Economia
Preço da Soja no Brasil Hoje: Análise Completa e Tendências de Mercado

Preço da Soja no Brasil Hoje: Análise Completa e Tendências de Mercado
Se você acompanha o agronegócio, sabe que o preço da soja no Brasil hoje é um assunto que mexe com muita gente. Afinal, essa commodity é um dos pilares da nossa economia, né? Muita coisa influencia o valor da saca, desde o clima lá fora até as decisões de compra da China. A gente separou as informações mais importantes para te dar um panorama completo de como anda o mercado da soja por aqui. Vamos dar uma olhada?
Pontos Chave da Soja no Brasil Hoje
- Os preços da soja no Brasil hoje variam bastante dependendo da região, com diferenças significativas entre os portos e o interior do país.
- A Bolsa de Chicago (CBOT) é um indicador global importante que afeta diretamente as cotações da soja no mercado brasileiro.
- A oferta e a demanda mundial, juntamente com fatores como clima e taxa de câmbio, são os principais motivos por trás da oscilação dos preços da soja.
- A soja é uma cultura essencial para o Brasil, sendo um dos produtos mais exportados e com grande impacto na balança comercial do país.
- O mercado de soja envolve uma cadeia complexa, desde o produtor até o consumidor final, com negociações que podem ser feitas no mercado físico ou através de contratos futuros.
A Soja no Brasil: Um Panorama Atual
O Brasil se consolidou como uma potência mundial no agronegócio, e a soja é, sem dúvida, a estrela desse cenário. Por mais de duas décadas, ela tem se mantido no topo da lista de produtos mais exportados pelo país. Essa liderança não é por acaso; a versatilidade da soja é impressionante, e o consumo de produtos derivados dela só aumenta. É um grão que movimenta a economia e está presente em muitos dos alimentos que consumimos.
O cenário atual da soja no Brasil é marcado por uma produção robusta, impulsionada por fatores como clima favorável em algumas regiões e a adoção de novas tecnologias no campo. No entanto, o mercado é dinâmico e sujeito a flutuações. Por exemplo, no início de setembro de 2025, observamos uma leve queda nos preços em praças como Paranaguá, com a saca a R$ 139,65, uma variação de -0,63% em relação à semana anterior. Esse tipo de movimento é comum e reflete as negociações globais e a expectativa de safras em outros países produtores, como os Estados Unidos.
“A soja é mais que um grão; é um motor econômico para o Brasil, conectando o campo ao mercado global e sustentando cadeias produtivas inteiras.”
Os principais estados produtores de soja no Brasil formam um verdadeiro cinturão agrícola. Mato Grosso, consistentemente, lidera a produção nacional, beneficiado por extensas áreas de cultivo e um parque tecnológico avançado. Outros estados como Paraná, Minas Gerais, Tocantins e Maranhão também desempenham papéis importantes, cada um com suas particularidades e contribuições para a safra total. Entender a dinâmica desses polos produtivos é chave para compreender o mercado como um todo. Para mais detalhes sobre a produção e os preços em diferentes regiões, você pode consultar dados de produção no Brasil.
A produção de soja no Brasil é um assunto que mexe com a economia do país, e é sempre bom ficar de olho nos números. A gente sabe que o clima tem um papelão na colheita, né? Para a safra 2025/26, as projeções indicam um crescimento de cerca de 3,1%, chegando a aproximadamente 75,5 milhões de toneladas. Isso é um bom sinal, mostrando que o setor está se recuperando e crescendo, mesmo com os desafios.
Quando falamos de quem mais produz soja no Brasil, alguns estados se destacam. O Mato Grosso, por exemplo, é um gigante nessa área, sempre liderando as estatísticas. Outros estados como Paraná, Goiás, Rio Grande do Sul e Mato Grosso do Sul também têm uma participação muito importante no volume total da produção nacional. A produção no Paraná, por exemplo, está projetada para atingir 22 milhões de toneladas, um aumento de 4% em relação à safra anterior, segundo dados do Deral. Essa concentração em algumas regiões mostra a força do agronegócio nessas áreas.
Tecnologias e Inovações na Sojicultura Brasileira
O agricultor brasileiro não para de inovar. A busca por sementes de alto vigor, por exemplo, é uma constante para transformar o potencial da lavoura em produtividade máxima. Além disso, a adoção de tecnologias como o plantio direto, o manejo integrado de pragas e doenças, e o uso de defensivos mais eficientes e sustentáveis têm feito a diferença. A agricultura de precisão, com o uso de drones e sensores, também ajuda a otimizar o uso de insumos e a monitorar a lavoura de perto. Tudo isso contribui para que a soja brasileira seja cada vez mais competitiva no mercado internacional.
