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Classificatória ao Freio de Ouro movimenta ciclo do Cavalo Crioulo em Santa Catarina

Etapa no município de Lages vai selecionar quatro machos e quatro fêmeas para a Final da modalidade na Expointer – Foto: João Morais/Divulgação
O município de Lages (SC) é sede da sexta seletiva ao Freio de Ouro do Ciclo 2024 do Cavalo Crioulo. Vinte e quatro machos e 24 fêmeas vão disputar esta classificatória para buscar as oito vagas (quatro machos e quatro fêmeas) que disputarão a final da modalidade, que ocorrerá na Expointer, no Parque Assis Brasil, em Esteio (RS), em agosto. Na quarta-feira, 26 de junho, os 46 exemplares inscritos para a disputa da semifinal passarão pela Admissão Técnica e posterior primeira etapa do circuito.
O executivo de Provas da Associação Brasileira de Criadores de Cavalos Crioulos (ABCCC), Eduardo Azevedo, está otimista com relação ao sucesso da Classificatória de Lages. “Está tudo pronto, a qualidade dos exemplares é excelente, a pista já vem sendo trabalhada e as inscrições estão lotadas. Teremos confirmadas as 24 fêmeas e 24 machos participando então, sem dúvida é uma expectativa muito grande. Santa Catarina é um estado que é muito forte e tradicional no Cavalo Crioulo em inúmeras provas e o Freio de Ouro não é diferente”, projeta.
A Classificatória de Lages ocorre no Parque de Exposições Conta Dinheiro. Os jurados responsáveis pela avaliação dos conjuntos que buscam uma vaga entre os quatro machos e quatro fêmeas nesta Classificatória Catarinense são Alexandre Pons Suñe, Leonardo Alberton Ardenghy e Manoel Vanderlei Braz Gonçalves. A transmissão da Classificatória de Lages poderá ser acompanhada também no canal do Cavalo Crioulo, no YouTube.
O ciclo do Freio de Ouro 2024 conta com os patrocinadores Florestal, KTO, John Deere, Supra, Vetnil e Banrisul. e o apoio de ABHB, Oviedo, Selaria Dumont e RAM.
Confira a programação
26 de junho de 2024 (Quarta-feira)
12h – Etapa morfológica – Categoria Fêmeas
Sequência – Etapa morfológica – Categoria Machos
27 de junho de 2024 (Quinta-feira
9h – Andaduras/Figura/VSP/Esbarradas – Categoria Fêmeas (Box 01 ao 24)
14h – Andaduras/Figura/VSP/Esbarradas – Categoria Machos (Box 25 ao 48)
28 de junho de 2024 (Sexta-feira
9h – Mangueira I – Categorias Fêmeas/Machos
14h – Campo I – Categorias Fêmeas/Machos
29 de junho de 2024 (Sábado)
9h – Início da Fase Final – Categorias Fêmeas/Machos
Texto: Artur Chagas/AgroEffective
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
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Reforma tributária amplia peso do enquadramento rural

A avaliação entre pessoa física e pessoa jurídica ganha peso – Foto: Pixabay
A Reforma Tributária prevista para 2026 impõe novos desafios ao produtor rural e amplia a importância das decisões ligadas ao enquadramento fiscal da atividade. Segundo a contadora Liciene França, a escolha entre atuar como pessoa física ou pessoa jurídica deixa de ser apenas uma definição operacional e passa a ter impacto direto na estratégia do negócio rural.
Com as mudanças no sistema de tributos, a tendência é de aumento na diferença de carga tributária entre os dois modelos, o que exige atenção redobrada por parte dos produtores. Um enquadramento inadequado pode resultar em perda de créditos tributários, elevação do custo fiscal e reflexos negativos no resultado financeiro da atividade, afetando desde o fluxo de caixa até a capacidade de investimento.
A avaliação entre pessoa física e pessoa jurídica ganha peso em um cenário no qual o planejamento tributário se torna indispensável. A decisão incorreta pode comprometer a competitividade do produtor no mercado e gerar efeitos duradouros sobre o patrimônio construído ao longo dos anos. Por outro lado, uma escolha bem fundamentada permite maior previsibilidade dos custos e melhor aproveitamento das regras do novo sistema.
A partir de 2026, o planejamento deixa de ser uma alternativa e passa a ser uma necessidade para quem atua no campo. A definição do enquadramento mais adequado funciona como uma ferramenta de proteção do resultado econômico da produção rural, ajudando a reduzir riscos e a sustentar a atividade em um ambiente tributário mais complexo. A decisão entre pessoa física ou jurídica deve ser encarada como parte central da gestão do negócio, com foco na preservação do caixa, da competitividade e da segurança patrimonial do produtor.
AGROLINK – Leonardo Gottems
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
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Governo brasileiro acompanha salvaguarda da China sobre carne bovina e busca mitigar impactos ao setor

