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Faesp promove evento com a Receita Federal sobre DITR aos produtores rurais

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Assessoria

 

A Faesp realizou em sua sede o treinamento online “A Declaração do Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural (DITR) 2024” ministrado por Sizenando Ferreira de Oliveira, auditor fiscal da Receita Federal.

O evento teve como objetivo esclarecer aos produtores rurais informações sobre normas técnicas, documentos e obrigações fiscais para a declaração anual que deverá ser entregue até dia 30 de setembro.

Tirso Meirelles, presidente do Sistema Faesp/Senar-SP, abriu o encontro destacando o papel da agropecuária para o mundo. “Os produtores rurais cumprem a legislação ambiental mais rigorosa do planeta, demonstrando seu compromisso inabalável com a preservação do meio ambiente e a produção sustentável”, afirmou Tirso.

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Claudio Ferrer de Souza, superintendente-adjunto e substituto da Receita Federal na 8ª Região Fiscal, disse que iniciativas como essa são relevantes a fim de “tirar dúvidas, para que os contribuintes tenham o mínimo de dificuldade em suas declarações e entendimento de suas obrigações fiscais”.

Thiago Soares, advogado da Faesp, ressaltou a importância do evento: “Tivemos uma ótima adesão dos sindicatos rurais. Nós disponibilizamos o chat ao vivo para que todos pudessem participar com perguntas e a participação foi efetiva. Muitas questões pontuais foram respondidas no ato e outras, mais complexas, nós reservamos para responder depois, com a ajuda dos técnicos da Receita Federal”, explicou.

A reunião contou com a expressiva participação de mais de 120 representantes de sindicatos rurais, demonstrando o grande interesse e engajamento do setor em relação ao tema.

Claudio Affonso de Andrade, delegado titular da Delegacia de Pessoas Físicas da Receita Federal do Brasil (DERPF), agradeceu à equipe de Sizenando Ferreira de Oliveira pela palestra e pelos esclarecimentos e colocou a Receita Federal à inteira disposição dos produtores rurais de São Paulo e da Faesp.

Mario Teixeira

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Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Shopee abre novo centro no Rio Grande do Sul e projeta reduzir entregas em 50%

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A Shopee inaugurou um novo centro de distribuição, o seu 17º no País, reforçando a corrida dos marketplaces pela entrega rápida de mercadorias. A unidade fica na cidade de Santa Rita, na região metropolitana de Porto Alegre. O imóvel alugado pertence à gestora de investimentos imobiliários Barzel Properties.

O empreendimento será o primeiro da Shopee no Rio Grande do Sul que funcionará no modelo fulfillment – em que ela gerencia todo o processo, desde o armazenamento dos produtos de terceiros, processamento de pedidos, empacotamento e envio. O grupo já tinha no Estado um centro que operava no modelo cross-docking – sistema em que as mercadorias recebidas dos fornecedores são transferidas rapidamente para veículos de entrega, sem armazenamento prolongado.

A nova unidade tem capacidade para armazenar mais de 1 milhão de itens. Com isso, a Shopee espera reduzir em até 50% o prazo de entrega para pedidos na Região Sul, permitindo entregas no mesmo dia ou no dia seguinte em cidades como Porto Alegre e Florianópolis.

Este será o quarto centro de distribuição do tipo fulfillment da companhia no Brasil. Os outros ficam em São Paulo, Pernambuco e Goiás. A operação faz parte da estratégia da Shopee de acelerar as entregas e dar mais escala aos vendedores. “Com essa inauguração, levaremos ainda mais agilidade nas entregas para os consumidores da Região Sul e para os envios dos itens de vendedores do Rio Grande do Sul para todo o Brasil”, afirmou o Diretor de Desenvolvimento de Negócios da Shopee, Felipe Lima.

“O projeto reflete a capacidade da Barzel de antecipar movimentos do mercado logístico e estruturar ativos alinhados às demandas dos grandes operadores”, afirmou o Diretor de Investimentos da Barzel, Cassiano Jardim

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Lançada em 2015, em Singapura, a Shopee atua no Brasil desde 2020. Nesse período, atingiu um total de 17 centros de distribuição, 200 hubs logísticos e 3 mil agências. A multinacional tem 25 mil funcionários locais distribuídos por três escritórios na cidade de São Paulo.

