Pecuária
Noções de aplicação do PMGZ foram debatidas durante curso de avaliação de reprodutores

Organizado pela Acrinorte em parceria com a ABCZ e Seres Jr., o evento contou com três palestras e um dia dedicado a atividades práticas – Fotos: Assessoria
Com mais de 17,5 milhões de animais avaliados, o Programa de Melhoramento Genético de Zebuínos – PMGZ auxilia os criadores no processo de seleção da fazenda, identificando os bovinos mais precoces, férteis, de melhores índices de ganho de peso ou de produção leiteira. As noções de aplicação do PMGZ foram discutidas durante o Curso de Avaliação de Reprodutores e Matrizes Zebuínas organizado pela Acrinorte em parceria com a ABCZ e Seres Jr. da UFMT, na semana passada, em Sinop.
Rayanne Lage Cordeiro, médica veterinária e zootecnista da ABCZ, foi uma das palestrantes e falou sobre vários temas, dentre eles, “PMGZ e a Avaliação Morfológica de Zebuínos”, além da “Morfologia e Exterior de Zebuínos” das raças Nelore, Nelore Pelagens e Tabapuã.
“A pecuária atual se torna cada dia mais tecnificada e competitiva e nesse sentido entendemos que as avaliações genéticas e avaliação morfológica devem caminhar juntas quando pensamos em precisão e eficiência genética. Para nós da ABCZ a possibilidade de participar de um curso dessa magnitude é de extrema importância, para que possamos discutir e apresentar o PMGZ como ferramenta de melhoramento genético e sua aplicabilidade prática no sistema de produção”, afirmou Rayanne.
A veterinária também agradeceu o acolhimento e destacou a importância da troca de conhecimento com os participantes do curso foi muito enriquecedora. “Iniciativas como essa da Acrinorte fazem toda a diferença na formação de futuros profissionais de excelência. A participação dos demais palestrantes, discutindo sobre a fisiologia reprodutiva de Reprodutores e Matrizes fechou com chave de ouro o combo de informação necessária para a escolha de bons animais melhoradores”, ressaltou.
Ao todo foram três palestrantes, sendo um dia dedicado às palestras e outro às atividades práticas, o que proporcionou ainda mais conhecimento para os participantes que puderem conhecer de perto a aplicação do PMGZ. Os animais apresentados na prática foram Nelore Padrão e Nelore Pelagens, Tabapuã e Gir.
Além de Rayanne, também palestraram a médica veterinária da Alta Genetics, Atiana Bertoti, e o professor de clínica de Ruminantes da UFMT, no campus de Sinop. Os critérios de avaliação reprodutiva para Touros PO também foram debatidos durante o evento. Outro tema abordado foi “doenças reprodutivas e seu impacto na pecuária”.
Assessoria
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
Pecuária
Boi gordo tem dia de estabilidade nas praças paulistas

Divulgação
O mercado do boi gordo iniciou a quinta com estabilidade nas praças paulistas, segundo a análise do informativo “Tem Boi na Linha”, divulgado pela Scot Consultoria. O cenário refletiu o preenchimento das escalas de abate de dezembro pela maior parte das indústrias, além do início da programação para janeiro, com média de 13 dias. Parte dos compradores também estava em férias coletivas para manutenção das plantas.
De acordo com a Scot Consultoria, a combinação entre escalas mais confortáveis e menor presença de compradores ativos não pressionou as cotações, sustentadas pela oferta reduzida, principalmente de animais oriundos de confinamento. “Um ponto que ajudou a manter as cotações sustentadas foi a oferta mais diminuta”, destacou o informativo.
Nesse contexto, a cotação de todas as categorias permaneceu estável nas praças paulistas na comparação diária, sem registro de variações nos preços pagos pelos frigoríficos.
Em Santa Catarina, a oferta de bovinos foi considerada suficiente para atender à demanda, em um cenário influenciado pelo ritmo mais lento típico dos feriados de fim de ano. As escalas de abate no estado atendiam, em média, a 11 dias, segundo a consultoria.
No mercado de Alagoas, o levantamento indicou estabilidade nas cotações para todas as categorias, sem alterações relevantes em relação ao dia anterior.
Situação semelhante foi observada no Espírito Santo, onde o mercado abriu com preços estáveis em todas as categorias acompanhadas pela Scot Consultoria.
No Rio de Janeiro, as cotações também não apresentaram mudanças na comparação diária, mantendo o padrão de estabilidade observado em outras regiões monitoradas pelo informativo.
Alessandro Araújo
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
Pecuária
Atenções do mercado pecuário se voltam a demandas interna e externa aquecidas

