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Meio Ambiente

Parlamento Europeu adia aplicação da Lei Antidesmatamento, mas desafios para produtores brasileiros persistem

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Assessoria

 

O presidente da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT), Lucas Costa Beber, voltou a criticar a Lei Antidesmatamento após o Parlamento da União Europeia (UE) adiar a aplicação da lei. Segundo ele, embora o adiamento seja visto como uma vitória temporária, as dificuldades impostas pela regulamentação ambiental europeia seguem sendo um desafio crescente para os produtores rurais.

Na última quinta-feira, (14.11), o Parlamento da União Europeia (UE) optou por adiar entre 12 a 18 meses a aplicação da lei.

A decisão determina que as novas exigências ambientais entram em vigor em dezembro de 2025 para grandes empresas e em junho de 2026 para micro e pequenas empresas. Com aspecto protecionista, o Regulamento da União Europeia para Produtos Livres de Desmatamento (EUDR), conhecida como Lei Antidesmatamento, estabelece critérios ambientais e barreiras comerciais para país em desenvolvimento, como o Brasil.

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“Isso abre vantagem para países que fazem parte da União Europeia, considerando que são países com baixo risco de desmatamento, já que por lá não existe mais vegetação nativa em áreas que são agricultáveis. Isso traz uma desvantagem para nós produtores brasileiros, em especial os produtores aqui do estado de Mato Grosso”, aponta o presidente da Aprosoja-MT, Lucas Costa Beber.”

O adiamento oferece alguns meses de fôlego, mas também revela as implicações da nova lei, que pode favorecer países da União Europeia e criar obstáculos comerciais para os países em desenvolvimento que ainda preservam grandes áreas de vegetação nativa.

Para Lucas Costa Beber, a prorrogação não deve ser motivo para relaxamento, mas uma oportunidade para reforçar as ações que já estão sendo adotadas. “Esse tempo que ganhamos temos que ser proativos e continuar mostrando a sustentabilidade e boas práticas adotadas pelos produtores mato-grossenses, como o plantio direto e programas que atendem exigências de sustentabilidade, de direitos trabalhistas e sociais dentro das propriedades rurais, como o nosso programa Soja Legal”, destaca.

Custos com adequação à lei europeia

Uma das maiores preocupações do setor diz respeito ao custo elevado dos sistemas de rastreabilidade e segregação exigidos para atender à nova regulamentação da União Europeia.

A Aprosoja Mato Grosso está empenhada em evitar que esses custos sejam repassados aos produtores, principalmente àqueles que já cumprem as normas ambientais brasileiras.

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O presidente da associação destaca que a expectativa é que as tradings, principais intermediárias na comercialização, assumam parte das despesas de rastreabilidade. Contudo, a transferência dos custos para os compradores internacionais pode representar um desafio significativo para a competitividade brasileira, podendo reduzir o volume de exportação.

“Estamos atentos às mudanças e continuaremos a trabalhar junto às autoridades para que a implementação dessa lei não resulte em desigualdade ou injustiça para os produtores que respeitam a legislação brasileira. Se for necessário criar uma logística paralela para atender a esses requisitos, que a União Europeia e seus consumidores assumam os custos adicionais, não onerando aos produtores brasileiros e nem criando restrições para atender uma pequena demanda sobre todos os produtores, fazendo com que eles percam a sua competitividade e o direito de uso da terra”, afirmou o presidente da Aprosoja-MT.”

O próximo passo será a retomada das negociações no Comitê de Meio Ambiente, Saúde Pública e Segurança Alimentar da União Europeia. Esse é um momento crucial para apresentar argumentos técnicos que demonstrem o impacto econômico dos novos requisitos de conformidade para os produtores brasileiros, especialmente em relação à rastreabilidade e à diligência devida.

A Aprosoja Mato Grosso permanecerá ativa nessas discussões, com o objetivo de evitar que o produtor mato-grossense seja prejudicado e para assegurar que a agricultura seja reconhecida por seu compromisso com a sustentabilidade e pela busca contínua de práticas responsáveis.

Fonte: Assessoria

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Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Meio Ambiente

Previsão do tempo para a Páscoa 2026 em todo o Brasil

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Feriado da Páscoa terá sol, calor e pancadas de chuva. (Foto: Getty Images)

O ar quente e úmido predomina no Brasil na Páscoa de 2026. Durante o fim de semana prolongado, nos dias 3, 4 e 5 de abril, há condições para pancadas de chuva em praticamente todo o país. Em algumas áreas, a chuva será passageira, mas em outros, será uma chuva volumosa que poderá causar transtornos para a população.

