Transporte
Mais de 290 agressores foram presos pela Polícia Civil por violência doméstica, sexual e contra a vida

Polícia Civil-MT
Mais de 290 agressores foram presos pela Polícia Civil, neste primeiro semestre de 2024, em quatro operações que combateram crimes de violência doméstica e contra vítimas vulneráveis, como crianças, adolescentes e idosos. No mesmo período, o órgão realizou uma série de atividades, como palestras e fiscalizações para prevenção.
No mês de março, a Operação Nacional Átria resultou, nas ações realizadas em Mato Grosso, na prisão em flagrante de 253 agressores pelos mais variados delitos no âmbito da violência doméstica, sexual e contra a vida.
Outros 33 foram detidos por força de mandados judiciais temporários e preventivos.
A operação envolveu a atuação da Coordenadoria de Políticas Públicas para Mulheres e Vulneráveis da Polícia Civil junto com as delegacias especializadas de Defesa da Mulher, seções e núcleo de atendimento às vítimas de violência doméstica e sexual. As ações repressivas resultaram ainda no atendimento a 1.789 vítimas, sendo que 12 delas foram resgatadas de suas moradias com ajuda policial; 60 sofreram lesões corporais, 18 violência sexual e 780 requereram medidas protetivas de urgência.
Na capital, a Delegacia Especializada de Defesa da Mulher realizou a Operação Luísa Mahin para cumprir 13 ordens judiciais, entre prisão e buscas, contra autores de violência doméstica que utilizaram armas de fogo para ameaçar suas companheiras. Também foram cumpridos mandados de prisão contra agressores que descumpriram medidas protetivas de urgência. Foram apreendidas cinco armas de fogo, munições e aparelhos celulares.

Caminhos Seguros
A Operação Caminhos Seguros, realizada em todo o Estado, mobilizou órgãos de segurança no combate à exploração sexual de crianças e adolescentes.
Foram realizadas ações de prevenção e repressão para fortalecer o enfrentamento aos delitos, além de sensibilizar e conscientizar a população para a importância da proteção à infância e adolescência.
Em uma das fiscalizações, as equipes da Polícia Civil flagraram, em um estabelecimento localizado na BR-163, em Rosário Oeste, dois homens, de 20 e 22 anos, fornecendo bebida alcoólica a um adolescente. O menor confirmou a oferta da bebida pelos ‘amigos’.
A Coordenadoria de Enfrentamento à Violência Contra a Mulher e Vulneráveis, em conjunto com as delegacias especializadas e municipais, promoveu ações como fiscalizações em pontos vulneráveis à exploração sexual de crianças e adolescentes – rodovias, perímetro urbano, casas noturnas, bares, postos de combustíveis.
Junho Violeta
A Delegacia Especializada de Delitos Contra a Pessoa de Cuiabá realizou durante o mês junho a apuração de denúncias de crimes contra pessoas idosas. Segundo o delegado Marcos Veloso, da Delegacia do Idoso, foram verificadas mais de 40 denúncias de situações de violência contra idosos, somente na Capital.

A ação integra os trabalhos da Operação Virtude, deflagrada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, em todo o país, para intensificar ações preventivas, educativas e de combate à violência contra idosos.
No ano passado, foram registradas no Brasil mais de 5,3 mil denúncias de crimes contra idosos; 11,5 mil vítimas foram atendidas, 6,6 mil boletins de ocorrência registrados e 200 pessoas presas.
Raquel Teixeira | Polícia Civil-MT
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
Transporte
Operação mira facção por lavar R$ 3 milhões em Mato Grosso

PJC
Uma facção suspeita de lavar mais de R$ 3 milhões provenientes do tráfico de drogas foi alvo da Operação Mosaico, deflagrada na manhã desta quarta-feira (11), em quatro cidades de Mato Grosso. Ao todo, a Polícia Civil cumpre 17 ordens judiciais, entre mandados de prisão preventiva, buscas domiciliares e quebras de sigilo bancário.
As medidas são executadas em Cuiabá, Barra do Garças, Rondonópolis e Água Boa. Segundo a investigação, o grupo teria movimentado os valores em pouco mais de um ano, utilizando mecanismos para ocultar a origem ilícita do dinheiro.
De acordo com a Polícia Civil, as apurações identificaram uma sequência de transações bancárias consideradas atípicas e incompatíveis com as rendas oficialmente declaradas pelos investigados. A movimentação financeira levantou suspeitas e levou ao aprofundamento das diligências, que culminaram na operação desta quarta-feira.
Conforme os investigadores, a organização atuava de forma estruturada, com divisão clara de funções entre os integrantes. Havia centralização dos recursos obtidos com o tráfico, seguida da distribuição dos valores entre membros do grupo. Parte das movimentações, ainda segundo a polícia, teria sido realizada por meio de contas bancárias em nome de terceiros, os chamados “laranjas”, estratégia usada para dissimular a origem do dinheiro.
Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos dinheiro em espécie e um cofre. Todo o material recolhido passará por perícia e análise detalhada, etapa considerada essencial para rastrear o fluxo financeiro e reforçar as provas já reunidas. A expectativa é que o conteúdo encontrado ajude a esclarecer como os recursos eram internalizados e redistribuídos pelo grupo.
As investigações são conduzidas pela 1ª Delegacia de Polícia de Barra do Garças e representam desdobramento de inquéritos anteriores. Esses procedimentos já haviam apontado a existência de um núcleo específico responsável pela movimentação e ocultação de valores oriundos do tráfico de drogas.
A apuração segue em andamento para identificar outros possíveis envolvidos e delimitar a responsabilidade individual de cada investigado. Conforme informações da Polícia Civil, novas medidas podem ser adotadas a partir da análise do material apreendido e dos dados bancários obtidos com autorização judicial.
Fonte: CenárioMT
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
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Quatro suspeitos morrem em confronto com a PM em Rondonópolis, MT

