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Polícia Civil desarticula rede criminosa que movimentava milhões em jogos ilegais e financiava facção em MT

PJC
A Polícia Civil de Mato Grosso cumpre, na manhã desta quarta-feira (14.10), 111 ordens judiciais na Operação Raspadinha do Crime, com foco na desarticulação de um esquema de exploração ilícita de jogos de azar promovido por uma facção criminosa em mais de 20 cidades do estado.
As investigações, conduzidas pela Gerência de Combate ao Crime Organizado e Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (GCCO/Draco), em conjunto com a Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (FICCO), desvendaram uma estrutura criminosa complexa, responsável por um esquema milionário de exploração de jogos ilegais usados para alimentar financeiramente uma facção que atua dentro e fora dos presídios.

Também foi autorizada a apreensão e o descarte do material de raspadinhas, que somava centenas de bilhetes e banners de propaganda apreendidos durante as diligências.
Os mandados são cumpridos nas cidades de Cuiabá, Várzea Grande, Alta Floresta, Aripuanã, Brasnorte, Campo Novo do Parecis, Campo Verde, Castanheira, Colíder, Colniza, Confresa,Guarantã do Norte, Juara, Juína, Juruena, Lucas do Rio Verde, Matupá, Novo Horizonte do Norte, Novo Mundo, Nova Mutum, Pontes e Lacerda, Poxoréu, Primavera do Leste, Rondonópolis, Santa Carmem, Santiago do Norte, São José do Rio Claro, Sinop, Sorriso, Tangará da Serra, Tapurah, Terra Nova do Norte e União do Sul.
Desarticulação do esquema
A investigação teve início a partir da análise do material apreendido durante uma operação deflagrada em maio deste ano, que revelou a existência de uma rede organizada que operava um falso empreendimento de raspadinhas instantâneas. Em apenas seis meses, a facção criminosa teria movimentado mais de R$ 3 milhões por meio do esquema de jogos de azar.
Por trás da aparência de legalidade, foi descoberta uma verdadeira estrutura criminosa com planejamento empresarial, hierarquia e funções bem definidas. O jogo era utilizado como fachada para lavagem de dinheiro e financiamento das atividades da facção, que buscava novas fontes de arrecadação paralelas ao tráfico e à extorsão.
A estrutura da empresa era dividia em três níveis operacionais. No topo, o núcleo estratégico, sediado na Capital, era responsável por coordenar as ações financeiras e definir as diretrizes da operação. Abaixo, o núcleo financeiro gerenciava contas bancárias de fachada, movimentando grandes quantias e distribuindo recursos a diferentes regiões do estado.
A rede criminosa conseguiu se espalhar por mais de vinte cidades de Mato Grosso, com núcleo operacional, composto por representantes locais, que distribuíam os bilhetes, recolhiam os valores e controlavam a contabilidade das vendas. Todo o sistema era estruturado para manter o anonimato da facção e mascarar a origem do dinheiro.
De acordo com o delegado responsável pela investigação, Antenor Pimentel, por meio do negócio criminoso, que se apresentava como empresa, a ação conseguiu transformar a aparência de legalidade em instrumento de lavagem de dinheiro.
“A operação representou um golpe direto no braço econômico da facção, desmantelando uma rede que unia tecnologia, manipulação social e engenharia financeira. A investigação segue em andamento, com foco na recuperação dos valores desviados e na identificação de possíveis ramificações interestaduais”, disse o delegado.

O trabalho também faz parte das ações da Rede Nacional de Unidades Especializadas de Enfrentamento das Organizações Criminosas (Renorcrim).
Assessoria | Polícia Civil-MT
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
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Sinop: homem é preso suspeito de comércio ilegal de armas

