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Competições individuais dos Jogos Escolares e Estudantis começam neste sábado (20)

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Atleta de MT nos Jogos da Juventude, do COB, em 2023 – Foto por: Alexandre Loureiro/COB

 

 

Começam neste sábado (20.07) as disputas estaduais de atletismo, ginástica rítmica, natação, taekwondo, karatê e wrestling nos Jogos Escolares e Jogos Estudantis Mato-grossenses.

De hoje até terça-feira (23.07), o município de Várzea Grande sedia a segunda parte da etapa estadual das competições promovidas pela Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT).

Ao todo, mais de 1.400 atletas disputam os títulos de campeões mato-grossenses em suas respectivas provas. Cerca de 850 estudantes de 12 a 14 anos participam dos Jogos Escolares e aproximadamente 550, de 15 a 17 anos, competem nos Jogos Estudantis.

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As competições deste sábado começam às 16h, com as provas de natação, que serão realizadas na piscina olímpica da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT). A instituição também será palco das provas de atletismo, que acontecem de domingo a terça (21 a 23), a partir das 7h30, no Centro Olímpico de Treinamento (COT).

O wrestling será disputado no domingo (21), a partir das 9h, no ginásio Fiotão, em Várzea Grande. Na mesma data, também na cidade industrial, a partir das 8h, ocorrem as lutas de karatê e taekwondo, no Centro de Iniciação ao Esporte Danilo Nascimento Campos e no ginásio Antônio Sotero, respectivamente.

As provas de ginástica rítmica serão realizadas na segunda (22), a partir das 13h30, no ginásio Fiotão.

Atleta de MT em prova de ginástica rítmica nos Jogos da Juventude 2023 – Créditos: Beto Noval/COB

Participam do evento representantes de 36 municípios, sendo: Água Boa, Alta Floresta, Araputanga, Aripuanã, Barra do Garças, Bom Jesus do Araguaia, Brasnorte, Cáceres, Campinápolis, Campo Novo do Parecis, Campo Verde, Cuiabá Ipiranga do Norte, Itaúba, Jaciara, Juína, Juruena, Lucas do Rio Verde, Marcelândia Matupá, N. Senhora do Livramento, Nova Lacerda, Livramento, Nova Mutum, Nova Ubiratã, Nova Xavantina, Pedra Preta, Peixoto de Azevedo, Pontes e Lacerda, Primavera do Leste, Rondonópolis, Santa Rita do Trivelato, Sapezal, Sinop, Sorriso, Tangará da Serra e Várzea Grande.

A primeira parte das competições de modalidades individuais foram realizadas no início do mês, em Primavera do Leste. Nesse período, a etapa estadual envolveu as disputas de badminton, ciclismo, judô, vôlei de praia, tênis de mesa e xadrez.

Para realização dos Jogos Escolares e Jogos Estudantis de Seleções Mato-Grossenses, a Secel-MT conta com a parceria dos municípios-sede e o apoio da Secretaria de Estado de Educação (Seduc-MT).

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Cida Rodrigues | Secel-MT
Colaborou:  Astrogildo Nunes – [email protected]

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Com investimento de R$ 6 milhões, FIT Pantanal reforça Mato Grosso como potência no turismo

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A edição deste ano promete ser histórica e bater recorde de público com 100 mil visitantes até domingo (07) – Foto por: Tonico Pinheiro/ Secom-MT

A abertura oficial da FIT Pantanal 2026, realizada na noite desta quarta-feira (3.6), no Centro de Eventos do Pantanal, marcou o início da maior feira de turismo das regiões Centro-Oeste e Norte do país, com números recordes e uma meta ambiciosa: alcançar 100 mil visitantes até o encerramento da programação.

O evento, que recebeu investimento de cerca de R$ 6 milhões do Governo de Mato Grosso, reúne representantes de 44 municípios, cerca de 100 artesãos, 130 expositores da agricultura familiar e empresários do setor turístico de diversas regiões do Estado. A feira segue até domingo (7), das 17h às 22 horas.

A expectativa representa um salto significativo em relação às edições anteriores. Em 2023, a feira recebeu cerca de 45 mil visitantes. Em 2024, o público subiu para 60 mil pessoas. Já em 2025, a FIT bateu recorde ao alcançar 70 mil visitantes. Agora, a organização aposta em um crescimento de mais de 40% para consolidar ainda mais o evento como principal vitrine do turismo mato-grossense.