Reprodução
Com a entrada de dezembro, o mercado pecuário se volta ao pico de consumo doméstico, impulsionado pelas festividades e pelo 13º salário, apontam levantamentos do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP.
No front externo, China e Estados Unidos dão sinais de demandas também firmes para este mês que se inicia. Para atender a essas vendas, pesquisadores explicam que parte dos frigoríficos já está com escalas adiantadas e com programação de férias coletivas nos últimos dias do mês. Outra parte das indústrias, no entanto, ainda precisa adquirir boa quantidade de animais e isso pode manter o mercado aquecido principalmente até meados da próxima semana.
Historicamente, conforme o Centro de Pesquisas, a primeira quinzena do mês costuma ser marcada por forte escoamento de carne no atacado e varejo, o que dá suporte aos preços também da arroba. No entanto, é comum que, na segunda quinzena, haja uma redução no volume de negócios – paradas técnicas e recessos de final de ano nos frigoríficos. Mesmo assim, com a oferta de animais já ajustada e a exportação em ritmo recorde, os preços de toda a pecuária podem atravessar dezembro sustentados, sem pressão significativa de baixa.
Fonte: Assessoria
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
Pecuária
Cotações do boi gordo abrem mês sem variações

Foto: Pixabay
O informativo Tem Boi na Linha, divulgado nesta segunda-feira (1) pela Scot Consultoria, apontou estabilidade nas cotações do boi gordo em São Paulo. Segundo a análise, “o primeiro dia útil do mês começou com poucos negócios”. Apesar do avanço na cotação da novilha registrado na sexta-feira, as demais categorias permanecem sem mudanças há vários dias. Conforme o levantamento, o boi gordo e o chamado “boi China” seguem estáveis há 18 dias, enquanto a vaca mantém o mesmo patamar há 12 dias. As escalas de abate estavam, em média, programadas para oito dias.
No Espírito Santo, a consultoria informou que “as cotações não mudaram”.
No atacado de carne com osso, o informativo destacou que o mês terminou com volume expressivo de vendas, impulsionado pelo período que costuma apresentar menor movimentação devido à restrição de consumo. Ainda assim, segundo a análise, “com o pagamento do 13º salário, as vendas no varejo seguiram, com pedidos de reposição de estoque”.
A carcaça casada do boi capão registrou alta de 0,2%, equivalente a R$ 0,05 por quilo, enquanto a carcaça do boi inteiro recuou 0,7%, ou R$ 0,15 por quilo, cotada a R$ 21,00. Para as fêmeas, não houve variação. Com o início do mês e o pagamento dos salários previstos até o fim da semana, o relatório indicou que o mercado deve permanecer sustentado.
Nas carnes alternativas, a cotação do frango médio teve alta de 0,4%, ou R$ 0,03 por quilo. Já o suíno especial recuou 3,1%, o que corresponde a R$ 0,40 por quilo.
O informativo também registrou o vencimento do contrato futuro do boi gordo (BGIX25) na B3, ocorrido em 28 de novembro. A liquidação terminou com a arroba cotada em R$ 320,69, segundo o indicador da bolsa. No mesmo dia, o indicador do Cepea ficou em R$ 321,54 por arroba, enquanto o indicador da Scot Consultoria encerrou em R$ 321,11.
AGROLINK – Seane Lennon
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
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