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Plantio sustentável do paisagismo reflete compromisso ambiental e artístico na CASACOR Mato Grosso

Fotos: Assessoria
A CASACOR Mato Grosso 2024 deu início a mais uma etapa neste fim de semana (19 e 20 de outubro) com o paisagismo sustentável, parte da obra “Fachada Memórias da Água”. Assinado pelas profissionais Cláudia Romeiro, arquiteta e paisagista; Jaqueline Pessôa, comunicadora e curadora de arte; e Marcela Lopes, artista plástica e curadora, o projeto integra arte e natureza em uma composição que inspira reflexão sobre a importância da conservação das águas e da sustentabilidade.
Jaqueline Pessôa explica que o conceito por trás da obra vai muito além da estética: “A ‘Fachada Memórias da Água’ é uma composição que une arte e natureza, simbolizando o ciclo contínuo da vida e das águas que atravessam eras e territórios. O mural serpenteia a fachada, começando e retornando ao lago, que é uma nascente de águas localizada ao lado da Arena Pantanal e foi revitalizado pela CASACOR em parceria com a concessionária Águas Cuiabá, ressaltando a importância de preservá-lo”. Ela destaca o compromisso ambiental da obra, que reutiliza resíduos da própria CASACOR, como latas de tinta transformadas em vasos, pintadas pelos indígenas da etnia Bakairis, Caroline Makiru Taukane e Júlio Cesar Cuiava, com elementos da mata local e duas grandes canoas feitas para a mostra.
O espaço, também será composto por um mural que integrará obras de sete artistas – Danusa VetArt, Guilherme Moraes, José Lisbran, Kleyton Soares, Marcela Lopes, Nikko Kali e Thelma – vai promover uma reflexão sobre a relação íntima entre humanidade e natureza, tendo a água como um símbolo de memória e continuidade. Segundo Jaqueline, “O mural nos convida a refletir sobre a relação que temos com a água, que carrega as histórias e memórias do mundo em suas profundezas. A serpente, símbolo que flui como os rios, guarda o espírito da água e reflete essa ligação sagrada com as transformações naturais. Queremos que o visitante da CASACOR tenha a sensação de aconchego, se sinta em casa e relembre de suas memórias de infância, além da consciência de preservação”.
Além do impacto visual, o projeto envolve a comunidade local em práticas sustentáveis. Durante o plantio, realizado com a participação de artistas, arquitetos, alunos e moradores, oficinas ensinaram técnicas de cultivo e reaproveitamento de materiais, incentivando o cuidado com o meio ambiente. Esse engajamento comunitário continuará ao longo da semana com novas ações e workshops abertos ao público bem como durante toda a mostra.
A obra também marca uma ação social que culminará em dezembro com a assinatura de uma “Carta Pacto para o Futuro”, em aliança com as diretrizes da ONU, reafirmando o compromisso com a preservação ambiental. Marcela Lopes, uma das curadoras, descreve a criação artística da carta: “Ela será materializada de forma simbólica, ressignificando uma lata de tinta reciclada, forrada em couro legítimo com selo de sustentabilidade, representando nosso compromisso com o futuro e a preservação dos recursos naturais”.
A “Fachada Memórias da Água” celebra a conexão simbiótica entre arte e natureza, ressaltando a importância da água como fonte de vida e sabedoria. As plantas nativas e os elementos reciclados do projeto refletem a cultura local, criando um cenário que propõe uma conscientização ambiental e convida o público à ação.
Com o apoio da CASACOR Mato Grosso 2024, Tintas Coral e da Secretaria de Esporte, Cultura e Lazer de Mato Grosso, a obra segue como um marco artístico e ambiental, transformando a fachada e o paisagismo em uma experiência sensorial e poética. A mostra, em reta final de obras, será aberta ao público dia 29 de outubro, a partir das 15h.
O que: CASACOR Mato Grosso (@casacor_matogrosso)
Onde: Arena Pantanal
Quando: De 29 de outubro a 8 de dezembro
Assessoria
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
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Prêmio Ernesto Illy celebra 35 anos e destaca os melhores cafeicultores do Brasil em premiação de excelência

