Café
Evento da FAEP será voltado aos cafeicultores

Imagem: Faep
O programa de Assistência Técnica e Gerencial (ATeG) do Sistema FAEP será apresentado aos participantes de um dos maiores eventos voltados à cultura cafeeira do Paraná. Nos dias 2 e 3 de agosto, a cidade de Maringá sedia a segunda edição do Ca Fé On, que promove experiências imersivas no universo do café por meio de palestras, oficinas, apresentação de cases, degustações, além de outras experiências e vivências sensoriais.
Na programação, um dos destaques é o ATeG Talk Show, momento em que o serviço do Sistema FAEP será detalhado, trazendo os municípios de atuação e os critérios para participação dos cafeicultores.
Brasil X EUA: Café, manga e abacaxi podem ter tarifa de importação zerada?
“A ATeG está sendo um divisor de água para a agropecuária do Paraná, levando conhecimento técnico e gestão para dentro da propriedade. Os produtores que já estão participando contabilizam ganho de produtividade, redução no custo de produção e, claro, mais dinheiro no bolso”, destaca o presidente interino do Sistema FAEP, Ágide Eduardo Meneguette, que vai participar da cerimônia de abertura do evento. “Precisamos que a ATeG chegue ao conhecimento de mais e mais produtores rurais. E o evento Ca Fé On é uma forma disto ocorrer”, conclui.
O café é uma das cadeias atendidas pela ATeG. Atualmente, são sete municípios inseridos nesta iniciativa especificamente para a cultura cafeeira, sendo seis na fase de mobilização de novas turmas e um já em execução.
Desde 2023, o programa de ATeG do Sistema FAEP está levando atendimento personalizado nas áreas técnica e gerencial para produtores rurais de diversas regiões do Paraná com foco na profissionalização e na geração de renda. Uma vez por mês os produtores atendidos recebem a visita de um técnico de campo na sua propriedade, que realiza um atendimento personalizado.
Para participar da ATeG, o produtor rural pode procurar o sindicato rural local para obter informação sobre o atendimento, que é totalmente gratuito.
(Com FAEP)
Fernanda Toigo
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
Café
Exportações de café recuam na safra 2025/26 e refletem oferta restrita no Brasil

Foto: Wenderson Araújo/CNA
As exportações brasileiras de café seguem em ritmo mais lento na safra 2025/26, evidenciando um cenário de oferta limitada no mercado interno. Dados do Conselho dos Exportadores de Café do Brasil mostram que, entre julho de 2025 e março de 2026, o país embarcou 29,09 milhões de sacas de 60 kg, volume 21,2% inferior ao registrado no mesmo período da temporada anterior, quando foram exportadas 36,91 milhões de sacas.
O resultado marca o menor volume para esse intervalo desde a safra 2022/23, reforçando o impacto da menor produção e da redução dos estoques disponíveis no país.
Recuperação pontual em março não muda cenário
Apesar do quadro mais restritivo, março apresentou uma leve recuperação nos embarques. No mês, o Brasil exportou 3,04 milhões de sacas, avanço de 15,4% em relação a fevereiro, quando o volume havia sido de 2,63 milhões.
Ainda assim, segundo o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada, essa reação mensal não altera o cenário geral, que segue limitado pela baixa disponibilidade de café no mercado doméstico.
Estoques curtos e produtores cautelosos
A combinação entre produção menor na safra atual e estoques nacionais historicamente baixos tem restringido o volume disponível para exportação. Com isso, produtores já contam com poucos lotes da safra 2025/26 para negociação.
Além disso, o bom nível de preços ao longo da temporada contribuiu para a capitalização dos cafeicultores, que, neste momento, não demonstram urgência em comercializar os volumes remanescentes. Essa postura reduz ainda mais a oferta no curto prazo.
Perspectiva depende da próxima safra
De acordo com o Cepea, esse ambiente de exportações mais contidas deve persistir nas próximas semanas. A expectativa é de que o ritmo de embarques volte a ganhar força apenas com o avanço da colheita da safra 2026/27, que tende a se intensificar a partir de meados de maio.
Até lá, o mercado deve seguir ajustado, com oferta restrita e negociações pontuais, refletindo o equilíbrio delicado entre disponibilidade interna e demanda externa.
Fonte: CenárioMT
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
Café
Proximidade da colheita pressiona preços do café e reduz ritmo de negociações

