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Agricultura

Posicionamento da Satis para novo ano-safra prioriza atenção à jornada completa do produtor na lavoura

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Imagem Ilustrativa

 

A cada ano-safra, novos desafios se impõem no campo e a Satis está ainda mais próxima ao produtor a fim de contribuir em todas as fases da lavoura. Ao apresentar seu novo posicionamento para o ciclo 25/26, a empresa destaca sua evolução técnica, da nutrição vegetal à nutrifisiologia, adjuvantes e biológicos, reafirmando o compromisso da marca com a produtividade sustentável.

Ao apresentar um portfólio robusto, a marca destaca-se como provedora de soluções inovadoras, voltadas a atuar do preparo do solo ao enchimento dos grãos. O objetivo é ampliar market share, diversificar canais e fortalecer a presença da Satis em culturas estratégicas, com foco inicial na soja. A meta é alcançar um crescimento superior a 20% frente à última temporada.

A nova estratégia de mercado destaca os momentos mais decisivos do ciclo da soja, trazendo tecnologias desenvolvidas para resolver as principais dores enfrentadas em cada estágio da cultura. A escolha da cultura para o pontapé inicial da campanha ocorre por se tratar do principal mercado atendido pela marca, sendo o segmento que mais contribui para o Valor Bruto da Produção Agropecuária (VBP).

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Conforme dados do Ministério da Agricultura e Pecuária, a cultura respondeu sozinha por R$ 341,5 bilhões em 2024, grande parte devida ao seu potencial de exportação. A expectativa é de crescimento em volume de 4% em relação à safra 24/25, levando à uma produção total de 175 milhões de toneladas, segundo a são dados da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

Um dos diferenciais da Satis em seu portfólio está na combinação de formulações inovadoras com concentração equilibrada de ativos encontrados na natureza, garantindo menor impacto ao meio ambiente. Isso incluiu tecnologias exclusivas, como cepas microbianas selecionadas e complexos de micronutrientes quelatizados que facilitam a absorção pela planta.

Experimentos têm comprovado esses resultados. É o caso de um estudo realizado em parceria com a Pitanga Agronegócios. O objetivo foi determinar o potencial das soluções Satis, quando aplicadas em conjunto, no aumento de nós produtivos, Peso de Mil Grãos (PMG) e produtividade da soja. Foi demonstrada a eficácia e o uso das soluções que gerou o aumento de 11,3% na produtividade, 14% mais nós produtivos e crescimento de 3,2% do PMG.

Outro destaque entre a gama de produtos é o Fulland, um dos carros-chefe da marca mineira. Com formulação única no mercado, a solução traz um complexo químico sistêmico de cobre, voltado a potencializar o manejo fitossanitário e promover a ativação enzimática das plantas. Também apresenta sinergia com defensivos agrícolas melhorando sua “mobilidade” e potencial de controle.

Manejo estratégico

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Equipes técnicas especializadas também irão reforçar a atuação regional ao lado do agricultor, entendendo como consultor as especificidades de cada solo, clima e realidade produtiva. Com esses dados, podem indicar as melhores alternativas a serem adotadas e mostrar que com manejo estratégico, “não tem segredo, tem Satis”, o mote da campanha.

As equipes ainda terão os Embaixadores Satis com branding pessoal e uso estratégico do digital para gerar vendas. É um programa voltado para a equipe comercial com aulas ao vivo sobre conteúdo digital, técnicas de foto/vídeo, edição, produção de conteúdo no dia a dia.

De acordo com o diretor de Negócios da Satis, Jair Unfried, com essa evolução e o reforço de produtos biológicos para uma agricultura regenerativa, a empresa estima que será possível alavancar seu faturamento. “A empresa está reiterando não apenas sua presença no campo, mas sua missão de impulsionar o futuro da agricultura brasileira com cientificidade, confiança e resultados comprovados. Queremos ser um provedor de soluções inovadoras. Prova disso é o empenho que a marca vem tendo também ao ingressar na linha de biodefensivos registrados”.

