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Polícia Civil desarticula esquema de corrupção por meio de venda ilegal de lotes em Alto Boa Vista

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em

PJC

 

A Polícia Civil deflagrou na tarde desta terça-feira (15.4), a Operação Spurious – fase Lote Falso, para apurar um esquema de corrupção que envolve a venda de lotes irregulares e de forma ilegal por servidores públicos ligados à Prefeitura Municipal de Alto Boa Vista. Na operação, foram cumpridos dois mandados de prisão preventiva, sendo um deles contra um servidor da administração municipal e contra um engenheiro que presta serviços para a Prefeitura.

As investigações conduzidas pela Delegacia de Alto Boa Vista apuram os crimes de fraude fundiária, fraude tributária, peculato, além de indícios de corrupção ativa e passiva. A investigação teve início após a delegacia receber um número crescente de denúncias de vítimas que relataram perdas significativas, culminando em um prejuízo expressivo.

Até o momento cerca de 100 vítimas foram lesadas pelos investigados, na aquisição de terrenos, pagamentos de tributos em contas pessoais dos investigados, manipulação de dados junto ao sistema fiscal e tributário e na escrituração de imóveis. Estima-se que os suspeitos arrecadaram de forma fraudulenta o montante de mais de R$ 10 milhões, podendo ter atingido cifras ainda maiores.

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Investigações

Diante das evidências, a Polícia Civil mobilizou uma equipe para as investigações, adotando uma abordagem metódica para desmantelar a organização criminosa.

A fase inicial envolveu a coleta de denúncias de vítimas, que contribuíram com informações cruciais para a construção do caso. Com os elementos levantados, os investigadores analisaram documentos relacionados à venda de lotes, identificando irregularidades e conexões entre os suspeitos e servidores públicos.

Posteriormente, foi realizado o monitoramento financeiro dos investigados, por meio de uma investigação detalhada sobre o patrimônio dos suspeitos, revelando um enriquecimento ilícito que ultrapassa R$ 5 milhões, fruto de atividades fraudulentas.

A operação contou com a colaboração de diferentes esferas do Governo do Estado, evidenciando a necessidade de um esforço conjunto para combater a corrupção.

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Segundo o delegado responsável pelas investigações, Ivan Albuquerque, o esquema não apenas prejudicou financeiramente as vítimas, mas também abalou a confiança da população nas instituições públicas.

“A operação representa um passo importante na restauração da confiança pública, demonstrando que ações ilícitas não serão toleradas. A Polícia Civil se comprometeu a trabalhar incansavelmente para garantir um sistema seguro e livre da corrupção, visando proteger os direitos dos cidadãos e a integridade dos recursos públicos”, disse o delegado.

Operação Spurious

A fase “Lote Falso” enfatiza o modo de ação dos investigados que obtinham vantagens ilícitas por meio da venda de lotes irregulares e meio ilegal. .

Assessoria | Polícia Civil-MT

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Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Transporte

Polícia Civil mira servidor suspeito de emitir documentos falsos para facção criminosa

Publicado

em

PJC

 

A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, na manhã desta quarta-feira (6.5), a segunda fase da Operação Hidra para cumprir ordens judiciais contra um servidor público da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), envolvido em um esquema de falsificação de identidades.

A Politec colaborou com as investigações, e a Corregedoria do órgão acompanhou a Polícia Civil no cumprimento das ordens judiciais nesta quarta-feira.

Na operação, são cumpridos mandados de busca e apreensão, expedidos pela 5ª Vara Criminal de Várzea Grande, com base em investigações da Delegacia Especializada de Estelionato de Cuiabá.

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O servidor atua como papiloscopista na Politec, profissional responsável pela emissão de documentos, além da identificação de vítimas e suspeitos em crimes e acidentes. As ordens judiciais foram cumpridas na residência do servidor, em Várzea Grande, e também em seu local de trabalho, no interior do Instituto Médico Legal (IML), em Cuiabá.

Além das buscas, a decisão judicial impôs medidas cautelares diversas da prisão ao servidor público e demais investigados, incluindo a proibição de manter contato entre si e de ausentar-se da comarca sem prévia autorização judicial.

Durante o cumprimento da ordem judicial na residência do investigado, foram apreendidas canetas emagracedoras contrabadeadas e anabolizantes.

Investigações

A investigação iniciou em julho de 2025, após a prisão de um homem de 44 anos, conhecido como “Perfume” ou “Kaiak”, apontado como membro de uma facção criminosa paulista, que se encontrava foragido há pelo menos 12 anos em Mato Grosso.

Na ocasião, foi descoberto que ele, sua companheira, de 32 anos, e seus dois filhos, de 12 e 15 anos, utilizavam documentação falsa. Além disso, foi apreendida, com o suspeito, uma pistola com a numeração raspada.

1ª fase da operação

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Com o aprofundamento das investigações, em agosto de 2025, foi deflagrada a primeira fase da operação, quando foi identificado um homem de 66 anos como o suposto intermediário do esquema.

