Conecte-se Conosco

milho

Custo da produção de milho em Mato Grosso tem novo aumento

Publicado

em

foto: Só Notícias/arquivo

O projeto CPA-Mato Grosso apurou que, em agosto, o custeio de milho da safra 25/26 fechou em R$ 3.295 mil/hectare, aumento de 0,48% em relação ao mês anterior e, para o ciclo 2025/26 o acréscimo é de 0,33% frente ao mês anterior, sendo projetado em R$ 4.782/hectare.

O custo operacional total (COT) totalizou R$ 5.372/hectare para a temporada, incremento de 0,28% ante a julho. Ao analisar o ponto de equilíbrio dos indicadores de custo de produção para a próxima safra, em comparação ao preço ponderado do milho do ciclo 2025/26 até agosto, de R$ 44,43/saca, o IMEA verificou que o valor atual cobre as despesas do ponto de equilíbrio do custeio e COE.

Contudo, com a elevação de 13,92% no ponto de equilíbrio do COT no comparativo anual, o preço ponderado do cereal já não é suficiente para cobrir essas despesas. Esse movimento indica que, o produtor enfrenta aperto em cobrir integralmente os custos com depreciações e Pró-Labore, o que pressiona a margem operacional e eleva a dependência de ganhos de produtividade ou valorização do preço do cereal, analisa o IMEA, no boletim semanal do milho.

Só Notícias

Publicidade

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

Mídia Rural, sua fonte confiável de informações sobre agricultura, pecuária e vida no campo. Aqui, você encontrará notícias, dicas e inovações para otimizar sua produção e preservar o meio ambiente. Conecte-se com o mundo rural e fortaleça sua

Continue Lendo
Publicidade
Clique Para Comentar

Deixe uma Resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

milho

Mercado de milho passa por ajuste e consolidação em Chicago

Publicado

em

mapa-aprova-zoneamento-agricola-de-milho-2a-safra-para-13-estados

Foto: Nadia Borges

 

O mercado internacional de milho encerrou o último pregão com leve recuo nos contratos negociados em Chicago, em um movimento de ajuste após a recuperação registrada nos meses anteriores. De acordo com a TF Agroeconômica, apesar da queda pontual, o saldo semanal segue positivo e indica um período de consolidação das cotações.

No curto prazo, o viés levemente negativo tem sido influenciado pelo rebalanceamento de portfólios dos investidores, que reduziram posições compradas, e pelo aumento das vendas de produtores norte-americanos, que aproveitaram a recente valorização para comercializar parte da safra recorde. Esse comportamento tem limitado avanços adicionais no mercado futuro.

Mesmo com essas pressões, as quedas permanecem contidas por fundamentos considerados relevantes. As exportações dos Estados Unidos continuam robustas no acumulado do ano comercial, ainda que tenham apresentado desaceleração recente. Além disso, cresce a expectativa de que o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos revise para baixo as estimativas de produção e de estoques finais, diante de projeções privadas inferiores às oficiais. As médias de mercado apontam produção de 420,44 milhões de toneladas e estoques finais de 50,09 milhões de toneladas, ambos abaixo dos números divulgados anteriormente.

Publicidade

No Brasil, a ANEC estimou exportações de milho de 2,85 milhões de toneladas em janeiro, volume inferior ao registrado em dezembro e também abaixo do embarcado no mesmo mês do ano passado. A redução reflete a menor disponibilidade sazonal e a maior atenção do mercado à demanda interna.

Do ponto de vista técnico, os contratos março de 2026 operam em movimento lateral, com preços concentrados entre 430 e 450 centavos de dólar por bushel, sinalizando consolidação e tendência neutra a levemente baixista no curto prazo.

AGROLINK – Leonardo Gottems

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

Publicidade
Continue Lendo

milho

Cotação do milho em Mato Grosso sobe 0,81%; produtores retém estoques

Publicado

em

foto: Pedro Revillion/assesoria/arquivo

Em Mato Grosso, o preço do milho subiu 0,81% na última semana, em relação a anterior, e fechou na última sexta-feira na média em R$ 46,29/saca. Essa elevação decorre da postura dos produtores em reter os estoques, reduzindo a disponibilidade no mercado com o intuito de obter preços mais atrativos futuramente. Por fim, o cenário atual do mercado de milho no estado tende a manter um viés de alta, sustentado pela demanda firme e pela oferta limitada no mercado interno, informou, há pouco, o IMEA, no boletim semanal do cereal.

O preço do milho no contrato corrente da CME Group registrou alta de 1,70% em relação à semana anterior, encerrando a média em US$ 4,24/bu. A valorização foi impulsionada pelo aumento da demanda interna americana para a produção de etanol, aliado à forte demanda no mercado externo. Além disso, o atraso na colheita do milho norte-americano, causado pelo alto volume de chuvas registrado na região do cinturão do milho, reduziu a oferta imediata e contribuiu para a sustentação dos preços.

Só Notícias

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

Publicidade
Continue Lendo

milho

Baixa preço milho disponível em Mato Grosso

Publicado

em

foto: arquivo/assessoria

O preço do milho mato-grossense diminuiu 0,67%, semana passada no comparativo com a semana anterior, e fechou na média de R$ 44,27/saca, na última sexta-feira. A informação é do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (IMEA). Em São Paulo, o indicador do Cepea subiu 0,38% e foi a R$ 65,26/saca.

Em Chicago (EUA) valorizou 4,76% na semana a cotação de milho devido à firme demanda externa dos Estados Unidos e à revisão negativa da produtividade norte-americana.

Só Notícias

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

Publicidade
Continue Lendo

Tendência