Além da promoção de destinos turísticos, a feira se transformou em um espaço estratégico para geração de negócios, valorização cultural e fortalecimento das cadeias produtivas ligadas ao turismo. A programação reúne municípios, empreendedores, operadores turísticos, representantes da gastronomia regional, artesanato e agricultura familiar em um mesmo ambiente de exposição e comercialização. Durante a solenidade, o governador Otaviano Pivetta destacou que o turismo está entre as atividades econômicas consideradas prioritárias pelo Estado e afirmou que os investimentos em infraestrutura continuarão como forma de impulsionar o setor.

“O turismo é uma das vocações importantes que Mato Grosso tem. Desde que chegamos ao governo estamos procurando estimular o turismo e investir na infraestrutura. A FIT Pantanal é uma demonstração da potencialidade e da força desse mercado, que considero uma das principais fontes de renda para o Estado e que ainda tem muito espaço para crescer”, afirmou.

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O presidente da Fecomércio-MT, José Wenceslau Júnior, lembrou a trajetória de crescimento da feira desde que a entidade assumiu sua organização, em parceria com o Governo de Mato Grosso, por meio da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec). Segundo ele, a FIT se consolidou como um movimento permanente em favor do turismo e do desenvolvimento econômico.

“Quando assumimos a Fecomércio, entendemos que o turismo precisava ocupar o espaço que merece dentro da economia mato-grossense. Hoje a FIT Pantanal é reconhecida como a maior feira de turismo e negócios do Centro-Oeste e Norte do Brasil. Os números mostram essa evolução e demonstram que estamos no caminho certo”, disse. Para a secretária de Estado de Desenvolvimento Econômico, Mayran Beckman, o crescimento do turismo está diretamente ligado aos investimentos realizados pelo governo em infraestrutura, qualificação e promoção dos destinos mato-grossenses. Segundo ela, o setor vem se consolidando como uma alternativa econômica capaz de gerar retorno rápido e ampliar a circulação de riqueza nos municípios.

De acordo com a secretária, Mato Grosso recebeu mais de 1,5 milhão de turistas em 2025, além de mais de 45 mil visitantes estrangeiros. Ela também ressaltou que o Estado trabalha para ampliar a conectividade aérea e viabilizar voos internacionais, medida considerada estratégica para impulsionar ainda mais o setor.

“O turismo é uma indústria limpa, que gera retorno econômico rápido e movimenta várias cadeias produtivas. Temos investido em infraestrutura, capacitação e promoção dos destinos. O potencial de crescimento é enorme e os resultados tendem a aumentar ainda mais com a ampliação da malha aérea e novas conexões”, afirmou.

A FIT Pantanal segue até domingo com exposições, rodadas de negócios, apresentações culturais, experiências gastronômicas e atividades voltadas à promoção dos destinos turísticos mato-grossenses. A expectativa da organização é que a edição de 2026 seja a maior já realizada desde a criação do evento em 1994.

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FIT Pantanal 2026

A FIT Pantanal 2026 é uma realização do Sistema Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo de Mato Grosso (Fecomércio-MT), por meio do Conselho Empresarial de Turismo e Hospitalidade (Cetur) da Fecomércio-MT, e Governo do Estado de Mato Grosso, por meio da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec-MT). Tem parceria da Secretaria de Estado de Agricultura Familiar (Seaf-MT), da Empaer-MT, do Invest MT e do Sebrae. E, ainda, apoio das entidades: Sindieventos-MT, SHRBS-MT, Singtur-MT, Sesata-MT, Abrasel-MT, ABIH-MT, ABLA-MT, ABAV-MT, ABBTUR, ASTUR e da Azul Linhas Aéreas.

Débora Siqueira | Assessoria/Sedec

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Maçã no Brasil – Especialistas debatem cenário da safra e desafios da cultura

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Fotos: Divulgação

 

Gramado (RS) – Grupo Técnico criado pela Sipcam Nichino Brasil para desenvolver soluções frente a desafios fitossanitários da pomicultura, o ‘Eloos Maçã’ realizou, nos dias 20 e 21 de maio de 2026, sua quinta reunião anual, na gaúcha Gramado. “Eloos Maçã tem por objetivo central conectar entes de todos os segmentos da cadeia produtiva da fruta, visando a fomentar avanços no manejo fitossanitário e fisiológico do cultivo”, resume José de Freitas, engenheiro agrônomo da área de desenvolvimento de mercado.

