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Agronegócio

Produção agroindustrial registra crescimento de 3,7% em julho, revela levantamento da FGV Agro

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Foto: Ascom

 

 

Em julho de 2024, a produção agroindustrial brasileira apresentou uma expansão de 3,7% em relação ao mesmo mês de 2023, conforme dados do Índice de Produção Agroindustrial (PIMAgro) da FGV Agro. Este resultado representa o melhor desempenho para o mês desde 2017, impulsionado principalmente pelos setores de Produtos Alimentícios e Bebidas, com alta de 2,2%, e Produtos Não-Alimentícios, que cresceram 5,6%.

A Agroindústria acumula um crescimento de 3,3% em 2024, o melhor desempenho dos primeiros sete meses do ano desde 2010. O segmento de Produtos Não-Alimentícios destacou-se com a maior alta para o mês dos últimos seis anos, impulsionada pela recuperação dos setores de Produtos Têxteis (11,2%), Insumos Agropecuários (8,5%) e Produtos Florestais (4,7%).

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No entanto, apesar da recuperação, o setor de Insumos Agropecuários continua enfrentando dificuldades devido à cautela dos produtores diante da safra 2024/25, afetada pelos preços mais baixos de commodities como soja e milho, e pelos impactos climáticos no Rio Grande do Sul, importante produtor de máquinas e equipamentos para o setor.

Por outro lado, o setor de Fumo (-4,7%) e Biocombustíveis (-0,3%) apresentaram desempenho negativo em julho, ainda sofrendo os efeitos das enchentes no estado gaúcho e da seca no Centro-Sul do país.

O segmento de Produtos Alimentícios e Bebidas, por sua vez, foi impulsionado pela maior produção de carnes e bebidas alcoólicas e não alcoólicas, embora a produção de alimentos de origem vegetal tenha registrado queda de 6,4%, impactada pela menor produção de conservas, sucos, óleos e arroz.

Esses resultados refletem um desempenho positivo geral da Agroindústria, com a maioria dos setores apresentando crescimento acumulado ao longo do ano, exceto Insumos Agropecuários (-7,7%) e Fumo (-1,5%).

Fonte: CenarioMT

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Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Agronegócio

Milho 2025/26 tem 91% das lavouras em boa condição

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Foto: Agrolink

O plantio da segunda safra de milho 2025/26 no Paraná alcançou 99% da área prevista de 2,86 milhões de hectares, segundo o Boletim Conjuntural divulgado nesta quarta-feira (1º) pelo Departamento de Economia Rural do Paraná, órgão vinculado à Secretaria da Agricultura e do Abastecimento do Paraná. De acordo com o relatório, “o pequeno volume de área restante deve ser finalizado ainda esta semana”.

No campo, as condições das lavouras permaneceram estáveis em relação à semana anterior. Conforme o boletim, “da área já plantada, 91% apresenta boa condição e potencial para atingir a produtividade média esperada”.

Ainda segundo o Deral, parte das áreas apresenta desempenho intermediário. O documento informa que “em condição mediana estão 8% das lavouras, área que pode ou não alcançar a produção projetada”.

Uma parcela menor das lavouras apresenta situação desfavorável. O boletim aponta que “apenas 1% da área encontra-se em situação ruim e deve resultar em produtividade abaixo do esperado, gerando potenciais perdas”.

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O relatório também destaca que as condições climáticas registradas em março não favoreceram o desenvolvimento da cultura. Segundo o Deral, “o mês de março não foi favorável para a cultura, apresentando chuvas irregulares e ondas de calor que afetaram o

AGROLINK – Seane Lennon

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Agronegócio

Mercado do boi registra novas altas

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Foto: Divulgação

 

A cotação do boi gordo registrou alta em parte das praças pecuárias do Brasil, impulsionada pela oferta limitada de animais prontos para o abate. As informações constam na análise divulgada nesta quinta-feira (2) no informativo “Tem Boi na Linha”, publicado pela Scot Consultoria.

No estado de São Paulo, a arroba apresentou valorização para todas as categorias. Segundo a Scot Consultoria, “em meio a uma oferta de boiadas que continuava enxuta e escalas de abate que estavam curtas, as indústrias pagaram mais pela arroba durante à tarde de ontem e hoje de manhã”. De acordo com o levantamento, “a referência para os machos subiu R$5,00/@, enquanto para as fêmeas subiu R$2,00/@”. As escalas de abate no estado estavam, em média, para seis dias.

