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Mato Grosso

Música e Dança em Água Boa – Deputado incentiva e fomenta Festrilha 2024 com articulação de recurso para promover cultura popular no Araguaia

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Foto: ASCOM/Prefeitura de Água Boa

Neste fim de semana acontece a final da 9ª edição do Festrilha 2024, dentro da programação do 4º Arraiá Coração do Brasil, no município de Água Boa. O festival é apoiado pelo deputado Dr. Eugênio de Paiva (PSB) como parte do suporte e incentivo à cultura no Vale do Araguaia que o seu mandato desenvolve.

A abertura foi na quinta-feira à noite, com apresentações dos grupos de escolas municipais e das concorrentes ao Festrilha. O premiado grupo de siriri Flor Ribeirinha se apresenta no sábado (29/6).

“Como padrinho do Festrilha, prestigiei o primeiro dia junto com amigos, o prefeito Dr. Mariano, a presidente da federação, Marta Negrão. Destinamos emenda de R$ 130 mil como apoio para a final da 9ª etapa do Festrilha, com a presença do grupo premiado internacional Flor Ribeirinha”, destacou Dr. Eugênio.

“Conseguimos junto ao governador Mauro Mendes mais R$ 800 mil para organização de todo o festival, o nosso Festrilha”, afirmou o deputado.

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“Parabéns aos organizadores, para a presidente do Festrilha, Marta Negrão, ao prefeito Dr. Mariano, ao secretário Erick pelo apoio e todos os dançarinos e profissionais do evento”, comemorou o deputado sobre a organização e parceiros.

O Arraiá Coração do Brasil celebra momento do lazer e integração da comunidade com música, dança, arte, gastronomia.

Etapas regionais e final

A presidente da Federação Matogrossense de Quadrilhas Juninas (FMTQ), Marta Negrão, informa que 13 grupos juninos participam da final e que o campeão representará Mato Grosso na etapa nacional.

Ela afirma que foram realizadas quatro etapas regionais, em Serra Nova Dourada, Querência, Rondonópolis e Tangará da Serra, antes da final em Água Boa.

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Marta diz que na etapa final do Festival de Quadrilhas Juninas, o Festrilha, há 70% das mais bem pontuadas equipes do Estado que estão na disputa em Água Boa por cinco colocações.

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“A expectativa é muito grande porque daqui sairá o campeão de quadrilha junina que nos representará no final do mês de julho em Brasília. Todo mundo quer ser representante do Estado”, explica.

“As avaliações de cada dia seguem em envelope fechado até domingo, quando será a apuração”, conta Marta.

Programação Festrilha 2024

A final do Festrilha 2024 no Arraiá Coração do Brasil, em Água Boa no fim de semana, tem apresentação nesta sexta-feira (28/6) dos grupos juninos Joia do Cerrado (Sorriso), Vitória Régia (Cáceres), Princesinha do Araguaia (Vila Rica). Flor do Sertão (Porto Alegre do Norte) e Explosão Caipira (São Félix do Araguaia).

No sábado (29/6), dia da final, a apresentação do Festrilha tem os grupos juninos Império Junino e Barnabé (ambos de Rondonópolis), Paixão Junina (Querência), Abalantes do Sertão (Barra do Garças), Grupo ODF (Tangará da Serra) e Pega Fogo (Água Boa).

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Na abertura do Arraiá Coração do Brasil na quinta-feira (27/6), teve a apresentação dos grupos PVA, de Primavera do Leste, e Balancê do Cerrado, de Nova Xavantina. (Com informações da Prefeitura de Água Boa).

 

 

 

 

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Redação;AguaBoaNews]

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Mato Grosso

Imposto de Renda 2026: produtor rural precisa redobrar atenção com Livro Caixa e fiscalização tributária

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Imagem Ilustrativa

 

O produtor rural brasileiro enfrenta um cenário fiscal mais rigoroso em 2026 e precisa ampliar os cuidados com a organização financeira e tributária da propriedade. Com o prazo final da declaração do Imposto de Renda 2026, ano-base 2025, marcado para 29 de maio, especialistas alertam que erros no preenchimento do Livro Caixa Digital do Produtor Rural (LCDPR) podem gerar fiscalização, perda de créditos tributários e até bloqueios no acesso ao crédito rural.