Portfólio contempla todas as fases

No pré-plantio, por exemplo, o destaque vai para Trichovex, biofungicida à base de Trichoderma harzianum (cepa exclusiva IB19/17), que promove o equilíbrio microbiológico do solo e o controle biológico de patógenos como Rhizoctonia e Sclerotinia, criando o ambiente ideal para o enraizamento.

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Também novidade no portfólio é o Nemavex. Trata-se de outro biodefensivo, este elaborado a partir de bactérias do gênero Bacillus, utilizado para o controle de nematóides na cultura. Ele atua reduzindo os danos às raízes e aumentando a produtividade das lavouras. Pode, inclusive, ser aplicado em conjunto com o Trichovex, garantindo um ambiente favorável para o estabelecimento inicial da cultura.

Na fase de plantio, o foco recai sobre a eficiência da Fixação Biológica de Nitrogênio (FBN) e o estímulo ao vigor inicial. Produtos como o Nodular, com alta concentração de molibdênio, cobalto e níquel, e o Vitakelp, bioativador fisiológico com extratos de algas, garantem mais uniformidade, maior nodulação e plântulas mais preparadas para os estresses iniciais.

A Satis também apresenta soluções completas para as fases vegetativas e reprodutivas. Produtos como Soymax, Humicbor, Sturdy e Vitan oferecem nutrição balanceada e proteção contra estresses ambientais e fitotoxidade. Assim, asseguram o desenvolvimento equilibrado e o máximo aproveitamento fisiológico da planta. Já no período de florescimento e enchimento dos grãos, tecnologias como Fulland, Vitaphol Power-K e Vitaphol HSK contribuem para a sanidade da lavoura, promovem maior teor de proteína nos grãos e impulsionam o resultado final da produção.

Sobre a Satis

Especialista em desenvolver soluções em nutrifisiologia e adjuvantes para o campo, a Satis com 25 anos de atuação no mercado brasileiro volta seu olhar ao futuro para, cada vez mais, entender e se antecipar às necessidades dos produtores com soluções adequadas para o agronegócio sustentável. Seu conceito “Lavoura saudável. Negócio sustentável” traduz e reforça a conexão da empresa com o campo e a importância de uma produtividade mais inteligente, alcançada com tecnologias e manejos adequados para garantir maior rentabilidade sem prejuízos ao meio ambiente.

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A cultura da inovação, fomentada por meio de pesquisas em seu Campo Experimental em Araxá (MG), sua cidade-sede, conhecimento técnico e parcerias, é fundamental nessa jornada. Como resultado, a Satis oferece um amplo portfólio que contribui para o fortalecimento da raiz às folhas e melhor absorção de nutrientes, especialmente das lavouras de milho, café, soja, feijão, trigo, cana-de-açúcar, algodão e HF. E sem descuidar, também, de tecnologias de aplicação que auxiliam as pulverizações agrícolas, reduzindo perdas e potencializando a ação dos produtos. A saúde das plantas é o primeiro passo para o bom desempenho das safras e a perenidade dos negócios.

Assessoria

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Agricultura

Cooperativas de MT poderão acessar recursos federais

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Lei amplia investimentos para cooperativas de Mato Grosso – Reprodução

 

Uma mudança na legislação federal pode abrir uma nova fronteira de investimentos para milhares de cooperativas brasileiras. Foi sancionada nesta quarta-feira (16.06) a Lei Complementar nº 231/2026, que permite às sociedades cooperativas terem acesso aos recursos do Fundo de Desenvolvimento do Centro-Oeste (FDCO), do Fundo de Desenvolvimento da Amazônia (FDA) e do Fundo de Desenvolvimento do Nordeste (FDNE).

A medida corrige uma limitação histórica que restringia o acesso aos financiamentos desses fundos principalmente às pessoas jurídicas tradicionais. Com a alteração, cooperativas dos setores agropecuário, industrial, mineral, logístico e de serviços poderão pleitear recursos destinados à expansão de empreendimentos e projetos estratégicos de desenvolvimento regional.

Na prática, a nova legislação abre caminho para que cooperativas tenham acesso a linhas de financiamento voltadas à ampliação da produção, aquisição de equipamentos, implantação de infraestrutura e geração de empregos.

