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Produtos falsificados de times brasileiros são apreendidos pela Polícia Civil em Cuiabá

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em

Polícia Civil

Dezenas de camisetas falsificadas de times de futebol brasileiro, especialmente do Cuiabá Esporte Clube, foram apreendidas pela Polícia Civil, na tarde de quarta-feira (08.08), em ação realizada pela Delegacia Especializada de Defesa do Consumidor (Decon).

As camisetas contrafeitas foram apreendidas com dois vendedores que expunham os produtos em varais instalados, na Avenida Érico Preza, no bairro Jardim Itália, em Cuiabá. Os dois homens foram conduzidos à Decon, onde foram ouvidos e liberados, e responderão por crimes com pena de até 5 anos de prisão e multa.

Segundo o delegado da Decon, Rogério Ferreira, com o início do segundo turno do Campeonato Brasileiro de futebol masculino da série A, a Arena Pantanal receberá grandes jogos entre o time do Cuiabá Esporte Clube e outros grandes times brasileiros, aumentando o comércio de produtos falsificados relacionados ao esporte.

“A Delegacia do Consumidor intensificará a realização de ações de combate à pirataria por meio da Operação Gol Contra, estando previstas ações em lojas e nas principais ruas e avenidas de Cuiabá e de Várzea Grande, além do entorno da Arena Pantanal, em dias de jogos do Cuiabá Esporte Clube”, disse o delegado.

Segundo informações divulgadas pela CBF, o futebol brasileiro, em toda a sua cadeia, direta e indiretamente, representa 0,72% do PIB brasileiro, em um total de R$52,9 bilhões de reais anuais. Estudos apontam, ainda, que 37% das camisas de times de futebol comercializadas no País são falsificadas, o que significa prejuízo aos times de futebol brasileiro e, em Mato Grosso, principalmente à equipe do Cuiabá.

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Após a realização de perícia no material e a conclusão das investigações, as camisetas falsificadas que foram apreendidas serão doadas pela Polícia Civil a crianças e adolescentes carentes de programas e organizações sociais sem fins lucrativos de Cuiabá e Várzea Grande.

Denúncias

Consumidores que forem vítimas ou que quiserem denunciar a prática de crimes contra as relações de consumo podem comparecer na Decon pessoalmente no endereço Rua General Neves, nº 69, Duque de Caxias I, em Cuiabá-MT, ou acionar a Decon pelo telefone (65) 3613-8923, ou por meio do e-mail: [email protected].

O consumidor também pode formalizar denúncia anônima por meio do telefone 197 da Polícia Civil ou registrar boletim de ocorrência em qualquer Delegacia de Polícia de Mato Grosso ou, sem sair de casa ou do trabalho, por meio da Delegacia Virtual (https://portal.sesp.mt.gov.br/delegacia-web/pages/home.seam).

Assessoria | Polícia Civil
Colaborou:  Astrogildo Nunes – [email protected]
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Transporte

Tamanduá-mirim é capturado em casa em Confresa

Publicado

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Imagem gerada por IA

O Corpo de Bombeiros Militar confirmou a captura de um tamanduá-mirim dentro de uma residência na madrugada desta quarta-feira (6), no município de Confresa, em Mato Grosso. O animal foi resgatado sem ferimentos e devolvido ao habitat natural.

De acordo com a corporação, a equipe foi acionada após moradores relatarem a presença de um animal silvestre circulando pela via pública. Ao chegar ao endereço indicado, os bombeiros constataram que o tamanduá já havia entrado no imóvel.

No interior da residência, o animal foi localizado escondido sob um tanque, atrás de uma máquina de lavar. Conforme os militares, o tamanduá-mirim não apresentava comportamento agressivo durante a ocorrência.

A guarnição realizou a captura com técnicas adequadas, garantindo a segurança dos moradores e do próprio animal. Após o acondicionamento correto, o tamanduá foi transportado e solto em uma área apropriada, distante do perímetro urbano.

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Os moradores receberam orientações sobre como proceder em situações semelhantes envolvendo animais silvestres. Não houve registro de feridos, e o caso foi finalizado sem intercorrências.

Fonte: CenárioMT

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

 

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Transporte

PM estoura “boca de fumo” em Nova Mutum e detém dupla; suspeita grávida já havia sido baleada no domingo

Publicado

em

PMMT

 

A Polícia Militar desarticulou, na tarde desta terça-feira (5), um ponto de comercialização de entorpecentes no bairro Lírio dos Campos II, em Nova Mutum. A ação resultou na condução de um homem e uma mulher em Mato Grosso, após denúncias anônimas via 190 alertarem sobre a movimentação suspeita na residência.

A operação teve início quando os policiais, em patrulhamento pela região, avistaram um indivíduo que tentou fugir para o interior do imóvel ao perceber a aproximação da viatura.