“A sustentabilidade na produção de soja é um tema cada vez mais presente, com produtores buscando práticas que conservem o solo e a água, além de reduzir o impacto ambiental. Isso inclui desde o manejo correto do vazio sanitário até a adoção de sistemas integrados, como a lavoura-pecuária-floresta (ILPF).”
O mercado de soja tem passado por momentos de instabilidade, com preços que sobem e descem dependendo de vários fatores. A proximidade da colheita nos Estados Unidos e as negociações comerciais entre China e EUA, por exemplo, podem travar o mercado por aqui. No entanto, a demanda global, especialmente da China, continua sendo um motor importante para o setor. É um cenário que exige atenção constante dos produtores e de quem atua na cadeia produtiva da soja. Para quem quer entender melhor o mercado, acompanhar as cotações da soja é fundamental.
O Mercado da Soja Hoje: Preços e Demanda Global
O preço da soja no mercado físico brasileiro, em 1º de setembro de 2025, mostra variações consideráveis entre as regiões. Por exemplo, em Paranaguá, o valor da saca estava em R$ 142,05, enquanto no Nordeste de Mato Grosso, o preço era de R$ 116,65. Essa diferença de mais de 20% evidencia a importância de acompanhar as cotações locais para tomar as melhores decisões de venda.
A Bolsa de Chicago (CBOT) continua sendo o principal termômetro para os preços globais da soja, influenciando diretamente o mercado brasileiro. As cotações em Chicago, como a de US$ 10,37 por bushel para o contrato de setembro de 2025, servem de referência para as negociações aqui. Fatores como o clima nos Estados Unidos, as políticas comerciais e a demanda de países como a China impactam esses valores.
O comércio da soja é complexo, envolvendo desde a produção até a exportação para grandes consumidores. A soja é um produto versátil, utilizada na alimentação humana, ração animal, biocombustíveis e na indústria química. Essa ampla gama de aplicações sustenta uma demanda global constante.
“A dinâmica de oferta e demanda é o motor principal por trás das oscilações de preço. Quando a produção aumenta em grandes players como Brasil e EUA, a oferta cresce, podendo pressionar os preços para baixo. Por outro lado, um aumento na demanda, sem um acompanhamento na oferta, tende a valorizar o grão.”
Para acompanhar essas variações em tempo real, plataformas como a Grão Direto oferecem cotações do mercado físico e futuro, além de conectar compradores e vendedores. Monitorar esses dados é fundamental para quem atua no setor.
Principais Destinos da Soja Brasileira
A soja brasileira tem como principais destinos mercados internacionais que demandam grandes volumes do grão. A China é, historicamente, o maior comprador, absorvendo uma parcela significativa da produção nacional. Outros destinos importantes incluem:
- União Europeia
- México
- Japão
- Países do Sudeste Asiático
Esses mercados consomem a soja para diversas finalidades, desde a produção de óleo e farelo para ração animal até o consumo humano e aplicações industriais. A qualidade e a logística eficiente do Brasil são fatores que contribuem para a sua competitividade nesses mercados.
Impacto da Soja na Economia Brasileira
A soja desempenha um papel vital na economia do Brasil. Como um dos principais produtos do agronegócio, sua exportação gera uma entrada expressiva de dólares, contribuindo para a balança comercial do país. Além disso, a cadeia produtiva da soja movimenta diversos setores, desde a fabricação de insumos e máquinas agrícolas até o transporte e a indústria de processamento.
- Geração de empregos: A sojicultura e suas atividades relacionadas empregam milhares de pessoas em todo o país.
- Arrecadação de impostos: A produção e comercialização da soja contribuem significativamente para a arrecadação fiscal.
- Desenvolvimento regional: As regiões produtoras de soja frequentemente experimentam desenvolvimento econômico e social impulsionado pela atividade agrícola. A soja é um dos pilares do agronegócio brasileiro, e sua performance no mercado global tem um reflexo direto na saúde econômica do país. Acompanhar o preço da soja hoje é, portanto, observar um termômetro da economia nacional. Para mais informações sobre cotações, você pode consultar o preço da soja em Paranaguá.