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A mudança alcança diretamente regiões consideradas estratégicas para o desenvolvimento nacional. No Centro-Oeste, por exemplo, o acesso ao FDCO poderá beneficiar cooperativas ligadas ao agronegócio, setor que desempenha papel fundamental na economia de Mato Grosso.

A lei altera a Medida Provisória nº 2.156-5/2001, a Medida Provisória nº 2.157-5/2001 e a Lei Complementar nº 129/2009, incluindo expressamente as sociedades cooperativas entre os beneficiários dos financiamentos dos fundos regionais.

O texto estabelece que os recursos poderão ser destinados a empreendimentos de interesse das cooperativas, observadas as regras que serão definidas em regulamento.

Lucione Nazareth/VGN

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Agricultura

Agricultura erradica foco de greening

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Equipes do DDV/Seapi encerram monitoramento no raio de 500 metros e agora passam para o de 2,4 km – Foto: Divulgação/Seapi

 

Uma força-tarefa da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi) erradicou o foco de greening (HLB) e concluiu, nesta quinta-feira (11/6), o monitoramento em um raio de 500 metros ao redor da propriedade onde a doença foi identificada. Desde a confirmação do primeiro registro de greening no Rio Grande do Sul, em 8 de junho, servidores do Estado e da União atuam para conter e eliminar a doença no município de Palmitinho, na região do Médio Alto Uruguai.

Até o momento, cerca de 60 plantas com sintomas compatíveis com a doença foram identificadas e erradicadas na área de contenção estabelecida ao redor da propriedade onde o foco foi detectado. As ações abrangeram 26 imóveis localizados no raio inicial de monitoramento.

Agora, as equipes do Departamento de Defesa Vegetal (DDV) da Seapi iniciam o levantamento fitossanitário em um raio de 2,4 quilômetros ao redor do foco, abrangendo aproximadamente 230 imóveis.

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As ações incluem a remoção de plantas infectadas, o controle do psilídeo Diaphorina citri — inseto transmissor da bactéria causadora do greening — e o monitoramento das propriedades localizadas no entorno da área afetada. Os trabalhos são realizados em conjunto com o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), conforme as diretrizes do Programa Nacional de Prevenção e Controle do Huanglongbing (PNCHLB).

Resposta rápida e efetiva  

O secretário da Agricultura, Márcio Madalena, destaca a rapidez da resposta adotada pelo Estado. “A confirmação do foco exige uma resposta rápida e coordenada. O Rio Grande do Sul realiza há anos ações de monitoramento e prevenção, o que permitiu identificar o problema e adotar imediatamente as medidas de contenção. Nosso objetivo é proteger a citricultura gaúcha e evitar que a doença se estabeleça no Estado”, afirma.

Segundo o diretor do DDV, Ricardo Felicetti, as ações de vigilância serão ampliadas nos próximos dias. “Vamos localizar todos os pontos críticos, identificar possíveis ocorrências da doença e reforçar as medidas de contenção para impedir sua disseminação”, explica.

A principal hipótese para a introdução do greening no Rio Grande do Sul é o uso de mudas irregulares já contaminadas. Por isso, o DDV/Seapi orienta produtores e consumidores a utilizarem exclusivamente mudas produzidas conforme a legislação federal, com origem comprovada, rastreabilidade e garantia fitossanitária.

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Imagem ilustra como o fruto fica internamente quando afetado pelo greening – Foto: Divulgação/Seapi

Vigilância permanente

A identificação do foco ocorreu após anos de monitoramento realizado pela Defesa Vegetal. Entre novembro de 2025 e março de 2026, foram instaladas e monitoradas 374 armadilhas em 77 municípios, totalizando 4.326 leituras para detecção do psilídeo transmissor da doença.

Em 2025, a Seapi realizou 211 inspeções em pomares de 65 municípios e coletou 13 amostras suspeitas, todas com resultado negativo para a bactéria causadora do greening. Em 2026, até a confirmação do foco em Palmitinho, outras 47 inspeções haviam sido realizadas em 19 municípios, também sem registros positivos.

