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Politec procura por familiares de vítimas identificadas pela Diretoria de Medicina Legal

Publicado

em

Politec – MT

 

A Diretoria Metropolitana de Medicina Legal (DMML), da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), procura por familiares de cinco vítimas identificadas e cujos familiares ainda não foram localizados para realização da remoção dos corpos da unidade.

As vítimas foram encontradas em óbito entre os meses de abril e maio em Cuiabá e Várzea Grande.

Tratam-se das seguintes vítimas:

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1- Albeni Lucatelli da Rosa, natural de Seberi (Rio Grande do Sul). Nasceu em 13/06/1960, filho de Agripino Silveira da Rosa e Maria Lucatelli da Rosa. Óbito registrado em 08/04/2026 em Cuiabá (Mato Grosso). 2- Wilson de Souza Muniz, natural de Urânia – São Paulo. Faleceu em Cuiabá aos 63 anos. É filho de Egidio de Souza Muniz e Alcina Conceição. 3- Dorinaldo Ferreira da Silva, natural de Jaguarari (Bahia). Nasceu em 08/09/1960, filho de Josefa Maria da Silva e Isaias Ferreira da Silva. Óbito registrado em 26/04/26, em Cuiabá. 4- Antonio Marcos Morais Alves, Natural de Delmiro Gouveia (Alagoas). Nascido em 17/05/2005, filho de Cícero Alves dos Santos e Katia Morais. Óbito registrado em 06/05/2026 em Várzea Grande. 5- Daniel Inocêncio, natural de Diamantino (Mato Grosso). Nascido em 24/07/1987, filho de Rosiemire Aparecido Inocencio. Vítima com óbito em 10/05/2026 em Cuiabá. Familiares das vítimas podem procurar a DMML presencialmente, no endereço Rua A1, bairro Dom Bosco, Cuiabá-MT, ou pelo telefone (65) 98108-0036, para a emissão da declaração de óbito e realização dos demais trâmites legais.

Assessoria | Politec – MT

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Transporte

Polícia Civil deflagra segunda fase de operação contra esquema de desvio de veículos apreendidos em Sorriso

Publicado

em

PJC

 

A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, na manhã desta terça-feira (19.5), em Sorriso, a segunda fase da Operação Eidolon, para desarticular um grupo criminoso envolvido em um esquema de desvio de veículos apreendidos que estavam sob a guarda da prefeitura.

Na operação, foram cumpridos cinco mandados de prisão, nove mandados de busca e apreensão, cinco ordens de bloqueio de contas bancárias, além de medidas de suspensão de registros de pessoas jurídicas, suspensão do exercício de função pública, afastamento do sigilo financeiro de oito investigados e outras medidas cautelares expedidas pela Justiça.

As ordens judiciais foram expedidas pela 2ª Vara Criminal de Sorriso, com base em representação formulada pela Polícia Civil. Todos os mandados são cumpridos em Sorriso.

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As investigações, conduzidas pela Delegacia de Sorriso, por meio do Núcleo de Combate ao Estelionato e Lavagem de Dinheiro, apontaram que o grupo criminoso contava com o envolvimento de servidores públicos, falsificadores, intermediadores e receptadores.

O esquema consistia na identificação de veículos com baixa probabilidade de recuperação por seus proprietários, especialmente motocicletas com pendências administrativas, para posterior retirada ilícita dos veículos dos pátios conveniados, mediante utilização de procurações fraudulentas e termos falsificados de liberação.

Durante a apuração, foi constatada a participação de integrantes com acesso privilegiado a sistemas públicos, bem como a atuação de pessoas ligadas a cartórios e procedimentos de autenticação documental, possibilitando a inserção de dados falsos, emissão de documentos falsificados e regularização ilícita de veículos.

Com o aprofundamento das diligências, a Polícia Civil identificou indícios da prática dos crimes de organização criminosa, estelionato, corrupção, peculato, lavagem de dinheiro, falsificação de documentos públicos e inserção de dados falsos em sistemas de informação.

Também foi identificada a atuação central de um guarda municipal apontado como líder operacional do esquema criminoso, além da participação de um juiz de paz com acesso a procedimentos cartorários utilizados para viabilizar as fraudes investigadas.

Nome da operação

O nome “Eidolon”, de origem grega, faz referência à ideia de “reflexo” ou “imagem projetada”, simbolizando a duplicidade e a falsidade utilizadas pelos investigados para ocultar suas práticas criminosas.

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Operação Pharus

A operação integra os trabalhos do planejamento estratégico da Polícia Civil de Mato Grosso para o ano de 2026, por meio da Operação Pharus, dentro do Programa Tolerância Zero, voltado ao combate às facções criminosas em todo o Estado.

Polícia Civil-MT

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Transporte

Corpo de Bombeiros resgata duas vítimas presas às ferragens após acidente entre carretas

Publicado

em

CBMMT

O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) realizou, na tarde de segunda-feira (18.5), o desencarceramento de duas vítimas que ficaram presas às ferragens após um acidente envolvendo duas carretas na MT-358, em Tangará da Serra (a 253 km de Cuiabá).

A equipe da 3ª Companhia Independente Bombeiro Militar (3ª CIBM) foi acionada por volta das 14h40, via 193, para atender a um acidente de trânsito envolvendo uma carreta tipo cegonha e uma carreta bitrem carregada com pó de brita. Após a colisão lateral, os dois veículos saíram da pista e tombaram em um barranco às margens da rodovia.

Segundo informações apuradas no local, o acidente ocorreu quando o motorista da carreta cegonha tentava realizar uma ultrapassagem e perdeu o controle da direção, colidindo lateralmente com a outra carreta. Com o impacto, ambos os veículos tombaram fora da pista, resultando em três vítimas.

