Agronegócio
Mato Grosso tem mais de 2,8 mil vagas de emprego disponibilizadas pelo Sine nesta semana

O Sistema Nacional de Emprego (Sine-MT), vinculado à Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc), divulgou a oferta de 2.806 oportunidades de emprego para esta semana em Mato Grosso.
As vagas ofertadas abrangem diversas áreas de atuação e estão distribuídas entre os 36 postos de atendimento do Sine instalados em 32 municípios do Estado.
Em Cuiabá e Várzea Grande, são 640 empregos disponíveis em funções como auxiliar de linha de produção (104), operador de caixa (83), repositor de mercadorias (73), auxiliar de limpeza (35), repositor em supermercados (30), magarefe (20), vendedor interno (19), açougueiro (15), pedreiro (11), ajudante de obras (10), motorista entregador (9), operador de empilhadeira (8), estoquista (8), padeiro (8) e dentre outras.
Há também disponibilidade de 36 vagas exclusivas para Pessoas com Deficiência (PCD), sendo 23 para auxiliar de limpeza, cinco para auxiliar administrativo e uma vaga, cada, para chefe de transportes, auxiliar de jardinagem, estoquista, jardineiro, recepcionista, servente de limpeza, supervisor administrativo de pessoal e trabalhador da manutenção de edificações.
No interior, o município de Sinop é o que se destaca, com 301 oportunidades de trabalho nas funções de auxiliar de linha de produção (52), empacotador (18), operador de caixa (12), atendente do setor de hortifrutigranjeiros (12), fiscal de prevenção de perdas (9), ajudante de açougueiro (8), pedreiro (8), auxiliar de limpeza (7), frentista (7), ajudante de obras (6), auxiliar de cozinha (6), armador de ferros (5), atendente de lojas (5), auxiliar de almoxarifado (5), auxiliar geral de conservação de vias permanentes (5), auxiliar operacional de logística (5), consultor de vendas (5), estoquista (5), servente de obras (5) e entre outras.
Na unidade de Rondonópolis, há 123 oportunidades de emprego disponíveis, sendo 15 para motorista carreteiro, servente de pedreiro e vigilante; 10 para emendador de cabos elétricos e telefônicos; 8 para pedreiro; 7 para estoquista; 4 para operador de máquina de soldar, soldador, trabalhador da suinocultura e rasteleiro de asfalto; 3 para operador de prensa de material reciclável e vendedor interno; 2 para ajudante de carga e descarga de mercadoria, auxiliar de linha de produção, empregado doméstico nos serviços gerais e lubrificador de automóveis, e uma vaga para Assistente administrativo, atendente de mesa, auxiliar de mecânico de autos, auxiliar de recepção, auxiliar financeiro, auxiliar técnico de mecânica, balconista, camareiro de hotel, corretor de frete, eletricista de instalações de veículos automotores, motorista de caminhão, recepcionista de consultório médico ou dentário, recepcionista de hotel, servente de limpeza, técnico em segurança do trabalho, técnico mecânico em ar condicionado e vaqueiro.
A lista detalhada e completa das vagas ofertadas pela Rede Sine pode ser acessada diariamente utilizando o Portal Emprega Brasil.
Atendimento
Além do trabalho de intermediação de mão de obra, o Sine-MT realiza serviço de habilitação do seguro desemprego, atendimento orientado sobre a utilização da Carteira de Trabalho Digital. É preciso verificar na unidade a disponibilidade das vagas, que são oferecidas diariamente.
Os interessados podem comparecer aos postos de atendimento portando documentos pessoais, facilitando os trâmites do atendimento.
Na região metropolitana, o horário de atendimento dos Sines, localizados nas unidades do Ganha Tempo Ipiranga e do CPA I, é de 8h às 18h, de segunda a sexta-feira. Já no Sine no Centro Estadual de Cidadania do Várzea Grande Shopping o horário de funcionamento é das 10h às 18h.
Para ter acesso completo a todas as oportunidades disponíveis nos municípios de Mato Grosso, acesse o documento em anexo.
*Com supervisão de Layse Ávila
Anexo
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
Agronegócio
Exportação de carne bovina cresce 31% e China já concentra 44% da receita