Quais os fatores que vão provocar chuva na Páscoa?
A chuva mais frequente e volumosa será nas regiões Norte e Nordeste, por causa do calor e da umidade do ar elevada e principalmente da atuação da ZCIT – Zona de Convergência Intertropical, o mais importante sistema meteorológica que provoca chuva sobre estas regiões nesta época do ano.

Soja: Produtividades muito variadas com La Niña

Na região Centro-Oeste, o calor e a umidade do ar elevada serão os principais responsáveis pela formação das nuvens carregadas, que vão provocar pancadas de chuva com raios.

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Uma frente fria vai avançar pelo litoral do Sul e do Sudeste, mas não terá força para fechar o tempo completamente e nem para causar queda de temperatura relevante nestas regiões.

Vai fazer frio na Páscoa?

Não há expectativa de queda de temperatura acentuada em nenhuma região do país. A sensação de calor vai predominar. A frente fria que avança pela costa do Sul e do Sudeste é fraca. Sua massa de ar polar não vai entrar no interior do Brasil e não terá força para causar queda da temperatura relevante.

As regiões serranas no Sul e no Sudeste terão madrugadas amenas, pois naturalmente têm temperaturas menores por causa da altitude. Mesmo assim, as menores temperaturas durante o feriado prolongado da Páscoa não devem baixar de 12°C.

Estimativa das menores temperaturas na Páscoa no Sul e no Sudeste

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Regiões mais altas na serra do RS e de SC: 12°C a 14°C

Regiões mais altas no PR: 14°C a 16°C

Regiões mais altas na Serra da Mantiqueira em SP e sul do RJ: 14°C a 16°C

Sul de Minas, na maioria das áreas: 15°C a 17°C; cidade mais elevadas da região: 14°C a 16°C

Região serrana do RJ, região serrana do leste de MG: 16°C a 18°C

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Região serrana do ES: 17°C a 19°C

Previsão do tempo para Páscoa 2026

Região Sul

O sol vai aparecer forte no Sul do Brasil no feriado prolongado da Páscoa. Uma frente fria vai passar rapidamente pela costa do Sul, mas com fraca intensidade, e não terá força para causar frio intenso e nem fechar o tempo. Há condições para algumas pancadas de chuva à tarde ou à noite durante o feriadão, mas de forma isolada, em oucas áreas e que não vão se prolongar por muito tempo.

No fim de semana, as áreas próximas ao litoral terão grande aumento da nebulosidade já durante o sábado, por causa da passagem da frente fria, mas pouca chuva. O domingo de Páscoa deve ser com muitas nuvens o dia todo, incluindo as capitais Porto Alegre, Florianópolis e Curitiba.

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Região Sudeste

A maioria das áreas da região Sudeste terão sol, calor e algumas pancadas de chuva a partir da tarde durante o fim de semana prolongado da Páscoa. Estas pancadas de chuva podem vir com raios, mas serão em pequenas áreas e com curta duração.

Mas a passagem de uma frente fria pela costa de São Paulo e do Rio de Janeiro vai causar grande aumento da nebulosidade e das condições para chuva em algumas regiões. No sábado e no domingo, o norte e leste de SP, o Triângulo Mineiro, o centro, sul e leste de MG, todo o RJ e centro-sul do ES terão períodos com sol, muitas nuvens e pancadas de chuva principalmente à tarde e à noite. Algumas pancadas podem ser moderadas a fortes e com raios.

Região Centro-Oeste

Todos os estados da região Centro-Oeste e o Distrito Federal terão sol e calor durante o feriado prolongado da Páscoa. Mas com a umidade alta e a temperatura elevada, não dá para descartar a ocorrência de algumas pancadas de chuva com raios a partir da tarde. Na maioria das áreas da região, a chuva que ocorrer não deve se prolongar por muito tempo, mas pode cair com moderada a forte intensidade. A chuva mais frequente deve ser no norte de MT.

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Região Nordeste

O Nordeste do Brasil será uma das regiões brasileiras onde a chuva preocupa na Páscoa de 2026. A atuação das Zona de Convergência Intertropical vai manter o tempo bastante instável na porção norte do Nordeste, entre o MA e o RN. Ao mesmo tempo, ventos marítimos que se intensificam na costa leste nordestina vão aumentar as condições para chuva em algumas áreas.