Flagrante e confissão

Durante a abordagem, o suspeito foi flagrado tentando se desfazer de um invólucro contendo substância análoga à maconha. Ao ser questionado pelos militares, ele confessou a posse do entorpecente e revelou que havia mais drogas escondidas dentro da casa.

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O homem afirmou ainda que o material pertenceria à sua prima, que também estava no local. A mulher confirmou a versão do familiar e entregou voluntariamente o restante das porções ilícitas à guarnição da PM.

Suspeita baleada e gestante

Um detalhe que chamou a atenção das autoridades foi o estado de saúde da mulher conduzida. Além de estar gestante, ela apresentava um ferimento por arma de fogo na mão esquerda. Segundo o relato colhido na ocorrência, a suspeita foi vítima de um ataque a tiros ocorrido no último domingo (3) em Nova Mutum.

A lesão, ainda recente, foi documentada pelos policiais durante o registro da ocorrência. Devido ao estado de saúde e à colaboração dos suspeitos, a condução até a delegacia foi realizada sem o uso de algemas.

Procedimentos legais

A dupla foi entregue à Delegacia de Polícia Civil de Nova Mutum, juntamente com o material apreendido. Eles devem responder por tráfico de drogas e associação para o tráfico. A polícia agora investiga se o ataque sofrido pela mulher no final de semana tem relação direta com a atividade ilícita praticada no imóvel ou se trata de uma disputa entre grupos rivais na região.

Você acredita que o envolvimento de mulheres grávidas no tráfico de drogas tem crescido devido à expectativa de benefícios penais, como a prisão domiciliar, ou falta assistência social para evitar que pessoas em situação de vulnerabilidade entrem para o crime em Mato Grosso? Deixe sua opinião nos comentários.

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Fonte: CenárioMT

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Transporte

Polícia Civil cumpre 21 mandados contra grupo suspeito de golpes e lavagem de dinheiro

Publicado

em

PJC

 

A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, na manhã desta quarta-feira (6.5), a Operação Janus, com o objetivo de desarticular um grupo criminoso estruturado para a prática de crimes de estelionato, integração a organização criminosa e lavagem de capitais.

Na operação, são cumpridos 21 mandados de busca e apreensão e o bloqueio de contas bancárias de 21 suspeitos, além de ter sido decretada a indisponibilidade de valores até o limite de R$ 160 mil, com o fim de assegurar a recuperação dos ativos ilícitos e o ressarcimento dos prejuízos causados às vítimas.

As ordens judiciais foram deferidas pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo de Garantias de Cuiabá, com base em investigação conduzida pela Delegacia Especializada de Estelionato de Cuiabá, que evidenciou a atuação coordenada e reiterada do grupo criminoso.

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Os mandados são cumpridos nas cidades de Cuiabá, Várzea Grande e Santo Antônio do Leverger, além de cidades dos Estados de Minas Gerais e do Acre.

Modo de atuação

De acordo com as investigações, no mês de janeiro de 2024, duas vítimas foram alvos do denominado “golpe do terceiro intermediário”, modalidade de fraude caracterizada pela intermediação enganosa entre comprador e vendedor de veículo. Os golpistas simulam negociações legítimas para induzir as partes ao erro e obter vantagem ilícita.

No curso das diligências, foi possível identificar o principal articulador do esquema criminoso, responsável pela criação de perfis falsos em redes sociais e pela coordenação das transações fraudulentas.

Os demais investigados atuavam como titulares de contas bancárias utilizadas para o recebimento dos valores ilícitos, ou como operadores na cadeia de lavagem de capitais. Ao todo, apurou-se a movimentação de aproximadamente R$ 160 mil, quantia subtraída das vítimas.

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Lavagem de dinheiro

As investigações também revelaram que o grupo operava uma estrutura sofisticada de lavagem de dinheiro, utilizando múltiplas contas bancárias distribuídas em diversos estados do país, incluindo Mato Grosso, Minas Gerais, Acre, Rondônia e Rio de Janeiro.

Os valores eram submetidos a um processo de triangulação financeira, por meio de transferências sequenciais e fracionadas, com o objetivo de dificultar o rastreamento e a identificação da origem ilícita dos recursos.

O delegado Bruno Palmiro, responsável pelas investigações, destaca que a Operação Janus representa mais uma ação estratégica no enfrentamento qualificado aos crimes patrimoniais e financeiros.

“Especialmente aqueles praticados por meio de fraudes eletrônicas e estruturas organizadas, reafirmando o compromisso da Polícia Civil com a repressão à criminalidade complexa e a proteção do patrimônio da sociedade”, disse o delegado.

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Operação Janus

O nome da operação, “Janus”, faz referência a Jano, tradicionalmente representado com duas faces, e remete ao modus operandi do golpe do terceiro intermediário, no qual o fraudador se apresenta de forma distinta para cada uma das vítimas, conseguindo enganar tanto o vendedor quanto o comprador do veículo, manipulando informações e conduzindo a negociação de maneira fraudulenta.

Assessoria | Polícia Civil-MT

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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