Além da entrega do IR, o mesmo prazo também vale para o envio do LCDPR, documento obrigatório para produtores rurais que registraram receita bruta superior a R$ 4,8 milhões no período.

Reforma tributária aumenta exigências no campo

A entrada em vigor da reforma tributária ampliou a necessidade de controle fiscal dentro das propriedades rurais. Em 2026, começaram as cobranças iniciais dos novos tributos IBS e CBS, ainda com alíquotas reduzidas, mas que passarão por ajustes graduais nos próximos anos.

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Outro ponto de atenção envolve as novas alíquotas do Funrural, válidas desde abril deste ano:

  • 1,63% para produtor rural pessoa física;
  • 2,23% para produtor rural pessoa jurídica.

A definição do regime de recolhimento deveria ter sido realizada até 31 de janeiro, aumentando a importância do planejamento tributário antecipado.

LCDPR ganha importância estratégica para o agronegócio

Com as mudanças fiscais em andamento, o Livro Caixa Digital do Produtor Rural passou a exercer papel central na comprovação de despesas, rastreamento de créditos tributários e validação das operações financeiras das propriedades.

Segundo especialistas da Aegro, um dos erros mais comuns entre produtores ocorre quando os valores informados no LCDPR não coincidem com os dados lançados na ficha de Atividade Rural da declaração do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF).

Essas divergências podem levar a declaração diretamente para fiscalização da Receita Federal.

Notas fiscais incorretas podem gerar perda de benefícios

Mesmo com a manutenção do regime de caixa para apuração do Imposto de Renda da atividade rural, prevista na Lei Complementar nº 214 da reforma tributária, produtores precisam ficar atentos à regularidade fiscal das compras realizadas na fazenda.

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De acordo com especialistas, a aquisição de insumos sem nota fiscal ou com classificação fiscal incorreta pode trazer consequências relevantes, como:

  • perda do benefício de redução de 60% na alíquota;
  • impossibilidade de geração de créditos tributários;
  • aumento do risco de autuações fiscais;
  • dificuldades futuras em compensações tributárias.

O cenário reforça a necessidade de maior controle sobre fluxo de caixa, planejamento tributário e armazenamento correto da documentação fiscal.

Fiscalização será mais automatizada e integrada

A expectativa do setor é de aumento no cruzamento eletrônico de informações fiscais nos próximos anos. Órgãos de fiscalização deverão integrar automaticamente:

  • notas fiscais eletrônicas;
  • declarações fiscais;
  • cadastros estaduais;
  • movimentações financeiras;
  • informações tributárias do produtor rural.

Especialistas alertam que a falta de organização financeira poderá resultar em:

  • perda de créditos tributários;
  • retenção na malha fina;
  • autuações fiscais;
  • restrições no acesso ao crédito rural.
Tecnologia ganha espaço na gestão das propriedades

Diante do novo ambiente tributário, ferramentas de gestão agrícola vêm ganhando espaço no agronegócio brasileiro. Segundo a Aegro, o uso de softwares especializados pode auxiliar produtores no controle fiscal e financeiro das propriedades, automatizando rotinas, aumentando a segurança de dados e melhorando a previsibilidade tributária.

Com a fiscalização mais digital e integrada, especialistas recomendam que o produtor rural trate a gestão tributária como parte estratégica da administração da fazenda, reduzindo riscos e aumentando a segurança jurídica da atividade.

Fonte: Portal do Agronegócio

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Mato Grosso

Governo define valores de arroz, milho e trigo

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Portaria muda regras de venda de estoques agrícolas – Byrinc.ca

O governo federal publicou a Portaria nº 908/2026 do Ministério da Agricultura e Pecuária, que fixa os chamados “Preços de Liberação dos Estoques Públicos” para produtos estratégicos como arroz, milho, trigo e derivados da mandioca. A medida define os valores mínimos para comercialização dos estoques públicos administrados pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) por meio de leilões eletrônicos.