Desafios e Oportunidades para a Soja no Brasil

O setor da soja no Brasil, apesar de sua força, enfrenta um cenário dinâmico, repleto de desafios que exigem atenção e de oportunidades que podem impulsionar ainda mais o agronegócio.
Sustentabilidade na Produção de Soja
A busca por práticas mais sustentáveis se tornou um ponto central. Isso envolve desde o manejo correto do solo para evitar erosão até a redução do uso de defensivos agrícolas, priorizando alternativas mais ecológicas. A questão da moratória da soja, por exemplo, que busca evitar o desmatamento em áreas de vegetação nativa, continua sendo um tema debatido, com decisões judiciais e fiscalizações bancárias que impactam a concessão de crédito a produtores. A pressão por rastreabilidade e menor impacto ambiental é crescente, vinda tanto do mercado consumidor quanto de órgãos reguladores.
- Manejo do solo: Técnicas como o plantio direto e a rotação de culturas ajudam a manter a saúde do solo e a reduzir a necessidade de insumos.
- Controle de pragas e doenças: O uso de variedades mais resistentes e o manejo integrado de pragas diminuem a dependência de agrotóxicos.
- Uso eficiente da água: Irrigação de precisão e outras tecnologias buscam otimizar o consumo de água, um recurso cada vez mais valioso.
- Rastreabilidade: Garantir a origem e as práticas de produção da soja é um diferencial competitivo.
“A sustentabilidade não é mais um diferencial, mas uma exigência do mercado global. Produtores que investem em práticas responsáveis tendem a ter melhor acesso a mercados e a obter melhores preços.”
Perspectivas Futuras para a Soja Brasileira
Olhando para frente, o Brasil tem tudo para continuar expandindo sua produção de soja, mas precisa estar atento a alguns fatores. A demanda global, especialmente da China, segue forte, e o país se beneficia de um clima geralmente favorável para o plantio e a colheita, com projeções indicando crescimento na safra 2025/26. No entanto, a volatilidade nos preços internacionais, influenciada pela colheita nos EUA e por acordos comerciais, pode afetar as cotações internas. A demanda por biocombustíveis, como o biodiesel, também é um motor importante para o mercado da soja, já que ela é a principal matéria-prima.
- Clima: Condições climáticas favoráveis são um trunfo, mas eventos extremos podem causar perdas.
- Mercados Internacionais: Acompanhar a produção de outros grandes players e as políticas comerciais de países importadores é fundamental.
- Tecnologia: Investimentos em sementes de alta performance e em agricultura de precisão são chave para aumentar a produtividade e a eficiência.
- Logística: Melhorar a infraestrutura de transporte é um desafio constante para reduzir custos e garantir o escoamento da produção.
O mercado de contratos futuros, negociados em bolsas como a B3 e a de Chicago, oferece ferramentas para que os produtores se protejam contra a variação de preços, garantindo mais segurança financeira para suas lavouras.
Conclusão: O Futuro da Soja no Brasil

Olhando para frente, o cenário da soja no Brasil parece promissor, mas com seus próprios desafios. As projeções indicam um crescimento contínuo na produção, impulsionado por um clima que, espera-se, será mais amigável para a safra 2025/26, com estimativas apontando para um aumento de 3,1%. Isso significa que o país deve colher cerca de 75,5 milhões de toneladas. A demanda global, especialmente da China, continua sendo um motor forte, e a busca por neutralidade climática na produção também ganha espaço, mostrando que o setor está atento às novas exigências.
No entanto, o mercado não é uma linha reta. Fatores como a colheita nos Estados Unidos e as estratégias comerciais da China podem travar os preços aqui. Além disso, a volatilidade do câmbio e os custos de produção são sempre pontos de atenção para o produtor brasileiro. A soja é uma cultura complexa, e entender esses movimentos é chave.
O que podemos esperar?
- Inovações tecnológicas: A busca por sementes de maior vigor e práticas agrícolas mais eficientes, como a agricultura regenerativa, vai continuar. Isso ajuda a aumentar a produtividade e a resiliência das lavouras.
- Sustentabilidade em pauta: Questões como a moratória da soja e a fiscalização de práticas sustentáveis ganham cada vez mais relevância. O mercado exige responsabilidade ambiental, e o Brasil precisa se adaptar.
- Mercados diversificados: Embora a China seja um parceiro importante, explorar novos mercados e fortalecer acordos comerciais pode trazer mais segurança para o setor.