Assessoria
Prêmio Ernesto Illy completa 35 anos valorizando a cafeicultura brasileira
A cerimônia de entrega do 35º Prêmio Ernesto Illy de Qualidade Sustentável do Café para Espresso marcou mais um capítulo da história de uma das mais importantes premiações da cafeicultura nacional.
Ao completar 35 anos, o prêmio reafirma seu papel estratégico no incentivo à produção de cafés de alta qualidade, fortalecendo práticas sustentáveis e promovendo inovação no setor cafeeiro brasileiro.
Criado para valorizar o produtor rural e estimular a excelência na produção de café destinado ao espresso, o prêmio foi pioneiro ao adotar critérios rigorosos de qualidade aliados à sustentabilidade e rastreabilidade.
Ao longo de mais de três décadas, a iniciativa já reconheceu milhares de cafeicultores brasileiros e ajudou a consolidar uma cultura de melhoria contínua no campo.
Minas Gerais domina premiação nacional do café
Nesta edição histórica, Minas Gerais voltou a se destacar ao conquistar os três primeiros lugares entre os 40 finalistas selecionados por uma comissão julgadora formada por especialistas nacionais e internacionais da illycaffè.
Os vencedores nacionais do prêmio foram:
- Agro Fonte Alta — Sul de Minas
- Raimundo Dimas Santana Filho — Matas de Minas
- São Mateus Agropecuária — Cerrado Mineiro
Os três produtores receberam diplomas e premiação de R$ 10 mil cada, além de garantirem vaga no 11º Prêmio Internacional de Café Ernesto Illy, que será realizado no exterior no segundo semestre deste ano.
A classificação definitiva entre primeiro, segundo e terceiro lugar será anunciada durante a etapa internacional da premiação.
Premiação internacional fortalece café brasileiro no mundo
A relevância do Prêmio Ernesto Illy ultrapassou as fronteiras brasileiras e deu origem ao Prêmio Internacional de Café Ernesto Illy, que reúne os melhores cafés produzidos nos países fornecedores da illycaffè.
O modelo se consolidou internacionalmente por valorizar qualidade, sustentabilidade e rastreabilidade em toda a cadeia produtiva do café.
A iniciativa também contribui para ampliar a visibilidade do café brasileiro no mercado global de cafés especiais, segmento que segue em crescimento nos principais países consumidores.
Reconhecimento também para classificadores de café
Durante a cerimônia, também foram anunciados os vencedores regionais e os ganhadores do Prêmio Classificador do Ano.
A homenagem reconhece os profissionais responsáveis pela análise técnica e classificação das amostras, etapa considerada fundamental para garantir o elevado padrão de excelência dos cafés selecionados pela illycaffè.
Qualidade e sustentabilidade seguem como pilares da cafeicultura
O 35º Prêmio Ernesto Illy reforça a transformação da cafeicultura brasileira nas últimas décadas, marcada pela busca crescente por qualidade, eficiência produtiva e sustentabilidade.
Com reconhecimento internacional e forte participação dos produtores mineiros, a premiação consolida sua posição como referência global na valorização do café de excelência produzido no Brasil.
Fonte: Portal do Agronegócio
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
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Vendas de sêmen bovino avançam e reforçam profissionalização do setor

Imagem: reprodução Pensar Agro
A comercialização de sêmen bovino manteve ritmo elevado em 2025 e consolidou o avanço da inseminação artificial no rebanho brasileiro. Foram mais de 25 milhões de doses vendidas no País, segundo a Associação Brasileira de Inseminação Artificial (Asbia), em um movimento que acompanha a intensificação da pecuária e a busca por maior eficiência produtiva.
As raças de corte seguem liderando a demanda. A pressão por padronização de lotes, maior ganho de peso e redução do ciclo produtivo tem levado pecuaristas a ampliar o uso de genética melhoradora, principalmente em sistemas de cria e recria. O cruzamento industrial continua como principal estratégia, com uso de raças taurinas sobre matrizes zebuínas para elevar desempenho.
Uso de terraços em lavouras reduz perda de água e solo
Dados do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz da Universidade de São Paulo (Esalq/USP), mostram que 15,77 milhões de matrizes de corte foram inseminadas em 2025. O número indica que a tecnologia deixou de ser nicho e passou a operar em escala, com presença crescente em propriedades comerciais.
O movimento ocorre em paralelo à valorização do bezerro, que passou a ocupar posição central na formação de renda da pecuária. A necessidade de produzir animais mais homogêneos e com melhor desempenho na terminação tem sustentado a demanda por sêmen de maior valor agregado.
Na ponta final da cadeia, a intensificação também avança. O confinamento chegou a 9,25 milhões de cabeças em 2025, o equivalente a 21,7% do abate total, segundo estimativas do setor. Esse modelo exige animais mais eficientes e previsíveis, reforçando a importância da genética no resultado econômico.
A produtividade acompanha esse processo. O peso médio das carcaças aumentou nos últimos anos e se aproxima de 260 quilos por animal, refletindo ganhos consistentes de desempenho. A combinação entre genética, nutrição e manejo tem permitido produzir mais em menos área, com impacto direto sobre custos e rentabilidade.
Com margens mais apertadas e maior exigência por qualidade, o investimento em inseminação tende a avançar. O mercado de sêmen se consolida como um dos pilares da modernização da pecuária brasileira e deve seguir em expansão, sustentado pela necessidade de eficiência dentro da porteira.
Com Pensar Agro
Fernanda Toigo
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
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