Região Norte

A região Norte do Brasil, como o Nordeste, também será motivo de atenção especial no feriado prolongado da Páscoa de 2026 por causa do risco de chuva forte. A grande disponibilidade de calor, a umidade do ar elevada e influência da Zona de Convergência Intertropical vão espalhar muitas nuvens carregadas sobre todos os estados.

Com CLIMATEMPO

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Fernanda Toigo

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

 

 

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Meio Ambiente

Sexta-feira Santa pode ter calor de quase 40°C

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Foto: Canva

 

A Sexta-feira Santa deve ser marcada por calor intenso, pancadas de chuva e risco de tempestades em diferentes regiões do Brasil, segundo informações divulgadas pelo Meteored. A previsão indica temperaturas próximas de 40°C em algumas áreas, além da ocorrência de instabilidades atmosféricas ao longo do dia.

De acordo com a análise meteorológica, a atuação de um cavado atmosférico contribui para a formação de instabilidades principalmente no Sudeste do Brasil. O sistema é descrito como “uma área alongada de baixa pressão” que favorece a organização de nuvens de chuva.

Enquanto isso, áreas do Centro-Oeste do Brasil e do Sul do Brasil devem registrar elevação das temperaturas em razão da presença de ar quente e mais seco. Segundo o Meteored, “os termômetros sobem bastante a partir desta sexta-feira (3), dando início ao feriado de Páscoa com calor”.

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Nas regiões Norte do Brasil e Nordeste do Brasil, a previsão aponta combinação de calor, umidade e pancadas de chuva, com possibilidade de temporais isolados. O Meteored informa que “a atuação da Zona de Convergência Intertropical favorece o transporte de umidade para a atmosfera, aumentando a formação de nuvens carregadas”.

Durante a manhã, as temperaturas devem começar mais baixas em parte do Sul, Sudeste e Centro-Oeste. Nas áreas mais elevadas da Serra Catarinense e da Serra Gaúcha, os termômetros podem marcar cerca de 14°C nas primeiras horas do dia.

No Paraná, cidades da região de Guarapuava devem registrar temperaturas semelhantes, enquanto em outras áreas do Sul os valores variam entre 15°C e 18°C.

No Sudeste do Brasil, o amanhecer também será mais ameno, principalmente no centro-leste de São Paulo, na faixa entre o Alto Paranaíba e o leste de Minas Gerais, além de áreas do Rio de Janeiro e do Espírito Santo, com mínimas entre 14°C e 18°C.

Em Goiás, as temperaturas pela manhã devem variar entre 18°C e 20°C. Já nas regiões Norte e Nordeste, as mínimas ficam mais elevadas, geralmente entre 21°C e 23°C, embora áreas do sudeste da Bahia possam registrar valores menores.

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Com o avanço do dia, a previsão indica aumento rápido das temperaturas em grande parte do país, principalmente no oeste da Região Sul e no Mato Grosso do Sul.

Durante a tarde, os termômetros podem marcar entre 33°C e 38°C no oeste do Rio Grande do Sul. Em Santa Catarina, cidades como Palmital e Brusque podem registrar cerca de 35°C, assim como áreas do noroeste do Paraná.

No Mato Grosso do Sul, o calor tende a ser mais intenso. Segundo o Meteored, as temperaturas devem variar entre 35°C e 39°C em grande parte do estado, podendo ultrapassar os 40°C em áreas próximas à fronteira com o Paraguai.

O Sudeste também deve registrar calor durante a tarde, com máximas de até 34°C no oeste de São Paulo e cerca de 33°C no Triângulo Mineiro. No restante do Centro-Oeste, as temperaturas devem variar entre 29°C e 34°C, especialmente no sul de Goiás e do Mato Grosso.

Nas regiões Norte e Nordeste, as máximas permanecem acima dos 30°C, com capitais nordestinas registrando valores entre 30°C e 32°C.

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Apesar da previsão de redução na abrangência das chuvas em relação aos dias anteriores, ainda há risco de tempestades isoladas durante a tarde. Os principais pontos de atenção estão no leste de Minas Gerais e na divisa entre São Paulo e Minas Gerais, especialmente em áreas próximas ao Triângulo Mineiro, onde pancadas de chuva podem ocorrer acompanhadas de trovoadas.

No Centro-Oeste, áreas com temperaturas mais baixas devem estar associadas à presença de nuvens carregadas, principalmente na porção central de Goiás e em pontos do Mato Grosso. A situação exige atenção de produtores rurais, especialmente durante a segunda safra de milho e o período final da colheita de soja.