Divulgação
As exportações brasileiras de carne bovina e derivados alcançaram R$ 30,71 bilhões no primeiro quadrimestre de 2026, alta de 31% em relação ao mesmo período do ano passado, segundo balanço da Associação Brasileira de Frigoríficos com base em dados da Secretaria de Comércio Exterior. O volume embarcado chegou a 1,146 milhão de toneladas, avanço de 9%.
Somente em abril, as vendas externas somaram 319,23 mil toneladas, crescimento de 4% na comparação anual. A receita mensal atingiu R$ 8,80 bilhões, salto de 28%, impulsionada pela valorização da carne no mercado internacional e pela alta nos preços da arroba do boi gordo no Brasil.
A China segue como principal destino da proteína brasileira e já responde por 44,3% de toda a receita das exportações do setor. No primeiro quadrimestre, o país asiático importou 461,1 mil toneladas de carne bovina brasileira, avanço de 19,4%, gerando R$ 13,59 bilhões em faturamento, alta de 42,9%.
Apesar do desempenho, o setor acompanha com preocupação o limite do mecanismo de salvaguarda firmado com os chineses, que estabelece teto anual de 1,106 milhão de toneladas com tarifas normais. Segundo estimativas do mercado, cerca de 70% da cota já foi utilizada nos quatro primeiros meses do ano. Caso o limite seja ultrapassado, o excedente será taxado em 55%, o que pode reduzir a competitividade da carne brasileira no segundo semestre.
Leia Também: Governo proíbe uso do fogo para manejo de áreas rurais em 2025
Na tentativa de reduzir a dependência da China, frigoríficos brasileiros ampliaram vendas para outros mercados. Os Estados Unidos consolidaram-se como segundo maior comprador de carne in natura brasileira, movimentando R$ 4,11 bilhões no quadrimestre. Também houve crescimento expressivo nas exportações para Rússia, Chile, Países Baixos e Indonésia. Ao todo, 112 países ampliaram as compras da proteína brasileira em 2026.
RDM Online
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
Agronegócio
Safra de café deve atingir 73,3 milhões de sacas em 2026/27

Divulgação
A produção brasileira de café deve alcançar 73,3 milhões de sacas de 60 quilos na safra 2026/27, segundo projeção divulgada pelo Rabobank. O volume representa uma recuperação expressiva após anos marcados por problemas climáticos e restrições hídricas nas principais regiões produtoras do país.
De acordo com o relatório, a retomada será puxada principalmente pelo café arábica, favorecido pela regularidade das chuvas no cinturão cafeeiro brasileiro. A expectativa é de produção de 48,7 milhões de sacas da variedade, enquanto o café conilon (robusta) deve somar 24,6 milhões de sacas.
Apesar da perspectiva positiva no campo, as exportações brasileiras começaram 2026 em ritmo mais lento. No primeiro trimestre, os embarques totalizaram 8,5 milhões de sacas, queda de 21% em relação ao mesmo período do ano passado. Mesmo com alta de 15% em março na comparação com fevereiro, o volume exportado no mês permaneceu 7,8% abaixo do registrado em março de 2025.
Segundo o Rabobank, a retração não está ligada à falta de produto, mas à estratégia dos produtores, que vêm segurando estoques diante dos preços internacionais elevados e da perda momentânea de competitividade do café brasileiro no mercado externo.
Leia Também: Exportações de carne de MT crescem 19% no 1º trimestre de 2025
O setor também enfrenta pressão nos custos de produção. As tensões geopolíticas envolvendo Estados Unidos e Irã elevaram os preços da energia e dos fertilizantes, ampliando os riscos para os cafeicultores. Em abril, por exemplo, foram necessárias 4,97 sacas de café arábica para comprar uma tonelada de adubo, mais que o dobro do registrado no mesmo período de 2025.
Da Redação RDM Online
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
Agronegócio
Preços do arroz seguem em queda; produção global pode recuar e consumo tende a crescer

Foto: Sebastião José de Araújo/Embrapa Arroz e Feijão
O mercado de arroz em casca no Rio Grande do Sul segue pressionado, em um cenário marcado por baixa liquidez, cautela dos compradores e resistência dos produtores. Segundo o Cepea, a desvalorização do dólar frente ao Real também contribuiu para enfraquecer as cotações, ao reduzir a competitividade do arroz brasileiro no mercado externo e desacelerar a demanda internacional, que vinha sendo um dos principais fatores de sustentação dos preços.
Ao mesmo tempo, novas projeções divulgadas pelo USDA para a safra mundial 2026/27 indicam redução da produção global, consumo recorde e estoques menores. Para o Brasil, a Conab revisou levemente para baixo a estimativa da safra 2025/26.
Segundo o USDA, a produção global de arroz beneficiado na safra 2026/27 deverá totalizar 537,9 milhões de toneladas, volume 0,9% inferior ao da temporada 2025/26. Pelo lado da demanda, o USDA projeta consumo global recorde de 541,3 milhões de toneladas em 2026/27, avanço de 0,7% frente à temporada anterior.
Diante desse cenário, os estoques mundiais de arroz devem recuar 1,8%, para 192,7 milhões de toneladas ao final da safra 2026/27. A relação estoque final/consumo deve ficar em 35,6%, contra 36,5% na temporada anterior.
com Cepea
Fonte: CenárioMT
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
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