“O futuro da soja brasileira passa por equilibrar a alta produtividade com a responsabilidade ambiental e a adaptação às dinâmicas do mercado internacional. Quem investir em tecnologia e sustentabilidade terá uma vantagem clara.”
Em resumo, o Brasil tem tudo para continuar sendo um gigante na produção de soja. O segredo está em se manter atento às tendências, inovar e garantir que a produção seja cada vez mais sustentável e competitiva no cenário mundial. A soja é, sem dúvida, um pilar da nossa economia, e seu futuro depende de como enfrentaremos esses desafios e aproveitaremos as oportunidades que surgem.
Conclusão: O Que Esperar do Mercado da Soja
Bom, depois de toda essa análise, fica claro que o mercado da soja é um bicho bem complexo. Os preços mudam bastante de um dia para o outro, e isso depende de um monte de coisa, desde o clima lá fora até o que a China tá comprando. A gente viu que o preço varia bastante de região para região aqui no Brasil também, então é sempre bom ficar de olho no seu cantinho. A Bolsa de Chicago, a tal da CBOT, dita muita coisa, mas o que acontece aqui dentro, tipo a nossa produção e a demanda interna, também pesa. Para quem planta ou negocia soja, ficar informado sobre essas variações e entender os fatores que influenciam tudo isso é o caminho para tomar as melhores decisões e, quem sabe, ter um lucro maior. É um mercado que exige atenção constante, mas com as ferramentas certas, dá pra se virar bem.
Perguntas Frequentes sobre a Soja no Brasil
Quais são os estados brasileiros que mais produzem soja?
Alguns estados brasileiros se destacam muito na produção de soja. Mato Grosso é um dos líderes, mas outros como Paraná, Rio Grande do Sul, Goiás e Mato Grosso do Sul também são super importantes para o mercado. Essas regiões têm clima e solo bons para o cultivo, além de muita tecnologia.
Por que o preço da soja muda tanto?
O preço da soja varia bastante por causa da lei da oferta e da procura, tanto no Brasil quanto no mundo. Se muita gente produz ou se a procura diminui, o preço pode cair. Já se a produção é menor ou se muita gente quer comprar, o preço tende a subir. O clima e as decisões de outros países também influenciam bastante.
O que é a Bolsa de Chicago (CBOT) e como ela afeta o preço da soja?
A Bolsa de Chicago, conhecida como CBOT, é como um grande mercado onde se negociam os preços futuros de vários grãos, incluindo a soja. O que acontece lá serve de referência para o mundo todo. Se os preços sobem ou descem em Chicago, isso geralmente afeta os preços aqui no Brasil também, pois é um indicador global.
Como posso saber o preço da soja na hora?
Existem plataformas online, como a Grão Direto, que mostram os preços da soja em tempo real. Você pode ver os valores do mercado aqui no Brasil e também os preços negociados em Chicago. É importante acompanhar esses dados para tomar as melhores decisões de venda ou compra.
Para que serve a soja no final das contas?
A soja é super versátil! Ela é usada para fazer óleo de cozinha, ração para animais, e até mesmo em produtos como tofu e leite vegetal para as pessoas. Além disso, ela é uma matéria-prima importante para fazer biocombustíveis, como o biodiesel, e também é usada em algumas indústrias.
Como a demanda por biocombustíveis mexe com o mercado da soja?
Como a soja é usada para fazer biodiesel, quando a procura por esse tipo de combustível aumenta, a necessidade de soja também cresce. Isso pode fazer o preço da soja subir, já que mais gente vai querer comprar para produzir o biocombustível. É uma relação direta que impacta o mercado.
Fonte: CenárioMT
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
Economia
Exportações de grãos do Brasil batem recorde em 2025, com 172,3 mi de toneladas e maior protagonismo do Arco Norte e Paranaguá

Reprodução
O ano de 2025 foi de expansão e reconfiguração logística para as exportações brasileiras de grãos. As vendas externas de milho, soja e farelo de soja totalizaram 172,3 milhões de toneladas, um aumento de 6,21% (ou 10,7 milhões de toneladas) em relação a 2024. Os dados confirmam o crescimento dos volumes e uma mudança positiva na matriz de escoamento, com destaque para o avanço dos Portos do Arco Norte e de Paranaguá (PR), além do protagonismo dos estados Mato Grosso, Paraná, Goiás e Rio Grande do Sul como origem da produção.
Milho: Arco Norte e Paranaguá ganham espaço
As exportações de milho em grão somaram 40,9 milhões de toneladas em 2025, acima das 39,7 milhões de 2024. A logística mostrou uma redistribuição significativa:
- Portos do Arco Norte: escoaram 39,3% do total (ante 46,4% em 2024).