PMMT
Quatro suspeitos morreram na terça-feira (10) durante confronto com a Polícia Militar dentro de uma casa no Jardim Eldorado, em Rondonópolis, a 216 quilômetros de Cuiabá. De acordo com a corporação, os policiais foram recebidos a tiros ao chegarem ao imóvel e revidaram. Ao final da ocorrência, seis armas de fogo e 200 munições foram apreendidas.
O endereço era apontado pelos militares como um suposto “escritório do crime”. A ação teve início após a agência de inteligência da PM repassar informações sobre movimentação suspeita na residência. A equipe foi até o local para averiguar a denúncia, mas, segundo relato oficial, houve reação armada por parte dos ocupantes da casa.
No interior do imóvel, os policiais recolheram dois fuzis, três revólveres e uma pistola, além de aproximadamente 200 munições. O volume e o tipo de armamento chamaram a atenção da equipe que atendeu a ocorrência. Todo o material foi encaminhado para os procedimentos legais.
Conforme informações da Polícia Militar, os quatro mortos possuíam passagens criminais. Um deles já tinha antecedente por homicídio. A corporação também apontou a suspeita de ligação do grupo com organização criminosa atuante na região.
A dinâmica do confronto e as circunstâncias da atuação policial serão analisadas pela Polícia Civil, que abriu investigação para apurar o caso. O inquérito deve reunir laudos periciais, oitivas de policiais envolvidos e demais elementos colhidos no local.
Casos envolvendo confronto armado exigem apuração técnica para esclarecer a legalidade da ação e a origem das armas apreendidas. Em Mato Grosso, ocorrências desse tipo são encaminhadas para investigação formal, com análise do material recolhido e dos antecedentes dos envolvidos.
Até a conclusão das diligências, a Polícia Civil não divulgou a identificação dos suspeitos. A apuração deve indicar se o imóvel era utilizado de forma estruturada para atividades criminosas e qual seria o papel de cada um dos mortos dentro do grupo, segundo informou a própria polícia.
Fonte: CenárioMT
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
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Braço direito de líder de facção é preso pela Polícia Civil no Rio de Janeiro

PJC
O braço direito do principal alvo da Operação Imperium, o faccionado A.A.S.N. foi preso pela Polícia Civil de Mato Grosso, após ser localizado na cidade do Rio de Janeiro (RJ). A ação resultou ainda na apreensão dois veículos, uma BMW ligada ao grupo criminoso e uma caminhonete Chevrolet S-10, que era utilizada pelo faccionado no estado fluminense.
Deflagrada na terça-feira (10.2), pela Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO) e pela Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (Draco), a operação tem como foco a asfixia financeira de um dos núcleos da facção criminosa atuante na região sul de Mato Grosso. A prisão foi realizada pela Polícia Civil de Mato Grosso com o apoio da Polícia Civil do Rio de Janeiro, por meio de uma parceria firmada entre as instituições, que já resultou em diversas prisões
O preso, apontado como principal executor das tarefas determinadas pelo líder da facção, G.R.S., o “Vovozona”, foi localizado e preso, em um momento de lazer, enquanto desfrutava o dia e consumia produtos em uma conveniência em frente a praia do Recreio. Com ele, foi apreendida a caminhonete S-10, adquirida por meio da atividade criminosa.
Dentre suas funções na estrutura criminosa, o faccionado era o responsável por repassar para os valores entre a “ponta” da facção e a liderança, atuando como uma espécie de contador e prestador de contas do grupo ligado diretamente ao líder.
Outro trabalho executado pelo investigado, era o de adquirir e levar veículos de luxo, de alto valor, para o Rio de Janeiro, onde seriam utilizados pelo líder da facção criminosa. Durante os levantamentos, foi possível identificar registros do veículo BMW, rodando na cidade do Rio de Janeiro.
As investigações identificaram que a BMW, estava registrada em nome de uma empresa cuja sócia-proprietária é apontada como operadora financeira da facção, que também foi alvo da operação, presa no estado do Paraná.
Além de ser apontado como braço direito de Vovozona, A.A.S.N. possui condenação por tráfico de drogas e possui uma empresa registrada em Lucas do Rio Verde, inexistente fisicamente.
Para o delegado responsável pelas investigações, Marlon Luz, os elementos apurados evidenciam a prática de crimes de uso de documentos falsos e de lavagem de dinheiro, realizada pela facção criminosa de forma estruturada, estável e permanente.
“A prisão do braço direito do líder e a apreensão de bens atende diretamente o foco da operação, que é atacar o poder financeiro do grupo criminoso, seja assegurando o bem para evitar perecimento e dilapidação, seja bloqueando valores em contas, enfraquecendo a sua atuação”, disse o delegado.
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