Em Goiás, o cenário também foi marcado por oferta restrita de animais e programações de abate curtas. Conforme o relatório da Scot Consultoria, “havia pouca oferta de boiadas no estado e grande parte das indústrias estavam com escalas curtas”, o que levou frigoríficos que precisavam recompor as programações a pagar valores maiores pela arroba.

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Na região de Goiânia, o preço do boi gordo subiu R$3,00 por arroba, enquanto o valor pago pelas fêmeas avançou R$5,00 por arroba. As escalas de abate na região estavam, em média, para oito dias. Já na região sul do estado, o levantamento aponta alta de R$2,00 por arroba para o boi gordo e de R$5,00 por arroba para as fêmeas. As escalas de abate estavam, em média, para cinco dias. No mercado do chamado “boi China”, destinado à exportação, também houve valorização. Segundo a Scot Consultoria, no estado o preço desse tipo de animal “subiu R$3,00/@”.

No Noroeste do Paraná, o mercado apresentou estabilidade nas cotações. De acordo com o informativo, “com uma oferta de boiadas que melhorou um pouco de ontem para hoje, os preços ficaram estáveis, embora ressalte-se que a oferta continua curta”. As escalas de abate na região estavam, em média, para sete dias.

AGROLINK – Seane Lennon

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Agronegócio

Paraná bate recorde na produção de carne suína e amplia participação no mercado nacional

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Divulgação

 

O Paraná consolidou em 2025 um novo recorde na produção de carne suína, destacando-se como o estado com maior crescimento absoluto no país. Os dados foram divulgados no Boletim Conjuntural do Departamento de Economia Rural (Deral), com base na Pesquisa Trimestral do Abate de Animais do IBGE.

Produção de suínos no Paraná cresce 7,6% em 2025

De acordo com o levantamento, o Paraná produziu 1,226 milhão de toneladas de carne suína em 2025, estabelecendo um novo recorde histórico.

O volume representa um aumento de 86,71 mil toneladas em relação a 2024, o que corresponde a um crescimento de 7,6% no período. O desempenho reforça a relevância do estado na cadeia produtiva nacional.

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Outros estados também ampliam produção

Além do Paraná, outros importantes estados produtores registraram avanço na produção de carne suína ao longo de 2025.

  • Minas Gerais: aumento de 69,46 mil toneladas (+11,3%)
  • Rio Grande do Sul: alta de 67,46 mil toneladas (+7,1%)
  • Mato Grosso do Sul: crescimento de 36,97 mil toneladas (+14,4%)

No total, a produção brasileira avançou 297,14 mil toneladas, registrando alta de 5,5% no ano.

Participação no mercado nacional cresce

Com o resultado, o Paraná ampliou sua participação na produção nacional de carne suína, passando de 21,3% para 21,7%, mantendo a segunda posição no ranking brasileiro.

A liderança segue com Santa Catarina, que produziu 1,601 milhão de toneladas, equivalente a 28,3% do total nacional.

Na sequência aparece o Rio Grande do Sul, com 1,018 milhão de toneladas, representando 18% da produção do país.

Abate de suínos também atinge recorde

O número de animais abatidos no Paraná também foi recorde em 2025. Ao todo, foram abatidos 12,877 milhões de suínos, um aumento de 457,3 mil cabeças em relação ao ano anterior, o que representa crescimento de 3,7%.

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No ranking nacional de crescimento absoluto:

  • Minas Gerais liderou, com alta de 760,7 mil animais (+11,3%)
  • Rio Grande do Sul ficou em segundo, com aumento de 692,5 mil cabeças (+6,8%)

No Brasil, o total de abates cresceu em 2,513 milhões de animais, avanço de 4,3%.

Ganhos de produtividade impulsionam o setor

O relatório aponta que o crescimento da produção em ritmo superior ao aumento no número de abates indica ganhos de produtividade no Paraná.

Esse desempenho está associado ao aumento do peso médio dos animais. Em 2025, o peso médio dos suínos abatidos no estado atingiu 95,2 quilos por cabeça, alta de 3,8% — equivalente a um ganho de 3,5 quilos por animal em comparação ao ano anterior.

Perspectivas para 2026 são positivas

A expectativa é de continuidade do crescimento da produção em 2026, impulsionada pela expansão da demanda tanto no mercado interno quanto no externo.

O Paraná deve seguir como um dos principais fornecedores de carne suína do país, mantendo sua relevância no abastecimento e nas exportações do setor.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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