo a Anvisa, a mudança faz parte da implementação da RDC nº 998/2025.

A Agência utilizou como referência bancos de dados internacionais, como os da Agência Europeia de Produtos Químicos (ECHA) e da Comissão Europeia, priorizando efeitos considerados mais graves à saúde, entre eles desregulação endócrina, toxicidade reprodutiva, mutagenicidade e carcinogenicidade.

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Nesta primeira etapa, 71 ingredientes ativos com uso liberado no Brasil serão incluídos no processo de classificação toxicológica. Entre eles estão substâncias amplamente utilizadas na agricultura, como azoxistrobina, deltametrina, tebuconazol, malationa e lambda-cialotrina.

Os ingredientes ativos foram divididos em grupos e serão submetidos a consultas públicas com prazo mínimo de 60 dias. A prioridade será dada aos produtos com maior potencial de exposição da população, levando em conta dados do Programa de Análise de Resíduos de Agrotóxicos em Alimentos (PARA), número de registros e volume de comercialização.

A Anvisa informou ainda que o planejamento poderá sofrer alterações conforme atualizações técnicas e regulatórias. A expectativa é que a medida aumente a transparência sobre os riscos dos agrotóxicos utilizados no país e amplie o acesso público às informações toxicológicas.

Redação/VGNAgro

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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