Divulgação
O governo brasileiro informou que acompanha com atenção a decisão da China de aplicar medidas de salvaguarda às importações globais de carne bovina, com vigência a partir de 1º de janeiro e duração prevista de três anos. A medida estabelece uma cota anual inicial de 1,1 milhão de toneladas para o Brasil, volume que poderá ser exportado sem sobretaxa. As vendas que ultrapassarem esse limite estarão sujeitas a uma tarifa adicional de 55%.
Segundo o governo, a atuação tem ocorrido de forma coordenada com o setor privado, com diálogo permanente com frigoríficos, produtores e entidades representativas. A estratégia inclui negociações diretas com o governo chinês, no âmbito bilateral, e também ações no contexto da Organização Mundial do Comércio (OMC), com o objetivo de reduzir os impactos da medida e defender os interesses legítimos dos trabalhadores e produtores brasileiros.
As salvaguardas comerciais são instrumentos previstos nos acordos da OMC e costumam ser adotadas para lidar com surtos de importação, não tendo como foco o combate a práticas desleais de comércio. A aplicação, nesse caso, atinge importações de todas as origens, e não apenas o Brasil.
A decisão ganha ainda mais relevância diante da forte dependência do setor em relação ao mercado chinês. Em 2024, a China respondeu por 52% das exportações brasileiras de carne bovina, consolidando-se como o principal destino do produto. Ao mesmo tempo, o Brasil ocupa a posição de maior fornecedor da carne bovina importada pela China, relação construída ao longo dos últimos anos.
O governo brasileiro ressalta que a pecuária nacional tem contribuído de forma consistente para a segurança alimentar chinesa, com oferta de carne competitiva, sustentável e submetida a rigorosos controles sanitários, reconhecidos internacionalmente. Esse histórico, segundo a avaliação oficial, reforça a importância do diálogo técnico e diplomático para preservar a estabilidade do comércio bilateral.
O tema é acompanhado de perto pelo setor produtivo e por autoridades brasileiras, especialmente em um momento de virada de ciclo da pecuária, no qual decisões internacionais podem ter reflexos diretos sobre preços, exportações e renda do produtor rural.
Fonte: CenárioMT
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
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Setor fecha 2025 com exportações recordes e custos sob controle

Foto: Governo Federal
A suinocultura brasileira encerra 2025 com um dos balanços mais consistentes da última década. O setor deve fechar o ano com exportações acima de 1,37 milhão de toneladas, crescimento superior a 10% em relação a 2024, e receita cambial estimada em R$ 17,728 bilhões, avanço próximo de 20% na comparação anual.
O desempenho foi sustentado por custos de produção mais equilibrados, oferta ajustada e maior diversificação dos mercados compradores.
Terraço na produção de grãos diminui perda de água no solo
O controle dos custos foi decisivo para a manutenção das margens ao longo do ano. As boas safras de milho e soja reduziram a pressão sobre a alimentação animal — principal componente do custo da atividade — e melhoraram as relações de troca para o produtor.
Com maior previsibilidade nos preços dos insumos, a suinocultura conseguiu atravessar 2025 sem picos de custo, mesmo em um cenário de preços internos mais estáveis.
Do lado da oferta, a produção cresceu de forma moderada e compatível com a capacidade de absorção do mercado.
A produção brasileira de carne suína deve alcançar cerca de 5,45 milhões de toneladas em 2025, volume suficiente para atender o consumo interno e sustentar o avanço das exportações, sem provocar excedentes que pressionassem os preços ao longo do ano.
(Com Pensar Agro)
Fernanda Toigo
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
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