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Agronegócio

Fórum das Cadeias Produtivas destaca inovação e sustentabilidade no agronegócio; inscrições abertas

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em

Sindicato Rural

Estão abertas as inscrições para o Fórum das Cadeias Produtivas, que será realizado entre os dias 12 e 19 de julho, durante a 56ª Expoagro. O evento será realizado no Centro de Eventos Senador Jonas Pinheiro, em Cuiabá. Clique aqui para se inscrever.

A 5ª edição do Fórum das Cadeias Produtivas tem como tema “Inovação e Sustentabilidade”. Durante as palestras, serão trabalhados assuntos voltados para as tendências do mercado, novas tecnologias, melhora da produtividade, sustentabilidade, exportações, desafios e oportunidades no agronegócio.  A curadoria técnica do fórum é realizada pela Faculdade de Zootecnia da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), por meio do projeto Conect Zoo.

A abertura da programação será feita pelo secretário de Desenvolvimento Econômico, César Miranda, com a palestra “Como Seria o Mundo Sem Mato Grosso”, às 9h, no dia 12 de julho. Cerca de 400 pessoas já se inscreveram para esta programação.

“Nosso Estado é motivo de orgulho, mas esse orgulho não vem só de um sentimentalismo e sim de grandes conquistas no nosso desenvolvimento econômico. Mato Grosso alimenta 3,2% da população mundial, sendo o maior produtor de grãos do país. Somos o pilar do agronegócio brasileiro e se não existíssemos haveria uma grande lacuna no mundo. Esse e outros números serão abordados na minha palestra no Fórum das Cadeias Produtivas, precisamos entender o que somos e porque somos”, afirma o secretário.

Além do secretário, entre os destaques do Fórum estão: o presidente da Câmara de Comércio Brasil-Índia, Leonardo Ananda Gomes, que mostrará as oportunidades de mercado entre os dois países no dia 12, às 11h; na segunda (15.07), às 16h, o deputado federal Pedro Lupion, presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), falará sobre os avanços e desafios do agro brasileiro na perspectiva legislativa; já o presidente da Associação Brasileira da Indústria Exportadora de Carne (Abiec), Antônio Jorge Camardelli, mostrará, no dia 16, às 14h, as tendências do mercado de carne para Brasil e Mato Grosso.

A 56ª Expoagro conta com parceira do Governo de Mato Grosso, por meio das Secretarias de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec) e Cultura, Esporte e Lazer (Secel).

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Confira a programação completa aqui.

Maria Júlia Souza | Sedec-MT

Colaborou:  Astrogildo Nunes – [email protected]

 

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Agronegócio

Apesar de exportações recorde, preços do suíno atingem menor nível desde 2022

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Divulgação

Mesmo com desempenho histórico nas exportações, o mercado interno de suínos segue pressionado no Brasil. Segundo o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada, os preços do suíno vivo e da carne suína caíram e atingiram os menores níveis desde 2022, refletindo a fraqueza da demanda doméstica.

Demanda interna fraca pesa no mercado

O principal fator por trás da queda nos preços é o consumo interno enfraquecido, observado ao longo de março e mantido na primeira quinzena de abril.

De acordo com o Cepea:

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A procura por carne suína segue limitada

Compradores estão mais cautelosos

O mercado doméstico não absorve a produção

Esse cenário mantém pressão constante sobre as cotações.

Oferta elevada intensifica queda

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Além da demanda fraca, o aumento da oferta contribui para o movimento de desvalorização.

O mercado apresenta:

Maior disponibilidade de animais para abate

Concorrência elevada entre produtores

Excesso de produto no mercado interno

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Entre 7 e 14 de abril, as quedas foram as mais intensas desde janeiro, reforçando o cenário de pressão.

Preços atingem mínimas em anos

Com esse quadro, os indicadores mostram:

Suíno vivo: menor nível desde março de 2022

Carne suína: menor patamar desde maio de 2020 (em termos reais)

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A queda evidencia o descompasso entre produção e consumo no país.

Exportações não compensam mercado interno

Apesar do cenário negativo nos preços, o desempenho externo segue positivo, com embarques em níveis recordes.

No entanto:

A demanda internacional não absorve totalmente a produção

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O mercado interno continua sendo determinante

O excesso de oferta mantém pressão sobre os preços

Esse contraste marca o atual momento da suinocultura brasileira.