foto: Só Notícias/Fabiano Marques
O homem de 34 anos foi preso, ontem à noite, suspeito de comercializar armas de fogo de forma ilegal, no bairro Jardim Botânico. A ação ocorreu após denúncias anônimas que apontavam não apenas a venda clandestina, mas também o armazenamento de armamento no próprio estabelecimento do suspeito.
De acordo com o boletim da Polícia Militar, em uma das situações mais recentes, o suspeito teria se envolvido em uma discussão com a esposa, durante a qual foram ouvidos disparos de arma de fogo. Testemunhas teriam relatado aos policiais que o comportamento seria frequente, com o suspeito circulando armado nas proximidades e efetuando tiros.
Diante das informações, a equipe policial se deslocou até o endereço e realizou a abordagem. Com o suspeito, foi encontrado um revólver calibre .38, além de uma pequena porção de maconha. Questionado sobre a existência de outras armas, ele admitiu que havia mais armamento no interior do imóvel e indicou onde estavam guardados.
Durante a vistoria, os policiais localizaram uma espingarda calibre 12, sem numeração aparente, uma espingarda adaptada para calibre .22, além de 22 munições de ambos os calibres, incluindo cartuchos intactos e deflagrados. O homem foi encaminhado para a delegacia da Polícia Civil, para investigações.
Só Notícias/Wellinton Cunha
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
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Operação Roleta Russa mira grupo que movimentou mais de R$ 20 milhões em MT

foto: assessoria
A Polícia Civil deflagrou, hoje, a Operação Roleta Russa para cumprir dois mandados de prisão preventiva, três de busca e apreensão domiciliar, além do sequestro de um veículo e do bloqueio de valores no limite de R$ 10 milhões nas contas de integrantes de uma organização criminosa envolvidos com tráfico de drogas, extorsão e outros crimes em Cuiabá. A investigação da Gerência de Combate ao Crime Organizado e da Delegacia de Repressão ao Crime Organizado tem como alvo principal uma liderança de uma organização criminosa, que atualmente se encontra preso na Penitenciária Central do Estado (PCE).
Segundo a polícia, ele cumpre pena em regime fechado, e atingiu os requisitos para progressão ao regime semiaberto no último dia 1º de maio. O novo mandado de prisão tem como objetivo impedir a progressão de regime e mantê-lo custodiado. O segundo alvo dos mandados de prisão é o primo do investigado, que está em liberdade e é apontado como braço direito no cometimento dos crimes e na tentativa de domínio de territórios.
“As investigações apontaram que o suspeito, mesmo preso, utilizava sua posição hierárquica na facção para controlar atividades criminosas e tentar exercer domínio em bairros na capital, como o Planalto e o Altos da Serra. De dentro da unidade prisional, ele emanava ordens buscando a liderança do tráfico de drogas, das extorsões e de outras atividades criminosas em áreas designadas, em benefício próprio e da facção. Também atuava na negociação do tráfico de drogas com emissários da Bolívia e no controle dos lucros obtidos com as vendas em Cuiabá. O primo executava esses comandos de fora da cadeia”, detalhou a assessoria da Polícia Civil.
As investigações apontam que os alvos movimentaram mais de R$ 20 milhões em três anos, em favor da facção criminosa e dos familiares do conselheiro, sendo ele também o responsável por liderar a lavagem de dinheiro e a ocultação de patrimônio adquirido com os crimes praticados, com o auxílio da esposa e de um primo. A esposa, apesar de não possuir profissão ou renda fixa, mantinha uma vida confortável, com casa própria, bens de alto valor e um veículo de luxo, que será objeto de sequestro. A polícia informou ainda que entre as contas bloqueadas está a de uma advogada que já foi alvo da Operação Apito Final, também deflagrada pela GCCO.
Redação Só Notícias
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
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Preso condutor bêbado que perdeu o controle e atingiu poste em Nova Mutum

foto: Só Notícias/Lucas Torres/arquivo
O motorista de um Fiat Uno azul, de 31 anos, foi preso em flagrante por policiais militares, ontem, pelos crimes de embriaguez ao volante e danos materiais, em via pública no bairro Colina 2. Testemunhas alegaram que o suspeito trafegava irregularmente, realizando manobras de zigue-zague, quando acabou atingindo um poste de iluminação pública às margens.
O automóvel chegou a avançar por mais alguns metros, até se chocar com um muro próximo. Foram verificadas avarias parciais no para-choque, para-brisa, capô e faróis. Encontrado ainda no interior do veículo, o condutor foi submetido ao teste do bafômetro, que constatou 1,09 miligramas por litro de ar expelido dos pulmões.
Ele chegou a confessar que havia feito a ingestão de bebidas alcoólicas horas antes. Os militares apreenderam o Uno e encaminharam o proprietário à delegacia.
Só Notícias/Guilherme Araújo
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
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