- Porto de Santos: participação de 35,8% (frente a 42%).
- Porto de Paranaguá: saltou de 3,1% para 12,3%.
- Porto de São Francisco do Sul: passou de 6% para 7,7%.
Os principais estados exportadores foram Mato Grosso, Paraná, Goiás e Mato Grosso do Sul.
Soja em grão: recorde de 108,1 milhões de toneladas
As exportações de soja acumularam 108,1 milhões de toneladas no ano, superando as 98,8 milhões de 2024. A logística também se reconfigurou:
- Portos do Arco Norte: aumentaram a participação para 36,2% (ante 34,8%).
- Porto de Santos: subiu para 32% (frente a 28,3%).
- Porto do Rio Grande: caiu para 8% (de 10,9%).
- Porto de São Francisco do Sul: recuou para 5,7% (de 7%).
A produção embarcada veio principalmente de Mato Grosso, Goiás, Paraná e Rio Grande do Sul.
Farelo de soja: leve alta e concentração no Sul-Sudeste
As vendas de farelo de soja atingiram 23,3 milhões de toneladas, com leve alta sobre as 23,1 milhões de 2024. O escoamento manteve forte concentração:
- Porto de Santos: 43,2% do total (ante 44,5%).
- Porto de Paranaguá: 27,8% (frente a 27,2%).
- Porto do Rio Grande: 16,9% (de 15,2%).
- Porto de Salvador: 7,4% (de 6,6%).
Os principais estados de origem foram Mato Grosso, Rio Grande do Sul, Paraná e Goiás.
Os números consolidam a diversificação da rota de exportação brasileira, com os corredores do Arco Norte e Paranaguá ganhando importância para descongestionar Santos e melhorar a competitividade. Mato Grosso se mantém como pilar central da produção e exportação nas três cadeias.
Fonte: CenárioMT
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
Economia
Brasil responde por mais da metade das exportações globais de soja em 2025

Divulgação
O Brasil ampliou sua liderança no mercado internacional de soja em 2025 e passou a responder por mais da metade das exportações globais do grão. Dados do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) mostram que, de um total de 184,8 milhões de toneladas comercializadas no mundo, o país foi responsável por 55,8% dos embarques.
O avanço ocorreu em um cenário de ampla oferta mundial. A produção global atingiu 427,15 milhões de toneladas na safra 2024/25, com desempenho positivo também nos Estados Unidos e na Argentina. Mesmo assim, o Brasil ampliou participação no comércio internacional, sustentado por uma safra recorde de 171,48 milhões de toneladas, cerca de 40% da produção mundial.
A China seguiu como principal destino da soja brasileira em 2025, concentrando 78,3% dos embarques entre janeiro e novembro. Apesar de as importações chinesas totais terem recuado para 108 milhões de toneladas, queda de 3,5% em relação ao ciclo anterior, o Brasil manteve espaço no mercado asiático e compensou parte da retração com vendas a outros países.
Um dos destaques do ano foi o aumento das compras da Argentina, que elevou em 73,5% as importações de soja brasileira. Mesmo com o protagonismo nas exportações, o excesso de oferta global e fatores geopolíticos mantiveram os preços pressionados, com cotações entre as mais baixas dos últimos anos no mercado brasileiro e internacional.
Da Redação RDM Online
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
Economia
Sine tem 94 vagas para Repositor de Mercadorias sem experiências e mais 396 oportunidades

Rennan Oliveira
O Sine Municipal de Cuiabá inicia a semana com a oferta de 490 oportunidades de emprego, abrangendo diversos níveis de escolaridade e experiência. O grande destaque desta edição são as 94 vagas para Repositor de Mercadorias que, além do salário de R$ 1,6 mil e, em alguns casos, quase R$ 1,7 mil, oferece um pacote atrativo de benefícios, incluindo vale-transporte, seguro de vida, assistência odontológica e prêmio de assiduidade.
As oportunidades não se limitam ao setor de reposição; o painel de vagas contempla mais de 50 ocupações distintas. Entre os postos com as remunerações mais elevadas, destacam-se os cargos de Supervisor de Produção na Mineração, com salário de R$ 5,2 mil, e Mecânico de Instalações Industriais, que oferece R$ 4 mil e benefícios adicionais como restaurante interno e convênio farmácia.