Durante o encontro, convidados fizeram um balanço da safra da fruta, encerrada recentemente, e mapearam os principais desafios atuais e futuros de manejo, entre estes a previsão de um “El Niño” possivelmente forte durante o próximo ciclo da cultura. Debateram ainda temas relevantes associados às principais pragas e doenças da maçã, entre estas grafolita, mosca das frutas, mancha da gala, sarna da macieira e cancro europeu.

Entre os convidados, destaque para os consultores Fernando Figueredo, André Werner, os pesquisadores Dr. Adalécio Kovaleski (On-line, da Embrapa Vacaria – RS), Dr. Felipe Ferreira (Epagri-SC), Me. José Itamar Boneti (Fito Consultoria) e Dr. Everlan Fagundes (Scienfruti). Marcaram presença ainda representantes das áreas técnica, de Marketing e Comercial da Sipcam Nichino.

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Os executivos ressaltaram que a Sipcam Nichino tem na pomicultura um cultivo estratégico ao desenvolvimento de seus negócios.

Segundo eles, a companhia investe no desenvolvimento de soluções tecnológicas para a macieira e distribui um portfólio robusto de tecnologias, principalmente os fungicidas Dodex® 450 SC, Echo® 720 SC, Metiltiofan® e o inseticida Trebon® 100 SC, além de bioestimulantes como o extrato de algas Abyss® e o complexo de aminoácidos Stilo® Verde.

Casos de sucesso atrelados ao portfólio da Sipcam Nichino, incluindo o fungicida Dodex® e o inseticida Trebon®, foram apresentados pelos especialistas presentes. A programação trouxe à luz, também, resultados de pesquisas sobre a prática da bioestimulação dos pomares de maçã.

“A Sipcam Nichino tem investido fortemente no desenvolvimento da Plataforma de Bioestimulantes para a pomicultura, formada pelas soluções Abyss®, Blackjak®, Nutex® Premium e Stilo® Verde, nas áreas de maçã do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina”, reforça Marcelo Palazim, engenheiro agrônomo e gerente de marketing de especialidades da companhia.

Segundo ele, os bioestimulantes agregam produtividade e qualidade ao cultivo da maçã. “Destacamos o desenvolvimento vegetativo superior de plantas, maior padronização de plantas ‘em formação’, aumento da capacidade fotossintética da cultura e fixação de frutos”, conclui Palazim.

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Criada no Brasil em 1979, a Sipcam Nichino resulta da união entre a italiana Sipcam Oxon, fundada em 1946, especialista em agroquímicos e bioestimulantes e a japonesa Nihon Nohyaku (Nichino). A Nichino tornou-se a primeira companhia de agroquímicos do Japão, em 1928, e desde sua chegada ao mercado atua centrada na inovação e no desenvolvimento de novas moléculas para proteção de cultivos.

Fernanda Campos

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Vozes da Pecuária inicia ação territorial com foco em subsidiar políticas públicas com as demandas do pecuarista

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O Vozes da Pecuária, projeto do Instituto Pecuária Tropical pelo Clima, inicia uma nova etapa, agora adentrando pelo Brasil nas regiões específicas da pecuária. O objetivo é construir, com base na experiência dos pecuaristas e suas demandas, agendas territoriais para subsidiar os candidatos sobre necessidades do setor para as eleições de 2026.

Trata-se de um processo de escuta estruturada e participativa com base na realidade, nos desafios e nas prioridades de quem vive e faz a pecuária no território para identificar e sugerir quais políticas públicas e ações de mercado são estruturantes para a evolução da pecuária e para ampliar sua contribuição ambiental, econômica, social e cultural.

“Além de dar voz aos produtores, o objetivo será organizar demandas locais, fortalecer lideranças regionais e transformar esse conteúdo em um pacto territorial com a finalidade de subsidiar as políticas públicas, investimentos e decisões estratégicas ligadas à pecuária”, analisa o pecuarista Raul Moraes, Diretor do Instituto Pecuária Tropical pelo Clima.

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Nesta fase, a escuta das Vozes da Pecuária acontece em sete territórios prioritários, distribuídos nos três principais biomas da pecuária brasileira: Cerrado, Pantanal e Amazônia, lembrando que a metade dos bois abatidos no Brasil é proveniente desses biomas. Diretamente, o projeto envolve 15 municípios em quatro estados: Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás e Pará. Somados, os territórios do projeto reúnem um rebanho superior a 10,8 milhões de bovinos.