A nova regulamentação foi assinada pelo ministro substituto da Agricultura, Cleber Oliveira Soares, e entrou em vigor imediatamente.

Entre os produtos contemplados estão arroz em casca, farinha de mandioca, fécula de mandioca, milho em grãos e trigo. Os preços variam conforme a região do país e o período de vigência.

Para o arroz em casca, por exemplo, o preço foi fixado em R$ 78,80 por saca de 50 quilos nos Estados do Rio Grande do Sul e Santa Catarina, enquanto nas demais regiões o valor chega a R$ 98,81 por saca de 60 quilos.

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Já o milho terá valores diferenciados por região. Nas regiões Centro-Oeste e Norte — com exceção do Tocantins e Pará — o preço foi estabelecido em R$ 48,43 por saca de 60 quilos. No Sudeste e Paraná, o valor sobe para R$ 63,82. Para parte do Nordeste, a saca poderá atingir R$ 78,37.

A portaria também definiu o preço do trigo em grãos tipo pão em R$ 97,01 por saca de 60 quilos para a Região Sul, com validade entre julho de 2026 e junho de 2027.

Segundo o texto, os estoques serão comercializados pela Conab por meio do Sistema de Comercialização Eletrônica (SISCOE). O governo ainda estabeleceu que, caso os preços de mercado ultrapassem os valores fixados, a venda dos estoques dependerá de autorização prévia dos ministérios da Agricultura e do Desenvolvimento Agrário.

A medida faz parte da política de regulação de estoques públicos e busca equilibrar o abastecimento nacional, reduzir oscilações bruscas de preços e garantir segurança alimentar, especialmente em períodos de instabilidade no mercado agrícola.

A portaria ressalta ainda que os preços definidos para o milho não serão aplicados às vendas destinadas ao Programa de Venda em Balcão (ProVB), voltado principalmente para pequenos criadores e agricultores familiares.

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Lucione Nazareth/VGN

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Mato Grosso

Anvisa amplia classificação toxicológica de agrotóxicos

Publicado

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Gerada por IA

 

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) começou a reorganizar a classificação toxicológica de agrotóxicos autorizados no Brasil com base em critérios internacionais do Sistema Globalmente Harmonizado de Classificação e Rotulagem de Produtos Químicos (GHS). A medida prevê a inclusão das informações toxicológicas nas monografias dos ingredientes ativos e amplia a divulgação de riscos relacionados à exposição aos produtos.

A nova estratégia também incorpora parâmetros internacionais para avaliação de risco ocupacional, incluindo níveis aceitáveis de exposição para trabalhadores, moradores próximos de áreas de aplicação e transeuntes. Segundo a Anvisa, a mudança faz parte da implementação da RDC nº 998/2025.

A Agência utilizou como referência bancos de dados internacionais, como os da Agência Europeia de Produtos Químicos (ECHA) e da Comissão Europeia, priorizando efeitos considerados mais graves à saúde, entre eles desregulação endócrina, toxicidade reprodutiva, mutagenicidade e carcinogenicidade.

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Nesta primeira etapa, 71 ingredientes ativos com uso liberado no Brasil serão incluídos no processo de classificação toxicológica. Entre eles estão substâncias amplamente utilizadas na agricultura, como azoxistrobina, deltametrina, tebuconazol, malationa e lambda-cialotrina.

Os ingredientes ativos foram divididos em grupos e serão submetidos a consultas públicas com prazo mínimo de 60 dias. A prioridade será dada aos produtos com maior potencial de exposição da população, levando em conta dados do Programa de Análise de Resíduos de Agrotóxicos em Alimentos (PARA), número de registros e volume de comercialização.

A Anvisa informou ainda que o planejamento poderá sofrer alterações conforme atualizações técnicas e regulatórias. A expectativa é que a medida aumente a transparência sobre os riscos dos agrotóxicos utilizados no país e amplie o acesso público às informações toxicológicas.

Redação/VGNAgro

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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