Considerado a doença mais severa da citricultura mundial, o greening afeta todas as espécies de citros e não possui tratamento curativo. A enfermidade reduz a produtividade, compromete a qualidade dos frutos e pode levar à morte das plantas, causando prejuízos econômicos significativos à cadeia citrícola.

Com Agricultura/RS

Fernanda Toigo

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Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Agricultura

Em novo edital, Sanepar disponibiliza 1,5 mil toneladas de biossólido

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Fotos: Sanepar

 

A Sanepar abriu nesta terça-feira (16) um novo credenciamento para uso do SaneBio, o biossólido fertilizante para culturas agrícolas produzido a partir do tratamento de esgoto. Produtores rurais e empresas de qualquer porte podem solicitar o credenciamento e garantir, mediante pagamento do Valor Básico de Disponibilidade (VBD), o material produzido nas unidades de Campo Mourão, Cianorte, Nova Londrina e Umuarama.

O primeiro edital de credenciamento aconteceu em março com oferta de 1,2 mil toneladas, sendo que todo volume disponível foi reservado. Nesta segunda chamada, a Sanepar aumentou o volume para 1,5 mil toneladas. Além disso, ampliou as categorias disponíveis. Além do SaneBio Tipo A — indicado para a maioria dos cultivos agrícolas, florestais e de fruticultura, conforme a legislação —, o edital passa a ofertar o Tipo B, de uso exclusivo no cultivo de cana-de-açúcar com finalidade sucroalcooleira.

Ao todo, são sete apresentações, que variam conforme o teor de sólidos e o tratamento, com valor de disponibilidade variando entre R$ 20 e R$ 100 por tonelada. O transporte pode ser próprio (licenciado), de empresas terceirizadas devidamente licenciadas ou contratado da Sanepar.

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“Ao ampliar o atendimento ao setor sucroalcooleiro, abrimos caminho para novas e promissoras parcerias entre a Sanepar e os produtores rurais. O SaneBio consolida-se como uma solução altamente eficaz e ambientalmente segura para a destinação de resíduos, além de serem comprovados os índices de aumento de produtividade e competitividade para o agronegócio paranaense”, explica o diretor-presidente da Sanepar, Wilson Bley.

Para participar, o interessado preenche o formulário no site da Companhia, anexa a análise de fertilidade do solo da área e indica a cultura e o tamanho da área de aplicação. A Sanepar analisa a documentação e, havendo habilitação, emite a fatura de reserva, com pagamento em até 10 dias corridos. As solicitações são atendidas por ordem cronológica de inscrição e, para que mais pessoas tenham acesso, o edital prevê limites mínimos e máximos de reserva.

A modalidade gratuita para pequenos produtores continua ativa, por meio do programa de destinação agrícola do lodo.

O PROGRAMA – O SaneBio é tratado e higienizado sob rigorosos padrões técnicos e ambientais. Rico em matéria orgânica, nitrogênio, fósforo, cálcio, magnésio, enxofre e micronutrientes, o biossólido contribui para a fertilidade do solo e pode reduzir custos com fertilizantes e corretivos. Quando higienizado com cal, ele também atua na correção da acidez. Cada lote é acompanhado de um laudo analítico realizado previamente pela Companhia, e a aplicação segue projeto agronômico elaborado pela Sanepar.

A destinação final do material proveniente do tratamento de esgoto é um dos maiores desafios do saneamento básico mundial. Apenas no ano passado, o gerenciamento de quase 300 mil toneladas de lodo úmido geradas nas 269 Estações de Tratamento de Esgoto (ETEs) da Sanepar demandou um investimento superior a R$ 60 milhões.

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“Através desse projeto de valoração do lodo de esgoto SaneBio, a Sanepar eleva sua eficiência, reduzindo custos e gerando receitas acessórias, ao mesmo tempo em que garante ao produtor rural o lodo para uso agrícola, a garantia do recebimento de um insumo agrícola de alta qualidade em sua propriedade, com preço competitivo e previsibilidade para o planejamento da próxima safra agrícola”, explica o engenheiro agrônomo Marco Aurelio Knopik, que orienta o projeto na região Noroeste do Paraná.

Com AEN/PR

Fernanda Toigo

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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