No Nordeste, as chuvas devem ocorrer principalmente no litoral, impulsionadas pelo transporte de umidade vindo do oceano. Situação semelhante ocorre no Norte do país, onde a atuação da Zona de Convergência Intertropical mantém a atmosfera úmida. Segundo o Meteored, “com temperaturas acima dos 30°C, o ambiente se torna favorável para convecção, aumentando as chances de chuvas intensas e tempestades isoladas”.

AGROLINK – Seane Lennon

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Meio Ambiente

Abril começa com máxima de 34°C e pancadas de chuva em Mato Grosso

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Tempo quente mato grosso

 

Início do mês será marcado por tempo abafado e instabilidade. Cuiabá e Poconé devem registrar as maiores temperaturas da semana, enquanto o Norte do estado fica em alerta para temporais isolados.

Se você achou que o outono traria refresco imediato, a natureza tem outros planos para Mato Grosso. Segundo a Agência Climatempo, uma nova onda de calor deve elevar os termômetros nesta semana de transição. O cenário será o clássico mato-grossense: manhãs de sol forte e tardes com chuvas irregulares, muitas vezes acompanhadas de raios e ventanias.

As temperaturas sobem gradualmente ao longo dos próximos dias, atingindo o pico entre terça e quarta-feira.

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  • Cuiabá: Começa a segunda com 33°C, mas deve chegar aos 34°C já na terça-feira (31), com tempo abafado.

  • Interior: Em Barão de Melgaço e Poconé, os termômetros também batem os 34°C. Cidades como Cáceres e Curvelândia ficam na casa dos 33°C.

  • Lucas do Rio Verde e Região: Espere por um clima de “estufa” — calor intenso com umidade subindo à tarde.

⛈️ Alerta de Chuvas Irregulares

Chuva irregular
Onda de calor atinge Mato Grosso com máximas de 34°C e pancadas de chuva | Imagem – Canva

Apesar do sol predominante nas manhãs, a umidade vinda da Amazônia garante que o tempo não fique totalmente seco.

  • Segunda e Terça: Chuvas rápidas e mal distribuídas, principalmente à tarde e noite. No Norte e Leste, a condição para chuva é maior.

  • Quarta-feira (01/04): A circulação de ventos volta a transportar mais umidade. As pancadas de chuva podem cair com forte intensidade, acompanhadas de raios em áreas isoladas. No Norte de MT, o risco de temporais é real.

A onda de calor deve perder um pouco de força na quinta (02) e sexta-feira (03), com as máximas caindo levemente para a casa dos 31°C e 32°C na Capital, mas mantendo a característica de nuvens pela manhã e pancadas isoladas ao fim do dia.

🌡️ O que esperar do calor em Abril

Abril 2026 revisao de anomalia de temperatura
Anomalia da temperatura média prevista para o Brasil para abril de 2026: tons azul indicam volume de chuva acima da média; tons de marrom indicam chuva abaixo da média; o branco representa volume de chuva próximo da média (Fonte: Climatempo)

A primeira quinzena do mês será de “fogo”. O destaque fica para a segunda semana de abril, onde uma grande elevação de temperatura pode caracterizar uma verdadeira onda de calor no Centro-Oeste.

  • Bloqueio Atmosférico: Esse fenômeno vai agir como um “escudo”, fazendo com que as frentes frias passem apenas pela costa do Sul e Sudeste, despejando o frio diretamente no oceano.

  • Médias Acima do Normal: Em grande parte de MT, os termômetros devem registrar marcas superiores ao que é esperado para esta época do ano.

❄️ Quando chega o frio intenso?

Para quem gosta de cobertor e chocolate quente, a paciência será a palavra de ordem. O primeiro evento de frio intenso com potencial para derrubar as temperaturas de forma acentuada no Centro-Oeste está previsto apenas para a última semana de abril.

  • Friagem: Ainda é pouco provável que ocorra o fenômeno da friagem na Região Norte de MT e na Amazônia Legal nos primeiros 20 dias do mês.

🌧️ Chuva: Abaixo da média em Mato Grosso

O mapa de precipitação mostra tons de marrom sobre o norte e oeste de Mato Grosso, indicando que a chuva deve ficar abaixo da média histórica.

  • Impacto no Agro: A redução das chuvas acende um alerta para o milho safrinha, que depende da umidade de abril para o desenvolvimento das lavouras.

  • Destaque: Enquanto MT seca e esquenta, o Nordeste brasileiro deve enfrentar volumes de chuva muito acima da média.

Fonte: CenarioMT

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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