Algo especial e diferenciado é a divisão e nomenclatura dos territórios que não se limita à questão político-geográfica, mas à vocação e às características peculiares de cada região. Esse diferencial motivou nomes especiais que passaram a batizar os territórios.

“Os territórios passam a ter uma identidade construída a partir da sua vocação produtiva, da história local e da forma como a pecuária se organiza em cada região”, explica Amanda Purger, coordenadora dos embaixadores territoriais. Ela afirma que o projeto “nasce também da compreensão de que não existe uma única pecuária brasileira, mas diferentes pecuárias, marcadas por realidades territoriais muito distintas”.

Por fim, ressalta que muitas vezes, esse universo é traduzido por atores externos à atividade, porém, “o Vozes da Pecuária busca fortalecer a voz dos próprios produtores e transformar essa experiência territorial em contribuição concreta para o futuro do setor”, avalia.

Territórios e embaixadores

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A atuação acontece nos meses de maio a novembro e está conectando produtores, entidades setoriais, lideranças regionais e nacionais, além do mercado e do poder público, com foco na construção de propostas para a pecuária brasileira.

A ação territorial territorial será conduzida por embaixadores locais, responsáveis por articular produtores específicos, estimulará diagnósticos, envolverá atores regionais e contribuirá para a construção de agendas e pactos territoriais. O resultado desse processo deve compor um documento a ser apresentado ao poder público e candidatos às eleições de 2026. Os territórios definidos são:

● Amazônia Oriental Paraense – Paragominas e Marabá;
● Planície Pantaneira Norte – Rio Verde e Coxim;
● Alto-Médio Araguaia/MT – Barra do Garças, Pontal do Araguaia, Nova Xavantina e Torixoréu;
● Vale do Araguaia – Cocalinho, Jussara e Aruanã;
● Planície Pantaneira Sul – Corumbá, Aquidauana e Miranda;
● São Luiz e Trindade do Mato Grosso – Cáceres e Vila Bela

Histórico

O Vozes da Pecuária nasceu em setembro de 2025, com uma primeira etapa nacional realizada em Brasília. Na ocasião, pecuaristas reivindicaram seu legado e suas demandas a legisladores e formadores de opinião, apresentando uma carta aberta que consolidou, de forma ampla, as diretrizes do setor.

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A nova fase territorial amplia esse trabalho para levar a escuta para as regiões dos três biomas estratégicos da pecuária brasileira.

A proposta é fazer com que as prioridades tenham origem em quem realmente vive e faz a pecuária nos territórios, pois cada território possui características produtivas, ambientais, culturais e econômicas diferentes”, explica Raul Moraes do Instituto Pecuária Tropical pelo Clima.

O movimento conta com o apoio da organização Terra Adorada (ex-Morada Comum), parte da Rede Global “Our Common Home”, que busca promover o bem comum pela natureza. A iniciativa conta também com a parceria da Unapec – União Nacional da Pecuária.

Serviço:

O projeto Vozes da Pecuária Territórios é uma iniciativa do Instituto Pecuária Tropical pelo Clima voltada para a escuta e organização das demandas da pecuária brasileira a partir dos territórios. Em 2026, a ação terá abrangência em sete territórios, três biomas, 15 municípios e quatro estados: Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás e Pará. O projeto envolve pecuaristas, lideranças regionais, entidades setoriais, mercado e poder público, com o objetivo de gerar subsídios para políticas públicas, investimentos e decisões estratégicas para o futuro da pecuária e sua contribuição para a agenda climática.

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Instituto Pecuária Tropical pelo Clima

A Pecuária Tropical pelo Clima se formaliza como uma organização criada para posicionar a pecuária brasileira como parte da solução climática, valorizando sua capacidade produtiva, organização setorial e práticas sustentáveis. Liderada por pecuaristas, a iniciativa representa a evolução de um movimento que integra diferentes regiões, biomas e realidades da pecuária no Brasil, colocando o produtor no centro da discussão sobre produção de alimentos, conservação e desenvolvimento econômico. O movimento conta com o apoio da organização Terra Adorada (ex-Morada Comum), parte da Rede Global “Our Common Home”. A iniciativa conta também com a parceria da Unapec – União Nacional da Pecuária.

Fonte: CenárioMT

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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