Resumo Geral das Vagas
O painel atualizado do Sine Cuiabá demonstra uma forte demanda nos setores de serviços, comércio e indústria. Confira os principais agrupamentos de vagas:
Destaques de Remuneração: Cargos técnicos e de supervisão com salários entre R$ 3,5 mil e R$ 5,2 mil.
Setor de Alimentação e Vendas: Grande volume de vagas para Atendente de Lanchonete (22), Atendente de Balcão (20), Vendedor Interno (23) e Pizzaiolo (50).
Construção e Manutenção: Oportunidades para Servente de Obras (26), Mecânico de Manutenção (20) e Técnico de Refrigeração (20).
Logística: Vagas expressivas para Motorista Carreteiro (15) e Ajudante de Motorista (10).
O Sine Municipal é administrado pela Secretaria Municipal de Trabalho.
Atendimento
Os interessados devem procurar o Sine, localizado na Praça Rachid Jaudy, Centro, no prédio do Instituto Dante de Oliveira, em Cuiabá
O horário de atendimento é das 8h às 17h.
Mais informações também podem ser obtidas pelo telefone e WhatsApp: (65) 99251-7480.
No local, também é oferecido atendimento ao Microempreendedor Individual (MEI), com apoio para abertura, regularização e encerramento do registro.
Serviços do Sine
O Sine Municipal realiza a intermediação de vagas de emprego e atendimento para solicitação do seguro-desemprego. Para ter acesso ao benefício, o trabalhador deve apresentar os documentos fornecidos pela empresa no momento da rescisão contratual. A solicitação é registrada diretamente no sistema do Governo Federal.
Informações importantes ao trabalhador
Mantenha o cadastro atualizado nos postos do Sine ou por canais digitais.
Consulta de vagas: empregabrasil.mte.gov.br
Solicitação de seguro-desemprego on-line: pelo aplicativo Carteira de Trabalho Digital ou pelo site acima.
Exclusivo para empresas
O Sine também dispõe de canais exclusivos para empresas interessadas em anunciar vagas. O contato pode ser feito pelos telefones:
(65) 3645-7216 ou 3645-7237,
WhatsApp: (65) 99255-2450,
e e-mail: [email protected]
Confira as oportunidades
Ajudante de carga e descarga de mercadoria (não exige experiência) – 10
Ajudante de carga e descarga (não exige experiência) – 10
Ajudante de motorista (não exige experiência) – 10
Atendente de balcão (não exige experiência) – 08
Auxiliar administrativo – Exclusiva PCD (não exige experiência) – 15
Auxiliar de conservação de obras civis (não exige experiência) – 30
Auxiliar de contabilidade (não exige experiência) – 01
Auxiliar de contabilidade (não exige experiência) – 01
Auxiliar de cozinha (não exige experiência) – 20
Auxiliar de cozinha (não exige experiência) – 02
Auxiliar de escritório (não exige experiência) – 02
Auxiliar de limpeza (não exige experiência) – 05
Auxiliar de linha de produção (não exige experiência) – 03
Auxiliar de linha de produção (não exige experiência) – 10
Auxiliar de linha de produção (não exige experiência) – 40
Auxiliar jurídico (não exige experiência) – 04
Auxiliar técnico na mecânica de máquinas (não exige experiência) – 02
Cortador de carne em matadouro (exige experiência) – 50
Desossador (não exige experiência) – 20
Auxiliar técnico na mecânica de máquinas (não exige experiência) – 02
Desossador (não exige experiência) – 20
Empacotador, a mão (não exige experiência) – 10
Fiscal de loja (não exige experiência) – 02
Mecânico de auto em geral (exige experiência) – 10
Mecânico de automóvel (não exige experiência) – 01
Mecânico de instalações industriais (manutenção) (exige experiência) – 05
Motorista de caminhão (exige experiência) – 03
Motorista de caminhão (exige experiência) – 10
Motorista de caminhão (exige experiência) – 02
Operador de caixa (não exige experiência) – 40
Operador de caixa (não exige experiência) – 10
Operador de caixa (não exige experiência) – 12
Operador de equipamentos pesados e móveis na mineração (exige experiência) – 07
Operador de máquinas de construção civil e mineração (exige experiência) – 10
Promotor de vendas (não exige experiência) – 02
Promotor de vendas (não exige experiência) – 02
Promotor de vendas (não exige experiência) – 02
Repositor de mercadorias (não exige experiência) – 94
José San Martin Camiña Neto
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
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