Reprodução
A proximidade da colheita já começa a influenciar o mercado de café no Brasil, mesmo com a intensificação dos trabalhos prevista apenas para meados de maio. De acordo com pesquisadores do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada, o movimento tem pressionado as cotações e alterado o comportamento dos agentes no mercado.
No caso do café arábica, os preços vêm apresentando recuo na maior parte dos dias desde o fim de março, refletindo a expectativa de entrada de uma nova safra. Ainda que a colheita não esteja em pleno ritmo, a antecipação desse cenário já impacta as negociações.
Para o café robusta, a pressão é ainda mais evidente. Como os primeiros talhões costumam ser colhidos entre abril e maio, a proximidade imediata da oferta tem pesado de forma mais intensa sobre os preços no mercado interno.
Nesse contexto, a liquidez no segmento de robusta segue limitada há algumas semanas. Produtores têm optado por comercializar apenas volumes pontuais, principalmente para cumprir compromissos financeiros de curto prazo e organizar o planejamento da colheita.
O cenário reforça um padrão recorrente no setor cafeeiro: a expectativa de maior oferta tende a pressionar os preços antes mesmo da entrada efetiva do produto no mercado, mantendo negociações mais cautelosas tanto por parte de vendedores quanto de compradores.
Fonte: CenárioMT
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
Café
CNA debate renovação de linha de crédito para cafezais danificados

Divulgação
Brasília – A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) discutiu, na quarta (1º), a renovação da linha de crédito para cafezais danificados.
O assunto foi tema da Comissão Nacional do Café, que reuniu representantes das federações de agricultura estaduais para ouvir relatos sobre a realidade da produção nas regiões cafeeiras e as demandas dos cafeicultores.
O presidente da Comissão, Ademar Pereira, destacou o trabalho que a confederação tem feito junto aos ministérios para atender as demandas do setor e trazer benefícios para a cadeia produtiva.
A coordenadora de Produção Agrícola, Ana Lígia Lenat, explicou que a CNA se reuniu com os Ministérios da Agricultura, Fazenda e Desenvolvimento Agrário para tratar da liberação de recursos do Fundo de Defesa da Economia Cafeeira (Funcafé) e da possibilidade de ampliar a linha para diferentes tipos de ocorrências.

“Precisamos trabalhar a vulnerabilidade estrutural dos pequenos cafeicultores”, afirmou.
Ana esclareceu que a ideia é trabalhar ao longo do ano com relatos de produtores para embasar a reestruturação da linha junto ao governo, além de possibilitar ajustes parciais nos recursos visando atender outras destinações dentro da cadeia produtiva.
“A linha atualmente é reativa. Queremos reduzir isso para que ela fique um pouco mais atrativa para o produtor rural, deixando mais apropriada para as diferentes realidades regionais do país”, pontuou.
Além da escuta das federações estaduais, a CNA usou dados do projeto Campo Futuro para subsidiar a solicitação que será tratada junto ao Conselho Deliberativo da Política do Café (CDPC).
O vice-presidente da comissão, Thiago Orletti, ressaltou que, após a renovação na linha de crédito, a intenção do colegiado é promover ações com os agentes financeiros para que a linha chegue às mãos dos produtores, porque segundo ele, muitos ainda não sabem que existe.
Assessoria de Comunicação CNA
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
-

Mato Grosso7 dias atrásSetor frigorífico reconhece decisão do Governo de MT sobre Fethab e Fethab 2
-

Pecuária7 dias atrásArroba do boi gordo se mantém firme com oferta restrita e exportações aquecidas
-

Agronegócio7 dias atrásMercado de trigo no Brasil segue com oferta restrita e preços firmes em meio à baixa liquidez
-

Meio Ambiente4 dias atrásVai ter frio até o fim de abril?
-

Agronegócio7 dias atrásCarne suína: oferta elevada e demanda fraca pressionam preços no mercado interno
-

Notícias4 dias atrásProdutor rural convive com apagões e prejuízos enquanto Copel registra lucro bilionário
-

Agronegócio4 dias atrás17ª Parecis SuperAgro começa em Campo Novo do Parecis e destaca força econômica do maior chapadão agricultável do mundo
-

Notícias4 dias atrásVotação importante: escola em Lucas pode virar cívico-militar e comunidade terá palavra final






