Com a análise de dados extraídos na primeira fase, foi possível identificar a proximidade e as tratativas entre o suspeito que agia como intermediário, que possuía múltiplos documentos de identidade falsos com nomes distintos, e o papiloscopista alvo da investigação, que atuava na facilitação da confecção de identidades falsas.

A delegada Eliane da Silva Moraes, titular da Delegacia de Estelionato, ressalta que a operação é fundamental para garantir a integridade dos sistemas de identificação do Estado e combater a infiltração de grupos criminosos em órgãos públicos.

“O trabalho dos diversos setores da Delegacia de Estelionato de Cuiabá e a integração com a Politec foram fundamentais para o êxito da operação, que desarticulou um forte esquema de falsificação de documentos ligados a outros crimes”, disse a delegada.

Hidra de Lerna

O nome da operação faz alusão à Hidra de Lerna, criatura mitológica de várias cabeças, representando a multiplicidade de personalidades utilizadas pelos investigados para despistar a Justiça.

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Assessoria | Polícia Civil-MT

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Transporte

Sinop: homem é preso suspeito de comércio ilegal de armas

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em

foto: Só Notícias/Fabiano Marques

O homem de 34 anos foi preso, ontem à noite, suspeito de comercializar armas de fogo de forma ilegal, no bairro Jardim Botânico. A ação ocorreu após denúncias anônimas que apontavam não apenas a venda clandestina, mas também o armazenamento de armamento no próprio estabelecimento do suspeito.

De acordo com o boletim da Polícia Militar, em uma das situações mais recentes, o suspeito teria se envolvido em uma discussão com a esposa, durante a qual foram ouvidos disparos de arma de fogo. Testemunhas teriam relatado aos policiais que o comportamento seria frequente, com o suspeito circulando armado nas proximidades e efetuando tiros.

Diante das informações, a equipe policial se deslocou até o endereço e realizou a abordagem. Com o suspeito, foi encontrado um revólver calibre .38, além de uma pequena porção de maconha. Questionado sobre a existência de outras armas, ele admitiu que havia mais armamento no interior do imóvel e indicou onde estavam guardados.

Durante a vistoria, os policiais localizaram uma espingarda calibre 12, sem numeração aparente, uma espingarda adaptada para calibre .22, além de 22 munições de ambos os calibres, incluindo cartuchos intactos e deflagrados. O homem foi encaminhado para a delegacia da Polícia Civil, para investigações.

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Só Notícias/Wellinton Cunha

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Transporte

Operação Roleta Russa mira grupo que movimentou mais de R$ 20 milhões em MT

Publicado

em

foto: assessoria

A Polícia Civil deflagrou, hoje, a Operação Roleta Russa para cumprir dois mandados de prisão preventiva, três de busca e apreensão domiciliar, além do sequestro de um veículo e do bloqueio de valores no limite de R$ 10 milhões nas contas de integrantes de uma organização criminosa envolvidos com tráfico de drogas, extorsão e outros crimes em Cuiabá. A investigação da Gerência de Combate ao Crime Organizado e da Delegacia de Repressão ao Crime Organizado tem como alvo principal uma liderança de uma organização criminosa, que atualmente se encontra preso na Penitenciária Central do Estado (PCE).

Segundo a polícia, ele cumpre pena em regime fechado, e atingiu os requisitos para progressão ao regime semiaberto no último dia 1º de maio. O novo mandado de prisão tem como objetivo impedir a progressão de regime e mantê-lo custodiado. O segundo alvo dos mandados de prisão é o primo do investigado, que está em liberdade e é apontado como braço direito no cometimento dos crimes e na tentativa de domínio de territórios.

“As investigações apontaram que o suspeito, mesmo preso, utilizava sua posição hierárquica na facção para controlar atividades criminosas e tentar exercer domínio em bairros na capital, como o Planalto e o Altos da Serra. De dentro da unidade prisional, ele emanava ordens buscando a liderança do tráfico de drogas, das extorsões e de outras atividades criminosas em áreas designadas, em benefício próprio e da facção. Também atuava na negociação do tráfico de drogas com emissários da Bolívia e no controle dos lucros obtidos com as vendas em Cuiabá. O primo executava esses comandos de fora da cadeia”, detalhou a assessoria da Polícia Civil.

As investigações apontam que os alvos movimentaram mais de R$ 20 milhões em três anos, em favor da facção criminosa e dos familiares do conselheiro, sendo ele também o responsável por liderar a lavagem de dinheiro e a ocultação de patrimônio adquirido com os crimes praticados, com o auxílio da esposa e de um primo. A esposa, apesar de não possuir profissão ou renda fixa, mantinha uma vida confortável, com casa própria, bens de alto valor e um veículo de luxo, que será objeto de sequestro. A polícia informou ainda que entre as contas bloqueadas está a de uma advogada que já foi alvo da Operação Apito Final, também deflagrada pela GCCO.

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Redação Só Notícias

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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