Duas vítimas ficaram presas na cabine da carreta cegonha. O motorista apresentava escoriações e estava com as pernas presas à estrutura do veículo, mas permanecia consciente e orientado. Já o passageiro sofreu ferimentos e traumatismo craniano com afundamento de crânio, estando consciente, porém desorientado.

Para realizar o resgate, os bombeiros precisaram estabilizar os veículos antes de iniciar a retirada das vítimas com o uso de ferramentas de salvamento veicular. O procedimento de desencarceramento durou cerca de 60 minutos. Após serem retiradas das ferragens, as vítimas foram avaliadas, imobilizadas e encaminhadas por equipes de suporte médico para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Tangará da Serra.

Uma terceira vítima, motorista da carreta bitrem, não ficou presa às ferragens. Ele estava fora do veículo, consciente, orientado e sem ferimentos aparentes. Além dos bombeiros, a ocorrência contou ainda com o apoio do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e da equipe de atendimento pré-hospitalar da concessionária responsável pela rodovia.

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SD Karine Miranda | CBMMT

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Transporte

Polícia Civil cumpre mandados em operação interestadual que apura golpes contra clientes de banco digital

Publicado

em

PJC

 

A Polícia Civil de Mato Grosso, em apoio à Polícia Civil de Goiás, cumpre, na manhã desta terça-feira (19.5), 29 ordens judiciais em uma operação interestadual deflagrada contra um esquema de golpes e fraudes digitais envolvendo clientes de um banco digital.

Na operação, são cumpridos 14 mandados de prisão preventiva, 15 mandados de busca e apreensão domiciliar e o bloqueio judicial de mais de R$ 1,9 milhão contra integrantes de um grupo criminoso voltado para a prática desses golpes. Eles são investigados pelos crimes de invasão de dispositivo informático (celular), furto mediante fraude eletrônica, organização criminosa e lavagem de dinheiro.

As investigações foram conduzidas pela Polícia Civil de Goiás, por meio da Delegacia Estadual de Repressão a Crimes Cibernéticos (DERCC), com apoio da Polícia Civil de Mato Grosso, da Polícia Civil do Maranhão e da Polícia Civil do Tocantins. As ordens judiciais são cumpridas nos respectivos estados.

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Em Mato Grosso, os trabalhos são conduzidos pela equipe da Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Informáticos (DRCI), sendo cumpridos mandados de prisão preventiva e de busca e apreensão domiciliar contra uma mulher, principal alvo da operação, apontada como líder do grupo criminoso.

Durante as buscas na residência, foram apreendidos 10 quilos de entorpecentes, tipo skunk (supermaconha), embaladas a vácuo, em posse do marido da investigada, sendo o suspeito preso em flagrante por tráfico de drogas.

Modo de atuação

Segundo as investigações, o grupo criminoso utilizava um elaborado esquema de golpe bancário, mediante a criação de um site falso do banco digital, impulsionado por anúncios pagos no Google.

Quando a vítima pesquisava pelo banco digital na internet, o link fraudulento aparecia entre os primeiros resultados patrocinados, induzindo o usuário a acreditar que estava acessando a plataforma oficial do banco.

Ao acessar a página clonada, a vítima inseria seus dados bancários e validava um QR Code, acreditando tratar-se de procedimento legítimo de verificação de login.

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Nesse momento, os criminosos capturavam as credenciais de acesso em tempo real e assumiam a conta bancária da vítima, técnica conhecida como “session hijack” (sequestro de sessão), passando a realizar transferências Pix fraudulentas para contas de terceiros utilizadas como “mulas financeiras”.

Investigação

As investigações da polícia apontaram que o grupo possuía estrutura organizada e divisão de funções, com um núcleo técnico responsável pela criação dos sites falsos e captura das credenciais; núcleo financeiro encarregado das contas de passagem e dispersão dos valores; e núcleo patrimonial voltado à lavagem de dinheiro por meio de empresas de fachada e utilização de familiares e terceiros.

Até o momento, foram identificadas ao menos 19 vítimas, incluindo casos registrados no Estado de Goiás, com prejuízo inicialmente apurado em aproximadamente R$ 118 mil. Entretanto, as análises financeiras revelaram movimentações suspeitas superiores a R$ 4,8 milhões, apontando fortes indícios de lavagem de capitais e ocultação patrimonial.

As investigações também identificaram dispositivos eletrônicos e conexões de internet utilizados para acessar diversas contas fraudadas, além de movimentações financeiras vinculadas a pagamentos para Google Ads, hospedagem de sites e empresas intermediadoras internacionais, evidenciando a operacionalização contínua do esquema criminoso.

Segundo o delegado titular da DRCI, Sued Dias Junior, o uso de anúncios patrocinados em mecanismos de busca tornou-se uma das principais estratégias empregadas por organizações criminosas especializadas em fraude eletrônica.

“A população deve estar atenta a esse tipo de fraude, evitando acessar instituições financeiras por links patrocinados; conferir cuidadosamente o endereço eletrônico do site; desconfiar de links enviados por SMS ou WhatsApp; utilizar autenticação em dois fatores; e jamais validar QR Codes sem absoluta certeza da origem da operação”, explicou o delegado.

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As investigações prosseguem com a análise do material apreendido e o rastreamento do fluxo financeiro da organização criminosa.

Operação Pharus

A participação na operação integra os trabalhos do planejamento estratégico da Polícia Civil de Mato Grosso para o ano de 2026, por meio da Operação Pharus, dentro do Programa Tolerância Zero, voltado ao combate às facções criminosas em todo o Estado.

Assessoria | Polícia Civil-MT

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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