Margens do produtor ficam pressionadas

A combinação de preços mais baixos e custos ainda elevados impacta diretamente a rentabilidade no campo.

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Com isso:

O poder de compra do produtor diminui

A margem da atividade fica mais apertada

O setor entra em alerta para os próximos meses
Perspectiva ainda é de cautela

O comportamento do mercado dependerá principalmente da retomada da demanda interna.

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Especialistas apontam que:

A recuperação do consumo pode aliviar a pressão

Exportações seguem como suporte parcial

O equilíbrio entre oferta e demanda será decisivo

Enquanto isso, o setor enfrenta um cenário de preços baixos mesmo com exportações fortes, exigindo atenção redobrada dos produtores.

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CenárioRural

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Agronegócio

Açúcar cristal mantém firmeza mesmo com baixa liquidez no mercado spot

Publicado

em

Reprodução

 

O mercado spot de açúcar registrou baixa liquidez na última semana de abril, mas os preços do cristal permaneceram firmes. De acordo com o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada, compradores adotaram postura cautelosa, mantendo-se afastados das negociações diante da expectativa de novas quedas — movimento que, no entanto, não se concretizou no curto prazo.

Apesar da resistência dos preços na semana, o acumulado mensal ainda aponta recuo expressivo nas cotações. Segundo o Cepea, a redução no volume de negócios evidencia a postura firme dos vendedores, que têm evitado ceder à pressão dos demandantes, contribuindo para sustentar os valores no mercado interno.

Outro fator que ajuda a explicar esse cenário é a predominância de açúcares mais escuros nas negociações recentes, o que indica que a safra 2026/27 ainda não atingiu seu ritmo pleno. Isso limita a disponibilidade de açúcar cristal de melhor qualidade no curto prazo, restringindo a oferta e ajudando a manter os preços.

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No cenário internacional, o comportamento também influencia o mercado brasileiro. As cotações do contrato nº 11 na ICE Futures, em Nova York, registraram alta na última semana. Caso essa tendência se mantenha, há possibilidade de recuperação dos preços internos nas próximas semanas.

A valorização externa está ligada, principalmente, à alta nos preços do petróleo, que eleva os custos globais de energia. Nesse contexto, conforme apontam pesquisadores do Cepea, usinas brasileiras tendem a direcionar maior parte da cana-de-açúcar para a produção de etanol, reduzindo a oferta de açúcar e contribuindo para a sustentação das cotações no mercado doméstico.

O cenário reforça a interdependência entre os mercados de energia e de commodities agrícolas, com reflexos diretos na formação de preços e nas estratégias produtivas do setor sucroenergético.

Fonte: CenárioMT

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Agronegócio

Maior oferta de mandioca amplia entregas, mas demanda firme sustenta preços

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Reprodução

 

O aumento da disponibilidade de mandioca nas principais regiões produtoras do Centro-Sul do Brasil resultou em maior volume de entregas às indústrias ao longo da última semana. De acordo com o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada, apesar das chuvas no início do período terem limitado temporariamente os trabalhos no campo, a melhora das condições climáticas permitiu a retomada e intensificação da colheita.

Esse movimento foi impulsionado, sobretudo, pela necessidade de geração de caixa por parte dos produtores e pela liberação de áreas para novas atividades agrícolas. Ainda assim, o mercado mostrou resiliência. A demanda pela matéria-prima seguiu firme, o que evitou quedas mais expressivas nos preços, com desvalorizações registradas apenas de forma pontual ao longo da semana.

Segundo o Cepea, mesmo com esse cenário de leve pressão nas cotações no curto prazo, o comportamento mensal foi positivo. A média de preços da mandioca registrou alta de 2,2% no período analisado, refletindo o equilíbrio entre oferta ampliada e consumo aquecido.

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No entanto, quando considerados os valores reais — ajustados pela inflação medida pelo IGP-DI —, o indicador ainda apresenta retração. Nesse recorte, os preços permanecem 4,7% abaixo dos verificados no mesmo período de 2025, indicando que, apesar da recuperação recente, o mercado ainda opera em patamar inferior ao do ano passado.

O cenário reforça a dinâmica típica do setor, em que fatores climáticos, necessidade financeira dos produtores e ritmo da demanda industrial atuam de forma conjunta na formação dos preços ao longo do ciclo produtivo.

Fonte: CenárioMT

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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