Com informação do Estadão de Conteúdo (Circe Bonatelli).
Imagem: Shutterstock     

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Governo de MT realiza espetáculo Auto da Paixão de Cristo na Arena Pantanal nesta segunda-feira (30)

Publicado

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Junior Silgueiro

 

O Governo de Mato Grosso realiza, entre os dias 30 de março e 4 de abril, o espetáculo “Auto da Paixão de Cristo”, na Arena Pantanal, em Cuiabá. A programação é gratuita e aberta ao público, reunindo cultura, fé e cidadania em um único espaço.

A abertura ocorre no dia 30 de março, às 18h, e, nos demais dias, as apresentações começam às 19h. A expectativa é reunir milhares de pessoas, proporcionando um momento de reflexão, emoção e acesso a políticas públicas.

A estrutura do evento também contará com praça de alimentação e feira de artesanato, incentivando a geração de renda.

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A iniciativa reforça o compromisso do Governo de Mato Grosso em aproximar os serviços públicos da população, utilizando a cultura como ferramenta de inclusão, cidadania e fortalecimento dos vínculos sociais.

Serviço | Auto da Paixão de Cristo

Data: 30/03 a 04/04

Horário: 18h (abertura) | 19h (demais dias)

Local: Arena Pantanal, Setor Oeste

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Entrada: Gratuita

Layse Ávila | Setasc-MT

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Como o El Niño pode impactar a agricultura em 2026?

Publicado

em

Foto: Pixabay

 

O Instituto Nacional de Meteorologia informou que o fenômeno El Niño deve provocar efeitos distintos entre as regiões do Brasil, com aumento do risco de seca na faixa norte das regiões Norte e Nordeste e volumes mais elevados de chuva na Região Sul.

De acordo com o Climate Prediction Center, órgão da National Oceanic and Atmospheric Administration, há 62% de probabilidade de formação do El Niño no trimestre de junho a agosto. A partir de agosto, essa chance supera 80% e pode se manter até o fim de 2026.

Antes disso, os modelos climáticos indicam a transição da atual La Niña para uma condição de neutralidade entre março e maio, com probabilidade superior a 90%, segundo os centros internacionais monitorados pelo Instituto Nacional de Meteorologia.

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O El Niño é caracterizado pelo aquecimento anômalo das águas superficiais do Oceano Pacífico equatorial e integra o sistema ENOS, que alterna entre as fases de aquecimento, resfriamento e neutralidade. Durante o fenômeno, as temperaturas da superfície do mar ficam ao menos 0,5°C acima da média por um período prolongado, podendo persistir por mais de dois anos.

A formação do fenômeno está associada ao comportamento dos ventos alísios, que, quando enfraquecidos ou invertidos, reduzem a ressurgência de águas frias e permitem a permanência de águas mais quentes na superfície do oceano, com anomalias que podem superar 3°C.

Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia, a agricultura é um dos setores mais sensíveis aos efeitos do El Niño, já que mudanças nos padrões de chuva e temperatura impactam o desenvolvimento das culturas. Nas regiões Norte, Nordeste e parte do Centro-Oeste e Sudeste, há tendência de redução das chuvas e maior frequência de estiagens, o que pode comprometer a produtividade e a disponibilidade hídrica.

Em contrapartida, na Região Sul, o El Niño está associado ao aumento das precipitações, sobretudo no inverno e na primavera, o que pode resultar em excesso de umidade no solo e dificultar o manejo agrícola, além de favorecer problemas fitossanitários.

Dados da Companhia Nacional de Abastecimento indicam que, em cenários com excesso de chuva, culturas de inverno como trigo e aveia apresentam maior probabilidade de produtividade abaixo da média, especialmente em estados como Santa Catarina e Rio Grande do Sul.

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Ainda segundo o Instituto Nacional de Meteorologia, na safra de verão, os efeitos variam conforme a região. No Norte, Nordeste e parte do Centro-Oeste e Sudeste, a redução das chuvas pode prejudicar o plantio e o desenvolvimento inicial de culturas como soja e milho. Já no Sul, o aumento das chuvas pode favorecer a disponibilidade hídrica, mas também elevar riscos de encharcamento do solo, doenças e dificuldades operacionais no campo.

O Instituto Nacional de Meteorologia ressalta que os impactos dependem de fatores como a temperatura dos oceanos Atlântico Tropical e Sul, além da intensidade do fenômeno, e informa que acompanha as atualizações dos centros internacionais sobre a possível confirmação do El Niño no segundo semestre de 2026. Caso se confirme, o fenômeno deve influenciar principalmente o final do inverno e a primavera no Brasil.

AGROLINK – Seane Lennon

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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